Notícias na Santa Ifigênia

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Evento de games leva mais de 200 jogos nacionais a Brasília

Interessados em games, tecnologia e arte ocuparão o centro de convenções Ulysses Guimarães, em Brasília durante os próximos três dias.

A 11ª. edição da SBgames (Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital), feira que começa nesta sexta-feira (2) e vai até domingo (4), conta com mais de 200 jogos eletrônicos desenvolvidos por empresas brasileiras. O público pode jogar e votar para escolher qual foi o melhor.

A entrada na feira é gratuita. Quem participar pode, além de jogar, assistir palestras, conferir o concurso de fantasias e o desfile "GeekGirl", dentre outras atrações.

A professora Carla Castanho, da Universidade de Brasília, coordena o simpósio e espera um público de cerca de 20 mil visitantes. "A intenção do evento é fortalecer o mercado e a indústria de desenvolvimento de games, mostrar que é assunto sério e lucrativo, ao contrário do que os mais conservadores pensam. Afinal, a indústria de games tem crescido mais do que as indústrias fonográfica e cinematográfica", diz a professora.

GAME É ARTE

A feira conta com a Gameart, mostra de arte que promove o diálogo entre o corpo humano e os jogos eletrônicos. Os quatro trabalhos apresentados procuram, por meio da linguagem dos games, envolver as pessoas em sensações interativas.

Em "Kinect-Quimera", o participante cria um alter-ego na tela de uma TV, enquanto no "IdAnce", uma pista de dança digital, projeções no chão são formadas de acordo com o movimento dos participantes. Em "Tijolo Esperto", dois softwares reproduzem na parede a evolução da vida digital; "Morfogênese" apresenta formas geométricas, com comportamentos orgânicos que se modificam a cada ação do público.

O evento tem ainda a mostra Arte do Game, que exibe trabalhos realizados por profissionais brasileiros da área de jogos digitais.

PROGRAMAÇÃO ACADÊMICA

Em paralelo ao evento aberto, o SBGames conta com uma programação acadêmica, que é voltada a profissionais da indústria.

Serão mais de 90 horas de palestras, 140 trabalhos acadêmicos e mesas redondas de áreas como Computação, Arte & Design, Cultura e Indústria, dentre outras.

Oi promete lançar rede 4G em São Paulo no começo de 2013

A Oi deverá inaugurar a rede 4G para telefonia celular na cidade de São Paulo até março de 2013.

A rede, entretanto, não estará disponível para todo o município, apenas em alguns pontos. A empresa não divulgou que pontos serão esses.

No Rio, a nova tecnologia já deverá estar disponível em dezembro deste ano, informou nesta sexta-feira o presidente da Oi, Francisco Valim.

O 4G permitirá uma navegação mais rápida na internet em aparelhos móveis, como celulares e tablets.

"Estamos iniciando o processo de instalação e devemos concluir a implantação da rede para comércio em São Paulo no fim do primeiro trimestre", disse Valim na manhã desta sexta-feira (26).

De acordo com Valim, a rede de 6.000 torres móveis e 8.000 fixas da Oi será suficiente para atender as operações da empresa na capital paulista neste início de cobertura.

A empresa também afirmou que sua estrutura deverá ser suficiente para cobrir as seis cidades que sediarão a Copa das Confederações --Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife e Salvador--, em junho de 2013.

O governo estipulou que as operadoras comecem a vender o serviço nas cidades que sediarão a competição dois meses antes da abertura do evento.

Assim como em São Paulo, a cobertura de 4G nas seis cidades será restrita inicialmente -- a tecnologia deverá estar disponível em, no máximo, 50% da área urbana.

Valim aposta que haverá uma expansão robusta da rede de transmissão a partir de 2014, quando as operadoras oferecerão o serviço em outras cidades, além dos grandes centros.

"O 4G requererá um número gigante de torres, mas não em um primeiro momento", afirmou.

(RAKAL DADDIO)

(Fonte: COLABORAÇÃO PARA A FOLHA) - 29/10/2012
Venda de iPhones cresce 58% e Apple lucra US$ 8,2 bilhões no 3º trimestre

A Apple teve lucro líquido de US$ 8,223 bilhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 24% em relação ao mesmo período do ano passado (US$ 6,623 bilhões) puxada principalmente pelo crescimento nas vendas de seus dois principais produtos: o iPhone e o iPad.

Segundo balanço da companhia divulgado na noite desta quinta-feira (25), foram vendidos 26,8 milhões de iPhones e 14 milhões de iPads no trimestre passado, alta de 58% e 26% na comparação anual, respectivamente. As vendas de computadores Mac subiram apenas 1%, para 4,9 milhões, e as de iPods, 19%, para 5,3 milhões.

As vendas de iPhones ficaram acima do esperado --analistas de Wall Street previam entre 25 milhões a 26 milhões de smartphones--, mas a de iPads decepcionaram.

O trimestre teve apenas nove dias de venda do iPhone 5, o que significa que a atenção do mercado está no próximo trimestre, de festas de fim de ano.

As vendas internacionais da marca (fora dos Estados Unidos) foram responsáveis por 60% da receita do trimestre.

No acumulado do ano, a empresa de tecnologia sediada em Cupertino já lucrou US$ 41,733 bilhões, 61% a mais que os US$ 25,922 de 2011.

A receita do trimestre foi de US$ 36 bilhões, crescimento de 27% ante a receita de US$ 28,3 bilhões no terceiro trimestre passado. A margem bruta de lucro da empresa caiu de 40,3% para 40% na mesma comparação.

A receita nos nove primeiros meses de 2012 (US$ 156,508 bilhões) também cresceu em relação ao ano passado (US$ 108,249): 45%.

Com o crescimento na receita e no lucro, as ações da Apple caem menos no "after market" (negociações feitas após o fechamento do mercado). Elas fecharam em queda de 1,14% durante a sessão, a US$ 609,80, e eram negociadas a US$ 604,55 (0,86% de baixa) às 17h54 do horário local (18h53 do horário de Brasília).

Atualmente, a Apple é a empresa com o maior valor de mercado do mundo. Ela está avaliada em US$ 571,63 bilhões.

Em 19 de setembro deste ano as ações da companhia chegaram a ser comercializadas por US$ 702,10.

LUCRO POR AÇÃO E DIVIDENDOS

Com os US$ 8,2 bilhões de lucro, o lucro diluído por ação foi de US$ 8,67 --alta de 23% ante os US$ 7,05 do terceiro trimestre do ano passado, mas um pouco abaixo da expectativa do mercado, que era de US$ 8,75.

Segundo balanço da companhia divulgado na SEC (US Securities and Exchange Comission, a CVM americana), o conselho de administração da Apple decidiu pagar US$ 2,65 de dividendo por ação ordinária da companhia. O dividendo será pago aos acionistas em 15 de novembro.

OTIMISMO PARA O 4º TRIMESTRE

"Estamos muito orgulhosos de terminar um ano fiscal fantástico com resultados trimestrais recordes em setembro", disse Tim Cook, presidente-executivo da Apple, em comunicado ao mercado.

Peter Oppenheimer, vice-presidente de finanças da empresa, ressaltou o lucro líquido de US$ 41 bilhões nos últimos quatro trimestres e o fluxo operacional de caixa de US$ 50 bilhões. "Olhando para o primeiro trimestre fiscal de 2013 [o equivalente ao quarto trimestre de 2012 no Brasil], nós esperamos US$ 52 bilhões de receita e lucro diluído por ação de US$ 11,75."

Caso as projeções sejam atingidas, a receita crescerá 44% e o lucro diluído por ação, 35%.

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 29/10/2012
Sensores de gestos para computador devem rivalizar com teclado e mouse

Interfaces mudam, processadores vêm e vão, mas o teclado e seu fiel escudeiro, o mouse, fazem parte do computador há, pelo menos, 30 anos. Agora, eles podem se encontrar diante de uma dura competição, graças a duas tecnologias de sensores de gestos que reduzem drasticamente a porção de digitação e de cliques necessários para controlar parte dos computadores.

Por meio do rastreamento preciso dos movimentos das mãos, o protótipo fixado ao pulso do projeto Digits, desenvolvido por uma equipe de pesquisa da Microsoft em Cambridge (Reino Unido), permite que os gestos sejam comunicados em tempo real com qualquer dispositivo conectado.

Um conjunto de LEDs incrustados em uma munhequeira de plástico se projeta numa luz infravermelha de retorno na parte de fora dos dedos dos usuários. O laser ilumina a mão transversalmente a fim de realçar a orientação dos dedos. Uma câmera, então, lê os reflexos, e um software desenvolve um modelo de movimento de mãos que é aprimorado para cada centésimo de centímetro.

David Kim, líder do projeto, diz que o Digits nasceu do desejo por uma tecnologia mais precisa do que o sensor de games da companhia, o Kinect, feito para o Xbox 360. A intenção era rastrear o movimento sem vincular o usuário a quaisquer dispositivos em particular. "Temos usado tecnologias que são pequenas e que usam menos energia", afirma ele. "Isso não deve interferir na atividade diária, e nós queremos possibilitar a interação contínua", prossegue.

TUDO NO PUNHO

O dispositivo é do tamanho de duas bolas de pingue-pongue juntas, e atualmente precisa ser vinculado a um computador. Mas Kim planeja diminuir isso para o tamanho de um relógio de pulso --e fazê-lo funcionar por wireless. Em uma demonstração na semana passada durante um simpósio de interface de software e tecnologia de usuários em Cambridge, Massachusetts (EUA), o sistema foi apresentado controlando videogames, smartphones e computadores.

O sistema Digits não é o primeiro dispositivo desse tipo. O sensor Leap Motion, da companhia homônima de San Francisco, funciona em um desktop lendo um número de gestos diferentes enquanto usuários navegam suas mãos por ele. A companhia ainda não divulgou detalhes sobre como o sensor funciona.

Digits é "realmente uma ótima amostra de trabalho", afirma Thad Starner, do Instituto de Tecnologia da Geórgia, em Atlanta, que também está na liderança tecnológica do Project Glass, do Google.

Ele ainda está nos seus estágios incipientes, diz Starner, que vem usando um computador portátil por quase 20 anos. No entanto, ele está entusiasmado com o potencial de interfaces de controle sensitivas e precisas denominadas "heads-up displays", como o Google Glass --que parece um par de óculos sem lentes, e permite aos usuários ver dados sem a necessidade de movimentar a cabeça-- ou melhor, o seu próprio traje criado sob medida para ele mesmo.

SIMBIOSE DE HOMEM E MÁQUINA

"Você pode imaginar o uso de dispositivos com movimentos sutis, realmente", diz Starner.

"Eu costumava usar [o Google Glass] em sala de aula para elencar as anotações enquanto ensinava", continua. O dispositivo de Starner fornecia informação em um display diante do seu olho esquerdo. Durante uma entrevista por telefone com a "New Scientist", um software de reconhecimento de voz "ouvindo" a conversa listou os e-mails que ele trocara com a revista no passado.

Depois, o sistema puxou uma tese estudantil sobre interação rápida com dispositivos eletrônicos em seu campo de visão, considerada relevante para a discussão.
Starner diz que o real poder do Digits vai estar em reconhecimento contínuo - a habilidade para não apenas identificar comandos autônomos, como pressionar o polegar e listar alfabeticamente para saltar a uma faixa no seu iPod, mas para interpretar movimentos de mão em sequência.

A adição de computadores portáteis ao arsenal de interfaces humano-computacionais representa uma "simbiose de homem e máquina que nunca foi vista antes", diz Starner. "Dar acesso a dados em uma fração de segundo faz de você mais poderoso, a ter mais controle sobre a sua vida. Isso está nos levando a um estágio onde usamos sistemas sem pensar", finaliza.

Tradução de MARINA LANG

(Fonte: HAL HODSON DA "NEW SCIENTIST") - 22/10/2012
Ultrabook X1 Carbon, da Lenovo, tem ótimo design e faz jus à marca ThinkPadQ

Visual preto, construção sólida e resistente, linhas sóbrias, discretas e elegantes, teclado eficiente. O ultrabook X1 Carbon junta essas características tradicionais dos laptops da linha ThinkPad em um formato moderno, com baixa espessura e pouco peso.

O design é ótimo, mas a oferta de conexões deixa um pouco a desejar --das duas portas USB, apenas uma é do padrão 3.0, mais atual e veloz. Alguns modelos incluem entrada para chip SIM, o que permite a conexão a redes 3G sem a necessidade de espetar um modem.

A variedade de configurações, aliás, é uma vantagem do laptop -muitos concorrentes, como o Acer Aspire S5, são vendidos no Brasil sem opcionais.

O teclado oferece uma digitação rápida e precisa, mas está longe de ser perfeito. O posicionamento de algumas teclas é estranho: Fn e Ctrl continuam invertidas em relação ao que se usa na maioria dos laptops, o que incomoda quem não é usuário de longa data de modelos ThinkPad; Print Screen está entre Alt e Ctrl do lado direito, no lugar da tecla de menu (que desapareceu); Page Up e Page Down estão ao lado das setas, em vez de agrupados com Home, End e Delete (como nos modelos mais antigos da marca).

Entre as teclas G, H e B fica o eficiente TrackPoint, tipo de joystick que substitui o mouse, outro componente típico de ThinkPad.

O touchpad é um dos melhores, se não o melhor, que já experimentei em um laptop --perde apenas para os da Apple. Seu software inclui boas opções de configuração, mas não é possível configurar o toque com dois dedos para funcionar como o clique com botão direito do mouse.

A tela de 14 polegadas e resolução de 1.600 pixels x 900 pixels tem acabamento fosco e alto nível de brilho, características que permitem uma visibilidade melhor sob a luz solar. Os ângulos de visão são medianos, dentro do que se espera de um painel TN (o tipo mais popular em laptops).

O que mais perturba na tela são os pixels visíveis, um problema comum em diversos notebooks, mas que não deveria existir em um produto tão caro.

Em desempenho, o ThinkPad X1 Carbon não apresenta novidades em relação a outros ultrabooks --com processador Intel Core i5 (há opção de configuração com Core i7), fica um pouco acima do Samsung Série 9, em um nível próximo ao do Acer Aspire S5.

O poder de processamento é ótimo para tarefas básicas (edição de documentos, navegação na web, consumo de mídia) e suficiente para algumas mais avançadas. Como todo ultrabook, ele não é recomendável para games com gráficos 3D complexos.

A reprodução de áudio é mediana, com forte distorção em volume alto.
A duração da bateria varia bastante conforme o uso. Nos meus testes, ela aguentou cerca de cinco horas de uso moderado.

O laptop esquenta demais quando é muito exigido por um certo período, ao ponto de dificultar bastante o uso no colo. As ventoinhas de refrigeração, por outro lado, operam com baixo nível de ruído.

Como quase todo laptop com Windows, o X1 Carbon vem carregado de software pré-instalado. A seleção da Lenovo não é tão ruim quanto a dos rivais, mas incomoda de qualquer maneira e inclui um programa bem curioso, o SimpleTap --basicamente, uma interface de uso com ícones grandes, amigáveis ao toque, como a de um tablet. Só que o X1 Carbon não tem tela sensível ao toque.

Seguindo a tradição da linha ThinkPad, o X1 Carbon é um ótimo laptop e grande candidato a melhor ultrabook do mercado. Seu grande problema é o preço --a configuração mais básica no Brasil custa R$ 6.999, muito acima dos R$ 4.999 de um MacBook Air e dos R$ 4.449 de um Aspire S5, que têm especificações semelhantes.

O X1 Carbon, novo ultrabook da Lenovo, junta essas características tradicionais da linha ThinkPad em um formato moderno, com baixa espessura e pouco peso.

O design é ótimo, mas a ofertade conexões deixa a desejar --das duas portas USB, apenas uma é do padrão 3.0, mais veloz. Um diferencial interessante é a entrada (opcional) para chip SIM, que permite conectar-se a redes 3G sem espetar um modem.

O teclado oferece uma digitação rápida e precisa, mas está longe de ser perfeito. O posicionamento de algumas teclas é estranho: Fn e Ctrl continuam invertidas em relação ao layout da maioria dos laptops, o que incomoda quem não é usuário de longa data de Think Pad; PrintScreen está entre Alt e Ctrl do lado direito, no lugar da tecla de menu (que desapareceu); Page Up e Page Down estão ao lado das setas, em vez de agrupados com Home e End (como nos modelos mais antigos).

Entre as teclas G, H e B fica o eficiente e tradicional TrackPoint, tipo de joystick que substitui o mouse.

O touchpad é um dos melhores que já usei -- perde apenas para os da Apple.

Seu software oferece boas opções, mas não é possível configurar o toque com dois dedos para funcionar como o clique com botão direito do mouse.

A tela de 14 polegadas e 1.600 pixels x 900 pixels tem acabamento fosco e alto nível de brilho, o que permite uma visibilidade melhor sob a luz solar, mas apresenta pixels visíveis demais --um problema que, apesar de comum em notebooks, não deveria existir em um produto tão caro.

(Fonte: EMERSON KIMURA DE SÃO PAULO) - 22/10/2012
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