As vendas mundiais de tablets bateram recorde no quarto trimestre de 2012, somando 52,5 milhões de unidades no período. O número representa uma alta de 75,3% em relação aos três últimos meses de 2011, quando foram enviadas 29,9 milhões de unidades do aparelho.
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (31) pela empresa de pesquisa de mercado IDC e constam em relatório preliminar.
"Preços mais baixos, uma gama maior de produtos e gastos mais altos na temporada de fim de ano atuaram como catalisadores para levar o já crescente mercado de tablets a níveis recordes", afirmou a IDC em comunicado.
O lançamento do Surface, tablet da Microsoft, também foi mencionado pela IDC como fator de estímulo ao mercado.
Entre outubro e dezembro, a Apple se manteve na liderança no mercado, com participação de mercado de 43,6%. Apesar de expressiva, a fatia diminuiu em comparação com o quarto trimestre de 2011, quando a Apple era responsável por 51,7% do mercado de tablets.
A Samsung permaneceu com a vice-liderança do mercado, com fatia de 15,1% do segmento de tablets.
A Apple foi responsável pelo embarque de 22,9 milhões de unidades no quarto trimestre, enquanto a Samsung enviou 7,9 milhões de tablets.
O lançamento do iPad Mini e a disponibilidade da quarta geração do iPad ajudaram a Apple a se manter na liderança do mercado, segundo a IDC.
A Sony vai recepcionar, ainda neste mês, o maior evento sobre o PlayStation em dois anos, o que gerou especulação sobre o sucessor do PlayStation 3, console cujas vendas chegaram a 70 milhões de unidades.
A companhia não confirmou a informação sobre o possível lançamento do PS4 que, caso aconteça, será em 20 de fevereiro em Nova York.
"Vamos falar sobre negócios do PlayStation", afirmou o porta-voz Masaki Tsukakoshi nesta sexta-feira.
Segundo a agência de notícia Reuters, uma busca pelos termos "Sony Feb 20 PlayStation" no Google obteve mais de 7 mihões de resultados.
No último evento de PlayStation, em janeiro de 2011, a Sony apresentou um protótipo do console portátil Vita. Antes disso, em 2005, o PS3 foi demonstrado. Uma conferência em 1999 trouxe ao mercado o PS2.
Se você se assusta com a quantidade de câmeras que o cercam em ruas, condomínios e estabelecimentos privados, saiba que essa realidade chegou a um novo patamar com os aplicativos de CFTV (circuito fechado de TV) para celulares e tablets.
Esses aplicativos se conectam a sistemas de monitoramento via protocolo de internet (IP, na sigla em inglês) e permitem visualizar imagens das câmeras de vigilância remotamente, em tempo real.
As próprias companhias de CFTV disponibilizam os aplicativos de monitoramento, disponíveis tanto para tablets e smartphones com Android, sistema do Google, quanto para os dispositivos da Apple iPad, iPhone e iPod touch.
Para brincar de "Big Brother" com seu celular, você precisa de um sistema com câmeras ligadas a um DVR (gravador de vídeo digital) conectado à internet.
Os vídeos podem ser retransmitidos em dispositivos móveis ou em uma página especial para browsers, acessível mediante uso de senha. Tais configurações são normalmente realizadas pela empresa que instala o DVR.
Os programas têm recursos como tela dividida por quatro ou mais imagens de câmeras diferentes, zoom, recuperação de imagens antigas e "fotografias" de determinado momento. No Brasil, os apps EagleEyes, da Avtech, e iSIC, da Intelbras, estão entre os mais procurados.
Segundo o engenheiro de pesquisa e desenvolvimento da Intelbras, Henrique Fernandez, o aplicativo iSIC já tem média mensal de 10 mil downloads por mês. "Temos utilizado o apelo de monitorar seu patrimônio na palma de suas mãos como um forte argumento de vendas", afirma Fernandez.
Segundo o executivo, há exemplos de famílias que vigiam melhor os cuidados de babás com seus bebês ou empresários que verificam o comportamento de seus funcionários. É o caso de Nicoli Geigner, dona de um restaurante em São Paulo.
"Foi a melhor coisa que me aconteceu. Antes eu não tinha vida, agora consigo acordar e ver logo o que está acontecendo no trabalho", descreve Geigner, que usa iPhone e iPad para observar o movimento de maneira remota.
Para o diretor da Abese (Associação Brasileira de Segurança Eletrônica), Oswaldo Oggian, a má qualidade da internet móvel no Brasil ainda é o maior inimigo desse tipo de aplicativo. "As soluções de banda larga no país ainda são muito incipientes. Às vezes o usuário tem acesso, às vezes não tem."
"As pessoas ficam um pouco reféns do próprio patrimônio, mas é um fato normal. Todos querem saber o que está acontecendo em sua empresa", afirma André Luiz Araújo Jr., da Câmeras Via Internet, assistência especializada em sistemas CFTV.
De olho no faturamento das grandes produções cinematográficas, os principais fabricantes colocaram televisores 3D no mercado no fim de 2009. Dois anos depois, os interessados em 3D já têm outra decisão na hora da compra: qual tecnologia 3D escolher? Ativa ou passiva?
Inseridos precocemente no mercado, as TVs 3D venderam menos que o esperado pelos fabricantes. A indústria sonhava com 30 milhões de unidades vendidas em 2010, mas, segundo a consultoria DisplaySearch, o comércio global de TVs 3D não passou de 5 milhões de unidades.
Em 2011, esse quadro começou a mudar. No Brasil, de janeiro a agosto, a venda de televisores 3D saltou de uma média de 21,5 mil unidades por mês para cerca de 46 mil aparelhos mensais. No ano, 5% das TVs vendidas no país são 3D, segundo números da consultoria GfK.
E o preço caiu. Em janeiro, uma TV 3D de 42 polegadas custava em média R$ 5.500. Em agosto, esse valor era de R$ 3.500. Hoje, há modelos 3D por menos de R$ 3.000.
A melhora nas vendas e a queda nos preços estão ligadas à evolução da tecnologia, que hoje se divide entre o 3D ativo e o 3D passivo. Navegue pelo infográfico abaixo para conhecer algumas diferenças entre essas duas tecnologias.
3D ATIVO
Samsung, Sony e Panasonic apostam no 3D ativo, o primeiro tipo a chegar ao mercado. "É a tecnologia que entrega a melhor qualidade de imagem com resolução Full HD", diz o gerente de marketing da linha Bravia da Sony Brasil, Luciano Bottura.
De fato, o 3D ativo oferece uma imagem melhor, Full HD, com 1.920 por 1.080 pixels. Quando exibe as imagens, a TV 3D envia um sinal aos óculos ativos, que são equipados com baterias. Suas lentes abrem e fecham, de forma intercalada e em sincronia com as imagens.
É tudo ultrarrápido -são até 240 imagens por segundo. Como cada olho vê um ângulo ligeiramente diferente da mesma cena, surge o efeito de profundidade.
Mas essa qualidade traz consigo entraves. Os óculos ativos são relativamente pesados (40 g, em média) e caros (R$ 200 por unidade).
Além disso, eles se comunicam com as TVs via sinais infravermelhos ou Bluetooth, tecnologias incompatíveis entre si, e os óculos de uma marca não funcionam com os aparelhos de outra.
Para resolver o problema, Panasonic, Samsung e Sony se uniram para fazer um modelo "universal" de óculos ativos. Mas ainda é projeto.
3D PASSIVO
Nesse cenário, o 3D passivo é uma opção mais econômica. Os modelos são mais baratos, e os óculos, mais leves (15 g, em média) e mais em conta (R$ 40 por unidade), semelhantes aos usados em cinemas 3D do país. "É uma experiência 3D mais confortável", defende Felippe Motta, gerente da área de TVs da LG do Brasil.
A qualidade de imagem, porém, é um pouco inferior.
Na TV de 3D passivo, uma película na frente da tela divide as ondas de luz em duas categorias, de ângulos ligeiramente diferentes. Quando chegam aos óculos, uma parte das luzes passa por uma lente; a outra parte, pela outra. No cérebro, recria-se o 3D.
A LG foi a primeira a oferecer o 3D passivo. Depois, a Philips lançou a linha "3D Easy".
3D ATIVO
Indicado para
Quem exige mais precisão das imagens, já que o formato oferece a melhor qualidade de imagem 3D, com até 1.080 linhas de pixels
Óculos
são mais pesados e incompatíveis entre si, e podem custar mais de R$ 200. Alguns modelos usam bateria de relógio, outros são recarregados via USB
Preço
a partir de R$ 3.500 (modelo de 42")
3D PASSIVO
Indicado para
quem pretende se divertir com amigos e familiares; oferece melhor ângulo de visão
Óculos
são mais leves, confortáveis e quase descartáveis; televisores são vendidos normalmente com quatro pares
Preço
a partir de R$ 2.300 (modelo de 32")
A Livraria Cultura lançou nesta terça-feira dois novos modelos de leitores digitais (e-readers) da família Kobo --Mini e Glo--, que estarão disponíveis para venda a partir de 22 de janeiro.
Com 134 gramas, o Kobo Mini tem tela de 5 polegadas e as mesmas funcionalidades do Kobo Touch, lançado em dezembro. O dispositivo será vendido por R$ 289. Já o Kobo Glo conta com luz interna que permite a leitura no escuro, pesa 185 gramas e tem tela de 6 polegadas, além de entrada para cartão SD, permitindo armazenamento de até 30 mil títulos. O preço será de R$ 449.
Divulgação
Kobo Glo, nova versão do e-reader lançado pela Livraria Cultura
Compatíveis com textos em português, inglês, francês, holandês, alemão, espanhol, italiano e japonês, os modelos da família Kobo têm tecnologia e-ink (que imita o papel convencional com impressão eletrônica de textos e imagens) e tela sensível ao toque, informou a companhia.
Segunda maior rede de livros digitais do país em vendas, atrás da Saraiva, a Cultura firmou em setembro passado uma parceria com a canadense Kobo, por meio da qual elevou seu portfólio de títulos e começou a vender os dispositivos de leitura no Brasil.










