A gigante dos chips para computadores Intel anunciou na última terça (12) que está trabalhando em um decodificador para oferecer filmes e mais conteúdos para a televisão em sua aposta na internet ante os tradicionais serviços a cabo.
O porta-voz da Intel, Jon Carvill, afirmou à AFP que a empresa californiana "levará ao mercado uma oferta que unirá televisão, conteúdo sob demanda e uma nova interface para o usuário" no final deste ano.
O presidente do grupo de mídia Intel, Erik Huggers, confirmou os rumores sobre a incursão da empresa no setor de televisão durante uma entrevista coletiva no sul da Califórnia (oeste dos EUA).
Huggers afirmou que sua estrutura para levar o conteúdo digital de entretenimento da internet para as televisões superará as ofertas da televisão a cabo.
Espera-se que este decodificador feito com a tecnologia da Intel possua uma câmara com capacidade de "reconhecer" os usuários para personalizar melhor o serviço. Esta característica poderia alimentar as preocupações sobre a privacidade dos usuários.
O novo console de videogame da Microsoft precisará de conexão permanente com a internet para funcionar e vai impedir que jogos de segunda mão rodem nos equipamentos.
As informações são da revista " Edge", que cita fontes próximas ao desenvolvimento do próximo Xbox.
Ao comprar um jogo, o usuário do novo console deve ativar um código que ligará o game ao novo Xbox. Se o disco for inserido em outro console, não funcionará, em tese.
O sucessor do Xbox 360 também terá capacidade de rodar discos Blu-ray (função já presente no PlayStation 3, da rival Sony) e será equipado com um chip AMD de oito núcleos a 1.6 GHz e 8 Gbytes de RAM. A capacidade do disco do console permanece, até o momento, indefinida.
Ainda segundo a revista, o novo Xbox será lançado com nova versão do sensor de movimentos da Microsoft, o Kinect, que deve vir integrado ao console.
A chegada ao Brasil de impressoras que permitem construir, a preço mais baixo, objetos reais a partir de um arquivo digital começa a abrir novos caminhos para empreendedores e empresas.
No futuro, essas impressoras tridimensionais (3D) prometem transformar a indústria e o consumo em escala mundial.
No Brasil, os equipamentos, até então exclusividade de grandes indústrias para a criação de protótipos, já podem ser encontrados por R$ 3.500. Antes da queda de patentes que protegiam a tecnologia, custavam de R$ 60 mil a R$ 500 mil.
A impressão 3D permite reduzir custos no desenvolvimento de peças e produtos. Mais acessível, passa a beneficiar inventores e empresas de todos os portes.
"O preço das impressoras baixou a ponto de muitas empresas comprarem o equipamento sem análises de retorno sobre o investimento", diz Pete Basiliere, analista da consultoria Gartner.
Nas grandes indústrias, o benefício da "manufatura aditiva", nome técnico da tecnologia, está, principalmente, na aceleração do processo de inovação.
"É possível que um engenheiro finalize o desenho de um novo produto pela manhã e tenha um protótipo disponível à tarde", diz Basiliere.
REVOLUÇÃO
Especialistas afirmam que a popularização da fabricação sob demanda deve provocar, no longo prazo, uma revolução no sistema de produção industrial, por permitir uma "personalização em massa": obter, ao mesmo tempo, produtos únicos com a viabilidade da produção industrial em larga escala.
"Hoje, para fazer a produção de um item valer a pena, é preciso grandes volumes, além de maquinário e mão de obra especializada, o que exige investimento inicial alto", diz Eduardo Zancul, professor da engenharia de produção da Poli/USP.
De acordo com um estudo da empresa Terry Wohlers, especializada na área, cerca de 20% das impressões 3D criam produtos finais, prontos para o uso, e 80% são protótipos. Em 2020, a participação dos itens prontos para o uso nas impressões chegará a 50%, diz o estudo.
Se o modelo de "manufatura aditiva" decolar, analistas preveem impactos na geografia da indústria mundial e nas cadeias de distribuição e logística. Em vez de ser feito noutro país e importado, um produto poderá ser fabricado localmente.
A tendência seria capaz de promover o retorno da manufatura para os EUA e a Europa, diz Zancul.
"Esses mercados concentram consumidor com dinheiro e um grande número de projetistas e engenheiros."
As vendas mundiais de tablets bateram recorde no quarto trimestre de 2012, somando 52,5 milhões de unidades no período. O número representa uma alta de 75,3% em relação aos três últimos meses de 2011, quando foram enviadas 29,9 milhões de unidades do aparelho.
As informações foram divulgadas nesta quinta-feira (31) pela empresa de pesquisa de mercado IDC e constam em relatório preliminar.
"Preços mais baixos, uma gama maior de produtos e gastos mais altos na temporada de fim de ano atuaram como catalisadores para levar o já crescente mercado de tablets a níveis recordes", afirmou a IDC em comunicado.
O lançamento do Surface, tablet da Microsoft, também foi mencionado pela IDC como fator de estímulo ao mercado.
Entre outubro e dezembro, a Apple se manteve na liderança no mercado, com participação de mercado de 43,6%. Apesar de expressiva, a fatia diminuiu em comparação com o quarto trimestre de 2011, quando a Apple era responsável por 51,7% do mercado de tablets.
A Samsung permaneceu com a vice-liderança do mercado, com fatia de 15,1% do segmento de tablets.
A Apple foi responsável pelo embarque de 22,9 milhões de unidades no quarto trimestre, enquanto a Samsung enviou 7,9 milhões de tablets.
O lançamento do iPad Mini e a disponibilidade da quarta geração do iPad ajudaram a Apple a se manter na liderança do mercado, segundo a IDC.
A Sony vai recepcionar, ainda neste mês, o maior evento sobre o PlayStation em dois anos, o que gerou especulação sobre o sucessor do PlayStation 3, console cujas vendas chegaram a 70 milhões de unidades.
A companhia não confirmou a informação sobre o possível lançamento do PS4 que, caso aconteça, será em 20 de fevereiro em Nova York.
"Vamos falar sobre negócios do PlayStation", afirmou o porta-voz Masaki Tsukakoshi nesta sexta-feira.
Segundo a agência de notícia Reuters, uma busca pelos termos "Sony Feb 20 PlayStation" no Google obteve mais de 7 mihões de resultados.
No último evento de PlayStation, em janeiro de 2011, a Sony apresentou um protótipo do console portátil Vita. Antes disso, em 2005, o PS3 foi demonstrado. Uma conferência em 1999 trouxe ao mercado o PS2.











