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O que é crossmedia?

Oferecer uma campanha em diversos tipos de mídias é o ideal na hora de alcançar o máximo possível de pessoas; saiba o que é crossmedia

Quando uma empresa ou marca decide criar uma campanha de marketing, é necessário definir o público alvo e a persona que querem alcançar. A partir daí, os passos seguintes precisam ser calculados para definir qual o tipo de mídia é a melhor opção para essa interação. Porém, caso a companhia queira atingir o máximo possível de clientes em potencial, uma alternativa válida é o uso do crossmedia. Saiba mais sobre o assunto nas linhas a seguir.



Definição de crossmedia
Foto: Tecnoblog / Tecnoblog

Divulgar a sua marca em um único canal de mídia é coerente, pois, em teoria, deve diminuir os custos e ainda alcançar mais objetivamente o público alvo esperado. Se o seu produto é consumido por jovens entre 12 e 18 anos, usar as redes sociais acaba sendo uma escolha inteligente com chances maiores de dar certo, por exemplo.

Por outro lado, se a intenção da empresa é atingir um número maior de pessoas dentro de uma demografia mais ampla, então é preciso expandir os canais de sua campanha publicitária. Pense assim: adolescentes vão usar mais o TikTok e o Twitter, mas adultos acima dos 50 anos ainda têm o costume de assistir o jornal da noite. O ideal, então, é apresentar a sua marca tanto nas redes sociais quanto em comerciais de TV.

É aí que entra o conceito de crossmedia.

Seu uso é direcionado a realizar a mesma campanha de marketing através de vários canais de mídia distintos com o intuito de se aproximar do maior número possível de pessoas/clientes.

É claro que isso exige maior planejamento, já que mesmo apresentando a mesma mensagem publicitária, o formato deve ser diferente, produzido especificamente para o veículo em si. Além disso, os custos são maiores, algo que muitas marcas acabam optando por não usar o marketing nesse nível.

Exemplo de crossmedia
Você, provavelmente, já se deparou com campanhas publicitárias que fazem uso do crossmedia. Eu mesmo lembro de ter encontrado vários e nem mesmo reparei na época que se tratava da mesma mensagem em mídias distintas. Essa característica de conexão é uma vantagem desse estilo de marketing, já que faz tudo parecer homogêneo.

Pensando nisso, separei uma campanha recente da Nintendo sobre seu console híbrido: o Switch.

Utilizando a chamada "Anytime, Anywhere" (Qualquer hora, Qualquer lugar), a marca fez uma campanha extensa de crossmedia em diversos veículos. Confira logo abaixo:

Comercial de televisão
https://www.youtube.com/watch?v=zbKZvLi63l4

Vídeo para YouTube
https://www.youtube.com/watch?v=Ql9Na-KHrsg
Propaganda em revistas sobre games e tecnologia



Página de uma revista
Foto: Reprodução/Reddit / Tecnoblog

Botão de propaganda em sites


Propaganda que pode ser vista em botões em sites diversos
Foto: Reprodução / Tecnoblog

É possível notar que a mensagem sobre o console é clara, mas com o uso do crossmedia, ela traz elementos e formatos diferentes em cada veículo de mídia. Assim, uma quantidade muito maior de pessoas será alcançada, transformando o item em uma parte da cultura de sua época.

É claro que há vários fatores sobre o sucesso do console, porém o uso da campanha certa na hora certa faz parte dos números gigantescos de vendas do Nintendo Switch, sem dúvida.

Mesmo que criar uma campanha de crossmedia é mais custoso e complexo, é importante que uma empresa reflita sobre o seu uso, vantagens e desvantagens. Isso auxilia e direciona os objetivos da marca como um todo. Quanto mais orgânica a mensagem passada for, mais ela ficará na mente das pessoas.

Você conhece outros exemplos desse uso para o marketing? Deixei alguma informação de fora? Conta pra gente a sua opinião!

(Fonte: Ricardo Syozi - IGI Global.) - 21/02/2022
IA pode transformar indústria dos jogos de apostas no Brasil

Conheça o cenário atual dos jogos de apostas no Brasil e como a Inteligência Artificial pode criar mecanismos responsáveis para os praticantes

O setor de apostas online está se desenvolvendo de maneira acelerada no Brasil. Isso pode ser observado durante a navegação na web com diversos anúncios de plataformas que estão operando no mercado brasileiro.

Inclusive, algumas delas já estampam camisas oficiais de grandes times do futebol nacional como patrocinadoras. Além disso, neste ano deve acontecer a regulamentação das apostas, potencializando ainda mais o mercado de jogos no Brasil.

Se você quer entender mais sobre como está o cenário dos jogos de apostas no Brasil e como as plataformas estão se articulando para garantir o jogo responsável, chegou ao lugar certo. Reunimos todas as informações necessárias para quem ainda tem dúvidas sobre esse nicho de entretenimento e também trazemos as expectativas de um ano que promete ser transformador para os jogadores que já se divertem.

O que são jogos de apostas online?


Jogos de apostas online incluem desde roleta netbet, blackjack e slots, até apostas esportivas.
Imagem: Divulgação

Pôquer, blackjack e bingos, assim como as apostas esportivas, são alguns dos jogos que fazem parte do leque dessa categoria que ganha cada vez mais adeptos em suas modalidades digitais.

No Brasil, essas atividades são legalizadas desde dezembro de 2018, desde que o site de apostas seja registrado em outro país que permita os jogos. Ou seja, o território nacional ainda não possui uma regulamentação das apostas. Porém, a H2 Gambling Capital já estima que o mercado de apostas no Brasil, somando meios legais e ilegais, movimenta cerca de 2 bilhões de euros por ano (cerca de R$11.997.617.749,56).

Muitas empresas, inclusive aquelas bastante atuantes em outras vertentes dos games, já implementam as apostas no catálogo de entretenimento. Um grande exemplo é a SEGA, estabelecida como uma das maiores provedoras de pachinko no Japão, um jogo de aposta comum no país. Vale mencionar também a Konami.bling Capital, braço da distribuidora focada em consultoria de jogos e apostas.

Logo, cria-se o questionamento: o que falta para o Brasil começar a atingir esse patamar? O que falta para a regulamentação de jogos e o que vem depois dela?

Como funciona o atual mercado de apostas no Brasil?


Projeto de Lei 442/91, que regulamenta os jogos no Brasil, deve ser votado em fevereiro de 2022
Imagem: Divulgação

Desde a legalização dos jogos de apostas em 2018, diversos avanços aconteceram. São cerca de 450 sites atuantes, movimentando cerca de 12 bilhões de reais por ano. Entretanto, sem regulações específicas, o Brasil só conta com arrecadação de forma indireta, caso o apostador faça o saque de dinheiro de volta para o Brasil e declare imposto de renda sobre a atividade.

Logo, as plataformas atuais, todas estrangeiras, geram arrecadação para os países onde estão baseados, não para o Brasil. O que deve mudar isso é o Projeto de Lei 442/91, que regulamenta os jogos de apostas, com previsão para ser votado em fevereiro de 2022.

Atualmente, existem modalidades de apostas populares referentes ao Campeonato Brasileiro, por exemplo, como apostar durante um jogo no próximo escanteio ou cartão amarelo, que, em termos de velocidade e aleatoriedade do resultado, começam a se aproximar de outros jogos de apostas. Todos esses novos tipos de jogos estão sendo introduzidos para atender às preferências dos consumidores em constante evolução.

Esses fatores, paixão pelo futebol e um possível mercado regulamentado, criam um cenário ideal para o desenvolvimento de regras que beneficiem o país de várias maneiras, principalemente no âmbito econômico.

O que muda a partir da regulamentação das apostas?
A regulamentação das apostas muda a base de tributação. Ao considerar o valor do prêmio, a contribuição para a seguridade social e o imposto de renda incidente sobre a premiação, é possível criar cálculos para “repasses legais”, fonte de investimento na educação, segurança pública e entidades desportivas, além dos recursos para cobertura de despesas de custeio e manutenção do operador.

Desta maneira, as licenças serão concedidas por meio de leilões, com responsabilidade fiscalizadora dos jogos por conta de órgão regulador e supervisor federal.

Após a regulamentação, partimos para a etapa da construção de confiança no mercado de jogos, com foco na segurança dos dados e no jogo responsável como potencializadores de crescimento do setor.

Mecanismos de proteção e ferramentas de jogo responsáveis


Fornecedora de softwares de jogos online investe em IA para proteção dos jogadores
Imagem: Reprodução

Um estudo da Playtech, maior fornecedora mundial de softwares de jogos online e apostas esportivas, descobriu que três de cada quatro brasileiros são a favor do uso de Inteligência Artificial (IA) para ajudar a detectar e prevenir problemas de jogo.

No Brasil, 76% dos entrevistados responderam positivamente quando perguntados se as empresas de apostas deveriam usar a Inteligência Artificial para detectar jogadores de risco. Quando perguntados por que se sentiam assim, 51% disseram que, enquanto a privacidade dos dados for protegida, isso garantiria que os jogadores fossem mantidos seguros. Já outros 25% disseram que prevenir problemas de jogo é mais importante do que proteger dados privados.

Quando se trata de problemas de jogo e vício, os brasileiros são cautelosos. Dois terços dos brasileiros consideram o empréstimo de dinheiro para jogar (64%) como a característica comportamental que eles acham mais preocupante entre os jogadores. A segunda e terceira respostas mais populares, com 58% e 57%, respectivamente, foram os traços comportamentais de emprestar dinheiro para jogar, pagar dívidas e mentir para a família. Enquanto isso, 20% temem perder todo o seu dinheiro enquanto apostam online ou se tornam viciados em jogos de azar, destacando a importância de mecanismos de proteção e ferramentas de jogo responsáveis.

Em entrevista ao Showmetech, o diretor de política da Playtech, Francesco Rondano, explica que a possível regulamentação do Brasil tem sido foco da Playtech há bastante tempo. Há um projeto de lei relacionado ao jogo na Câmara dos Deputados que data de 1991, e outro no Senado desde 2014, e estão sendo debatidos até hoje. A implementação da lei e a efetiva abertura do mercado estão agora previstas para este ano, ainda que, dada a complexidade do processo, isso não seja 100% certo.

“O Brasil é particularmente muito importante para nós e para o resto da indústria. O tamanho maciço da oferta de jogos e a forte paixão dos brasileiros por esportes sugerem que tem potencial para se tornar um dos maiores mercados regulamentados do mundo“, comenta Rondano.

“Não só trabalhamos incansavelmente para evitar que o problema de jogo surja, mas também para identificar clientes potencialmente em risco e antedê-los com intervenções de jogo mais seguras sob medida. Essa abordagem de duas pontas de detecção e prevenção precoce é extremamente reforçada pelo uso da IA, que analisa os dados dos jogadores anonimamente e fornece insights valiosos com base em vários tipos de comportamentos do jogador“, frisa Rondano acerca da responsabilidade das empresas que oferecem o serviço de entretenimento.

O braço de análise da Playtech, BetBuddy, é um software capaz de classificar o risco do jogador usando dados anonimizados e learning machine, ao mesmo tempo em que reconhece que todos os jogadores são diferentes. O módulo de IA fornece uma lista de mais de 70 marcadores de risco individuais para cada jogador, permitindo uma intervenção personalizada e mais eficaz.

Existem muitas maneiras de interagir com jogadores em risco, desde mensagens básicas de e-mail até entrevistas pessoais realizadas por especialistas e até psicólogos. Todos os operadores devem poder ativar a intervenção mais adequada em função do nível de risco de cada jogador. “Na Playtech, desenvolvemos uma ferramenta de interação de primeiro nível que está se mostrando muito valiosa. Estamos testando mensagens in-play, geralmente pop-ups, cujo conteúdo é personalizado e adaptado aos marcadores de risco individuais. Em nossos testes, as intervenções personalizadas orientadas por IA provaram ser até vinte e uma vezes mais eficazes no desencadeamento de uma ação de jogo responsável“, afirma o diretor.

Para finalizar, Rondano demonstra desejo por maior cooperação em toda a indústria de jogos. “Existem muitas iniciativas e testes de aprendizado de máquina sendo realizados por diferentes operadores, mas muitas vezes as descobertas não são compartilhadas entre si. Proteger a saúde e melhorar o bem-estar de cada um de nós deve ser um esforço conjunto de toda a indústria, e não uma forma de obter uma possível vantagem competitiva. Ao compartilhar nossos sucessos e especialmente nossos fracassos, podemos aprender coletivamente e tornar a indústria do jogo sustentável a longo prazo“.

(Fonte: Letícia Leite - Exame, Playtech) - 21/02/2022
Como funciona a mineração de bitcoins?

Apesar de ter já ter sido viável, minerar a criptomoeda em casa hoje em dia é um processo demorado e caro; entenda.


A mineração é o processo por meio do qual novos bitcoins são criados. Embora ela possa ser uma atividade mais lucrativa do que a negociação da criptomoeda em exchanges, hoje em dia ela se tornou praticamente inviável para o investidor comum.
Analistas consultados pela Forbes afirmam que é praticamente impossível minerar usando um computador pessoal.

A cada dez minutos, em média, surge um novo bloco de bitcoin. Esses blocos registram as transações realizadas no blockchain, e cabe aos mineradores verificar a validade das informações contidas em cada novo bloco. O minerador é recompensado com uma taxa de transação, que hoje é de aproximadamente US$ 2,23, e também fica elegível para receber 6,25 bitcoins – cerca de R$ 1,7 milhão – por bloco minerado.

Acompanhe em primeira mão o conteúdo do Forbes Money no Telegram

Porém, só recebe os bitcoins o primeiro minerador a resolver o problema numérico contido naquele bloco, um processo que é conhecido como “prova de trabalho”. Essa resolução pode envolver trilhões de tentativas, por isso o hardware utilizado deve ter grande potencial computacional para processar essas operações mais rapidamente.


Apesar de o surgimento de novos blocos ser praticamente constante, o bitcoin possui um limite de 21 milhões de unidades, definido pelo seu criador, Satoshi Nakamoto. Hoje, já foram mineradas mais de 18 milhões. Para dificultar que o restante seja minerado, a cada quatro anos o número de bitcoins contidos em cada bloco diminui pela metade. Hoje, esse número é 6,25, e em 2024 será 3,15. Ou seja: minerar novas moedas é cada vez mais difícil.

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Atuar nesse mercado profissionalmente exige investimentos expressivos, diz Fabricio Tota, diretor da exchange Mercado Bitcoin. “É necessário ter o melhor hardware disponível no mercado, porque o poder computacional exigido é muito alto, e uma boa infraestrutura no data center, o que envolve cabeamento e refrigeração. Além disso, é preciso ter um time dedicado a manter tudo isso funcionando adequadamente.

Acesso a energia elétrica abundante e barata também é imprescindível.
Segundo análise realizada pelo jornal “The New York Times” em setembro deste ano, a mineração global de bitcoin consome aproximadamente 91 terawatt/hora anualmente. Isso é mais do que a Finlândia, que tem 5,5 milhões de habitantes, consome no mesmo período.

Uma das maiores mineradoras de criptomoedas do mundo é a Genesis Mining, localizada na capital da Islândia, Reykjavik. O clima frio da região contribui para diminuir os custos com refrigeração, que podem chegar a representar 40% do gasto total. Recentemente, o estado norte-americano do Texas também se tornou um destino visado por grandes mineradoras por causa dos baixos preços de energia.

São essas características, porém, que fazem do Brasil um local pouco adequado à mineração de bitcoin. Além de a energia ser cara (os preços têm subido por causa da crise hídrica), o clima tropical implica maior investimento em infraestrutura e custos de operação mais altos.

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Os impostos envolvidos na instalação de um data center também são caros – nas palavras de Tota, é necessário um “caminhão de dinheiro” para bancar a importação de todos os equipamentos.

Um brasileiro com o capital necessário para investir numa mineradora profissional, portanto, será mais bem-sucedido se abrir sua operação fora do país.

E se eu ainda quiser minerar de casa?


Luiz Pedro de Oliveira, analista da Nord Research, diz que a possibilidade de ser bem-sucedido minerando em casa é extremamente baixa.

“No começo, era possível minerar bitcoin com o computador pessoal porque as equações eram mais fáceis, tinha menos gente fazendo isso. Mas hoje você precisa de máquinas específicas, chamadas Asics, que têm o poder computacional necessário para tentar validar as transações de bitcoin.”

Mesmo investindo em um dispositivo Asic, que pode custar dezenas de milhares de reais, uma única máquina também não é suficiente para se equiparar às grandes fazendas de mineração espalhadas pelo mundo. Uma maneira de contornar isso é se juntar aos “pools de mineração”, grupos de mineradores que unem suas capacidades de processamento e dividem os ganhos entre si.

Quem quer ficar fora da conversa sobre equipamentos caros também pode optar por fazer a mineração em nuvem. Nessa modalidade, o usuário aluga o poder de computação de empresas que possuem os equipamentos adequados e faz a mineração de sua casa, remotamente. É preciso, no entanto, ficar alerta para os vários golpes financeiros que usam promessas de mineração em nuvem para atrair as vítimas.

A mineração profissional também tem seus riscos. Oliveira cita como exemplo os fatores externos, como apagões e desastres naturais, bem como a chance de mudança na regulamentação. No Brasil, a mineração não é regulada.

Em maio deste ano, a China, território que já foi considerado o centro mundial de mineração de bitcoins, proibiu a atividade alegando que ela impediria o país de atingir as suas metas de redução nas emissões de carbono.

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As preocupações com o impacto ambiental do bitcoin chegaram inclusive a Elon Musk, CEO da Tesla, que em maio deste ano desistiu de aceitar a moeda digital como uma forma de pagamento pelos carros elétricos da fabricante devido à sua pegada de carbono. “Criptomoedas são uma boa ideia […] Mas isso não pode vir a um grande custo para o meio ambiente”, disse o bilionário em um tweet.

LEIA MAIS: Musk diz que Tesla aceitará bitcoins quando mineradores usarem mais energia limpa

“A mineração de bitcoin é sim uma uma atividade que gasta bastante energia”, comenta Oliveira. “No entanto, existe uma movimentação para incentivar a utilização de energia renovável. Inclusive o Texas, que é um um estado que favorece a mineração, tem como uma das suas principais fontes energéticas a energia eólica. Então eu acho que a indústria vai evoluir nesse sentido.”

Antes de investir na mineração de bitcoins, também é preciso levar em conta que o próprio algoritmo da criptomoeda controla de forma automática o grau de dificuldade de se minerar um bloco.

O mecanismo funciona da seguinte forma: quanto maior o poder computacional utilizado para minerar bitcoin ao redor do mundo (também chamado de hash rate), maior também é o poder computacional exigido para minerar um bloco – o que significa aumento de custos.

Essa ferramenta serve para impedir a entrada em circulação de muitos bitcoins em um curto espaço de tempo, o que derrubaria o preço da moeda.

Por conta das inúmeras barreiras e desafios, ambos os especialistas concordam que a maneira mais vantajosa de adquirir a moeda é através da negociação em exchanges. “No final das contas, é muito mais fácil você dedicar sua capacidade produtiva a trabalhar para juntar dinheiro e depois comprar bitcoins,” diz Tota.

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(Fonte: Isabella Velleda) - 04/02/2022
Sega deixa oficialmente mercado de arcades no Japão

Empresa tinha histórico de mais de 50 anos e diversos locais icônicos

Após mais de 50 anos, a Sega deixou oficialmente o mercado de lojas arcades no Japão.

Nesta semana, a Sega Sammy vendeu o restante da divisão Sega Entertainment, responsável pelo setor, para a corporação Genda Inc., que opera arcades sob a marca GiGo (via VGC).

Isto apenas conclui a venda do setor de arcades da empresa, já que em 2020 a empresa já havia transferido controle de 85,1% da Sega Enterprises para a Genda. Agora, os 14,9% também pertencem à companhia.

A Sega está no mercado de lojas de arcade desde os anos 1960, abrindo diversas casas de fliperamas pelo território japonês nas décadas seguintes. Mesmo com o declínio de popularidade dos arcades em favor de PCs, consoles domésticos e dispositivos mobile, a empresa continuou operando seus negócios no Japão, aparecendo até jogos de mundo aberto da companhia, como Yakuza e Judgment.

Com a pandemia de COVID-19 e a subsequente quarentena e isolamento social, o negócio tornou-se insustentável para a Sega.

Nos últimos anos, arcades icônicos da Sega fecharam em diversos locais do Japão.



É importante notar que a Sega ainda deve continuar produzindo e distribuindo jogos de arcade no futuro, mas não mais em seus próprios estabele

(Fonte: POR VICTOR FERREIRA) - 04/02/2022
Apple Watch Series 7 está 42% mais barato que o preço oficial

O mais recente smartwatch da Apple em carcaça de alumínio e corpo de 45mm está saindo por R$ 3.275,10 com cashback do Zoom aplicado

O Apple Watch é um dos gadgets mais cobiçados pelos usuários, mas ter um no Brasil normalmente significa gastar muito dinheiro. As coisas estão um pouco mais fáceis hoje: o modelo Series 7 de 45 mm em alumínio está em promoção por R$ 3.275,10 com cashback do Zoom aplicado.

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Apple Watch 7
Foto: Reprodução/Apple / Tecnoblog

Se considerarmos que o preço à vista oficial cobrado pela loja virtual da Apple Brasil é de R$ 5.649, você está economizando aproximadamente 42% na sua compra, o que é um baita desconto quando se trata dos produtos da empresa por aqui.

Na Amazon, o modelo em promoção sai por R$ 3.639,99, sendo que o cashback de 10% oferecido pelo Zoom faz o valor final da compra cair para R$ 3.275,10. Vale mencionar ainda que você pode parcelar em até 10x sem juros com cartão de crédito, além de receber o produto em casa com frete grátis da Amazon que costuma ser super rápido nas entregas.

?? Como habilitar o cashback do Zoom?
O Zoom é a principal plataforma de comparação de preços de lojas online do Brasil, e mais recentemente lançou um programa de cashback próprio para seus usuários.

Para ativá-lo você só precisa fazer o login na sua conta do Zoom, do contrário você não receberá nenhum dinheiro de volta por suas compras! ?? Em cerca de 30 dias após a entrega do produto os valores ficam disponíveis para você sacar e usar como bem quiser.

Se ainda ficou alguma dúvida, confira como funciona o cashback do Zoom antes de fazer sua próxima compra online.

?? Onde tem mais ofertas como esta?

Sempre estamos publicando no Achados do TB as ofertas mais quentes da internet, e você pode recebê-las em primeira mão através de nossos canais no Telegram e no WhatsApp.

Por lá são divulgadas ao longo de todo o dia as melhores promoções com descontos de fato verdadeiros para você fazer sempre a compra com o melhor preço disponível.

Como um veículo de mídia totalmente independente, não temos rabo preso com nenhuma marca ou empresa, então todas as nossas indicações são selecionadas a dedo, mesmo quando não ganhamos nada com isso!

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Comparativo entre Watches 7, 6 e 3
Foto: Reprodução/Apple / Tecnoblog

A maior novidade trazida pelo lançamento do último modelo de Apple Watch foi um display 20% maior, graças à redução do tamanho das bordas, permitindo assim um melhor aproveitamento da parte frontal do dispositivo.

Além disso, a Apple reforçou o visor adicionando uma proteção de cerâmica contra riscos e rachaduras, ideal para que o smartwatch sobreviva melhor ao uso diário e eventuais descuidos por parte dos usuários.

Por fim, para o desgosto de muitos, a bateria não foi aumentada, porém agora pode ser recarregada até 33% mais rapidamente graças ao novo cabo USB-C que a empresa despacha junto com o produto — o adaptador de tomada, no entanto, não está incluso.

Se ficou interessado, não deixe de aproveitar essa promoção por tempo limitado o Apple Watch Series 7 45 mm de alumínio está por R$ 3.275,10!

(Fonte: Gustavo Guerra Tecnoblog) - 17/01/2022
Listando: 95 de 1316

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.