Criar um site não é nenhum bicho de sete cabeças se você busca por algo bem simples.
Foto: Mudassar Iqbal / Pixabay
Já fazem alguns anos que ter presença online é essencial para seu negócio, seja com um site, um blog ou um sistema de e-commerce. Mas, por onde começar? Quanto tempo leva para um site ficar pronto? E, o principal: quanto isso vai custar?
Calma, isso não é um bicho de sete cabeças. Vamos explicar o básico para você se concentrar na criação de um site semipronto. Sim, ele estará prontinho em 50 minutos.
Separamos seis serviços gratuitos ― alguns já disponíveis em português ― que permitem que você construa seu primeiro site sem entender nada de programação ou de banco de dados. Basta se cadastrar e arrastar elementos visuais para criar seu primeiro site.
1. Wix
Certamente é o mais famoso nos dias atuais. Você pode usar a conta gratuita e criar seu espaço online com templates bem básicos ― e seu site vai sempre exibir banners dos parceiros do Wix. Você pode eliminar isso com uma versão paga a partir de R$ 13,00 por mês.
2. Webnode
Depois da última reformulação, o editor do Webnode ficou mais bonito, mais fácil de movimentar os itens que você quer colocar na página. Mesmo a versão gratuita é bem intuitiva, apesar de ser bem limitada em termos de design. A versão paga começa com R$ 12,00, mas somente a partir do plano de R$ 20,00 que começa a valer a pena mesmo.
3. Weebly
Entre os serviços de criação de sites com receita pronta, o Weebly é um dos que oferece mais recursos. Ao se familiarizar com as ferramentas, você pode facilmente fazer um site que se confunde com um projeto mais profissional. O único problema é que as melhores ferramentas não estão no plano gratuito, e sim na versão Premium, que custa US$ 5 mensais (com pagamento anual). Ainda assim, vale um teste.
4. Ucraft
Esse serviço tem dois diferenciais interessantes: ele permite que você conecte seu novo site a um já existente e também oferece o serviço SSL (site seguro, aquele que faz seu endereço começar com HTTPS) sem cobrar a mais por isso. A versão gratuita só permite que o site tenha 15 páginas, mas é a partir do plano pago (US$ 10 mensais com pagamento anual) que as melhores ferramentas ficam disponíveis. O Ucraft é um dos serviços de construção de sites que oferece mais ferramentas para customização de cores, fontes e estilo visual.
5. Site 123
Esse é um dos sistemas mais fáceis para se criar um site completo em menos de meia hora. Os temas são bonitos, se adaptam bem em telas de notebook ou de celular. A versão gratuita tem um banner dos parceiros dos criadores do serviço ― assim como todos os outros desta lista ―, mas tem uma desvantagem desagradável: eles mandam e-mails diários, várias vezes ao dia, convidando você a assinar um plano pago. Se você não se importa com isso, não será um problema. A versão paga tem valor bem razoável (US$ 7,80 mensais) e elimina esse incômodo.
6. Google Sites
O criador de sites do Google era meio tosco, feio mesmo, mas ganhou uma roupagem nova, moderna, e já pode se tornar uma boa opção para criar seu primeiro site em minutos. As limitações visuais, no entanto, são grandes: poucos templates, pouca customização. Por outro lado, a integração com os serviços do Google é fantástica: mapas, agenda, Google Docs, slides, fotos ― tudo perfeitamente integrado ao site.
Qualquer uma dessas seis opções pode ser um bom jeito de dar o primeiro passo, afinal, não ter presença online hoje em dia pode fazer seu negócio estar vários passos atrás da concorrência.
Anatel homologa Poco M4 Pro 4G para venda no Brasil; celular da Xiaomi possui câmera tripla de 64 MP e ficha técnica intermediária
A Xiaomi revelou o Poco M4 Pro 4G ao mundo na semana passada. Agora é a vez de o celular ser homologado no Brasil: nesta quarta-feira (9), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu o sinal verde para o smartphone ser vendido no comércio nacional. A câmera tripla de 64 megapixels e a ficha técnica intermediária com chip MediaTek estão entre os destaques do telefone.
Poco M4 Pro recebe o sinal verde da Anatel e já pode ser comercializado no Brasil
Foto: Divulgação/Poco / Tecnoblog
O certificado é destinado a um telefone da Xiaomi de modelo 2201117PG. O código é o mesmo relatado na certificação da NBTC, agência equivalente à Anatel da Tailândia, que foi revelada por Mukul Sharma ainda em janeiro. A documentação da entidade do país asiático também traz o seguinte nome comercial: "POCO M4 Pro".
Os arquivos da Anatel ainda apontam para outros detalhes do celular. Além de indicar que a homologação foi solicitada pela DL Eletrônicos, o certificado de conformidade técnica lista apenas uma unidade fabril localizada na China. O relatório também informa que o Poco M4 Pro 4G será comercializado com o carregador na caixa.
Poco M4 Pro 4G é certificado pela Anatel
Foto: Reprodução/Tecnoblog / Tecnoblog
Poco M4 Pro 4G possui ficha técnica intermediária
O Poco M4 Pro está entre os lançamentos mais recentes da Xiaomi. Edição sem 5G do celular lançado em janeiro, o smartphone anunciado na MWC 2022 chama a atenção pela câmera tripla de 64 megapixels. Além disso, a tela de 6,43 polegadas possui taxa de atualização de 90 Hz e um furo com a câmera frontal de 16 megapixels.
A ficha técnica do telefone é intermediária. Além do processador MediaTek Helio G96, o modelo tem memória RAM de até 8 GB e armazenamento de até 256 GB. A lista de especificações fica completa com a bateria de 5.000 mAh com recarga de 33 watts e a interface MIUI 13 de fábrica.
Não há previsão de lançamento do Poco M4 Pro 4G no Brasil.
Clicksign ressalta segurança e validade jurídica como grandes aliados desta modalidade.
Foto: Aymane Jdidi / Pixabay
Papeladas e mais papeladas chegam e saem diariamente dos escritórios e empresas Brasil afora. Com a migração de diversos serviços para o mundo digital e com empresas fechando seus escritórios físicos, como esses documentos serão armazenados e, posteriormente, resistirão ao tempo?
“Na hora de fazer a gestão dos documentos de uma empresa, é importante considerar como eles serão organizados, seu tempo de vida e quais os níveis de segurança e validade jurídica. Por isso, o ambiente digital, sempre deve ser uma opção”, explica Marcelo Kramer, CEO e fundador da Clicksign, empresa especializada em assinaturas eletrônicas e digitais e já ajudou mais de 30 mil empresas com sua plataforma SaaS (Software As A Service).
Além disso, neste ano, a questão da segurança continua como uma das prioridades. Segundo pesquisa realizada pela PwC Digital Trust Insights 2022 com 3,6 mil executivos de negócios, tecnologia e segurança, cerca de 83% das empresas no Brasil devem aumentar o investimento em segurança cibernética em 2022.
“Seguimos os mais rígidos protocolos de segurança para que os documentos assinados fiquem disponíveis na nuvem, em um servidor referência, como o S3 da Amazon. Isso permite com que as assinaturas possam ser acessadas de qualquer lugar e a qualquer momento. Além de terem validade jurídica e economizar tempo e dinheiro para o empresário, que não vai precisar mais de todos os custos que englobam a gestão das assinaturas físicas como transporte, armazenamento e muitos outros gastos”, ressalta o CEO.
As assinaturas eletrônicas estão amparadas pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, conhecida como ICP-Brasil, e também estão incluídas na nova Lei Federal 14.063/2020 que as classifica e regulamenta sua aceitação e utilização pelos Entes Públicos.
“É sempre importante ressaltar o amparo legal das assinaturas eletrônicas, principalmente para setores mais tradicionais, como o jurídico e o de imóveis. No entanto, elas fazem parte de um processo ainda maior que é da digitalização do dia a dia das pessoas, uma realidade que chegará para toda empresa e se for feita com calma e segurança, todos saem ganhando”, finaliza Kramer.
Dados do Caged mostram que cidades que concentram empresas ligadas ao setor se saíram melhor na criação de novos postos de trabalho.
Osasco foi um dos destaques em 2021
Foto: Fernando Stankuns / VisualHunt
A inovação tecnológica pode contribuir para a geração de empregos e desenvolvimento econômico de uma cidade inteira. Dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged) mostram que municípios que investem na atração de empresas ligadas à tecnologia tiveram bons resultados na geração de empregos, em 2021.
É o caso de Osasco-SP, por exemplo, que no ano passado criou 24 mil novos empregos, saldo 16% maior que o registrado em 2020. Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul, teve saldo positivo de 12% em relação a 2020, com um saldo de 7,74 mil novos empregos. Os números são do Ministério do Trabalho e foram divulgados em dezembro pelo governo federal.
“Osasco transitou de uma economia ancorada no setor industrial para uma economia fundamentada nos setores de comércio e serviços. Assim, áreas estratégicas anteriormente ocupadas por indústrias passaram a ceder seus espaços para novos usos, fluxo que se deu não só em Osasco, mas em toda a região metropolitana”, diz Maria Carolinie Cada Cardoso, analista em Inteligência de Mercado e Planejamento Urbano da Urban Systems, empresa que se dedica à análise e estudo de cidades inteligentes.
Fatores como a proximidade da capital paulista e incentivos fiscais tornaram Osasco atraente para empresas ligadas à tecnologia e ao e-commerce, que transferiram para o município suas sedes e/ou centros de distribuição.
“Os setores ligados à tecnologia, que contemplam o desenvolvimento de softwares, hardware e nuvem, por exemplo, têm se expandido em velocidade acelerada, mesmo frente à pandemia, impulsionados pelas necessidades de aperfeiçoamento dos serviços oferecidos por empresas, cidades e diferentes setores da economia”, explica Willian Rigon, sócio-diretor de Marketing da Urban Systems e responsável pelo Ranking Connected Smart Cities.
Segundo ele, muitos empregos podem ser registrados em determinada cidade, mas as atividades são exercidas, de fato, em outro lugar, por conta do trabalho remoto. Esse processo ficou ainda mais comum durante a pandemia. Por exemplo: a sede da empresa de uma pessoa fica em São Paulo, mas ela mora em uma cidade do interior. E trabalha de maneira remota, com auxílio da internet e do telefone.
“Atrair empregos e trazer benefícios para a cidade demanda estratégias complementares, não apenas com subsídios ou isenções para empresas do setor, mas também criando um ecossistema completo que ofereça: infraestrutura de comunicação, capital humano com ambiente acadêmico ou formação profissional, além de investimento em urbanização adequada que proporcione qualidade de vida, atraindo não apenas o emprego, mas o trabalhador para morar no local”, diz Rigon.
“Por se tratarem de empresas geralmente jovens, possuem a cultura de compartilhamento e sustentabilidade social, se integrando às sociedades em que são acolhidas e buscando uma melhoria mútua”, completa ele.
Opinião semelhante tem Marcelo Godinho, sócio-líder em Gestão de Pessoas da consultoria EY. Ele explica que o movimento de descentralização econômica dos grandes centros não é novidade. Cidades como Recife, Belo Horizonte e Florianópolis já eram alvo de grandes empresas para atuação com tecnologia.
“Essas cidades possuem um pacote de ofertas que lhes possibilitam ser objeto de desejo para expansões de empresas outrora focadas no eixo Rio-São Paulo”, diz Godinho. “E quando falo no pacote de ofertas, precisamos olhar naturalmente a disponibilidade da rede de ensino local e sua capacidade de formação de alunos que estão aptos ao mercado de trabalho, assim como a qualidade de vida, a infraestrutura etc”, completa.  
Segundo o consultor da EY, não chega a ser uma surpresa ver cidades despontando fora dos grandes centros urbanos. “O esgotamento das grandes capitais brasileiras impulsiona um interessante movimento de êxodo para cidades até então mais valorizadas como destinos turísticos ou mesmo rotuladas como polos de determinados segmentos do setor produtivo, como mineração, automotivo ou industrial.”
A Netflix se ofereceu para comprar a finlandesa Next Games, disse a empresa de jogos para celular em comunicado ontem.
“Estamos empolgados com a Next Games se juntar à Netflix como um estúdio principal em uma região estratégica e um mercado de talentos decisivos, expandindo nossas capacidades internas de estúdio de jogos”, disse o vice-presidente de jogos da Netflix, Michael Verdu.
As ações da Next Games subiram 119% para R$ 11,47.
Depois de entrar no mercado de jogos para celular em novembro passado, a gigante do streaming agora planeja investir €$ 65 milhões (R$ 128 milhões) na empresa de jogos, uma oferta recomendada pelo conselho de administração da empresa de jogos para celular, dizia o comunicado.
A oferta significaria um preço de €$ 2,1 por ação, mais que o dobro do preço de fechamento da ação de €$ 0,93 na terça (1) na bolsa de valores Nordic First North.
Netflix se ofereceu para comprar a finlandesa Next Games











