E-commerce se prepara para abraçar Metaverso e oferecer novas experiências aos consumidores.
O Brasil tem mais de 80 milhões de consumidores online, que movimentam quase R$ 90 bilhões por ano, segundo pesquisa da Ebit / Nielsen. Os números do e-commerce no país crescem e empreendedores do setor devem ficar atentos às inovações e tendências que podem ser aplicadas aos negócios, para aproveitar as oportunidades e esse amplo público.
É o caso do Metaverso, espaço virtual em 3D onde as pessoas podem imergir e interagir por meio de recursos como a realidade aumentada. Anunciada recentemente, a tecnologia vem repercutindo bastante e já foi abraçada por grandes marcas, que estão apostando em lojas e provadores virtuais e também na comercialização de produtos 100% virtuais.
A expectativa é que o Metaverso movimente bilhões de dólares nos próximos anos, segundo a consultoria Ernst & Young, e revolucione a jornada do consumidor.
“O e-commerce que incluir o Metaverso como um novo canal de interação e compra proporcionará novas experiências aos clientes. Será possível, por exemplo, entrar em uma loja virtual com um avatar, provar diversas camisetas e comprar somente a que ficar melhor. O consumidor terá uma experiência muito próxima de uma atividade que realizaria no mundo físico, podendo testar produtos e serviços de maneira muito realista”, explica Eric Vieira, head E-commerce do Grupo FCamara, consultoria de soluções tecnológicas e transformação digital.
Adesão exige preparo e infraestrutura adequada
Grandes empresas no país já estão se aventurando com a nova tecnologia. É o caso da Tim e da Lacta, que inauguraram lojas recentemente no Metaverso. Vieira aponta que negócios de diferentes portes poderão aproveitar as novas possibilidades, mas para isso o empreendedor deverá estar atento aos aspectos inerentes à implantação de um novo canal de vendas.
“A inauguração de um novo canal é sempre um desafio, tanto em relação à preocupação de manter uma boa experiência do usuário, quanto às questões técnicas de implementação de uma infraestrutura adequada. No Metaverso, isso não será diferente. O varejo online terá que disponibilizar uma boa experiência de compra, considerando que o cliente ainda não estará ambientado ao novo canal. Por isso, será preciso minimizar os riscos de rejeição”, esclarece o executivo.
Nesse sentido, a arquitetura de infraestrutura pode impactar de forma significativa o sucesso desse tipo de iniciativa. É necessário implementar um ambiente adequado ao volume de acessos e interações e nessa hora pode-se esbarrar em outro desafio, que é a disponibilidade de profissionais qualificados.
Por isso, para que isso aconteça, é necessário que haja incentivo e projetos para formar especialistas no negócio e-commerce aliado a novas tecnologias, para que essas pessoas sejam capazes de tornar essas experiências excelentes, já que ainda é considerado que atualmente o número de profissionais da área seja escasso se comparado ao crescimento do setor.
“Além dessa necessidade cada vez maior de profissionais especializados em negócios e comércio digitais, haverá poucas pessoas com conhecimento técnico em Metaverso no mercado. Todos esses pontos devem ser considerados e quem antecipar sua preparação para ingressar no novo universo de possibilidades, estará em vantagem. Um e-commerce que possui presença forte com website, aplicativo e marketplace, ao aderir ao Metaverso alcançará uma posição de mais destaque em relação aos concorrentes”, conclui Vieira.

Testes serão realizados em três países – Chile, Costa Rica e Peru -, e permitirá que assinantes adicionem até dois membros extras. Cada um terá seu próprio perfil, com senha e login únicos
Netflix fará cobrança extra para quem compartilha a senha de contas Padrão e Premium com pessoas que não moram na mesma residência. O anuncio foi feito na quarta-feira, 16, por meio de um comunicado à imprensa. Os testes serão realizados em três países – Chile, Costa Rica e Peru -, e permitirá que assinantes adicionem até dois membros extras. Cada um terá seu próprio perfil, com senha e login únicos.
Segundo a diretora de inovação da Netflix, Chengyi Long, esta é uma forma de compartilhar a conta “de maneira fácil e segura, além de pagar um pouco mais”, reflete Long ao anunciar a cobrança extra.
No comunicado à imprensa, a empresa revela que o compartilhamento de senhas gerou confusão. “Sempre facilitamos para as pessoas que moram juntas compartilhar sua conta Netflix, com recursos como perfis separados e várias transmissões em nossos planos Standard e Premium. Embora tenham sido muito populares, eles também criaram alguma confusão sobre quando e como a Netflix pode ser compartilhada. Como resultado, as contas estão sendo compartilhadas entre as famílias – impactando nossa capacidade de investir em ótimas novas TVs e filmes para nossos membros”, revela o comunicado.
No ano passado, o serviço de streaming chegou, até mesmo, a exibir um alerta, que instruía o usuário a criar sua própria conta caso o aplicativo detectasse que o login havia sido feito de uma casa diferente da do dono da assinatura.
A Netflix não deixou claro quando pretende expandir a novidade para mais países e regiões, afirmando apenas que pretende “entender a utilidade dos novos recursos nesses três países antes de fazer alguma mudança em qualquer lugar do mundo”. De qualquer forma, o compartilhamento de contas do jeito que conhecemos parece estar com os dias contados.
Com informações da Netflix
Criar um site não é nenhum bicho de sete cabeças se você busca por algo bem simples.
Foto: Mudassar Iqbal / Pixabay
Já fazem alguns anos que ter presença online é essencial para seu negócio, seja com um site, um blog ou um sistema de e-commerce. Mas, por onde começar? Quanto tempo leva para um site ficar pronto? E, o principal: quanto isso vai custar?
Calma, isso não é um bicho de sete cabeças. Vamos explicar o básico para você se concentrar na criação de um site semipronto. Sim, ele estará prontinho em 50 minutos.
Separamos seis serviços gratuitos ― alguns já disponíveis em português ― que permitem que você construa seu primeiro site sem entender nada de programação ou de banco de dados. Basta se cadastrar e arrastar elementos visuais para criar seu primeiro site.
1. Wix
Certamente é o mais famoso nos dias atuais. Você pode usar a conta gratuita e criar seu espaço online com templates bem básicos ― e seu site vai sempre exibir banners dos parceiros do Wix. Você pode eliminar isso com uma versão paga a partir de R$ 13,00 por mês.
2. Webnode
Depois da última reformulação, o editor do Webnode ficou mais bonito, mais fácil de movimentar os itens que você quer colocar na página. Mesmo a versão gratuita é bem intuitiva, apesar de ser bem limitada em termos de design. A versão paga começa com R$ 12,00, mas somente a partir do plano de R$ 20,00 que começa a valer a pena mesmo.
3. Weebly
Entre os serviços de criação de sites com receita pronta, o Weebly é um dos que oferece mais recursos. Ao se familiarizar com as ferramentas, você pode facilmente fazer um site que se confunde com um projeto mais profissional. O único problema é que as melhores ferramentas não estão no plano gratuito, e sim na versão Premium, que custa US$ 5 mensais (com pagamento anual). Ainda assim, vale um teste.
4. Ucraft
Esse serviço tem dois diferenciais interessantes: ele permite que você conecte seu novo site a um já existente e também oferece o serviço SSL (site seguro, aquele que faz seu endereço começar com HTTPS) sem cobrar a mais por isso. A versão gratuita só permite que o site tenha 15 páginas, mas é a partir do plano pago (US$ 10 mensais com pagamento anual) que as melhores ferramentas ficam disponíveis. O Ucraft é um dos serviços de construção de sites que oferece mais ferramentas para customização de cores, fontes e estilo visual.
5. Site 123
Esse é um dos sistemas mais fáceis para se criar um site completo em menos de meia hora. Os temas são bonitos, se adaptam bem em telas de notebook ou de celular. A versão gratuita tem um banner dos parceiros dos criadores do serviço ― assim como todos os outros desta lista ―, mas tem uma desvantagem desagradável: eles mandam e-mails diários, várias vezes ao dia, convidando você a assinar um plano pago. Se você não se importa com isso, não será um problema. A versão paga tem valor bem razoável (US$ 7,80 mensais) e elimina esse incômodo.
6. Google Sites
O criador de sites do Google era meio tosco, feio mesmo, mas ganhou uma roupagem nova, moderna, e já pode se tornar uma boa opção para criar seu primeiro site em minutos. As limitações visuais, no entanto, são grandes: poucos templates, pouca customização. Por outro lado, a integração com os serviços do Google é fantástica: mapas, agenda, Google Docs, slides, fotos ― tudo perfeitamente integrado ao site.
Qualquer uma dessas seis opções pode ser um bom jeito de dar o primeiro passo, afinal, não ter presença online hoje em dia pode fazer seu negócio estar vários passos atrás da concorrência.
Anatel homologa Poco M4 Pro 4G para venda no Brasil; celular da Xiaomi possui câmera tripla de 64 MP e ficha técnica intermediária
A Xiaomi revelou o Poco M4 Pro 4G ao mundo na semana passada. Agora é a vez de o celular ser homologado no Brasil: nesta quarta-feira (9), a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu o sinal verde para o smartphone ser vendido no comércio nacional. A câmera tripla de 64 megapixels e a ficha técnica intermediária com chip MediaTek estão entre os destaques do telefone.
Poco M4 Pro recebe o sinal verde da Anatel e já pode ser comercializado no Brasil
Foto: Divulgação/Poco / Tecnoblog
O certificado é destinado a um telefone da Xiaomi de modelo 2201117PG. O código é o mesmo relatado na certificação da NBTC, agência equivalente à Anatel da Tailândia, que foi revelada por Mukul Sharma ainda em janeiro. A documentação da entidade do país asiático também traz o seguinte nome comercial: "POCO M4 Pro".
Os arquivos da Anatel ainda apontam para outros detalhes do celular. Além de indicar que a homologação foi solicitada pela DL Eletrônicos, o certificado de conformidade técnica lista apenas uma unidade fabril localizada na China. O relatório também informa que o Poco M4 Pro 4G será comercializado com o carregador na caixa.
Poco M4 Pro 4G é certificado pela Anatel
Foto: Reprodução/Tecnoblog / Tecnoblog
Poco M4 Pro 4G possui ficha técnica intermediária
O Poco M4 Pro está entre os lançamentos mais recentes da Xiaomi. Edição sem 5G do celular lançado em janeiro, o smartphone anunciado na MWC 2022 chama a atenção pela câmera tripla de 64 megapixels. Além disso, a tela de 6,43 polegadas possui taxa de atualização de 90 Hz e um furo com a câmera frontal de 16 megapixels.
A ficha técnica do telefone é intermediária. Além do processador MediaTek Helio G96, o modelo tem memória RAM de até 8 GB e armazenamento de até 256 GB. A lista de especificações fica completa com a bateria de 5.000 mAh com recarga de 33 watts e a interface MIUI 13 de fábrica.
Não há previsão de lançamento do Poco M4 Pro 4G no Brasil.
Clicksign ressalta segurança e validade jurídica como grandes aliados desta modalidade.
Foto: Aymane Jdidi / Pixabay
Papeladas e mais papeladas chegam e saem diariamente dos escritórios e empresas Brasil afora. Com a migração de diversos serviços para o mundo digital e com empresas fechando seus escritórios físicos, como esses documentos serão armazenados e, posteriormente, resistirão ao tempo?
“Na hora de fazer a gestão dos documentos de uma empresa, é importante considerar como eles serão organizados, seu tempo de vida e quais os níveis de segurança e validade jurídica. Por isso, o ambiente digital, sempre deve ser uma opção”, explica Marcelo Kramer, CEO e fundador da Clicksign, empresa especializada em assinaturas eletrônicas e digitais e já ajudou mais de 30 mil empresas com sua plataforma SaaS (Software As A Service).
Além disso, neste ano, a questão da segurança continua como uma das prioridades. Segundo pesquisa realizada pela PwC Digital Trust Insights 2022 com 3,6 mil executivos de negócios, tecnologia e segurança, cerca de 83% das empresas no Brasil devem aumentar o investimento em segurança cibernética em 2022.
“Seguimos os mais rígidos protocolos de segurança para que os documentos assinados fiquem disponíveis na nuvem, em um servidor referência, como o S3 da Amazon. Isso permite com que as assinaturas possam ser acessadas de qualquer lugar e a qualquer momento. Além de terem validade jurídica e economizar tempo e dinheiro para o empresário, que não vai precisar mais de todos os custos que englobam a gestão das assinaturas físicas como transporte, armazenamento e muitos outros gastos”, ressalta o CEO.
As assinaturas eletrônicas estão amparadas pela Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, conhecida como ICP-Brasil, e também estão incluídas na nova Lei Federal 14.063/2020 que as classifica e regulamenta sua aceitação e utilização pelos Entes Públicos.
“É sempre importante ressaltar o amparo legal das assinaturas eletrônicas, principalmente para setores mais tradicionais, como o jurídico e o de imóveis. No entanto, elas fazem parte de um processo ainda maior que é da digitalização do dia a dia das pessoas, uma realidade que chegará para toda empresa e se for feita com calma e segurança, todos saem ganhando”, finaliza Kramer.










