O Facebook está desenvolvendo uma tecnologia para que, no futuro, drones e satélites forneçam conexão de internet com raio laser. A inovação faz parte do
projeto Internet.org, conduzido pela rede social para ampliar a conexão à internet para as pessoas ao redor do mundo que ainda estão fora do mundo digital.
O veículo aéreo não tripulado está sendo criado no Laboratório de Conectividade, cujo trabalho foi detalhado nesta quinta-feira (27) por Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, em sua página na rede.
Trabalhando nesse projeto estão o Laboratório do Jato Propulsor e o Centro de Pesquisa Ames, ambos da Nasa. O executivo também anunciou que foram incluídos na equipe de desenvolvimento os engenheiros da Ascenta, empresa
cujos fundadores foram os responsáveis pelo Zephyr, a aeronave movida a energia solar que voou por mais tempo.
Além disso, Zuckerberg afirmou que o laboratório trabalha em novas formas de fornecer internet via satélite e via laser. O grupo trabalha para desenvolver diferentes soluções para prover conexão a comunidades com diferentes
densidades populacionais.
Drones alimentados por energia solar que possam sobrevoar locais por meses são a aposta para fornecer internet a áreas suburbanas em regiões limitadas geograficamente. Para regiões com densidade populacional menor, satélites.
Tanto um sistema quanto o outro colocarão em prática a tecnologia de comunicação óptica espacial (FSO, na sigla em inglês), que usa raios de luz infravermelho para transmitir dados do espaço.
“Nós continuamos a fazer essas parcerias, mas conectar o mundo todo requer inventar novas tecnologias também”, disse Zuckerberg.
O projeto Internet.org foi lançado pelo Facebook em agosto de 2013, ao lado das fabricantes Samsung e Nokia (eletroeletrônicos), Ericsson (equipamentos de
telecomunicação), Qualcomm e Media Tek (semicondutores) e do navegador Opera. O objetivo é desenvolver soluções para levar internet aos 5,4 bilhões de pessoas sem internet no mundo. Desde então o grupo já aumentou.
“Em nossos esforços para conectar todo o mundo com o Internet.org, nós temos trabalhado em formas de emitir internet do céu para as pessoas”, afirmou Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, em sua página na rede.
Segundo o Facebook, os esforços da companhia renderam frutos. Atuando junto a provedores de conexão nas Filipinas e no Paraguai, ajudaram 3 milhões de pessoas a acessarem a internet, o que dobrou a população de internautas
nesses países.
A Samsung acaba de revelar, em evento realizado em São Paulo, o preço do seu principal smartphone lançado este ano: o Galaxy S5 chegará ao Brasil custando R$ 2.599 no modelo de 16 GB. Ele estará nas lojas em 11 de abril, disponível nas cores preto, branco, azul e dourado.
Mais uma vez, a Samsung aposta em preços altos: no ano passado, o Galaxy S4 foi lançado por R$ 2.399. É uma tendência que já apontamos por aqui: os smartphones no Brasil não param de encarecer. A cada lançamento, as
fabricantes – especialmente Apple e Samsung – testam níveis mais altos de preço. Felizmente, no caso da Samsung, os preços caem bastante após o lançamento: é possível encontrar o Galaxy S4 por R$ 1.499.
Quais as novidades do Galaxy S5? Primeiro, temos o design: as laterais que imitam metal estão de volta, mas a traseira ganhou uma textura com pontos – da qual não gostamos muito em nosso hands-on.
A tela mantém a resolução Full-HD e display Super AMOLED, porém agora é levemente maior, com 5,1 polegadas. No entanto, a Samsung promete reprodução de cores mais vivas.
Uma das grandes novidades está abaixo da tela: o botão home agora escaneia suas impressão digitais para desbloquear o aparelho, ou para para confirmar um pagamento via PayPal.
A câmera agora tem 16 megapixels, grava vídeos em 4K, e tem autofoco que se ajusta em apenas 0,3 segundos. E o flash agora é dual-LED, para não deixar as fotos “estouradas” com a luz. Abaixo da câmera, na traseira, temos o
monitor de batimentos cardíacos, que funciona com o app S-Health.
Por dentro, agora temos um processador Snapdragon de 2,5 GHz, porém os mesmos 2GB de RAM. Ele roda o Android 4.4.2 KitKat com TouchWiz, que adotou o flat design.
A bateria tem 2.800 mAh (contra 2.600 mAh no Galaxy S4), e o S5 ganhou o recurso Ultra Power Saving Mode: ele deixa a tela em preto e branco e só permite acessar algumas funções básicas, para fazer o restinho de bateria durar o
máximo possível.
O Galaxy S5 também usa a tecnologia MIMO, que acelera a conexão Wi-Fi usando várias antenas para receber o sinal; ele também combina Wi-Fi e 4G/LTE com o Download Booster, para baixar conteúdo a velocidades mais altas.
O S5 conta com uma entrada USB 3.0 para transferência de dados mais rápida. O dispositivo também é resistente a água e poeira (IP67), aguentando até 30 minutos debaixo d’água. São 8,1 mm de espessura e 145g.
Milk
A Samsung também anunciou hoje que lançará o serviço Milk no Brasil. Trata-se de música por streaming, disponível para dispositivos Galaxy lançados após o Galaxy S3. Ele é gratuito e não exibe anúncios para os usuários. São mais de
13 milhões de músicas disponíveis no catálogo americano.
Por enquanto, o Milk só funciona nos EUA – ele será lançado no Brasil ainda este ano, sem data definida.
Além do Samsung Galaxy S5, a fabricante sul-coreana apresentou nesta quarta-feira no Brasil seus dois novos smart watches. Os relógios inteligentes chegam ao País junto com o smartphone no dia 12 de abril. O Gear 2 vai custar R$ 1.299 e o Gear Fit, R$ 899.
Os gadgets são dispositivos complementares ao celular e sincronizam apenas com a linha Galaxy da marca, que possui 17 modelos atualmente, mas mais aparelhos da série serão compatíveis com os relógios no futuro.
Ambos smart watches são focados em aplicativos de fitness, com leitor de batimentos cardíacos, pedômetro e monitor da evolução de exercícios. O Gear 2 tem câmera de 2 MP, reprodutor de músicas, e mostra notificações instantâneas de ligações, mensagens e alarmes.
O Gear Fit possui os mesmo recursos, mas não tem câmera e a sua tela é curva e menor do que a do outro modelo. Ela mede 4,32 cm x 1,28 cm, contra 3,2 cm x 3,2 cm do Gear 2. As pulseiras dos relógios vão poder ser trocadas, de acordo com o gosto dos usuários. Ambos também vêm com o sistema operacional Tizen, da própria Samsung.
Nesta quinta-feira, a Microsoft anunciou o lançamento do pacote Office para iPad. O anúncio foi feito em um evento em São Fracisco com a presença do novo CEO da empresa, Satya Nadella. O aplicativo estará disponível a partir de hoje na App Store e inclui o Microsoft Word, Excel e Power Point.
O app para iPad funcionará no modelo freemium, ou seja, terá download gratuito para todos os usuários pelo mundo, mas com funções restritas aos assinantes do Office 365, como a criação e edição de documentos.
A empresa também anunciou a suíte Enterprise Mobility, uma plataforma focada no setor corporativo, que permite às empresas gerenciar os dispositivos e aplicativos dos funcionários com segurança.
Após um longo período de espera, o novo Mac Pro finalmente começou a ser vendido. Ele promete ser sua estação de trabalho definitiva e, é claro, vai custar muito dinheiro para isso.
Ele já pode ser comprado pela Apple Store. O modelo mais barato já é bem salgado (a partir de R$ 12.999), mas conforme você melhora alguns dos componentes, as coisas vão ficando bastante assustadoras.
Até que chegamos ao novo Mac Pro na melhor configuração possível. Estamos falando de:
Processador Intel Xeon E5 2.7 GHz com 12 núcleos e 30MB de cache L3 64GB (4x16GB) de ECC RAM DDR3 1866MHz Armazenamento flash PCI-e 1TB Duas GPUs AMD FirePro D700 com 6GB de VRAM GDDR5 Tela Apple Thunderbolt de 27 polegadas
Essa brincadeira sai por R$ 47.698. Quase cinquenta mil reais por um computador. E isso sem incluir outros acessórios (teclado e mouse) e softwares (Final Cut Pro X e mais).
Nós sabemos que produtos da Apple costumam ser caros, e ninguém esperava um Mac Pro acessível – mesmo nos EUA ele custa a partir de US$ 3.000. Mas é impressionante como esses valores sempre conseguem, de alguma forma, nos impressionar. Quase 50 mil reais!










