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Huawei anuncia smartphone Ascend G6 e dois tablets MediaPad

Para o Mobile World Congress deste ano, a Huawei apresentou uma versão mais acessível do smartphone Ascend P6, lançado no ano passado, e dois novos tablets da linha MediaPad.

Ascend G6

O novo smartphone da Huawei é o Ascend G6, e ele lembra bastante o P6 do ano passado. Ele não é tão fino quanto seu irmão mais potente – em vez de 6,1mm de espessura, o G6 tem 7,9mm. Nada que torne o dispositivo gordo, mas é uma diferença considerável. Segundo a Huawei, ele precisou ganhar um pouco de corpo para oferecer 4G – ele também será vendido em uma versão apenas com 3G.

O Ascend G6 tem tela de 4,5 polegadas com resolução 960×540 pixels. Por dentro, um processador quad-core de 1,2 GHz, e o aparelho ainda conta com câmera de 8 megapixels traseira e uma de 5mp frontal, além de bateria de 2.000 mAh. Ele roda o Android 4.3 com algumas modificações da Huawei – uma interface de usuário bem simples que, segundo a empresa, ajuda quem não está acostumado a usar smartphones a se adaptarem ao Android. A tela inicial lembra bastante a interface Metro do Windows 8, com blocos divididos em duas colunas.

MediaPad X1 e M1

A chinesa também apresentou dois tablets, e eles surpreendem pelo tamanho. O MediaPad X1 tem tela de 7 polegadas, enquanto o M1 tem 8 polegadas.



O X1, da foto acima, poderia muito bem se passar por um phablet. Ele tem cara de smartphone – o speaker acima da tela, na posição em que estaria a sua orelha caso você posiciona-se o próximo à cabeça. Ele faz ligações telefônicas – então sim, você pode usá-lo como telefone, se quiser.

A quase inexistência de uma moldura faz com que ele seja extremamente compacto, e ele é bem fino (7,18mm de espessura). De acordo com a Wired UK, é até mais confortável de ser segurado com uma mão do que um iPad Mini.



O M1 é um pouco maior, mas ainda tem especificações surpreendentes. Ele conta com câmera traseira de 13 megapixels e a frontal de 5 megapixels, e ainda conta com conexão 4G. Por dentro, um processador quad-core de 1,6GHz (o mesmo encontrado no X1) e uma bateria de 5.000mAh (o X1 tem 4.800 mAh).

Os dispositivos serão lançados ao longo do ano. O MediaPad M1 está previsto para o primeiro trimestre na América Latina, enquanto o MediaPad X1 deve chegar no segundo semestre do ano. O Ascend P6 está previsto para ser lançado no primeiro trimestre em sua versão 3G, e a partir de abril no modelo 4G. A empresa não comentou preço para nenhum dos dispositivos.

(Fonte: Por Daniel Junqueira-- Gizmodo) - 16/03/2014
Vendas de tablets devem passar as de PCs em 2015, diz consultoria

As vendas de tablets como o iPad, da Apple, o Galaxy Tab, da Samsung, e o Kindle Fire, da Amazon, devem superar as de PCs já em 2015, de acordo com estudo da consultoria IDC divulgado na quinta-feira (6).

Em 2015 a previsão da IDC aponta que serão vendidos 300,7 milhões de tablets no ano contra 293,5 milhões de PCs. Para 2018, a venda de tablets deve alcançar 383,8 milhões de unidades contra 291,7 milhões de PCs.

Embora a venda de tablets tenha perdido velocidade em 2013, as vendas de PC caíram ainda mais, dando abertura para que os dispositivos aumentassem sua participação no mercado.

De acordo com a IDC, 42% dos americanos possuem um tablet atualmente.

Em 2013, as vendas de PCs, incluindo desktops e notebooks, foi de 315 milhões de unidades em todo o mundo, contra 218 milhões de tablets vendidos. A previsão é que em 2014 este número seja de 295,9 milhões de PCs comercializados contra 260,9 milhões de tablets vendidos.

(Fonte: Do G1, em São Paulo) - 09/03/2014
Nokia X/X+/XL: os aparelhos baratos que trazem um outro Android

Os rumores eram verdadeiros: Nokia agora tem uma gama de smartphones baratos com Androida . O Nokia X, X+ e XL são destinados a mercados emergentes, e parecem bem diferentes de quaisquer outros aparelhos Android no mercado.

Que fique claro: estes não são aparelhos high-end de forma alguma. Afinal, eles custarão entre US$ 125 e US$ 150 quando forem lançados. Quem procura uma câmera PureView ou processadores velozes tem que recorrer ao Lumia.

Nokia X/X+

Eu testei o Nokia X+, que é praticamente idêntico ao Nokia X. Há apenas duas diferenças: ele acompanha um cartão SD de 4GB (mais os 4GB de espaço interno); e ele tem 768MB de RAM, contra 512 MB no modelo mais simples.

Ambos possuem tela LCD IPS de 4 polegadas, resolução 800×480 e diversas capas multicoloridas de policarbonato, assim como a linha Lumia – isso lhes dá algo único entre Androids baratos. Mas são aparelhos gordinhos, com 115,5 x 63 x 10,4 mm e pesando 129g.



Há apenas três botões físicos: liga/desliga, volume e voltar (sensível ao toque); segure-o e ele age como o botão Home, levando você à tela inicial. Cada um também oferece capacidades dual-SIM.

A diferença mais notável em relação a outros dispositivos Android, no entanto, é o sistema operacional. A Nokia optou por usar o AOSP, Android Open Source Project, modificando-o consideravelmente para incluir uma interface semelhante ao Lumia e os serviços da Nokia e da Microsoft. Por exemplo, Outlook e Bing substituem padrões como Gmail e Google Search.

A interface de usuário será bastante familiar para quem usou um Lumia. Ele tem blocos quadrados, que podem ser dispostos e redimensionados como você quiser. Alguns desses blocos agem como live tiles: o ícone da câmera, por exemplo, exibe as fotos que você tirou com ela. A tela de bloqueio é simples, exibindo hora e data, notificações de mensagens e redes sociais, e uma visão detalhada da bateria restante. Basta tocar duas vezes na tela desligada para ativá-la.



Deslizar da borda superior oferece acesso a configurações rápidas, com opções de conectividade (Wi-Fi, Bluetooth etc.) e a possibilidade de alternar entre os dois chips. No entanto, todas as notificações, histórico de app e favoritos ficam em uma tela chamada “Fastlane”, acessada deslizando para a direita na tela inicial. Aqui você tem acesso rápido às notificações, aos apps usados recentemente, calendário, alarme, entre outros. O Fastlane é bastante fácil de navegar e bem organizado; infelizmente, ele não pode ser acessado deslizando a partir da borda superior – como o Android faz há anos.

No Nokia X e X+, temos um processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz. É um modelo antigo, por isso não é tão rápido: notei uma demora considerável ao tentar reorganizar apps na tela inicial. Não é um bom sinal para apps que exigem muito do hardware.

Sem acesso ao Google Play, a linha X conta com o portal da Nokia Store. Ele já conta com centenas de milhares de apps, incluindo todas as principais redes sociais, teclados personalizados como SwitKey, e jogos importantes como Jetpack Joyride. A loja é simples de se navegar, com uma barra de busca na parte superior, e apps recomendados abaixo dela.

Os desenvolvedores poderão oferecer apps que você experimenta antes de pagar, e apps que você paga através da operadora (em vez de cartão de crédito), o que dá maior flexibilidade para usuários de baixa renda aos quais os aparelhos se destinam. A Nokia também permite o acesso a lojas de terceiros, bem como deixa instalar APKs. Então, por mais que a Nokia Store não se equipare ao Google Play em número de apps, você terá opções o bastante para obter os apps que quiser.



Fãs da câmera PureView vão se decepcionar com o sensor traseiro de 3 megapixels. Ele é meramente funcional, tirando fotos com cores desbotadas, e sem muitos detalhes. Há apenas equilíbrio de branco e zoom digital na câmera.

Mas pelo preço, esta é uma entrada muito promissora no mundo dos smartphones para quem está em mercados emergentes. Ele definitivamente não vai ameaçar os smartphones premium com Android. O Nokia X deve chegar às lojas ainda hoje por cerca de US$ 125, e o Nokia X+ fica para o início do segundo trimestre, por US$ 135.

Nokia XL



A Nokia também testa as águas do Android com um phablet de entrada, o Nokia XL. Será este o primeiro smartphone grandão verdadeiramente acessível para os mercados emergentes? Parece que sim!

Ele possui uma tela LCD IPS de 5 polegadas com resolução 800×480: isso é pouco para uma tela deste tamanho; mas o brilho é bom e as cores são vivas.

Do lado de fora, ele parece um Lumia, graças a várias opções de cases de policarbonato. Ele mede 141,3 x 77,7 x 10,8 mm e pesa 190g. Apesar de grande, ele não é muito pesado, e cabe confortavelmente na mão.

Rodando a versão adaptada pela Nokia do Android Open Source Project, este é um Lumia em tudo menos no nome. Temos blocos dinâmicos na tela inicial, atualizando-se em tempo real. Notificações e histórico recente ficam no “Fastlane”, à direita da tela inicial. Deslizando para baixo, você encontra opções de conectividade, e pode alternar entre os dois chips.

Com um processador Snapdragon S4 dual-core de 1 GHz, este celular só poderia ser barato. Até mesmo tarefas simples, como reorganizar os blocos da tela inicial, pareciam lentas. A Nokia não colocou nenhum app exigente, como jogos 3D, nos aparelhos de demonstração que eu pude testar.



Há 4 GB de armazenamento interno, mais suporte a cartão microSD. Na parte traseira, temos uma câmera de 5MP, uma ligeira melhoria ao sensor de 3MP no Nokia X, mas ele também sofre com imagens desbotadas e falta de opções de filtros e efeitos.

O mercado de phablets geralmente consiste em aparelhos mais caros. No mínimo, a Nokia está deixando claro suas intenções ao usar o Android: pode não usar as melhores especificações, mas quer atender a todo tipo de cliente – quer eles queiram um aparelho normal ou grandão.

O Nokia XL deve custar cerca de US$ 150 quando for lançado no início do segundo trimestre.

(Fonte: Por Gerald Lynch-- Gizmodo) - 09/03/2014
Você está usando as ligações de graça para fixo no Viber?

Esta semana, o Viber anunciou uma promoção para o Brasil: você pode fazer ligações para telefone fixo de todo o país sem pagar nada. As chamadas serão gratuitas por duas semanas, mas você pode esticar esse prazo… se usar mais o Viber.

Na verdade, trata-se de um esforço coletivo: se o volume total de mensagens trocadas no Viber aumentar em 25% nessas duas semanas, a promoção será prorrogada por mais tempo – segundo oEstadão, ela “poderá ser renovada semanalmente”.

Você pode realizar ligações através do iOS, Android, Windows, Mac e Linux. (O Windows Phone terá Viber Out em breve.) As chamadas podem ser feitas via Wi-Fi ou 3G/4G.

A promoção é uma forma de roubar mercado do WhatsApp, que vai oferecer chamadas de voz ainda este ano. Após a aquisição do Facebook, muitos usuários migraram para serviços concorrentes, e o Viber quis aproveitar o momento.

Ele quer tirar a liderança do WhatsApp no Brasil, o que deve ser difícil: uma pesquisa diz que ele está presente em 72% dos smartphones no país; Facebook Messenger e Skype vêm a seguir. O Viber não é mencionado pela pesquisa. O serviço tem 400 milhões de usuários no mundo (11 milhões no Brasil); o WhatsApp tem 450 milhões.



Lançado em dezembro, o Viber Out é um serviço para ligar do seu smartphone ou computador para telefones fixos e móveis. É um concorrente do Skype Out, e não cobra taxa de conexão a cada chamada.

No Skype, uma ligação para telefone móvel no Brasil custa 2,3 centavos de dólar por minuto, mais 4,9 centavos por chamada. No Viber Out, o custo é de 2,8¢/min, sem taxa de conexão. Com um pouco de matemática, é fácil descobrir que, para ligações de até dez minutos, o Viber é mais barato – mesmo depois que a promoção terminar.

Para celulares no Brasil, o Skype é mais vantajoso em geral, cobrando 13¢/min mais taxa de conexão de 8,9¢. O Viber Out cobra 22,1¢/min. Ou seja, para ligações acima de um minuto, o Skype sai mais barato. É bom lembrar que a promoção atual do Viber não vale para celulares, apenas para telefones fixos.

E, assim como os concorrentes, o Viber permite realizar chamadas VoIP para outros usuários de graça – da mesma forma que o Skype, ou até mesmo o Facebook Messenger.

O serviço foi recentemente adquirido pela japonesa Rakuten por US$ 900 milhões, e precisa render algum dinheiro no futuro. Por enquanto, o serviço fatura apenas com as ligações pelo Viber Out e com stickers pagos. O CEO Talmon Marco disse em dezembro que “o lucro certamente está em nosso roadmap, mas antes nós planejamos investir mais no negócio”.

(Fonte: Por Felipe Ventura-- Gizmodo) - 02/03/2014
G Flex chega em março; foblet LG de tela curva flexível já tem preço


por PAULO ALVES Para o TechTudo

O primeiro smartphone de tela curva e flexível da LG, o G Flex, desembarca no Brasil em poucos dias. A empresa sul-coreana anunciou nesta quinta-feira (27) que o modelo começará a ser vendido na segunda semana de março em suas lojas próprias. O preço é salgado, R$ 2.699,00, desbloqueado.

Seu formato curvado é seu grande destaque. Graças ao truque de design, o foblet se torna confortável para segurar e colocar ao ouvido, mesmo tendo uma tela de seis polegadas. A tecnologia que permite o formato é a Oled de Plástico, a mesma usada nas TV’s Curved Oled da marca.

Além disso, o corpo do G Flex é capaz de outra façanha: recuperar-se de arranhões. Com isso, ele ganha o apelido de celular Wolverine, perfeito para os mais desastrados.

O que acharam do G Flex com tela curva anunciado pela LG? Opine no Fórum do TechTudo.

No hardware, o smartphone da LG conta com um processador quad-core da Qualcomm rodando a 2,26 Ghz, 2 GB de RAM e 32 GB de armazenamento. Na traseira, uma câmera de 13 megapixels com HDR e flash LED, além dos controles de volume e botão liga/desliga, posicionados abaixo do sensor. A bateria é enorme, de 3.500 mAh.



A LG irá vender o aparelho em suas lojas próprias na segunda semana e março, e levará para o comércio online e lojas físicas dos maiores varejistas do Brasil na terceira e quarta semanas, respectivamente.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

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