A Sony anunciou nesta quinta-feira (17) que vendeu mais de 7 milhões de unidades do PlayStation 4 em todo o mundo desde o lançamento do videogame, em novembro de 2013. A meta da companhia era vender 5 milhões de aparelhos até o fim do ano fiscal, em março.
"A jornada do PS4 apenas começou e continuamos firmes em nosso compromisso de ultrapassar as maiores expectativas dos jogadores ao fornecer novas experiências de usuário que inspirem e envolvam", disse Andrew House, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment. "Esperamos ansiosamente pela oportunidade de revelar muitas dessas experiências para os nossos fãs nos próximos meses".
De acordo com a companhia japonesa, mais de 20,5 milhões de jogos foram vendidos pelo mundo em cópias físicas e digitais até o dia 13 de abril.
Em fevereiro, o Japão foi o último grande mercado a receber o videogame de nova geração da Sony. Em apenas dois dias no país, o PS4 vendeu mais de 322 mil unidades, segundo dados da revista "Famitsu". Lá fora, ele custa US$ 400 (cerca de R$ 900). No Brasil, ele é vendido por R$ 4 mil.
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A Sony também afirmou que a próxima atualização do PlayStation 4 irá incluir um editor de vídeos e a possibilidade de adiantar o download de jogos que estão perto de serem lançados.
Com o ShareFactory, recurso similar ao Upload Studio do rival Xbox One, o jogador poderá misturar clipes de suas partidas, criar efeitos especiais, filtros e transições e compartilhá-los com amigos e nas redes sociais. Também será possível exportar a produção para um dispositivo USB. A ferramenta é capaz ainda de importar músicas originais para a trilha sonora do vídeo.
Outra novidade da atualização 1.70 do PS4 é o pré-download de games. Com essa função, você pode antecipar o download de um jogo que comprou, mas ainda não foi lançado, poupando preciosos minutos (ou horas) de partida.
A versão mais recente do smartphone Galaxy S5, o modelo de primeira linha da Samsung, foi lançada em todo o mundo nesta sexta-feira (10), pouco depois de a empresa sul-coreana ter anunciado um segundo trimestre consecutivo de queda nos lucros.
O Galaxy S5 vai competir com outras empresas em um momento de desaceleração do crescimento das vendas dos celulares inteligentes, com mercados como Estados Unidos e Europa quase saturados.
A Samsung, que vendeu cerca de 300 milhões destes aparelhos em 2013, espera que o novo produto permita manter o desenfreado crescimento da empresa nos últimos anos, que a posicionou como clara líder mundial do setor.
Em 2013, a Samsung teve uma cota superior a 30% no mercado mundial de celulares inteligentes, quase o dobro da sua principal rival, a Apple.
Embora seja um grande lançamento, especialistas afirmam que falta algo no S5 para provocar o entusiasmo dos clientes e estabelecer uma diferença em relação aos antecessores e aos concorrentes, como o iPhone 5S.
"Pode nadar, mas não provocará ondas", previu o "Wall Street Journal", referindo-se a uma das grandes novidades do aparelho: a maior resistência à água do modelo em comparação com as versões anteriores.
"O Galaxy S5 é um bom telefone. Recebe uma recomendação incondicional", destacou o "Washington Post". "Mas a verdade é que não existe nada aqui que mereça o rompimento de um contrato para comprá-lo", completou o jornal.
A unidade de telefones celulares da Samsung foi a principal força da empresa nos últimos anos, o que permitiu lucros sem precedentes, e ela precisa do S5 para responder aos pessimistas que afirmam que a companhia não tem uma estratégia clara para avançar em um mercado cada vez mais competitivo e saturado.
A Samsung antecipou esta semana previsões pessimistas para seus resultados financeiros de curto prazo.
No primeiro trimestre de 2014, prevê um ganho de exploração de 8,5 bilhões de uons (US$ 7,97 bilhões), um recuo de 4,3% com relação ao mesmo período de 2013.
O grupo sul-coreano espera, no entanto, um lucro 1,08% maior em comparação com o obtido no último trimestre de 2013.
Saturação em mercados densos
Os fabricantes de smartphones de primeira linha, que custam centenas de dólares, sofrem com a saturação de mercados cada vez mais densos na América do Norte ou na Europa, onde o percentual de usuários desses aparelhos é muito alto. Além disso, o mercado assiste à chegada de novos players, como a chinesa Huawei, que oferecem produtos de nível intermediário.
Um reflexo desta situação é o preço anunciado do del S5, inferior ao do S4. Segundo a consultoria IDC, o preço médio dos smartphones cairá em 2017 para US$ 265 contra US$ 337 em 2013 e US$ 387 em 2012.
Os sul-coreanos - sete em cada dez possuem pelo menos um aparelho - tiveram o privilégio de conhecer primeiro o S5, pois as operadoras anteciparam a data de venda no país.
Por outro lado, a Samsung trava uma batalha judicial contra a Apple nos tribunais, onde as duas líderes mundiais disputam a propriedade de licenças tecnológicas.
O último processo foi iniciado no começo do mês em San José, Califórnia.
A Apple exige mais de US$ 2 bilhões e acusa a Samsung de ter vendido nos Estados Unidos mais de 37 milhões de smartphones e tablets que violam suas licenças.
A Nikon lançou um novo modelo de câmera digital com sistema operacional Android, a Nikon Coolpix S810c, o segundo do gênero. Com a parte frontal de câmera e a traseira similar a um celular, a câmera da empresa japonesa ainda permite ao usuário publicar suas imagens nas redes sociais usando wi-fi.
A câmera possui ainda GPS para colocar marcações geográficas nas imagens e opção para transferência wireless para um smartphone ou tablet compatível com a câmera e seu Android 4.2.2.
Com os posts nas redes sociais ainda é possível adicionar comentários e mesmo acessar a linha do tempo, igual ao celular.
Entre as opções da câmera, sua lente tem 12x de zoom óptico e 24x de zoom dinâmico. Tem como resolução 16 megapixels e pode gravar vídeos em alta definição (full HD) 1080p em som estéreo. Sua tela de visualização é em LCD touchscreen de 3.7 polegadas e antirreflexo.
A espessura da câmera é de 113 x 63,5 x 27,5 milímetros e pesa 216 gramas (com bateria e cartão de memória SD). Ela pode ser encontrada nas cores preta ou branca.
Procurada, a Nikon Brasil ainda não tem o preço ou previsão de chegada para a Nikon Coolpix no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, o gadget custa US$ 349,95 e chega às lojas americanas em maio.
A Samsung acaba de revelar, em evento realizado em São Paulo, o preço do seu principal smartphone lançado este ano: o Galaxy S5 chegará ao Brasil custando R$ 2.599 no modelo de 16 GB. Ele estará nas lojas em 11 de abril, disponível nas cores preto, branco, azul e dourado.
Mais uma vez, a Samsung aposta em preços altos: no ano passado, o Galaxy S4 foi lançado por R$ 2.399. É uma tendência que já apontamos por aqui: os smartphones no Brasil não param de encarecer. A cada lançamento, as
fabricantes – especialmente Apple e Samsung – testam níveis mais altos de preço. Felizmente, no caso da Samsung, os preços caem bastante após o lançamento: é possível encontrar o Galaxy S4 por R$ 1.499.
Quais as novidades do Galaxy S5? Primeiro, temos o design: as laterais que imitam metal estão de volta, mas a traseira ganhou uma textura com pontos – da qual não gostamos muito em nosso hands-on.
A tela mantém a resolução Full-HD e display Super AMOLED, porém agora é levemente maior, com 5,1 polegadas. No entanto, a Samsung promete reprodução de cores mais vivas.
Uma das grandes novidades está abaixo da tela: o botão home agora escaneia suas impressão digitais para desbloquear o aparelho, ou para para confirmar um pagamento via PayPal.
A câmera agora tem 16 megapixels, grava vídeos em 4K, e tem autofoco que se ajusta em apenas 0,3 segundos. E o flash agora é dual-LED, para não deixar as fotos “estouradas” com a luz. Abaixo da câmera, na traseira, temos o
monitor de batimentos cardíacos, que funciona com o app S-Health.
Por dentro, agora temos um processador Snapdragon de 2,5 GHz, porém os mesmos 2GB de RAM. Ele roda o Android 4.4.2 KitKat com TouchWiz, que adotou o flat design.
A bateria tem 2.800 mAh (contra 2.600 mAh no Galaxy S4), e o S5 ganhou o recurso Ultra Power Saving Mode: ele deixa a tela em preto e branco e só permite acessar algumas funções básicas, para fazer o restinho de bateria durar o
máximo possível.
O Galaxy S5 também usa a tecnologia MIMO, que acelera a conexão Wi-Fi usando várias antenas para receber o sinal; ele também combina Wi-Fi e 4G/LTE com o Download Booster, para baixar conteúdo a velocidades mais altas.
O S5 conta com uma entrada USB 3.0 para transferência de dados mais rápida. O dispositivo também é resistente a água e poeira (IP67), aguentando até 30 minutos debaixo d’água. São 8,1 mm de espessura e 145g.
Milk
A Samsung também anunciou hoje que lançará o serviço Milk no Brasil. Trata-se de música por streaming, disponível para dispositivos Galaxy lançados após o Galaxy S3. Ele é gratuito e não exibe anúncios para os usuários. São mais de
13 milhões de músicas disponíveis no catálogo americano.
Por enquanto, o Milk só funciona nos EUA – ele será lançado no Brasil ainda este ano, sem data definida.
O Facebook está desenvolvendo uma tecnologia para que, no futuro, drones e satélites forneçam conexão de internet com raio laser. A inovação faz parte do
projeto Internet.org, conduzido pela rede social para ampliar a conexão à internet para as pessoas ao redor do mundo que ainda estão fora do mundo digital.
O veículo aéreo não tripulado está sendo criado no Laboratório de Conectividade, cujo trabalho foi detalhado nesta quinta-feira (27) por Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, em sua página na rede.
Trabalhando nesse projeto estão o Laboratório do Jato Propulsor e o Centro de Pesquisa Ames, ambos da Nasa. O executivo também anunciou que foram incluídos na equipe de desenvolvimento os engenheiros da Ascenta, empresa
cujos fundadores foram os responsáveis pelo Zephyr, a aeronave movida a energia solar que voou por mais tempo.
Além disso, Zuckerberg afirmou que o laboratório trabalha em novas formas de fornecer internet via satélite e via laser. O grupo trabalha para desenvolver diferentes soluções para prover conexão a comunidades com diferentes
densidades populacionais.
Drones alimentados por energia solar que possam sobrevoar locais por meses são a aposta para fornecer internet a áreas suburbanas em regiões limitadas geograficamente. Para regiões com densidade populacional menor, satélites.
Tanto um sistema quanto o outro colocarão em prática a tecnologia de comunicação óptica espacial (FSO, na sigla em inglês), que usa raios de luz infravermelho para transmitir dados do espaço.
“Nós continuamos a fazer essas parcerias, mas conectar o mundo todo requer inventar novas tecnologias também”, disse Zuckerberg.
O projeto Internet.org foi lançado pelo Facebook em agosto de 2013, ao lado das fabricantes Samsung e Nokia (eletroeletrônicos), Ericsson (equipamentos de
telecomunicação), Qualcomm e Media Tek (semicondutores) e do navegador Opera. O objetivo é desenvolver soluções para levar internet aos 5,4 bilhões de pessoas sem internet no mundo. Desde então o grupo já aumentou.
“Em nossos esforços para conectar todo o mundo com o Internet.org, nós temos trabalhado em formas de emitir internet do céu para as pessoas”, afirmou Mark Zuckerberg, presidente-executivo do Facebook, em sua página na rede.
Segundo o Facebook, os esforços da companhia renderam frutos. Atuando junto a provedores de conexão nas Filipinas e no Paraguai, ajudaram 3 milhões de pessoas a acessarem a internet, o que dobrou a população de internautas
nesses países.











