Nos últimos anos, o e-sport só cresceu. Competições de jogos como League of Legends, ou a tradicional EVO, com os mais populares jogos de luta, ganham público ano após ano. Para abrigar este mercado, a China em breve terá um estádio gigantesco, que custará o equivalente a US$ 2,8 bilhões para ser construído.
O projeto foi anunciado pela Lai Fung Group, uma empresa de investimentos de Hong Kong. A V-Zone, como é chamado o projeto, terá vários espaços para receber competições de games e será construído na ilha de Hengqin, próximo a uma região recheada de cassinos em Macau. A área já recebe cerca de 30 milhões de visitantes anualmente, graças aos jogos de azar.
A ideia surgiu quando a empresa se aproximou da AEA Consulting, sediada em Nova York, especializada em cultura e artes. A companhia de Hong Kong já tinha um lote de terra e procurava uma ideia para construir uma indústria emergente para criar uma atração na área. Depois de algumas discussões, a tendência identificada foi a dos videogames.
De fato, a indústria de games é popular na China. Segundo pesquisa, mais de 500 milhões de chineses jogam, e cerca de 145 milhões jogam mais de uma hora por dia. As pessoas também tem o hábito de assistir a pessoas jogando no YouTube, o que certamente levantou o interesse em construir um espaço físico onde pessoas pudessem se reunir para assistir aos games.
Para se ter uma ideia da popularidade do e-sport, uma competição de League of Legends em novembro do ano passado atraiu 32 milhões de espectadores pela internet. Um torneio de Call of Duty, por sua vez, já pagou mais de US$ 1 milhão aos vencedores.
Todas as casas terão uma impressora 3D para consumo em alguns anos, segundo o co-fundador e CEO da MCor Technologies, Conor MacCormack. O executivo acredita que o processo terá crescimento exponencial, mas que, em menos de dez anos, a impressora tridimensional estará acessível para todos os consumidores para criar produtos customizáveis como brinquedos.
No entanto, para chegar a esse objetivo, o mercado deve enfrentar diversos desafios. Em palestra durante o evento “Inside 3D Printing”, que acontece em São Paulo nesta quinta-feira, MacCormack cita sete passos para a indústria.
O primeiro é a velocidade de impressão. Hoje, na impressora 3D da empresa, é preciso mais de seis horas para imprimir um objeto com volume de 200 centímetros cúbicos. “A ideia é que seja possível imprimir partes de qualquer tamanho em alguns minutos”, diz o CEO.
Cores e materiais também precisariam ser desenvolvidos para que os objetos impressos fiquem mais reais e possam, eventualmente, substituir outras peças. O preço também é um item importante para que a tecnologia se torne acessílvel. O executivo destaca a segurança e sustentabilidade: “Da mesma forma que deixamos as crianças sozinhas vendo TV ou jogando videogame, a impressora 3D também deve ser segura. E os materiais usados nela deveriam ser recicláveis”.
A facilidade de uso é um item importante para atingir as massas. Atualmente, é necessário que a pessoa tenha um conhecimento mais técnico para conseguir usar uma impressora tridimensional. E, por fim, todo o ecossistema deve ser melhorado, desde a capacidade de usar um software 3D ou o uso de scanners, até o produto final.
Conor MacCormack acredita que até um ano e meio, as impressoras 3D se tornarão mais acessíveis através do varejo. Da mesma forma que as pessoas levavam filmes ou arquivos digitais de fotos para revelar ou imprimir, elas poderão levar seus projetos a lojas e mercados que possuem um equipamento próprio para o serviço 3D. Na Europa, locais como a rede de supermercados Tesco e a loja Staples já oferecem isso.
A McCor Technologies é uma empresa irlandesa que fabrica uma impressora 3D baseada em papel. MacCormack argumenta que o custo para mantê-la é baixo, por utilizar o mesmo material de uma impressora 2D. Segundo o executivo, mesmo sendo papel, os objetos impressos ficam com uma consistência dura e resistente, além de poderem ser criados em todas as cores. É possível usar qualquer tipo de papel, como reciclável ou jornal, desde que ele esteja em boas condições.
A Sony anunciou nesta quinta-feira (17) que vendeu mais de 7 milhões de unidades do PlayStation 4 em todo o mundo desde o lançamento do videogame, em novembro de 2013. A meta da companhia era vender 5 milhões de aparelhos até o fim do ano fiscal, em março.
"A jornada do PS4 apenas começou e continuamos firmes em nosso compromisso de ultrapassar as maiores expectativas dos jogadores ao fornecer novas experiências de usuário que inspirem e envolvam", disse Andrew House, presidente e CEO da Sony Computer Entertainment. "Esperamos ansiosamente pela oportunidade de revelar muitas dessas experiências para os nossos fãs nos próximos meses".
De acordo com a companhia japonesa, mais de 20,5 milhões de jogos foram vendidos pelo mundo em cópias físicas e digitais até o dia 13 de abril.
Em fevereiro, o Japão foi o último grande mercado a receber o videogame de nova geração da Sony. Em apenas dois dias no país, o PS4 vendeu mais de 322 mil unidades, segundo dados da revista "Famitsu". Lá fora, ele custa US$ 400 (cerca de R$ 900). No Brasil, ele é vendido por R$ 4 mil.
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A Sony também afirmou que a próxima atualização do PlayStation 4 irá incluir um editor de vídeos e a possibilidade de adiantar o download de jogos que estão perto de serem lançados.
Com o ShareFactory, recurso similar ao Upload Studio do rival Xbox One, o jogador poderá misturar clipes de suas partidas, criar efeitos especiais, filtros e transições e compartilhá-los com amigos e nas redes sociais. Também será possível exportar a produção para um dispositivo USB. A ferramenta é capaz ainda de importar músicas originais para a trilha sonora do vídeo.
Outra novidade da atualização 1.70 do PS4 é o pré-download de games. Com essa função, você pode antecipar o download de um jogo que comprou, mas ainda não foi lançado, poupando preciosos minutos (ou horas) de partida.
A versão mais recente do smartphone Galaxy S5, o modelo de primeira linha da Samsung, foi lançada em todo o mundo nesta sexta-feira (10), pouco depois de a empresa sul-coreana ter anunciado um segundo trimestre consecutivo de queda nos lucros.
O Galaxy S5 vai competir com outras empresas em um momento de desaceleração do crescimento das vendas dos celulares inteligentes, com mercados como Estados Unidos e Europa quase saturados.
A Samsung, que vendeu cerca de 300 milhões destes aparelhos em 2013, espera que o novo produto permita manter o desenfreado crescimento da empresa nos últimos anos, que a posicionou como clara líder mundial do setor.
Em 2013, a Samsung teve uma cota superior a 30% no mercado mundial de celulares inteligentes, quase o dobro da sua principal rival, a Apple.
Embora seja um grande lançamento, especialistas afirmam que falta algo no S5 para provocar o entusiasmo dos clientes e estabelecer uma diferença em relação aos antecessores e aos concorrentes, como o iPhone 5S.
"Pode nadar, mas não provocará ondas", previu o "Wall Street Journal", referindo-se a uma das grandes novidades do aparelho: a maior resistência à água do modelo em comparação com as versões anteriores.
"O Galaxy S5 é um bom telefone. Recebe uma recomendação incondicional", destacou o "Washington Post". "Mas a verdade é que não existe nada aqui que mereça o rompimento de um contrato para comprá-lo", completou o jornal.
A unidade de telefones celulares da Samsung foi a principal força da empresa nos últimos anos, o que permitiu lucros sem precedentes, e ela precisa do S5 para responder aos pessimistas que afirmam que a companhia não tem uma estratégia clara para avançar em um mercado cada vez mais competitivo e saturado.
A Samsung antecipou esta semana previsões pessimistas para seus resultados financeiros de curto prazo.
No primeiro trimestre de 2014, prevê um ganho de exploração de 8,5 bilhões de uons (US$ 7,97 bilhões), um recuo de 4,3% com relação ao mesmo período de 2013.
O grupo sul-coreano espera, no entanto, um lucro 1,08% maior em comparação com o obtido no último trimestre de 2013.
Saturação em mercados densos
Os fabricantes de smartphones de primeira linha, que custam centenas de dólares, sofrem com a saturação de mercados cada vez mais densos na América do Norte ou na Europa, onde o percentual de usuários desses aparelhos é muito alto. Além disso, o mercado assiste à chegada de novos players, como a chinesa Huawei, que oferecem produtos de nível intermediário.
Um reflexo desta situação é o preço anunciado do del S5, inferior ao do S4. Segundo a consultoria IDC, o preço médio dos smartphones cairá em 2017 para US$ 265 contra US$ 337 em 2013 e US$ 387 em 2012.
Os sul-coreanos - sete em cada dez possuem pelo menos um aparelho - tiveram o privilégio de conhecer primeiro o S5, pois as operadoras anteciparam a data de venda no país.
Por outro lado, a Samsung trava uma batalha judicial contra a Apple nos tribunais, onde as duas líderes mundiais disputam a propriedade de licenças tecnológicas.
O último processo foi iniciado no começo do mês em San José, Califórnia.
A Apple exige mais de US$ 2 bilhões e acusa a Samsung de ter vendido nos Estados Unidos mais de 37 milhões de smartphones e tablets que violam suas licenças.
A Nikon lançou um novo modelo de câmera digital com sistema operacional Android, a Nikon Coolpix S810c, o segundo do gênero. Com a parte frontal de câmera e a traseira similar a um celular, a câmera da empresa japonesa ainda permite ao usuário publicar suas imagens nas redes sociais usando wi-fi.
A câmera possui ainda GPS para colocar marcações geográficas nas imagens e opção para transferência wireless para um smartphone ou tablet compatível com a câmera e seu Android 4.2.2.
Com os posts nas redes sociais ainda é possível adicionar comentários e mesmo acessar a linha do tempo, igual ao celular.
Entre as opções da câmera, sua lente tem 12x de zoom óptico e 24x de zoom dinâmico. Tem como resolução 16 megapixels e pode gravar vídeos em alta definição (full HD) 1080p em som estéreo. Sua tela de visualização é em LCD touchscreen de 3.7 polegadas e antirreflexo.
A espessura da câmera é de 113 x 63,5 x 27,5 milímetros e pesa 216 gramas (com bateria e cartão de memória SD). Ela pode ser encontrada nas cores preta ou branca.
Procurada, a Nikon Brasil ainda não tem o preço ou previsão de chegada para a Nikon Coolpix no mercado brasileiro. Nos Estados Unidos, o gadget custa US$ 349,95 e chega às lojas americanas em maio.










