Com configurações básicas, aparelho é direcionado para o mercado corporativo e pode ser o último lançamento sob a marca Lumia pela fabricante de Redmond.
A Microsoft voltou ao segmento de smartphones de baixo custo com o novo Lumia 650, apresentado nesta segunda-feira, 15/2 como “a escolha inteligente para a sua empresa”.
Com uma tela OLED (720p) de 5 polegadas, processador quad-core Snapdragon de 1.3GHz, 16GB de armazenamento interno (expansível via microSD), 1GB de RAM, o aparelho é mais modesto do que os modelos Lumia 950 e Lumia 950 XL, o mais perto que a empresa chegou de ter aparelhos top de linha recentemente.
Outras especificações do Lumia 650 incluem suporte para NFC, câmera traseira de 8MP e frontal de 5MP, bateria de 2.000mAH, proteção Gorilla Glass na tela e apenas 6,9mm de espessura.
O novo smartphone roda o Windows 10 Mobile, mas não possui suporte para o recurso Continuum já que não é poderoso o bastante para isso. O aparelho começa a ver vendido em alguns países da Europa no próximo dia 18/2 com preço sugerido de 200 dólares (modelo desbloqueado).
Vale notar que rumores recentes apontam que esse será o último aparelho da Microsoft com a marca Lumia.
Pesquisadores concluíram que contribuições de mulheres na plataforma GitHub eram mais aceitas, porém somente quando o gênero delas não era revelado
Um novo estudo sugere que códigos escritos por mulheres têm um maior índice de aprovação do que aqueles escritos por homens, mas somente quando o gênero delas não é revelado.
Para chegar a essa conclusão, pesquisadores nos Estados Unidos usaram a plataforma open source GitHub, que não exige que seus desenvolvedores informem o gênero deles no perfil.
Eles analisaram cerca de 1,4 milhões de usuários da comunidade e descobriram que os pedidos de alterações nos códigos eram mais aceitos quando realizados por mulheres.
"Nossos resultados mostram que as contribuições de mulheres tendem a ser mais aceitas do que homens”, destaca o estudo.
Segundo os pesquisadores, uma vez que a informação sobre o gênero de seus usuários não é obrigatória no GitHub, eles recorreram a outros dados informados nos perfis, como endereços de e-mail que poderiam ser checados com uma conta no Google +.
O estudo concluiu que 78,6% das mudanças em códigos feitas por mulheres foram aceitas, quando 74,6% feito em relação a homens.
No entanto, aqueles perfis que deixavam claros que eram de mulheres, tinham menor taxa de aceitação do que aqueles cujo gênero não estava tão óbvio, diz o estudo.
“Para usuários de fora, nós vemos uma evidência para a questão do gênero. As taxas de aceitação de mulheres são 71,8% quando elas usam perfis neutros, mas caem para 62,5% quando o gênero delas é identificável. Há também uma queda similar para homens, mas o efeito não é tão significante”, destacam os pesquisadores.
“Nossos resultados sugerem que apesar de mulheres serem mais competentes no Gitub, de forma geral, no entanto existe um viés em relação a elas”.
Para análise, os pesquisadores consideraram vários fatores, como se uma programadora tinha maior probabilidade de responder a problemas conhecidos, se as suas contribuições foram mais curtas e por isso mais fácil de avaliarem e a linguagem de programação usada, porém eles não conseguiram encontrar uma correlação.
Em entrevista a BBC, Sue Black, cientista da computação, disse que estudos como esse devem levar a uma nova geração de mulheres interessadas em aprender código, assim como a se dedicarem a carreiras na tecnologia nos próximos anos.

A Linux Fundation diz que a falta de profissionais com conhecimentos sobre o sistema é um dos principais problemas reportados pelas empresas.
Como cada vez mais as empresas se voltam para o Linux para resolver situações criticas, saber que a sua equipe de TI tem os conhecimentos necessários é mais importante do que nunca.
Esse é um desafio significativo, já que a demanda por funcionários que dominam o sistema Linux é muito maior que a oferta, o que os tornam a “matéria-prima” do momento, sendo disputados por empresas de médio e grande porte.
A Linux Fundation afirmou que a habilidade com o sistema operacional é um dos principais desafios reportados pelas empresas que usam o OS, enquanto no site de vagas para TI Dice.com a demanda cresce 31% ao ano, em vez dos 20% gerais.
Então como os profissionais de TI podem conseguir esse conhecimento desejado, seja para um novo emprego ou para o atual? Existem inúmeras oportunidades na internet.
1. PaulPaulito.com
Site holandês lançado no início deste ano, o PaulPaulito.com, oferece uma série de vídeos de formação em Inglês, espanhol e alemão. A empresa é uma parceira de treinamento aprovada pelo Linux Professional Institute (LPI), e dá cursos preparatórios para os exames de certificação LPI. O primeiro, por exemplo, foca no exame LPI-101, com uma série de 45 vídeos de 10min; além de exames práticos. Os planos de assinatura são vendidos inicialmente a 49 euros, cerca de 67 dólares, por mês, e podem ser cancelados a qualquer momento.
2. Parceiros do LPI
A própria organização de certificação tem parcerias com várias unidades de treinamento em todo o mundo. Uma consulta regional no site LPI permite pesquisar os parceiros de treinamento perto de você.
3. Red Hat
Fornecedora da Linux, a Red Hat é outra fonte de programas de formação e certificação, que incluem várias ofertas online voltadas para o Red Hat Enterprise Linux. Entre os cursos virtuais estão a administração do sistema Red Hat e solução de problemas, com preços a partir de 1,4 mil dólares.
4. BeginLinux.com
Uma variedade de cursos online autodidatas estão disponíveis em BeginLinux.com, com foco em temas que incluem o Ubuntu Server, Apache Security, e CentOS Server. O preço é 95,95 dólares.
5. Fundação Linux
Da mesma forma, a Linux Foundation também oferece cursos de formação online, além das aulas tradicionais. Embedded Linux, o kernel do Linux, Open Source e Compliance são todos parte da longa lista de ofertas. Os cursos são ministrados usando transmissão de áudio em tempo real e ferramenta Java de colaboração virtual. Na busca do site da Linux Foundation você pode encontrar um de seu interesse. Os preços das aulas virtuais é de 2,7 mil dólares.
6. Canonical
Aqueles que querem aprender mais sobre o Ubuntu também podem encontrar ofertas online no site do OS, que oferece inúmeros cursos na seção de treinamento.
7. IBM
A IBM é outra fornecedora que oferece seus próprios cursos de treinamento em Linux via internet, incluindo várias ofertas que acompanham o ritmo de aprendizagem do internauta. Os preços dos cursos começam em 675 dólares.
8. LinuxCertified
Entre as diversas oportunidades de aprendizagem online, na LinuxCertified também existem muitas opções de ensino à distância, incluindo fundamentos de Linux, por 99 dólares.
9. Free Technology Academy
A organização Free Tecnology Academy oferece muitos cursos online sobre Linux e outras tecnologias de código aberto. O preço por módulo é de 380 euros, ou cerca de 517 dólares.
10. Novell OpenCourseWare
Bem como a Red Hat, Canonical e a IBM, a Novell oferece uma variedade de cursos de formação sobre como utilizar os produtos Linux. O treinamento é gratuito e não há necessidade de registro.
11. Virtual Training Company
A empresa oferece uma ampla série de tutoriais online sobre o Linux, e alguns conteúdos são gratuitos. Os tutoriais requerem Flash ou QuickTime para reprodução. A assinatura mensal de 30 dólares para usuários individuais dá acesso a mais de 900 cursos, incluindo o conteúdo completo para quem tem foco no Linux.
12. E-Learning Center
Parecido com o PaulPaulito.com, o E-Learning Center oferece cursos focados na preparação para a certificação LPI, assim como para a certificação em Red Hat. De qualquer forma, o acesso custa 69 dólares ao ano.
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O crescimento da cobertura de 4G também foi expressivo, segundo a TeleBrasil. No total, a banda larga móvel, considerando o 3G e o 4G, fechou o ano de 2015 com 191,8 milhões de acessos
O número de acessos em banda larga móvel pela tecnologia 4G chegou a 25,4 milhões em todo o Brasil, no fim de 2015, igualando-se ao número de acessos em banda larga fixa, segundo dados da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).
O crescimento da cobertura de 4G também foi expressivo. De acordo com o balanço de dezembro, está presente em 469 municípios, que concentram mais da metade da população brasileira (55%). No período de 12 meses, o número de municípios com cobertura da banda larga móvel de quarta geração triplicou, com implantação da tecnologia em 322 novas cidades.
A banda larga móvel, considerando os acessos em 3G e 4G, fechou o ano de 2015 com 191,8 milhões de acessos, com crescimento de 14% em relação ao ano anterior. As redes de 3G já estão instaladas em 4.420 municípios, que concentram 95% da população brasileira. Na banda larga total, considerando fixa e móvel, o balanço de 2015 mostra um total de 217,2 milhões de acessos, apresentando um crescimento de 13% no ano.
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Empresa planeja começar a produzir energy pack específico nos próximos seis meses. Solução pode reduzir pico de demanda e baixar conta de luz.
A cruzada da Tesla contra combustíveis fósseis pode atingir em breve as casas dos americanos com um energy pack sustentado por uma bateria.
A empresa planeja começar a produzir uma bateria residencial em seis meses, segundo a Bloomberg, e irá revelar mais detalhes daqui 30 a 60 dias.
Uma aplicação óbvia da novidade seria como uma fonte alternativa de energia, substituindo geradores que funcionam a base de combustível. O ainda não lançado carro Toyota Mirai, que funciona a base de hidrogênio, também pode funcionar como uma fonte de energia alternativa para uma casa. Mas o pack da Tesla também pode ajudar a mudar o uso de energia para reduzir o pico de demanda na grade elétrica, diminuindo assim as contas de energia.
Em um evento nesta semana, o CTO da Tesla, JB Straubel, sinalizou um forte interesse das empresas de serviços especialmente por essa razão.
Potencialmente, as casas com fontes de energia renováveis como paineis solares também podem usar o pack, permitindo aos usuários que não sejam mais tão dependentes da grade elétrica.
Vale notar que a Tesla já realiza um trabalho no setor de bateriais residenciais, em parceria com a SolarCity, para soluções voltadas aos donos de imóveis.
Mas o CEO Elon Musk sugeriu recentemente que esse novo produto teria mais apelo junto aos consumidores. “Estamos tentando descobrir o que seria um pack de bateria legal”, afirmou.











