Empresa garante que não há motivos para usuários terem medo de usar plataforma de carteira digital via smartphones, carros ou wearables.
Cada vez mais próximos de virar realidade no Brasil, os cartões digitais armazenados nos smartphones ou outros gadgets são tão seguros quanto os tradicionais, de plástico. Pelo menos é isso que afirma Alessandro Rabelo, diretor de produtos da companhia que será uma das parceiras no lançamento do serviço Samsung Pay no mercado brasileiro nos próximos meses.
O executivo conversou com o IDG Now! durante o World Mobile Congress 2016, que aconteceu em Barcelona (Espanha), na última semana. Segundo ele, o cartão digital possui a vantagem adicional de não poder ser clonado.
O token de pagamento é o “segredo” para garantir essa segurança dos cartões digitais. Isso porque esse recurso conta com um identificador digital único, um código fornecido pela própria empresa e que acabaria com a necessidade de digitar senhas na hora de pagar - basta aproximar o smartphone do terminal, por exemplo.
“Ao contrário do plástico, o cartão digital possui informações dinâmicas e conta com várias camadas de segurança”, afirma o executivo, que destaca que é importante diferenciar o token de pagamento usado pela empresa do token de segurança, solução já adotada por diversos bancos no país há algum tempo.
Com programas pilotos na área de pagamentos contactless desde 2008, o Brasil possui o maior parque de terminais desse tipo do mundo, com cerca de 2,5 milhões de unidades prontas para receber pagamentos sem a necessidade de cartões físicos, aponta a Visa, cuja plataforma de tokenização já está disponível em países como EUA e Coreia do Sul, terra natal da Samsung.
O pagamento com o smartphone na “maquininha” acontece da mesma forma que o cartão de plástico para comerciante, que fica com o comprovante de pagamento em papel, da mesma forma como acontece em outras transações no terminal, aponta a Visa.
Pague com seu carro ou com o seu casaco
Além de smartphones, os cartões digitais também podem ser cadastrados em diferentes plataformas, como automóveis ou wearables, que podem ser usados no pulso ou em jaquetas e casacos (veja fotos abaixo).
Samsung Pay
Com previsão de chegar ao Brasil até o fim de 2016, o Samsung Pay anunciou recentemente acordos com diferentes bancos locais, como Bradesco, Itaú, Caixa Econômica, Banco do Brasil e Santander, além da Porto Seguro, Brasil Pré-Pago e a startup Nubank, que permite aos usuários gerenciarem seus gastos com o cartão de crédito diretamente pelo smartphones.
*o jornalista viajou para Barcelona a convite da Intel
Protótipo funcional usa tela OLED da LG. Aparelho conta com sensores na parte traseira que respondem a feedbacks com vibração e áudio
No início desse ano, a LG havia demonstrado na CES 2016, feira internacional de eletrônicos em Las Vegas, uma tela de 18 polegadas tão flexível que era possível enrolá-la como se fosse um papel.
Agora, pesquisadores Queen’s University no Canadá usam a mesma tecnologia, a tela OLED 720p da LG, em uma proporção menor: um protótipo de smartphone que permite que usuários mudem de “páginas” ao dobrar a tela.
O smartphone conta com sensores em sua parte traseira que respondem a feedbacks com vibração e áudio para criar uma experiência diferente com o aparelho. No caso, usuários poderiam sentir um documento como se ele fosse um objeto físico.
“Quando um smartphone é dobrado para baixo e a direita, a página pula pelos dedos da direita para esquerda como se fosse um livro de verdade”, disse Roel Vertegaal do Human Media Lab da universidade em comunicado à imprensa.
Ao dobrar com maior força, as páginas simplesmente viram rapidamente e usuários conseguem sentir que as páginas se movem através de seus dedos devido a um sensor de vibração no telefone.
A equipe também aplicou a tecnologia a games, usando o dispositivo para jogar Angry Bird.
Os pesquisadores ainda não deram maiores detalhes de como pretendem aplicar a tecnologia comercialmente.
Porém, Vertegaal defende que telas que se curvam estarão nas mãos de consumidores em até cinco anos.
Pesquisa em sua segunda edição ouviu 396 internautas do Brasil em dezembro passado
Uma pesquisa realizada pelo MercadoPago, instituição de pagamentos do MercadoLivre, investigou os hábitos de segurança nas compras online de brasileiros.
Em sua segunda edição, a pesquisa ouviu 396 usuários de pagamentos online no País e comparou com os resultados do ano passado.
Como era previsto, o número de brasileiros que acessam a internet pelo celular aumentou, superando o acesso em outras plataformas - Notebook e computadores de mesa. Em 2016, 75% dos usuários que responderam a pesquisa disseram que o acesso foi móvel. Em 2014, o número se limitava a 53%.
Quanto aos hábitos de segurança, 80% dos entrevistados disseram se sentir mais confortáveis comprando em lojas conhecidas e 73% deles preferem usar um meio de pagamento conhecido. Quanto a verificação de fatores de segurança, apenas 61% disse que tem disso um hábito enquanto 45% prefere pagar com boleto para não informar dados de cartão de crédito.
Abaixo, você pode conferir o infográfico completo da pesquisa:
Fonte: Mercado Pago
Pesquisadores concluíram que contribuições de mulheres na plataforma GitHub eram mais aceitas, porém somente quando o gênero delas não era revelado
Um novo estudo sugere que códigos escritos por mulheres têm um maior índice de aprovação do que aqueles escritos por homens, mas somente quando o gênero delas não é revelado.
Para chegar a essa conclusão, pesquisadores nos Estados Unidos usaram a plataforma open source GitHub, que não exige que seus desenvolvedores informem o gênero deles no perfil.
Eles analisaram cerca de 1,4 milhões de usuários da comunidade e descobriram que os pedidos de alterações nos códigos eram mais aceitos quando realizados por mulheres.
"Nossos resultados mostram que as contribuições de mulheres tendem a ser mais aceitas do que homens”, destaca o estudo.
Segundo os pesquisadores, uma vez que a informação sobre o gênero de seus usuários não é obrigatória no GitHub, eles recorreram a outros dados informados nos perfis, como endereços de e-mail que poderiam ser checados com uma conta no Google +.
O estudo concluiu que 78,6% das mudanças em códigos feitas por mulheres foram aceitas, quando 74,6% feito em relação a homens.
No entanto, aqueles perfis que deixavam claros que eram de mulheres, tinham menor taxa de aceitação do que aqueles cujo gênero não estava tão óbvio, diz o estudo.
“Para usuários de fora, nós vemos uma evidência para a questão do gênero. As taxas de aceitação de mulheres são 71,8% quando elas usam perfis neutros, mas caem para 62,5% quando o gênero delas é identificável. Há também uma queda similar para homens, mas o efeito não é tão significante”, destacam os pesquisadores.
“Nossos resultados sugerem que apesar de mulheres serem mais competentes no Gitub, de forma geral, no entanto existe um viés em relação a elas”.
Para análise, os pesquisadores consideraram vários fatores, como se uma programadora tinha maior probabilidade de responder a problemas conhecidos, se as suas contribuições foram mais curtas e por isso mais fácil de avaliarem e a linguagem de programação usada, porém eles não conseguiram encontrar uma correlação.
Em entrevista a BBC, Sue Black, cientista da computação, disse que estudos como esse devem levar a uma nova geração de mulheres interessadas em aprender código, assim como a se dedicarem a carreiras na tecnologia nos próximos anos.

Com configurações básicas, aparelho é direcionado para o mercado corporativo e pode ser o último lançamento sob a marca Lumia pela fabricante de Redmond.
A Microsoft voltou ao segmento de smartphones de baixo custo com o novo Lumia 650, apresentado nesta segunda-feira, 15/2 como “a escolha inteligente para a sua empresa”.
Com uma tela OLED (720p) de 5 polegadas, processador quad-core Snapdragon de 1.3GHz, 16GB de armazenamento interno (expansível via microSD), 1GB de RAM, o aparelho é mais modesto do que os modelos Lumia 950 e Lumia 950 XL, o mais perto que a empresa chegou de ter aparelhos top de linha recentemente.
Outras especificações do Lumia 650 incluem suporte para NFC, câmera traseira de 8MP e frontal de 5MP, bateria de 2.000mAH, proteção Gorilla Glass na tela e apenas 6,9mm de espessura.
O novo smartphone roda o Windows 10 Mobile, mas não possui suporte para o recurso Continuum já que não é poderoso o bastante para isso. O aparelho começa a ver vendido em alguns países da Europa no próximo dia 18/2 com preço sugerido de 200 dólares (modelo desbloqueado).
Vale notar que rumores recentes apontam que esse será o último aparelho da Microsoft com a marca Lumia.











