Notícias na Santa Ifigênia

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Óculos de realidade virtual ajuda na terapia de pacientes com Parkinson

Além do dispositivo, médicos têm usado "bengala a laser" para complementar tratamento que visa melhorar resposta neurológica de pacientes

Cerca de seis milhões de pessoas convivem com a Doença de Parkinson em todo mundo e a prevalência da doença deve dobrar, em 20 anos, devido ao envelhecimento da população, segundo a Organização Mundial de Saúde.

Ao mesmo tempo que tentam encontrar uma cura, pesquisadores se debruçam para desenvolver tecnologias que possam aumentar a qualidade de vida de pacientes com Parkinson.

No Brasil, duas novas tecnologias, comercializadas pela importadora Delta Medical, se propõem a isso. A primeira delas, o “Andador Virtual GaitAid” usa realidade virtual aumentada para melhorar a autonomia de pacientes.

Os óculos ajudam o observador a andar e estabilizar seu movimento. Basicamente, eles simulam um caminho virtual que coordena e ritma a passada, desencadeando uma resposta neurológica.

A terapia feita com o uso do dispositivo conseguiria reestruturar o cérebro para contornar as áreas danificadas pela doença de Parkinson, e outros distúrbios do movimento.

"Facilitar o dia a dia dos pacientes é fundamental, pois estamos longe da cura definitiva", afirma o neurocirurgião do Instituto de Psiquiatria do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP, e um dos maiores especialistas no tema, Erich Fonoff. Um artigo sobre o estudo feito no HC foi publicado no International Archives of Medicine.

Outra tecnologia é a bengala “LaserCane”, indicada também para diversos doenças neurológicas que afetam a marcha. A ferramenta permite, através de uma linha vermelha projetada no chão, que o paciente dê passos mais longos.

Segundo Carolina Souza, fisioterapeuta do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, a pista visual incentiva o paciente a interromper os episódios de congelamento, aumentando, assim, o comprimento das passadas.

(Fonte: Da Redação) - 23/03/2016
Google e Microsoft publicam novo padrão de segurança para e-mails

Objetivo do novo mecanismo SMTP STS é garantir que o tráfego criptografado de e-mails não fique vulnerável a ataques man-in-the-middle.

Os engenheiros de alguns dos maiores provedores de e-mail do mundo se juntaram para a melhorar a segurança do tráfego de e-mails pela Internet.

Projetado por engenheiros do Google, Microsoft, Yahoo, Comcast, LinkedIn e 1&1 Mail & Media Development & Technology, o SMTP Strict Transport Security é um novo mecanismo que permite aos provedores de e-mail definir políticas e regras para estabelecer comunicações criptografadas via e-mails.

O novo mecanismo foi definido em um rascunho que foi publicado no final da última semana para consideração como um padrão Internet Engineering Task Force (IETF).

O Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), que é usado para transferir mensagens entre clientes de e-mail e servidores, assim como de um provedor para outro, data de 1982 e não foi criado com opções de criptografia.

Por essa razão, em 2002, uma extensão chamada STARTTLS foi adicionada ao protocolo como uma maneira para incluir TLS (Transport Layer Security) com conexões SMTP. Infelizmente, na década seguinte, a extensão não foi amplamente adotada, e o tráfego de e-mail trocada entre servidores permaneceu em grande parte sem criptografia.

Isso mudou após 2013, quando o ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, vazou documentos secretos que revelavam um enorme esquema de espionagem pela Internet realizado por agências de segurança dos EUA, Reino Unido e outros países.

Em maio de 2014, o Facebook, que envia bilhões de e-mails de notificações para seus usuários diariamente, fez um teste e descobriu que 58% desses e-mails passavam por uma conexão criptografada com a STARTTLS. Um pouco depois, em agosto daquele ano, a taxa tinha subido para 95%.

No entanto, há um problema. Ao contrário do HTTPS, a STARTTLS permite o que é conhecido como criptografia oportunista. A extensão não valida os certificados digitais apresentados pelos servidores de e-mails, sob a presunção de que, mesmo que a identidade de um servidores não possa ser verificada, criptografar o tráfego ainda é melhor do que nada.

Isso significa que as conexões STARTTLS são vulneráveis a ataques “man-in-the-middle”, em que um hacker em posição de interceptar o tráfego poderia apresentar o autor do e-mail com qualquer certificado, mesmo um com “meia assinatura”, e será aceito, permitindo que o tráfego seja “descriptografado”. Além disso, as conexões são vulneráveis aos chamados ataques de downgrade de criptografia, em que a criptografia é simplesmente removida.

O novo padrão proposto SMTP Strict Transport Security (SMTP STS) resolve esses dois problemas. Em primeiro lugar, dá aos provedores de e-mail os meios para informar aos clientes conectados que o TLS está disponível e deve ser usado. Também diz para eles como o certificado apresentado deve ser validado e o que deve acontecer se uma conexão TLS não puder ser negociada com segurança.

Essas políticas do SMTP STS são definidas por meio de registros especiais de DNS adicionados ao nome de domínio do servidor do e-mail. O protocolo fornece mecanismos para os clientes validarem automaticamente essas políticas e informar quaisquer falhas.

(Fonte: PC World / EUA) - 23/03/2016
Com tela 4K, novo Sony Xperia Z5 Premium chega ao Brasil por R$4.699

Anunciado na IFA 2015, novo smartphone da Sony já está em pré-venda em redes varejistas do país.

O smartphone top de linha Sony Xperia Z5 Premium vai custar nada menos do que 4.699 reais no Brasil, preço mais alto do que o cobrado pela Apple no país pelos iPhones 6S e 6S Plus.

Anunciado em setembro de 2015, durante a IFA, em Berlim, o Z5 Premium tem como um dos seus principais destaques uma tela 4K de 5,5 polegadas e 2160x3840 pixels.

Resta saber como essa resolução maior vai afetar o dia a dia da bateria, de 3430 mAh, maior do que as de alguns rivais da empresa. No entanto, a bateria não pode ser substituída nem tem suporte para recarga wireless.

Outro recurso do Z5 Premium que chama a atenção é a câmera traseira com sensor de 23MP.

À prova d’água, o Z5 Premium pesa 180 gramas, um pouco mais do que rivais como iPhone 6 Plus e OnePlus 2. Completam as especificações: 3GB de RAM, 32GB de memória flash (expansível via micro SD) – o botão de power na lateral possui um sensor de impressão digital.

Apesar de já estar em pré-venda no Brasil em redes varejistas como Ponto Frio, Casas Bahia e Extra, o Xperia Z5 Premium não possui previsão de entrega em nenhuma dessas lojas.

(Fonte: Da Redação) - 14/03/2016
Opinião: um novo iPhone menor será um acerto e tanto da Apple

Possível smartphone com tela de 4" representaria um passo à frente da empresa para consolidar uma "plataforma iPhone" como fez com Macs nos anos 1980.

De longe, o maior rumor sobre o evento da Apple do dia 21 de março é o tal do iPhone SE. O suposto modelo de 4 polegadas do smartphone marcaria a primeira vez que a empresa voltaria para um celular com uma tela menor.

Mas o iPhone SE é significativo por uma razão maior e mais estratégica. O mercado geral está mudando. Os smartphones estão vendendo bem, sem dúvidas, mas o crescimento desacelerou: sim, foram vendidos cerca de 75 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016, mas esse número ficou basicamente estável em comparação com mesmo período do ano passado.

Alguns analistas pensam que isso significa “um ápice do iPhone”, uma ideia que talvez não seja tão relevante, a não ser que você seja um investidor. Mas com o mercado de smartphones (e o próprio iPhone) perto de alcançar a marca de uma década de existência, penso que é mais importante destacar que o segmento amadureceu nesses anos todos.

O melhor iPhone da história

Todo ano temos um novo iPhone, e todo ano a Apple diz que esse é o melhor iPhone da história. Isso provavelmente será verdadeiro se você estiver fazendo essa mensuração por meio de especificações e recursos; a equipe de hardware da empresa faz um trabalho e tanto para colocar mais poder e força em cada novo aparelho. Mas nos últimos anos essas melhorias passaram a ficar um pouco mais incrementais. Coloque um iPhone 6S ao lado do primeiro iPhone, e apesar de notar algumas diferenças, verá que é possível reconhecer que ambos foram “recortados” do mesmo molde. Mas tente usar um iPhone original e será uma história completamente diferente – o software foi melhorado a uma taxa exponencial.

Todos os usuários mais ligados em tecnologia, como eu, começaram a questionar se as sucessivas melhorias anuais valem o custo de um novo aparelho. Muitos dos frutos mais “fáceis” de alcançar dos últimos anos – como câmera frontal, flash LCD, tela maior, etc – já foram devidamente colhidos. Isso não quer dizer que a tecnologia está estagnada: os avanços ainda são feitos de maneira constante, e a Apple continua a encontrar maneiras para tornar seus novos iPhones atraentes para os consumidores – talvez apenas não sejam mais compras tão “obrigatórias” quanto os modelos anteriores.

SE quer dizer “small edition”?

Voltando ao suposto iPhone SE. Ele seria lançado fora do ciclo de upgrades, provavelmente incorporando tecnologia do iPhone 6 e talvez com um design menos fino do que a série 6. Também é esperado que não tenha algumas coisas especiais do 6S, como o 3D Touch, e certamente não terá nenhum recurso inédito programado para chegar com os novos iPhones top de linha no segundo semestre.

Mas para os consumidores que a Apple está querendo atrair, isso não importa. Um smartphone menor está na lista de desejo de muita gente. À medida que o mercado amadureceu, o aparelho tornou-se mais e mais uma parte importante das nossas vidas – e isso significa que queremos um celular que se adapte às nossas vidas. E, às vezes, isso significa um produto que caiba em mãos ou bolsos menores.

Então por que não fazer um iPhone menor? Afinal de contas, a Apple não teve vergonha de fazer um modelo maior há alguns anos. E na linha iPad conta com o Mini, o Air e o Pro, com três tamanhos diferentes de telas. Ou seja, pode muito bem fazer o mesmo com os iPhones e deixar a escolha com os consumidores.

A plataforma iPhone

Para mim, o iPhone SE seria uma ação importante da Apple. Isso porque, assim como os modelos maiores Plus, indica que a companhia passou da ideia de que o iPhone seja algo monolítico, do tipo apenas um tamanho para todos. E, apesar de não achar que o iPhone SE vá impulsionar as vendas da Apple para a estratosfera, penso que adiciona outro suporte para apoiar e dar sustentação à plataforma iPhone.

Olhe bem para trás e você verá algo parecido com os Macs. Após o lançamento do Macintosh original em 1984, a empresa continuou a realizar mudanças e lançar modelos melhorados, transformando o computador de um único produto para uma plataforma mais estável.

Na verdade, sabe o nome de alguns dos modelos mais significativos daquela época? Plus e SE. Acho que algumas coisas nunca mudam.

(Fonte: Dan Moren, Macworld / EUA) - 14/03/2016
Artigo: as empresas devem liberar ou proibir o uso do WhatsApp?

Para começar o debate, uso dos mensageiros no ambiente corporativo exige uma norma específica e atualização da Política de Segurança da Informação (PSI)

Como as empresas devem lidar com o uso de aplicativos sociais e de comunicação como WhatsApp, SnapChat, Viber, Voxer, Facebook Messenger, Telegram e Chaton, e tantos outros que surgem a cada dia? Aceitar e permitir? Ou proibir? O que é melhor do ponto de vista técnico? E do ponto de vista jurídico?

Independente da escolha da empresa, os colaboradores estão usando. Então, de qualquer modo, este novo cenário exige regras claras! Isso tem provocado a necessidade de implementação de uma norma específica sobre o tema, bem como atualização da Política de Segurança da Informação (PSI), para que a diretriz não trate apenas da informação e dos dispositivos, mas também do ambiente de aplicativos e nuvem.

Do ponto de vista estratégico, visando mobilidade e competitividade internacional, a TI deve servir ao negócio, logo, a opção de permitir sob certas condições e com requisitos claros de conformidade legal e segurança da informação é o caminho mais sustentável.

A primeira coisa que deve ser feita é definir claramente o escopo desta norma sobre uso de aplicativos sociais como sendo, com referência no ITIL, um conjunto de código e instruções compiladas, executadas ou interpretadas por um Recurso de TIC, hospedadas em um dispositivo ou na nuvem, que é usada para troca rápida de mensagens, conteúdos e informações multimídia.

A partir do momento que a informação que circular no aplicativo for da empresa, a mesma pode determinar qual a regra aplicável.

Portanto, é fundamental haver uma orientação clara sobre questões como: procedimento de backup (para não perder a documentação da comunicação corporativa), nível de segurança aplicável conforme a classificação da informação (ex: se terá que usar codificação, criptografia ou se há restrição para uso deste canal devido ao grau de sigilo e confidencialidade), entre outros.

Uma das alternativas é prever que o uso destes recursos é uma prerrogativa relacionada a alçadas e poderes, ou a função e cargo, ou ainda que depende de uma autorização prévia acompanhada da justificativa do negócio. No entanto, em que pese o desejo de controlar a informação, ela circula entre chefes e subordinados, se o superior tem WhatsApp é muito provável que seu time acabe se comunicando com ele por este ambiente, a pedido dele mesmo, para facilitar a própria gestão.

A maioria dos aplicativos sociais está na nuvem, logo, a norma que trata do uso dos mesmos acaba por também tratar do uso da própria nuvem. Com o crescimento dos tablets pessoais em reuniões de trabalho, é emergencial determinar regras clara sobre a guarda ou transferência de informações através dos repositórios digitais tais como Google Drive, SkyDrive, Dropbox, iCloud, Box e SugarSync.

Para estes casos devemos aplicar a máxima “se não pode vencê-los, junte-se a eles”. Mas isso deve ser feito acompanhado de um trabalho de blindagem legal com documentação formal escrita e de campanha de conscientização de segurança, já que a decisão entre proteger ou tornar público está a cada dia mais na mão do usuário dos dados.

Por último, deve-se sempre reforçar o dever de cautela e sigilo profissional de todo equalquer colaborador, inclusive dos terceirizados. Ademais, deve-se deixar claro que quando o conteúdo tiver algum tipo sigilo legal, seja ele bancário, fiscal, judicial ou de propriedade industrial ou intelectual, deve-se buscar usar um canal mais seguro de comunicação, sempre!

A melhor regra é a que é implementável. Não importa onde está a pessoa, a informação, se no âmbito pessoal, profissional, dentro ou fora da empresa. Por isso, fazendo uma redação simples mas objetiva, consegue-se tratar o tema sem paralizar a operação ou gerar riscos desnecessários para o negócio.

Minha sugestão é atualizar o quanto antes a PSI pois o pior risco é justamente não ter regra definida ainda sobre o assunto. Algo como: “sempre ao compartilhar assuntos de trabalho, em qualquer local, dentro ou fora do ambiente de trabalho, a partir de qualquer tipo de canal, mídia, ferramenta ou tecnologia, o colaborador deve respeitar a ética, a legislação vigente no Brasil e cumprir com seu dever de sigilo profissional, aplicando a melhor técnica disponível na época para garantir a segurança da informação no nível exigido pela classificação da mesma”. E vamos focar no resultado, pois é para isso que usamos tecnologia, para servir ao negócio!

*Patricia Peck Pinheiro é advogada especialista em Direito Digital


(Fonte: Patricia Peck Pinheiro*) - 07/03/2016
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.