Possível smartphone com tela de 4" representaria um passo à frente da empresa para consolidar uma "plataforma iPhone" como fez com Macs nos anos 1980.
De longe, o maior rumor sobre o evento da Apple do dia 21 de março é o tal do iPhone SE. O suposto modelo de 4 polegadas do smartphone marcaria a primeira vez que a empresa voltaria para um celular com uma tela menor.
Mas o iPhone SE é significativo por uma razão maior e mais estratégica. O mercado geral está mudando. Os smartphones estão vendendo bem, sem dúvidas, mas o crescimento desacelerou: sim, foram vendidos cerca de 75 milhões de iPhones no primeiro trimestre de 2016, mas esse número ficou basicamente estável em comparação com mesmo período do ano passado.
Alguns analistas pensam que isso significa “um ápice do iPhone”, uma ideia que talvez não seja tão relevante, a não ser que você seja um investidor. Mas com o mercado de smartphones (e o próprio iPhone) perto de alcançar a marca de uma década de existência, penso que é mais importante destacar que o segmento amadureceu nesses anos todos.
O melhor iPhone da história
Todo ano temos um novo iPhone, e todo ano a Apple diz que esse é o melhor iPhone da história. Isso provavelmente será verdadeiro se você estiver fazendo essa mensuração por meio de especificações e recursos; a equipe de hardware da empresa faz um trabalho e tanto para colocar mais poder e força em cada novo aparelho. Mas nos últimos anos essas melhorias passaram a ficar um pouco mais incrementais. Coloque um iPhone 6S ao lado do primeiro iPhone, e apesar de notar algumas diferenças, verá que é possível reconhecer que ambos foram “recortados” do mesmo molde. Mas tente usar um iPhone original e será uma história completamente diferente – o software foi melhorado a uma taxa exponencial.
Todos os usuários mais ligados em tecnologia, como eu, começaram a questionar se as sucessivas melhorias anuais valem o custo de um novo aparelho. Muitos dos frutos mais “fáceis” de alcançar dos últimos anos – como câmera frontal, flash LCD, tela maior, etc – já foram devidamente colhidos. Isso não quer dizer que a tecnologia está estagnada: os avanços ainda são feitos de maneira constante, e a Apple continua a encontrar maneiras para tornar seus novos iPhones atraentes para os consumidores – talvez apenas não sejam mais compras tão “obrigatórias” quanto os modelos anteriores.
SE quer dizer “small edition”?
Voltando ao suposto iPhone SE. Ele seria lançado fora do ciclo de upgrades, provavelmente incorporando tecnologia do iPhone 6 e talvez com um design menos fino do que a série 6. Também é esperado que não tenha algumas coisas especiais do 6S, como o 3D Touch, e certamente não terá nenhum recurso inédito programado para chegar com os novos iPhones top de linha no segundo semestre.
Mas para os consumidores que a Apple está querendo atrair, isso não importa. Um smartphone menor está na lista de desejo de muita gente. À medida que o mercado amadureceu, o aparelho tornou-se mais e mais uma parte importante das nossas vidas – e isso significa que queremos um celular que se adapte às nossas vidas. E, às vezes, isso significa um produto que caiba em mãos ou bolsos menores.
Então por que não fazer um iPhone menor? Afinal de contas, a Apple não teve vergonha de fazer um modelo maior há alguns anos. E na linha iPad conta com o Mini, o Air e o Pro, com três tamanhos diferentes de telas. Ou seja, pode muito bem fazer o mesmo com os iPhones e deixar a escolha com os consumidores.
A plataforma iPhone
Para mim, o iPhone SE seria uma ação importante da Apple. Isso porque, assim como os modelos maiores Plus, indica que a companhia passou da ideia de que o iPhone seja algo monolítico, do tipo apenas um tamanho para todos. E, apesar de não achar que o iPhone SE vá impulsionar as vendas da Apple para a estratosfera, penso que adiciona outro suporte para apoiar e dar sustentação à plataforma iPhone.
Olhe bem para trás e você verá algo parecido com os Macs. Após o lançamento do Macintosh original em 1984, a empresa continuou a realizar mudanças e lançar modelos melhorados, transformando o computador de um único produto para uma plataforma mais estável.
Na verdade, sabe o nome de alguns dos modelos mais significativos daquela época? Plus e SE. Acho que algumas coisas nunca mudam.
Anunciado na IFA 2015, novo smartphone da Sony já está em pré-venda em redes varejistas do país.
O smartphone top de linha Sony Xperia Z5 Premium vai custar nada menos do que 4.699 reais no Brasil, preço mais alto do que o cobrado pela Apple no país pelos iPhones 6S e 6S Plus.
Anunciado em setembro de 2015, durante a IFA, em Berlim, o Z5 Premium tem como um dos seus principais destaques uma tela 4K de 5,5 polegadas e 2160x3840 pixels.
Resta saber como essa resolução maior vai afetar o dia a dia da bateria, de 3430 mAh, maior do que as de alguns rivais da empresa. No entanto, a bateria não pode ser substituída nem tem suporte para recarga wireless.
Outro recurso do Z5 Premium que chama a atenção é a câmera traseira com sensor de 23MP.
À prova d’água, o Z5 Premium pesa 180 gramas, um pouco mais do que rivais como iPhone 6 Plus e OnePlus 2. Completam as especificações: 3GB de RAM, 32GB de memória flash (expansível via micro SD) – o botão de power na lateral possui um sensor de impressão digital.
Apesar de já estar em pré-venda no Brasil em redes varejistas como Ponto Frio, Casas Bahia e Extra, o Xperia Z5 Premium não possui previsão de entrega em nenhuma dessas lojas.

Para começar o debate, uso dos mensageiros no ambiente corporativo exige uma norma específica e atualização da Política de Segurança da Informação (PSI)
Como as empresas devem lidar com o uso de aplicativos sociais e de comunicação como WhatsApp, SnapChat, Viber, Voxer, Facebook Messenger, Telegram e Chaton, e tantos outros que surgem a cada dia? Aceitar e permitir? Ou proibir? O que é melhor do ponto de vista técnico? E do ponto de vista jurídico?
Independente da escolha da empresa, os colaboradores estão usando. Então, de qualquer modo, este novo cenário exige regras claras! Isso tem provocado a necessidade de implementação de uma norma específica sobre o tema, bem como atualização da Política de Segurança da Informação (PSI), para que a diretriz não trate apenas da informação e dos dispositivos, mas também do ambiente de aplicativos e nuvem.
Do ponto de vista estratégico, visando mobilidade e competitividade internacional, a TI deve servir ao negócio, logo, a opção de permitir sob certas condições e com requisitos claros de conformidade legal e segurança da informação é o caminho mais sustentável.
A primeira coisa que deve ser feita é definir claramente o escopo desta norma sobre uso de aplicativos sociais como sendo, com referência no ITIL, um conjunto de código e instruções compiladas, executadas ou interpretadas por um Recurso de TIC, hospedadas em um dispositivo ou na nuvem, que é usada para troca rápida de mensagens, conteúdos e informações multimídia.
A partir do momento que a informação que circular no aplicativo for da empresa, a mesma pode determinar qual a regra aplicável.
Portanto, é fundamental haver uma orientação clara sobre questões como: procedimento de backup (para não perder a documentação da comunicação corporativa), nível de segurança aplicável conforme a classificação da informação (ex: se terá que usar codificação, criptografia ou se há restrição para uso deste canal devido ao grau de sigilo e confidencialidade), entre outros.
Uma das alternativas é prever que o uso destes recursos é uma prerrogativa relacionada a alçadas e poderes, ou a função e cargo, ou ainda que depende de uma autorização prévia acompanhada da justificativa do negócio. No entanto, em que pese o desejo de controlar a informação, ela circula entre chefes e subordinados, se o superior tem WhatsApp é muito provável que seu time acabe se comunicando com ele por este ambiente, a pedido dele mesmo, para facilitar a própria gestão.
A maioria dos aplicativos sociais está na nuvem, logo, a norma que trata do uso dos mesmos acaba por também tratar do uso da própria nuvem. Com o crescimento dos tablets pessoais em reuniões de trabalho, é emergencial determinar regras clara sobre a guarda ou transferência de informações através dos repositórios digitais tais como Google Drive, SkyDrive, Dropbox, iCloud, Box e SugarSync.
Para estes casos devemos aplicar a máxima “se não pode vencê-los, junte-se a eles”. Mas isso deve ser feito acompanhado de um trabalho de blindagem legal com documentação formal escrita e de campanha de conscientização de segurança, já que a decisão entre proteger ou tornar público está a cada dia mais na mão do usuário dos dados.
Por último, deve-se sempre reforçar o dever de cautela e sigilo profissional de todo equalquer colaborador, inclusive dos terceirizados. Ademais, deve-se deixar claro que quando o conteúdo tiver algum tipo sigilo legal, seja ele bancário, fiscal, judicial ou de propriedade industrial ou intelectual, deve-se buscar usar um canal mais seguro de comunicação, sempre!
A melhor regra é a que é implementável. Não importa onde está a pessoa, a informação, se no âmbito pessoal, profissional, dentro ou fora da empresa. Por isso, fazendo uma redação simples mas objetiva, consegue-se tratar o tema sem paralizar a operação ou gerar riscos desnecessários para o negócio.
Minha sugestão é atualizar o quanto antes a PSI pois o pior risco é justamente não ter regra definida ainda sobre o assunto. Algo como: “sempre ao compartilhar assuntos de trabalho, em qualquer local, dentro ou fora do ambiente de trabalho, a partir de qualquer tipo de canal, mídia, ferramenta ou tecnologia, o colaborador deve respeitar a ética, a legislação vigente no Brasil e cumprir com seu dever de sigilo profissional, aplicando a melhor técnica disponível na época para garantir a segurança da informação no nível exigido pela classificação da mesma”. E vamos focar no resultado, pois é para isso que usamos tecnologia, para servir ao negócio!
*Patricia Peck Pinheiro é advogada especialista em Direito Digital
Fabricante vai lançar suas impressoras com a tecnologia até o final do ano. Foco da companhia é o mercado corporativo, revela CFO.
A HP quer impulsionar a “próxima revolução industrial” e provocar uma mudança na maneira como os produtos são fabricados com suas novas impressoras 3D.
As primeiras impressoras 3D da empresa serão lançadas ainda neste ano, afirmou nesta semana a CFO da HP, Cathie Lesjak, durante o evento Morgan Stanley Technology, Media and Telecom Conference.
A fabricante anunciou suas impressoras 3D pela primeira vez em 2014, e agora está se preparando para o grande lançamento. A HP busca contratar especialistas em materiais, engenheiros mecânicos, gerentes e pessoais de vendas para sua entrada no mercado de impressão 3D.
A HP possui uma rica história no segmento de impressão e está entrando em um mercado de impressão 3D que, nos últimos 20 anos, vem sendo atrapalhadas por problemas de tecnologia e suporte. A companhia quer tornar a impressão 3D mais ágil, barata e rápida para o mercado corporativo.
“Nós não estamos terrivelmente interessados na impressão 3D para os consumidores finais. Estamos interessados na área comercial”, afirmou a executiva.
A tecnologia oferece diversas vantagens para as empresas. Em vez usar várias máquinas para fazer um produto, as companhias poderão usar uma única impressora 3D para fabricar as partes, explica Lesjak.
As empresas poderão diminuir os custos de produção ao fabricarem produtos internamente. Com a habilidade de imprimir partes quando necessários, as companhias não precisarão se preocupar em ficar com excesso de inventário, destaca a CFO.
A Nasa, por exemplo, está criando um motor de foguete usando uma impressora 3D, e empresas já fabricam peças de carros e equipamentos médicos com a tecnologia.
A HP quer fornecer um conjunto completo de ferramentas para levar objetos 3D à vida. Os usuários podem criar e manipular objetos 3D com o inovador desktop Sprout. A HP também quer permitir que os usuários imprimam objetos 3D de mundos virtuais.
A impressora 3D da HP é baseada na chamada tecnologia multi jet, que mistura tecnologia convencional de impressão 3D com novas técnicas e materiais. O processo de impressão 3D envolve fundir materiais com um jato fluido da “cabeça” da impressora. O calor é aplicado para solidificar o objeto 3D, e outros materiais são aplicados para refinar a finalização. O processo é repetido diversas vezes.
A impressora da HP terá suporte para materiais e tintas avançados. O produto também vai usar regras de design e métodos de precisão em produção normalmente aplicados à fabricação de circuitos integrados.

Lançamento é dedicado a desenvolvedores que moram nos Estados Unidos e Canadá. Dispositivo começa a ser entregue no dia 30 de março
Nesta segunda-feira (29), a Microsoft liberou a pré-venda de uma edição especial do seu HoloLens exclusiva para desenvolvedores.
O dispositivo de realidade aumentada sairá por US$ 3 mil e começa a ser entregue no dia 30 de março. No entanto, por enquanto, o HoloLens para desenvolvedores só abrange entregas para aqueles que moram nos Estados Unidos e Canadá e que participam do programa Windows Insider.
A companhia também revelou o kit de desenvolvimento da bateria, que deve rodar por duas a três horas de uso. Outras especificações incluem um processador 32-bit, 2 GB de RAM, 64 GB de armazenamento, quatro câmeras-sensores, uma câmera de profundidade, quatro microfones, um sensor de luz ambiente e outros vários sensores que medem movimento.
O dispositivo também abriga uma câmera de 2 megapixels para foto e vídeo, que permite usuários criarem vídeos que combinam imagens holográficas e do mundo real. Um “botão” Bluetooth para controlar a ação também está dentro do kit para desenvolvedor.
Apesar do kit de desenvolvimento promover aplicativos de terceiros, a Microsoft também está entregando alguns apps de sua própria criação. Isso inclui a versão do Skype para Hololens, um thriller batizado de “Fragments” que exige que você busque por dicas entre seus próprios móveis; o “Young Conker”, que mistura a plataforma de game com hologramas para permitir que o esquilo da Microsoft explore as paredes e os cômodos da sua casa; e um jogo de tiro em primeira pessoa batizado de “RoboRaid”.
Por enquanto, a Microsoft não deu nenhuma informação sobre o lançamento do HoloLens para consumidores.
Por que isso importa
Ao menos que você seja um desenvolvedor de aplicativos com dinheiro para gastar, a visão da Microsoft de um futuro entregue por meio de hologramas está um tanto distante.
Mesmo assim, o lançamento de um kit de desenvolvimento do dispositivo é um grande passo para o HoloLens, que a companhia anunciou há cerca de um ano e que, até o momento, não há nenhum parecido no mercado.
Depois de se manter um tanto sonolenta em relação a revolução proporcionada pelos smartphones, a Microsoft está apostando na realidade virtual como a próxima grande novidade e espera que o HoloLens esteja encabeçando a nova geração da tecnologia.











