Número histórico foi alcançado apenas três meses após rede social registrar 800 milhões de usuários. App ganha códigos similares aos snapcodes, do Snapchat.
O Facebook revelou nesta semana que o seu serviço de mensagens Messenger atingiu a marca histórica de 900 milhões de usuários ativos mensais.
Para comemorar o número expressivo, a rede social está lançando os chamados Messenger Codes, similar aos “snapcodes” do Snapchat.
Com o recurso, é possível iniciar uma conversa ao escanear o código em questão. A partir de agora, todas as contas do Messenger terão nomes de usuário e links personalizados para serem compartilhados online.
Como aponta o USA Today, esse é um momento crítico para o serviço de mensagens do Facebook, que atingiu a marca de 900 milhões de usuários apenas três meses após chegar aos 800 milhões.
O WhatsApp, que também é do Facebook, chegou aos 900 milhões de usuários em fevereiro deste ano.

Batizado de Miitomo, game é uma espécie de game com rede social. Sucesso do app fez com que ações da Nintendo subissem 8% no Japão
Menos de um dia após a Nintendo disponibilizar o seu primeiro jogo para smartphones, o “Miitomo”, fora do Japão, a companhia já contabiliza mais de 3 milhões de downloads. O gane também ficou no topo da lista de apps mais baixados na App Store nos Estados Unidos.
O game combina recursos de rede social, onde seus jogadores são representados por avatares Mii para conversar um com os outros. O game é gratuito para jogar, porém usuários precisam comprar roupas e outros recursos para seus personagens.
O Miitomo foi lançado primeiro no Japão no início de março, quando a companhia contabilizou 1 milhão de downloads em apenas três dias. Segundo o The Verge, o sucesso do app fez com que as ações da Nintendo subissem 8% no Japão.
Trata-se do primeiro game de uma série de cinco que a Nintendo pretende lançar para smartphones. A Nintendo ainda não revelou planos de lançar o aplicativo no Brasil.

Experiments I/O Challenge irá premiar três projetos que proponham as soluções inovadoras criadas a partir de ferramentas do Android
O Google abriu inscrições para um concurso que dará, como prêmio, uma viagem - com passagens pagas e ajuda de custo de US$ 5 mil - para a edição 2016 da conferência de desenvolvedores I/O.
O Android Experiments I/O Challenge irá premiar três projetos que proponham as soluções mais inovadoras criadas a partir das ferramentas exclusivas do Android.
O concurso tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções em “terrenos ainda não explorados no universo do sistema operacional”, afirma a provedora. Os vencedores terão seus trabalhos apresentados na conferência.
Todos os projetos enviados para o concurso precisam ser desenvolvidos em código aberto. O Google considera uma boa ideia aquela que utiliza os recursos do Android de forma inovadora.
Os critérios avaliados contemplam o uso criativo das funcionalidades do sistema operacional móvel, esforços que explorem a forma de interação com os dispositivos, projetos de estética visual e iniciativas open source que inspirem outros desenvolvedores.
As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas até o dia 13 de abril através de um formulário on-line. O Google I/O 2016 acontecerá de 18 a 20 de maio em Mountain View (EUA).
Investimento do cofundador da companhia será direcionado para centros de pesquisas, incluindo Stanford e pesquisadores individuais
O cofundador da Microsoft, Paul G. Allen, doou US$ 100 milhões para o lançamento do “Paul G. Allen Frontiers Group”, um novo programa que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento da ciência por meio de incentivos a centros e pesquisas individuais. As informações são do site The Verge.
Até então, o grupo já conta com dois centros, um deles na Stanford University e outro na Tufts University. Ambos receberão US$ 10 milhões nos próximos quatro anos, com a possibilidade de receberem mais US$ 20 milhões nos quatro anos seguintes.
Um grupo de pesquisadores da Stanford usará modelos computacionais para estudar dezenas de milhares de células para interagir com os efeitos da Salmonela nas células do sangue. Já pesquisadores da Tufts University, em Massachusetts, irão estudar os sinais biológicos que controlam o formato do tecido, e como esse conhecimento pode ser usado para o cultivo de tecido e a contenção de tumores.
Quatro cientistas também receberão US$ 1,5 milhão cada nos próximos três anos, para seguir com pesquisa experimental.
Como o The Verge lembra, Allen tem investido em várias áreas, tecnologia, imóveis, mídia e times de Seattle, sede da Microsoft. E não é a primeira iniciativa de Allen para impulsionar a ciência. Em 2003, ele havia fundado o "Allen Institute for Brain Science", com o objetivo de mapear o cérebro humano.
*Crédito Imagem: Paul G Allen Foundation
Segundo a Kaspersky, cibercriminosos brasileiros estão usando arquivos PDF e PNG anexos para burlar sistemas antispam e infectar usuários.
Os cibercriminosos brasileiros estão usando arquivos PDF e de imagem (PNG) para espalhar malware entre os internautas do país, de acordo com informações da Kaspersky Lab.
Segundo a empresa de segurança, esse tipo de ataque que usa phishing em PDF apareceu há alguns meses nos Estados Unidos.
O golpe em questão funciona da seguinte forma: o criminoso envia um e-mail de phishing tradicional avisando a vítima sobre uma suposta entrega juntamente com um código de rastreamento. A diferença em relação a ataques tradicionais do tipo é que aqui o link malicioso está presente no PDF anexado à mensagem, o que permite burlar os sistemas antispam que não identificam links em documentos anexos.
Ao clicar no link, o usuário é direcionado para fazer o download de um arquivo JAR malicioso, com malware.
A Kaspersky também descobriu recentemente o uso de arquivos PNG, um dos formatos de imagem mais usados, como “esconderijo” para arquivos maliciosos. Essa é a primeira vez que os cibercriminosos brasileiros usam a extensão em questão para esconder malware.
“É preciso que o usuário esteja sempre atento a e-mails desconhecidos, principalmente os que contêm links e arquivos anexos. Pois com esta técnica, os criminosos conseguem ocultar com sucesso seus malware em simples arquivos de imagem PNG – o que dificulta o trabalho de análise por parte das empresas de antimalware e burla os mecanismos de verificação automática dos serviços de hospedagem”, destaca o analista de segurança da Kaspersky Lab, Thiago Marques.










