Experiments I/O Challenge irá premiar três projetos que proponham as soluções inovadoras criadas a partir de ferramentas do Android
O Google abriu inscrições para um concurso que dará, como prêmio, uma viagem - com passagens pagas e ajuda de custo de US$ 5 mil - para a edição 2016 da conferência de desenvolvedores I/O.
O Android Experiments I/O Challenge irá premiar três projetos que proponham as soluções mais inovadoras criadas a partir das ferramentas exclusivas do Android.
O concurso tem como objetivo estimular o desenvolvimento de soluções em “terrenos ainda não explorados no universo do sistema operacional”, afirma a provedora. Os vencedores terão seus trabalhos apresentados na conferência.
Todos os projetos enviados para o concurso precisam ser desenvolvidos em código aberto. O Google considera uma boa ideia aquela que utiliza os recursos do Android de forma inovadora.
Os critérios avaliados contemplam o uso criativo das funcionalidades do sistema operacional móvel, esforços que explorem a forma de interação com os dispositivos, projetos de estética visual e iniciativas open source que inspirem outros desenvolvedores.
As inscrições já estão abertas e devem ser realizadas até o dia 13 de abril através de um formulário on-line. O Google I/O 2016 acontecerá de 18 a 20 de maio em Mountain View (EUA).
Investimento do cofundador da companhia será direcionado para centros de pesquisas, incluindo Stanford e pesquisadores individuais
O cofundador da Microsoft, Paul G. Allen, doou US$ 100 milhões para o lançamento do “Paul G. Allen Frontiers Group”, um novo programa que tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento da ciência por meio de incentivos a centros e pesquisas individuais. As informações são do site The Verge.
Até então, o grupo já conta com dois centros, um deles na Stanford University e outro na Tufts University. Ambos receberão US$ 10 milhões nos próximos quatro anos, com a possibilidade de receberem mais US$ 20 milhões nos quatro anos seguintes.
Um grupo de pesquisadores da Stanford usará modelos computacionais para estudar dezenas de milhares de células para interagir com os efeitos da Salmonela nas células do sangue. Já pesquisadores da Tufts University, em Massachusetts, irão estudar os sinais biológicos que controlam o formato do tecido, e como esse conhecimento pode ser usado para o cultivo de tecido e a contenção de tumores.
Quatro cientistas também receberão US$ 1,5 milhão cada nos próximos três anos, para seguir com pesquisa experimental.
Como o The Verge lembra, Allen tem investido em várias áreas, tecnologia, imóveis, mídia e times de Seattle, sede da Microsoft. E não é a primeira iniciativa de Allen para impulsionar a ciência. Em 2003, ele havia fundado o "Allen Institute for Brain Science", com o objetivo de mapear o cérebro humano.
*Crédito Imagem: Paul G Allen Foundation
Segundo a Kaspersky, cibercriminosos brasileiros estão usando arquivos PDF e PNG anexos para burlar sistemas antispam e infectar usuários.
Os cibercriminosos brasileiros estão usando arquivos PDF e de imagem (PNG) para espalhar malware entre os internautas do país, de acordo com informações da Kaspersky Lab.
Segundo a empresa de segurança, esse tipo de ataque que usa phishing em PDF apareceu há alguns meses nos Estados Unidos.
O golpe em questão funciona da seguinte forma: o criminoso envia um e-mail de phishing tradicional avisando a vítima sobre uma suposta entrega juntamente com um código de rastreamento. A diferença em relação a ataques tradicionais do tipo é que aqui o link malicioso está presente no PDF anexado à mensagem, o que permite burlar os sistemas antispam que não identificam links em documentos anexos.
Ao clicar no link, o usuário é direcionado para fazer o download de um arquivo JAR malicioso, com malware.
A Kaspersky também descobriu recentemente o uso de arquivos PNG, um dos formatos de imagem mais usados, como “esconderijo” para arquivos maliciosos. Essa é a primeira vez que os cibercriminosos brasileiros usam a extensão em questão para esconder malware.
“É preciso que o usuário esteja sempre atento a e-mails desconhecidos, principalmente os que contêm links e arquivos anexos. Pois com esta técnica, os criminosos conseguem ocultar com sucesso seus malware em simples arquivos de imagem PNG – o que dificulta o trabalho de análise por parte das empresas de antimalware e burla os mecanismos de verificação automática dos serviços de hospedagem”, destaca o analista de segurança da Kaspersky Lab, Thiago Marques.
Objetivo do novo mecanismo SMTP STS é garantir que o tráfego criptografado de e-mails não fique vulnerável a ataques man-in-the-middle.
Os engenheiros de alguns dos maiores provedores de e-mail do mundo se juntaram para a melhorar a segurança do tráfego de e-mails pela Internet.
Projetado por engenheiros do Google, Microsoft, Yahoo, Comcast, LinkedIn e 1&1 Mail & Media Development & Technology, o SMTP Strict Transport Security é um novo mecanismo que permite aos provedores de e-mail definir políticas e regras para estabelecer comunicações criptografadas via e-mails.
O novo mecanismo foi definido em um rascunho que foi publicado no final da última semana para consideração como um padrão Internet Engineering Task Force (IETF).
O Simple Mail Transfer Protocol (SMTP), que é usado para transferir mensagens entre clientes de e-mail e servidores, assim como de um provedor para outro, data de 1982 e não foi criado com opções de criptografia.
Por essa razão, em 2002, uma extensão chamada STARTTLS foi adicionada ao protocolo como uma maneira para incluir TLS (Transport Layer Security) com conexões SMTP. Infelizmente, na década seguinte, a extensão não foi amplamente adotada, e o tráfego de e-mail trocada entre servidores permaneceu em grande parte sem criptografia.
Isso mudou após 2013, quando o ex-funcionário da NSA, Edward Snowden, vazou documentos secretos que revelavam um enorme esquema de espionagem pela Internet realizado por agências de segurança dos EUA, Reino Unido e outros países.
Em maio de 2014, o Facebook, que envia bilhões de e-mails de notificações para seus usuários diariamente, fez um teste e descobriu que 58% desses e-mails passavam por uma conexão criptografada com a STARTTLS. Um pouco depois, em agosto daquele ano, a taxa tinha subido para 95%.
No entanto, há um problema. Ao contrário do HTTPS, a STARTTLS permite o que é conhecido como criptografia oportunista. A extensão não valida os certificados digitais apresentados pelos servidores de e-mails, sob a presunção de que, mesmo que a identidade de um servidores não possa ser verificada, criptografar o tráfego ainda é melhor do que nada.
Isso significa que as conexões STARTTLS são vulneráveis a ataques “man-in-the-middle”, em que um hacker em posição de interceptar o tráfego poderia apresentar o autor do e-mail com qualquer certificado, mesmo um com “meia assinatura”, e será aceito, permitindo que o tráfego seja “descriptografado”. Além disso, as conexões são vulneráveis aos chamados ataques de downgrade de criptografia, em que a criptografia é simplesmente removida.
O novo padrão proposto SMTP Strict Transport Security (SMTP STS) resolve esses dois problemas. Em primeiro lugar, dá aos provedores de e-mail os meios para informar aos clientes conectados que o TLS está disponível e deve ser usado. Também diz para eles como o certificado apresentado deve ser validado e o que deve acontecer se uma conexão TLS não puder ser negociada com segurança.
Essas políticas do SMTP STS são definidas por meio de registros especiais de DNS adicionados ao nome de domínio do servidor do e-mail. O protocolo fornece mecanismos para os clientes validarem automaticamente essas políticas e informar quaisquer falhas.
Além do dispositivo, médicos têm usado "bengala a laser" para complementar tratamento que visa melhorar resposta neurológica de pacientes
Cerca de seis milhões de pessoas convivem com a Doença de Parkinson em todo mundo e a prevalência da doença deve dobrar, em 20 anos, devido ao envelhecimento da população, segundo a Organização Mundial de Saúde.
Ao mesmo tempo que tentam encontrar uma cura, pesquisadores se debruçam para desenvolver tecnologias que possam aumentar a qualidade de vida de pacientes com Parkinson.
No Brasil, duas novas tecnologias, comercializadas pela importadora Delta Medical, se propõem a isso. A primeira delas, o “Andador Virtual GaitAid” usa realidade virtual aumentada para melhorar a autonomia de pacientes.
Os óculos ajudam o observador a andar e estabilizar seu movimento. Basicamente, eles simulam um caminho virtual que coordena e ritma a passada, desencadeando uma resposta neurológica.
A terapia feita com o uso do dispositivo conseguiria reestruturar o cérebro para contornar as áreas danificadas pela doença de Parkinson, e outros distúrbios do movimento.
"Facilitar o dia a dia dos pacientes é fundamental, pois estamos longe da cura definitiva", afirma o neurocirurgião do Instituto de Psiquiatria do Departamento de Neurologia da Faculdade de Medicina da USP, e um dos maiores especialistas no tema, Erich Fonoff. Um artigo sobre o estudo feito no HC foi publicado no International Archives of Medicine.
Outra tecnologia é a bengala “LaserCane”, indicada também para diversos doenças neurológicas que afetam a marcha. A ferramenta permite, através de uma linha vermelha projetada no chão, que o paciente dê passos mais longos.
Segundo Carolina Souza, fisioterapeuta do Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da USP, a pista visual incentiva o paciente a interromper os episódios de congelamento, aumentando, assim, o comprimento das passadas.












