Notícias na Santa Ifigênia

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Vendas de aparelhos de realidade virtual estão prestes a disparar

De acordo com a consultoria IDC, aparelhos de VR vão subir de 350 mil para 9,6 milhões de unidades comercializadas em 2016.

As vendas de aparelhos de realidade virtual (VR) vão começar a “disparar” neste ano e continuarão subindo até 2020, afirma a consultoria de mercado IDC.

Segundo a empresa, devem ser vendidos 9,6 milhões de aparelhos VR em 2016. Um aumento e tanto em relação às 350 mil unidades comercializadas em 2015, sendo que a maioria era composto por kits para desenvolvedores.

Apesar de impressionar, esse crescimento não é nenhuma surpresa. Isso porque vários aparelhos do segmento foram lançados recentemente, incluindo Oculus Rift, HTC Vive, Samsung Gear VR e Microsoft HoloLens Development Edition VR headset.

Mas essas vendas vão continuar subindo até 2020, quando a IDC prevê que serão comercializadas 64,8 milhões de unidades. Com isso, o setor registraria uma taxa de crescimento anual de 183,8%.

Enquanto isso, as vendas de aparelhos de realidade aumentada (AR) vão crescer de 400 mil em 2016 para 45,6 milhões em 2020, aponta a IDC. Os aparelhos de AR são mais difíceis de serem de produzidos do que os VR, o que significa que chegarão mais lentamente ao mercado, afirma a consultoria.

Categorias

No início deste ano, a Gartner previu a venda de 1,4 milhão de aparelhos AR e VR em 2016. A IDC, por sua vez, divide os aparelhos de VR e AR em três categorias:

-Visualizadores sem telas que usam telas de smartphones para criar uma experiência VR ou AR, como o Samsung Gear VR

-Telas HMDs (head mounted displays) tethered que usam outro aparelho como um PC, smartphone ou videogame para impulsionar uma tela. Um exemplo é o Oculus Rift

- E HMDs separados que integram processamento na própria tela usada na cabeça pela pessoa, como o Microsoft HoloLens

Mais de dois milhões de HMDs tethered serão vendidas em 2016, aponta a IDC. No total, as vendas de aparelhos de VR e AR vão gerar cerca de 2,3 bilhões de dólares em receita neste ano, de acordo com a IDC.


(Fonte: PC World / EUA) - 25/04/2016
MIT cria algoritmo que ajuda robôs a navegarem entre obstáculos móveis

Algoritmo inclui a informação do horário como quarta dimensão ao mapear objetos em movimento na rota de robôs

Uma coisa é evitar que robôs batam em obstáculos fixos como paredes ou móveis, mas prevenir colisões com outros objetos em movimento é um desafio muito maior. Mas um novo algoritmo do MIT deve resolver esta equação.

Nessa quinta-feira (24), pesquisadores do instituto anunciaram um algoritmo que ajuda robôs a evitarem constrangedores embates com objetos que se movem, incluindo outros robôs.

Planejar algoritmos para equipes de robôs pode ser centralizado, onde cada computador toma decisões para a equipe inteira ou descentralizado, onde cada robô faz suas próprias decisões. A última abordagem é muito melhor em termo de incorporar observações de localizações, mas também é muito mais desafiante, desde que cada robô essencialmente precisa adivinhar o que outros estão fazendo.

O novo algoritmo do MIT assume uma abordagem descentralizada e fatores que não apenas obstáculos fixos como aqueles que estão sob movimento. Cada robô usa suas próprias observações para medir uma região livre de obstáculos em seu contexto imediato. Depois, ele passa tal mapa para seus vizinhos mais próximos. Quando um robô recebe um mapa de um vizinho, ele calcula a intersecção do mapa com o seu próprio e, na sequência, o passa para seus pares.

Uma vez que cada robô se comunica apenas com seus vizinhos mais próximos, a taxa de banda exigida para comunicação é reduzida significativamente, particularmente quando há muitos robôs. E cada robô acaba com um mapa que reflete todos os obstáculos detectados pela equipe inteira.

O algoritmo leva em consideração obstáculos em movimento ao incluir o horário como uma quarta dimensão no mapeamento. Com essa dimensão inclusa, ele descreve como um mapa tridimensional deveria mudar para acomodar a mudança da localização do obstáculo em um intervalo de segundos.

Em simulações com drones, o algoritmo obteve o mesmo plano de voo que uma versão centralizada, mas permitiu pequenas variações a medida que eram exigidas.

“É um resultado realmente excitante, por que combina muitos objetivos desafiadores”, disse Daniela Rus, professora no Departamento de Engenharia Elétrica e Ciências da Computação do MIT e diretora do Laboratório de Ciências da Computação e Inteligência Artificial.

“O grupo de robôs tem um objetivo local, que é se manter em formação e um objetivo global, que é onde eles querem ir ou a trajetória da qual precisam seguir”, explicou Daniela. “Você permite que eles operem em um mundo com obstáculos estáticos, mas também obstáculos inesperadamente dinâmicos e você tem uma garantia de que eles manterão seus objetivos locais e globais.

Cada robô atualiza seu mapa diversas vezes por segundo, calculando a trajetória que maximizará tanto os objetivos locais e globais.

Para similar ambientes onde humanos e robôs trabalham juntos, os pesquisadores também estão testando uma versão de seu algoritmo em robôs equipados com rodas cujo objetivo é transportar coletivamente um objeto ao longo de uma sala onde humanos também estão se movimentando.

Os pesquisadores apresentarão seu algoritmo no próximo mês durante a Conferência Internacional em Robótica e Automação que acontece em maio em Estocolmo, Suécia.

(Fonte: Katherine Noyes, IDG News Service) - 25/04/2016
Nova ferramenta do MIT descobre bugs de web apps em apenas 1 minuto

Chamada de Space, ferramenta do instituto leva no máximo 64 segundos para analisar cada programa.

Descobrir bugs em aplicativos web é um desafio cada vez maior, mas uma nova ferramenta do MIT explora algumas indisiocrassias do framework de programação Ruby on Rails para descobrir novas falhas rapidamente.

Em testes com 50 aplicativos web populares escritos com Ruby on Rails, o sistema descobriu 23 falhas de segurança até então desconhecidas, e não levou mais do que 64 segundos para analisar cada programa.

O Ruby on Rails se diferencia de outros frameworks porque define mesmo as suas operações mais básicas em bibliotecas. Os pesquisadores do MIT se aproveitaram desse fato ao reescrever essas bibliotecas para que as operações definidas nas bibliotecas descrevam os seus próprios comportamentos em uma linguagem lógica.

Isso transforma o “tradutor” do Rails, que converte programas Rails de alto nível em códigos que podem ser lidos pela máquina, em uma ferramenta de análise estatística que descreve como os dados fluem pelo programa. O resultado é que rodar um programa Rails pelo tradutor produz uma descrição formal, linha por linha, sobre como o programa lida com dados.

Chamada de Space, a nova ferramenta do MIT foca em um programa de procedimentos de acesso a dados usando um modelo lógico simples que descreve quais operações um usuário pode realizar em quais dados e sob quais circunstâncias. A partir das descrições geradas pelas bibliotecas hackeadas, o Space consegue determinar automaticamente se o programa segue esses modelos; caso não, provavelmente há uma falha de segurança.

Os pesquisadores do MIT vão apresentar os seus resultados sobre a novidade no próximo mês durante o evento International Conference on Software Engineering.


(Fonte: PC World / EUA) - 18/04/2016
IBM Brasil firma parceria com UFMG para pesquisa em nanotecnologia

Entre os objetivos da parceria está a investigação de novos materiais para desenvolvimento de futuras aplicações na área de óleo e gás

Nessa sexta-feira (15), a IBM Brasil anunciou um convênio de cooperação entre seu Laboratório de Pesquisa e o Laboratório de Nanoespectroscopia da Universidade Federal de Minas Gerais (LabNS/UFMG) para estudo de nanociência e nanotecnologia no País.

A parceria tem como objetivo investigar novos materiais, conceitos de dispositivos e métodos de medição em nanoescala para desenvolvimento científico e tecnológico de futuras aplicações industriais em recursos naturais, especialmente, na área de óleo e gás.

Segundo a IBM, a companhia tem trabalhado em estudos de nanociência e nanotecnologia e modelos computacionais focados na interação de materiais líquidos e sólidos no segmento petroleiro nos últimos três anos.

O foco é usar a nanotecnologia para ajudar a indústria a extrair mais óleo das rochas nos poços de petróleo.

Com o acordo, tal conhecimento será unido à experiência em instrumentação científica do LabNS para construção de equipamentos e métodos que viabilizem a aplicação da pesquisa no mercado.

Apesar do segmento de óleo e gás ser o primeiro a ser beneficiado pelo projeto, o acordo permite adicionar novos programas técnicos e, no futuro, incluir outras áreas de pesquisa, como biotecnologia e saúde, informou a IBM Brasil.

(Fonte: Da Redação) - 18/04/2016
Galaxy para Sempre: Samsung quer que você troque de celular todo ano

Empresa sul-coreana lança em abril no país um programa de compra programada e seguro. Galaxy S7 e A5 são os únicos contemplados no início.

A Samsung anunciou na última semana um programa especial que promete ajudar os consumidores brasileiros a trocarem de smartphone a cada 12 meses.

Chamado de Galaxy para Sempre, o serviço se assemelha a iniciativas como o Claro Up e um consórcio da iPlace, especializada em aparelhos da Apple, e é focado nos aparelhos da linha Galaxy, como sugere o nome.

Inicialmente, o programa contempla apenas o recém-apresentado Galaxy S7 (nada de S7 Edge por enquanto) e o Galaxy A5 (modelo 2016), lançado em janeiro. A novidade estará disponível a partir de abril em todas as Samsung Stores do Brasil, aponta a empresa.

O Galaxy para Sempre é realizado por meio de uma parceria da Samsung com a Zurich Seguros, que também permite ao usuário garantir a proteção do seu smartphone contra roubo, furto qualificado e acidentes.

O contrato inicial tem duração de 12 meses com parcelas entre 139 reais (Galaxy A5) e 149 reais (Galaxy S7). Como o programa vai começar a valer agora em abril, o usuário precisará comprar o A5 ou o S7, pagar as 12 parcelas mensais citadas acima e fazer uso do programa para trocar de smartphone apenas daqui um ano. Até lá, o efeito imediato dos pagamentos será o de garantir o seguro da Zurich contra roubos e danos acidentais ao seu celular.

Após pagar essas 12 parcelas, o consumidor vai entregar o seu smartphone usado, que será avaliado e “comprado” pela Samsung. Esse valor será então revertido e adicionado ao que o usuário já acumulou neste período pelo Galaxy Para Sempre.

(Fonte: Luiz Mazetto) - 11/04/2016
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.