Vendas de iPhones cresceram ligeiramente nas festas de 2015, impulsionadas pelos novos modelos 6S e 6S Plus. iPad despencaram 21% e Macs escorregaram.
A Apple acaba de revelar seus resultados financeiros para o quarto trimestre de 2015, encerrado em 26 de dezembro, e, como esperado, a empresa registrou números incríveis: 18,4 bilhões de dólares em lucro e 75,9 bilhões de dólares em receita.
Para conseguir esses valores, a empresa vendeu 74,8 milhões de iPhones, um pouco menos do que os 75 milhões de unidades esperadas com os novos iPhone 6S e 6S Plus, mas nada para abalar ninguém.
Com isso, o primeiro trimestre deste ano fiscal da Apple é o mais lucrativo da história. Entre todas as empresas.
Mas é bom lembrar que: as vendas de iPhones não vão continuar subindo para sempre. Apesar de ainda estarem crescendo, a taxa é um pouco menor do que antes, tendo subido de 74,5 milhões de unidades para 74,8 milhões de unidades na comparação ano a ano.
Além disso, a Apple prevê que sua receita no atual trimestre vai cair na comparação com o mesmo período do ano passado, indo de 58 bilhões de dólares no segundo trimestre fiscal da temporada anterior para algo entre 50 bilhões e 53 bilhões de dólares quando acabar o trimestre que se encerra em março.
Como esperado, o iPad patinou feio no final do ano. A empresa vendeu “apenas” 16,1 milhões de tablets, 21% a menso do que as 21,4 milhões de unidades comercializadas no mesmo período do ano passado – e esse número atual inclui até as vendas iniciais do recém-lançado iPad Pro.
O Mac também escorregou, mas bem menos, caindo de 5,5 milhões de unidades para 5,3 milhões de computadores vendidos nestre trimestre.

Após sucesso no mercado corporativo, fabricante Silent Circle apresentou suas novas ofertas de software e hardware para o ano durante o MWC 2015.
A fabricante Silent Circle está voltando suas atenções para os clientes corporativos com um novo conjunto de hardware e software planejados para 2015.
A empresa suíça planeja lançar um novo smartphone e um novo tablet juntamente com um aplicativo de mensagens para empresas enquanto busca aproveitar uma consciência cada vez maior sobre segurança e privacidade nas empresas.
A Silent Circle, inclusive, cita diversos ataques recentes, como o realizado contra a Sony no fim de 2014, como razão suficiente para as companhias adotarem sua plataforma de comunicação criptografada.
“Nuncas antes as empresas foram tão atacadas quanto hoje em dia por suas propriedades intelectuais”, afirmou o cofundador da Silent Circle, Mike Janke, durante uma conferência de imprensa realizada no Mobile World Congress, em Barcelona.
A base da oferta são dois novos aparelho de hardware.
O Blackphone 2 estará disponível em julho e custará basicamente o mesmo do modelo anterior, que saía 629 dólares. Com um processador de oito núcleos e 32GB de memória, o aparelho tem uma tela de 5,5 polegadas e entrada para cartão MicroSD, rodando o sistema da empresa chamado PrivaOS.
O tablet Blackphone+ chega no segundo semestre e tem uma tela de 7 polegadas e processador Qualcomm. Foram revelados poucos detalhes do aparelho e a fabricante não informou o preço.
Os aparelhos serão acompanhados pelo Silence Meeting, um novo sistema seguro para conferências. O sistema vai assegurar que apenas participantes autorizados possam acessar as ligações e todas as comunicações são privadas e criptografadas. O Silent Meeting se une aos softwares criptografados de contatos e mensagens de texto como o terceiro aplicativo em sua linha de aplicações.
Pelo lado dos serviços, a empresa vai oferecer uma loja de apps focada em privacidade com aplicativos.
O plano atual da Silent Circle custa 13 dólares por mês para 100 minutos de ligação para 120 países ou 40 dólares mensais por 1 mil minutos.
A Silent Circle diz ter tido um sucesso inesperado no mercado corporativo com o seu primeiro aparelho, o Blackphone. Dos 750 milhões de dólares que registrou em vendas do dispositivo e serviços associados, cerca de 75% vieram de usuários de empresas.
As empresas costumavam confiar nos produtos da Blackberry para mensagens seguras, mas à medida que a fabricante entra em decadência, a Silent Circle espera tomar esse lugar.
Mas ainda falta um pedaço importantíssimo das comunicações corporativas: o e-mail.
Janke afirma que a Silent Circle vem trabalhando em um sistema de e-mail criptografado peer-to-peer, mas que ainda está em desenvolvimento.
“Nós temos isso e vamos lançá-lo”, disse, sem revelar a data de lançamento da plataforma.
Plataforma de visão computacional poderia ser usada em diversos dispositivos que precisam de recursos sofisticados em visualização e localização
O Google quer estender sua plataforma de visão computacional Projeto Tango além de telefones e tablets para robôs, drones e outros dispositivos.
“Há um grande potencial aí”, disse Eitan Marder-Eppstein, que lidera a equipe de desenvolvimento, relações e engenharia para o Projeto Tango no Google, durante um discurso no Ubiquity Developer Summit, que acontece essa semana em São Francisco.
Isso significa que dispositivos podem adquirir uma grande riqueza de informações sobre localizações e objetos com o Projeto Tango, que é uma plataforma hardware e software. Smartphones e tablets conseguem medir distâncias, reconhecer itens, criar modelos de objetos 3D, e localizações em mapas. Informações relevantes são mostradas em tempo real na tela.
Há um grande interesse no Projeto Tango por empresas que fabricam quadrotores, que são drones com quatro rotores, disse Marder-Eppstein. O Projeto Tango poderia ser usado em dispositivos focados em visualização e localização.
“Nós estamos focando no setor de smartphones para abaixar o custo de sensores e tornar a tecnologia mais ubíqua”, disse Marder-Epstein.
O Projeto Tango ganhou impulso na última semana durante a CES. A Lenovo e Google anunciaram um smartphone com base no Projeto Tango, que começará a ser vendido mundialmente no meio desse ano com valor abaixo dos US$ 500. já a Intel anunciou um smartphone com câmera RealSense 3D que também suporta o kit de desenvolvimento de software RealSense. Os dispositivos usam câmeras especiais e sensores.
De muitas formas, o Tango melhora muitas das habilidades fundamentais que já existem em smartphones. O Projeto permite que um dispositivo móvel não só mapeie espaços interiores - descobrir onde os andares, paredes, tetos e móveis estão -, mas também conhecer a localização do dispositivo dentro desse espaço e sua orientação.
Pense no Tango como uma plataforma que transforma um smartphone tanto em um dispositivo Kinect quanto num controle remoto Wii, ambos trabalhando ao mesmo tempo. (Isso sugere imediatamente o uso de seu próprio smartphone como um periférico universal para jogos de vídeo console.)
A gama de aplicações do Tango é de tirar o fôlego. Para começar, ele possibilita a mistura de realidade mista e realidade virtual via Google Cardboard. Imagine um jogo de VR onde as paredes do castelo ou árvores de uma floresta são, na verdade, as paredes da sua casa e móveis. Então, andando ao redor de objetos virtuais significa que você anda em torno de objetos reais.
Você pode verificar a forma como um móvel ficaria em sua casa antes de comprá-lo. Você também pode imaginar um aplicativo para fotos que utiliza a percepção de profundidade do Tango e medição de distância para simular profundidade de campo ao tirar fotos.
Testes do Projeto Tango já acontecem em lojas onde usuários conseguem direções dentro delas.
“Nós realmente pensamos que experiências baseadas em localização e navegação são um dos pilares que exploraremos para essa tecnologia”, disse Marder-Epstein.

Cientistas desenvolveram bateria flexível que usa princípios eletroquímicos e pequenos movimentos de flexão para gerar energia
Os dispositivos vestíveis de hoje são com maior frequência usados para monitorar exercícios, mas e se as mesmas ações servissem para alimentar tais dispositivos? Isso pode ser possível em breve graças a uma nova pesquisa do MIT.
Baterias têm sido um fator limitante em wearables e outros dispositivos móveis, mas pesquisadores do MIT anunciaram nessa semana que eles descobriram uma nova forma de tornar pequenos movimentos de flexão em energia.
Especificamente, a tecnologia usa duas folhas finas de ligas de lítio como eletrodos com uma camada de polímero poroso embebido com eletrólito líquido entre elas. Quando dobrado mesmo ligeiramente, o composto em camadas produz uma tensão, um neutralizador e uma corrente elétrica no circuito externo entre os dois eletrodos, que pode ser então usada para alimentar outros dispositivos.
Um pequeno peso anexo a uma das pontas poderia levar o metal a se dobrar como resultado de um movimento comum, como quando amarrado a um braço ou a uma perna, por exemplo.
Outros pesquisadores já tentaram aproveitar a energia gerada em pequenos movimentos, mas até então tais tentativas tomavam outras abordagens, indicaram os cientistas do MIT.
A maioria delas é baseada no chamado efeito triboelétrico – essencialmente fricção, como quando você fricciona um pedaço de lã contra um balão – ou ainda o efeito piezoelétrico, usando cristais que produzem uma pequena voltagem quando dobrados ou comprimidos.
Tais abordagens mais tradicionais contam com “alta impedância elétrica e rigidez e pode ser um tanto cara”, disse Ju Li, professor do Nuclear Science and Engineering no MIT.
Ao usar princípios eletroquímicos, a nova tecnologia é capaz de obter energia a um alcance mais amplo a partir de movimentos naturais e atividades, disse o MIT, incluindo movimentos típicos como caminhadas ou exercícios físicos.
Tais dispositivos poderiam não apenas ser produzidos em larga escala, mas também seriam flexíveis, tornando-os mais compatíveis com a tecnologia wearable.
Testes provaram que a tecnologia é altamente estável, mantendo sua performando depois de 1.500 ciclos, disse Li.
Outras aplicações em potencial incluem dispositivos biomédicos ou sensores incorporados em estradas ou pontes e até mesmo em pistas de skate, sugeriram os pesquisadores. O trabalho foi descrito em um artigo publicado nessa quarta-feira na Natures Communications.
CEO Elon Musk anunciou novo sistema Summon, que promete estacionar o carro automaticamente ou levá-lo até seu dono apenas por um toque no controle.
O CEO da Tesla, Elon Musk, fez previsões bastante otimistas para os carros autônomos da empresa no final de semana. Em uma coletiva para a imprensa, o executivo disse que espera que os carros totalmente autônomos da empresa estejam prontos daqui dois anos.
Ele também notou que a tecnologia Summon, que promete estacionar o carro automaticamente ou levá-lo até seu dono apenas por um toque no controle, é apenas um passo de bebê para esse objetivo.
“No fim das contas, você poderá usar o “summon” para o seu carro em qualquer lugar...o seu carro pode ir até vocês. Penso que em dois anos você poderá usar o “summon” com seu carro a partir de qualquer lugar dos EUA”, afirmou.
Depois, Musk continuou mostrando toda sua empolgação com o recém-anunciado sistema. “O carro vai te encontrar onde quer que seu celular esteja...e vai apenas se recarregar sozinho durante a jornada.”
Por fim, o executivo admitiu que suas previsões são “levemente otimistas” e esclareceu que esse tipo de avanço vai exigir mais do que um simples update de sistema aos modelos já existentes Modelo S e Model X, da Tesla.










