Consultoria prevê que os rendimentos do setor neste ano cheguem a US$411,1 bilhões. Expectativa para 2018 é manter o crescimento, mas com números menores.
A receita global de semicondutores deve atingir um total de 411,1 bilhões de dólares em 2017, segundo nova previsão publicada pela Gartner nesta semana.
Com isso, o setor registraria um aumento de quase 20% (19,7%) em relação ao ano passado, conseguindo assim o maior crescimento desde a recuperação em 2010 da crisa financeira, quando a receita do segmento disparou 31,8%.
De acordo com a consultoria, a escassez de memória está diretamente ligada a esse aumento significativo dos rendimentos do setor de semicondutores.
"O setor de memória continua a liderar com mais força o mercado de semicondutores e deverá crescer 57% em 2017 à medida que a dinâmica da oferta e da demanda aumenta os preços. A escassez de memória, em particular da DRAM (um tipo de memória RAM), está conduzindo o aumento da receita de semicondutores”, afirma o Diretor de Pesquisas no Gartner, Jon Erensen.
Próximos anos
Em 2018, o mercado de semicondutores deve registrar um crescimento bem mais modesto, de 4%, quando deve atingir uma receita total de 427,8 bilhões, aponta a Gartner.
Para 2019, a consultoria prevê queda de 1% na receita do setor com a transformação do mercado e novas ofertas das principais fabricantes.
Na história humana, aconteceram alguns episódios que aceleraram a criação ou a derrubada de impérios. São os famosos "game changers" que mudam o curso do que está acontecendo. Na hora, não se sabe se as mudanças são para melhor ou para
pior, mas o certo é que no final das contas muita coisa se altera.
Esse parece ser o caso da expansão da Amazon no Brasil. Estamos falando da empresa mais competitiva do setor e que tem força desproporcional e disposição para mudar o mercado. Vimos um pequeno sinal do que pode acontecer quando o
Mercado Livre perdeu mais de US$ 1 bilhão na bolsa apenas com a simples notícia da Amazon iniciar no Brasil a venda de eletrônicos e trazer outras linhas de produto até o final deste ano.
A Amazon chega forte e com um trunfo, o qual o mercado brasileiro não se preparou para enfrentar: sua confiança. A empresa foi considerada com melhor reputação entre todas as grandes empresas americanas, à frente da Apple e do Google.
Mas, enquanto todos enxergam Facebook e Google como vilões de privacidade, a Amazon foi considerada pelos consumidores a empresa mais admirada em um estudo sobre privacidade de dados feito pela McCann, rede global de agências de
publicidade.
Os consumidores confiam na empresa e nas informações que a gigante americana disponibiliza. Acreditam em reviews dos produtos oferecidos pela empresa. E é aqui que você deveria começar a pensar - meus clientes confiam nas informações que
disponibilizo nas páginas dos meus produtos? Qual a reputação da minha empresa diante dos meus clientes?
Em plena era da conectividade onde os consumidores têm acesso ao maior número de informações possíveis, provavelmente sua loja ainda manipula as informações (reviews), certo? Anna Bernasek, no livro The Economics of Integrity, alerta o
que vem pela frente: a empresa que mais oferecer informações úteis e confiáveis ganhará o páreo. Isso faz todo o sentido, já que você pode trabalhar duro para tentar vender seus produtos, mas sem ganhar a confiança dos consumidores, a
conta não fecha.
Talvez o dado mais interessante e mais relevante seja o de uma pesquisa feita em 2017 pela PWC, uma das maiores prestadoras de serviços profissionais nas áreas de auditoria, consultoria e outros serviços acessórios para todo tipo de
empresas e no mundo, que apontou que 39% dos consumidores online americanos não utilizam o Google como ponto de partida para suas compras. Eles utilizam a Amazon para pesquisar sobre os produtos que desejam comprar. Entendeu?
No mercado mais maduro do mundo, mais de um terço dos consumidores pesquisam os produtos que querem comprar na Amazon e não no Google. E antes que você pense que "no Brasil isso é diferente", a Price WaterHouse Cooper também fez a
pesquisa aqui no Brasil: 34% dos consumidores online começam essa busca de produtos também pela Amazon. Mesmo que depois comprem o produto desejado localmente. Detalhe, a pesquisa foi feita com a Amazon Brasil vendendo só livros e o
Kindle, imagine a partir de agora. Por quê? Simples: confiança nas informações oferecidas!
Vamos recapitular. A Amazon está vindo como um tsunami. Se fosse uma guerra e a confiança fosse uma arma, eles estariam trazendo para as terras tupiniquins um exército de reputação e credibilidade de marca e de informações de produtos.
Como você vai enfrentar esse exército? Com preço baixo? Com frete grátis? Dê review e ganhe um iPad? Não adianta atirar em um "fantasma". Confiança se enfrenta com confiança. Não há atalho, não há bala de prata.
Comece a efetivamente cuidar da reputação da sua loja, da qualidade e da inovação dos produtos que você oferece. Comprometa-se com a transparência. Entenda e aceite que daqui para frente você vai brigar contra uma empresa que transborda
sinceridade. Faça o mesmo, e saiba que que ser sincero não é ser perfeito. A Amazon já deve vir na Black Friday deste ano com uma forte campanha de marketing e ofertas agressivas para conquistar o público brasileiro.
O "efeito Amazon" vem aí e você pode fazer com que isso acabe sendo muito positivo na história da sua empresa. Basta estar ao lado do exército vencedor e também investir pesado em reputação, credibilidade e confiança. Porque baixar preço
e dar frete grátis não é, e nunca foi, a solução.
* Tatiana Pezoa é CEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora dos prêmios E-commerce Brasil de Inovação 2015, 2016 e 2017 e ABComm 2016 e 2017
Faltam menos de 15 dias para o grande anúncio da entrada da Razer no mercado de smartphones. Mas, como sempre acontece no mercado de tecnologia, vazamentos são uma realidade, e não foi diferente com a estreante, que viu, nesta segunda-
feira (16), uma imagem extra-oficial de seu novo modelo surgindo na internet.
Apesar de pouco reveladora, ela já dá uma noção do que é possível esperar. Temos uma dupla de câmeras na parte traseira do dispositivo, ao lado de um flash LED, como é comum nos atuais dispositivos de topo de linha. Nas laterais, dois
botões, que pela distância entre si, podem muito bem serem os de aumentar ou abaixar o volume. Mas será que é isso mesmo, levando em conta que eles parecem estar abaixo da linha intermediária do dispositivo, uma localização pouco usual
para esse recurso?
Falando na carcaça, aliás, ela parece ser bem fina, contrastando com o tamanho da tela, que deve ser bastante avantajado. Daqui em diante, entretanto, o que temos são apenas constatações a partir desta e da única imagem "oficial"
divulgada, quando o modelo apareceu no bolso do CEO da Razer, Min-Liang Tan, em uma foto ao lado do vice-presidente sênior e diretor geral da companhia, Tom Moss.
Comparando as cenas, é possível fazer duas formulações - a de que o smartphone da empresa terá o tradicional símbolo luminoso, como aparece em mouses, teclados e outros periféricos da marca, ou que ele possuirá variações em diferentes
cores. Sendo assim, será possível vermos também mudanças de tamanho e configurações?
Elas, de qualquer maneira, devem ser robustas, já que a promessa da companhia é de um dispositivo voltado para o consumo de jogos e entretenimento. Levando em conta o caráter da Razer na fabricação de dispositivos que se posicionam nos
rincões mais elevados das tabelas de preço, não dá para ter a expectativa de um dispositivo de entrada.
Acima de tudo, faltam as informações primordiais sobre a entrada de mais um player no segmento mobile. A Razer tem feito mistério sobre o assunto, guardando todas as informações para seu evento daqui a algumas semanas, e feito um belo
trabalho de controle dos rumores e especulações. Pelo menos por enquanto, quase não existem vazamentos, e deve ser uma grata surpresa - além de uma raridade - termos um lançamento de produto sem que se saiba, anteriormente, tudo sobre
ele. Resta aguardar para saber se a situação se manterá assim até o dia 1º de novembro.
razer smartphone
Foto: Canaltech
No entanto, a companhia não revelou uma data específica de lançamento nem o preço do seu novo e poderoso console para o mercado brasileiro.
A Microsoft revelou neste final de semana, durante a feira Brasil Game Show, que o seu novo console Xbox One X será lançado no Brasil até o final do ano. No entanto, a companhia não revelou uma data nem o preço do aparelho.
Com lançamento previsto para o início de novembro nos EUA, o Xbox One X, antes conhecido como ‘Project Scorpio’, é definido pela empresa de Redmond como “o mais poderoso console lançado até hoje”.
Anunciado originalmente em junho, durante a feira de games E3, nos EUA, o Xbox One X conta com suporte para 4K e traz configurações poderosas, incluindo 40 núcleos Radeon acelerando em 1.172MHz e 12GB de GDDR5. O novo console da
Microsoft também conta com retrocompatibilidade com os jogos do dos seus antecessores Xbox 360 e Xbox original.
Xbox One S
A Microsoft também anunciou seis novos bundles do Xbox One S, versão especial com design menor e suporte para 4K, para as festas de final de ano no Brasil.
Com preços entre 2.200 reais e 2.350 reais, esses packs do One S chegam ao mercado brasileiro ainda em 2017 com jogos como Forza Horizon, Assassins Creed e Minecraft, além de assinaturas gratuitas do Game Pass e da Xbox Live, garantindo
acesso ilimitado aos jogos.

O Facebook vem buscando novas formas de tornar seus aplicativos lucrativos, e o WhatsApp Business é a próxima carta a ser jogada na mesa. A versão do mensageiro focada no mundo corporativo traz soluções profissionais, e será usada
somente por contas verificadas. Com o novo app, empresas podem se comunicar com mais facilidade, enviando textos, imagens, links e outros arquivos em uma única mensagem.
Ainda, o serviço fornecerá um recurso de tradução simultânea, facilitando conversas entre pessoas que falem idiomas diferentes. O projeto piloto do aplicativo está em andamento, e, quando chegar a todos, será gratuito para pequenas
empresas. Já para as maiores, será cobrada uma assinatura, cujas condições e valores ainda não foram divulgados.
O app aparecerá na Play Store, e outra novidade é o suporte técnico telefônico, para que as empresas forneçam este número a seus clientes e fornecedores, sem precisarem divulgar seus números particulares. O usuário do WhatsApp Business
pode continuar usando seu WhatsApp pessoal à vontade, mantendo os dois aplicativos instalados no dispositivo.
Seu visual é bastante parecido com o do mensageiro tradicional - tudo para garantir o uso intuitivo. Ícones para a câmera, conversas, status e ligações permanecem na versão corporativa, que traz algumas mudanças em suas Configurações. O
novo app fornece estatísticas para que as empresas consigam monitorar a quantidade de mensagens trocadas entre seus colaboradores, e novas análises devem ser incorporadas em breve.
Ainda, é possível escolher uma "away message", que serve como uma resposta automática para quando você não estiver disponível naquele momento. Quem tentar entrar em contato, receberá a resposta personalizada que você configurar.
O WhatsApp Business já está disponível em uma versão beta na loja de aplicativos do Android, mas somente aparecerá aos inscritos no programa de testes do mensageiro. Quem desejar começar a testar, basta se inscrever neste link.
WhatsApp Business
Foto: Canaltech










