Não é só a temática de Call of Duty: WWII que traz um cheirinho de passado. No modo multiplayer do game lançado na última sexta-feira (03), além da ação de sempre, os jogadores também têm acesso a uma série de títulos clássicos da
Activision, que podem ser jogados livremente naqueles momentos em que se busca uma pausa em toda a matança.
Os títulos de Atari podem ser encontrados em uma área chamada "Descanso e Relaxamento", no quartel-general que serve como espaço de convivência para os jogadores no modo multiplayer do título. Ela fica um pouco oculta, mas pode ser
encontrada facilmente caso o jogador saiba o que procurar - basta seguir à praia, a partir do ponto inicial, e procurar por uma cabana ao lado da de Armamentos, com um tabuleiro de xadrez.
Lá, é possível experimentar grandes jogos do passado, como Chopper Command , Enduro , River Raid , Pitfall e Grand Prix , entre diversos outros. São 15 no total, todos acessíveis livremente e a qualquer momento em troca de 10 créditos do
arsenal, que fazem o papel das boas e velhas fichas que usávamos nos fliperamas do passado.
O espaço de convivência do modo multiplayer de Call of Duty: WWII , chamado de Quartel-General , é uma das grandes novidades do novo jogo da franquia. Ele serve como um local para customização de personagens, recebimento de caixas com
itens e confrontos entre jogadores, que podem duelar em modos PvP um contra um diante de uma plateia composta por outros usuários online.
O local, assim como os jogos clássicos e todas as suas características, estão disponíveis livremente e desde o primeiro acesso ao multiplayer, em todas as versões do título. Call of Duty: WWII está disponível para PlayStation 4, PC e
Xbox One.
Call of Duty WW2
Foto: Canaltech
Em mais um passo contra regras mais rígidas para os aplicativos de transporte, a Uber veiculará nesta segunda-feira (30) um filme publicitário especial de 1 minuto, no intervalo do Jornal Nacional da TV Globo, contra a aprovação do PLC
28/2017.
O projeto de lei complementar, que deverá ser votado amanhã (31) no Senado Federal, é extremamente criticado por todas as empresas de aplicativos de transporte, como Uber, Cabify e 99, por inviabilizar a operação de seus serviços no
Brasil. Segundo, as companhias, a aprovação da lei seria o fim desse módulo de transporte no país.
Entre as regras mais criticadas estão a necessidade de o motorista emitir um certificado oficial junto ao poder público municipal e a obrigatoriedade da placa vermelha nos veículos. O filme, que mostra a imagem de pessoas com as bocas
tampadas por um adesivo preto, diz que a lei foi escrita sem ouvir os cidadãos e prejudicaria a vida dos usuários, além de gerar mais desemprego, uma vez que mais de 500 mil motoristas estão cadastrados na plataforma.
O anúncio já pode ser visto no YouTube oficial da Uber América Latina.
Os executivos da Nintendo iniciaram esta semana cheios de sorrisos. A empresa anunciou resultados financeiros mais do que positivos para o segundo trimestre do atual ano fiscal, entre os meses de julho e setembro, com vendas de 2,9
milhões de unidades do Switch. Isso, junto com os mais de 22 milhões de games comercializados nos últimos seis meses, levou a companhia a resultados bem acima do esperado e em um aumento significativo nas expectativas para o período.
O faturamento total nos últimos três meses foi de US$ 1,9 bilhão, acima dos US$ 1,5 bilhão que eram esperados pelas estimativas do mercado. O mesmo vale para os lucros da Nintendo, que foram registrados em US$ 200 milhões, acima do que
era aguardado até mesmo pela própria companhia, cujas perspectivas caminhavam na casa dos US$ 170 milhões.
A recepção incrivelmente forte a seu mais recente console de mesa levou a um crescimento na expectativa de números para o atual ano fiscal. Antes, a companhia acreditava que iria vender 10 milhões de unidades do console até março, mas
agora espera que esse total seja de 14 milhões, levando também a um aumento de 28% nas vendas gerais, entre videogames e jogos, e um lucro de US$ 1,05 bilhão, 84% acima dos números divulgados originalmente.
Títulos de peso também contribuíram significativamente para o resultado. Desde o lançamento do Switch, em março, 4,7 milhões de unidades de The Legend of Zelda: Breath of the Wild já foram vendidas, juntamente com 4,42 milhões do
relançamento Mario Kart 8 Deluxe . São os dois maiores jogos da plataforma e posicionados bem à frente do terceiro colocado, Splatoon 2 , com 3,61 milhões. 1-2-Switch (1,37 milhão) e ARMS (1,35 milhão) completam a lista.
Nem parece a empresa que, há apenas dois anos, lutava para se manter de pé diante devido às baixas vendas do Wii U, anunciando esforços de chegada aos smartphones como parte de uma reorganização para retorno dos lucros. Falando nele,
aliás, o Switch, se continuar com esse ritmo de crescimento, deve ultrapassar o total de vendas de seu antecessor, de apenas 13,9 milhões, somente em seu primeiro ano.
Quanto ao mundo mobile, ele também foi citado pela Nintendo como grande contribuidor para os resultados. Nomes como Super Mario Run e Fire Emblem Heroes já teriam trazido mais de US$ 160 milhões para os cofres da companhia, devido à
estratégia amplamente baseada em microtransações, gerando um crescimento de 426% nesse segmento. O próximo lançamento a chegar aos celulares é Animal Crossing: Pocket Camp , ainda neste fim de ano.
Com tudo isso, é claro que os sorrisos dos executivos da Nintendo se refletiram nos semblantes de investidores. Apenas nas horas que se seguiram à divulgação dos resultados financeiros, os papéis da companhia acumularam um crescimento de
mais de 2%, e, no total anual, já chegaram a uma valorização de 74%.
Nintendo Switch
Foto: Divulgação / Canaltech
Consultoria prevê que os rendimentos do setor neste ano cheguem a US$411,1 bilhões. Expectativa para 2018 é manter o crescimento, mas com números menores.
A receita global de semicondutores deve atingir um total de 411,1 bilhões de dólares em 2017, segundo nova previsão publicada pela Gartner nesta semana.
Com isso, o setor registraria um aumento de quase 20% (19,7%) em relação ao ano passado, conseguindo assim o maior crescimento desde a recuperação em 2010 da crisa financeira, quando a receita do segmento disparou 31,8%.
De acordo com a consultoria, a escassez de memória está diretamente ligada a esse aumento significativo dos rendimentos do setor de semicondutores.
"O setor de memória continua a liderar com mais força o mercado de semicondutores e deverá crescer 57% em 2017 à medida que a dinâmica da oferta e da demanda aumenta os preços. A escassez de memória, em particular da DRAM (um tipo de memória RAM), está conduzindo o aumento da receita de semicondutores”, afirma o Diretor de Pesquisas no Gartner, Jon Erensen.
Próximos anos
Em 2018, o mercado de semicondutores deve registrar um crescimento bem mais modesto, de 4%, quando deve atingir uma receita total de 427,8 bilhões, aponta a Gartner.
Para 2019, a consultoria prevê queda de 1% na receita do setor com a transformação do mercado e novas ofertas das principais fabricantes.
Na história humana, aconteceram alguns episódios que aceleraram a criação ou a derrubada de impérios. São os famosos "game changers" que mudam o curso do que está acontecendo. Na hora, não se sabe se as mudanças são para melhor ou para
pior, mas o certo é que no final das contas muita coisa se altera.
Esse parece ser o caso da expansão da Amazon no Brasil. Estamos falando da empresa mais competitiva do setor e que tem força desproporcional e disposição para mudar o mercado. Vimos um pequeno sinal do que pode acontecer quando o
Mercado Livre perdeu mais de US$ 1 bilhão na bolsa apenas com a simples notícia da Amazon iniciar no Brasil a venda de eletrônicos e trazer outras linhas de produto até o final deste ano.
A Amazon chega forte e com um trunfo, o qual o mercado brasileiro não se preparou para enfrentar: sua confiança. A empresa foi considerada com melhor reputação entre todas as grandes empresas americanas, à frente da Apple e do Google.
Mas, enquanto todos enxergam Facebook e Google como vilões de privacidade, a Amazon foi considerada pelos consumidores a empresa mais admirada em um estudo sobre privacidade de dados feito pela McCann, rede global de agências de
publicidade.
Os consumidores confiam na empresa e nas informações que a gigante americana disponibiliza. Acreditam em reviews dos produtos oferecidos pela empresa. E é aqui que você deveria começar a pensar - meus clientes confiam nas informações que
disponibilizo nas páginas dos meus produtos? Qual a reputação da minha empresa diante dos meus clientes?
Em plena era da conectividade onde os consumidores têm acesso ao maior número de informações possíveis, provavelmente sua loja ainda manipula as informações (reviews), certo? Anna Bernasek, no livro The Economics of Integrity, alerta o
que vem pela frente: a empresa que mais oferecer informações úteis e confiáveis ganhará o páreo. Isso faz todo o sentido, já que você pode trabalhar duro para tentar vender seus produtos, mas sem ganhar a confiança dos consumidores, a
conta não fecha.
Talvez o dado mais interessante e mais relevante seja o de uma pesquisa feita em 2017 pela PWC, uma das maiores prestadoras de serviços profissionais nas áreas de auditoria, consultoria e outros serviços acessórios para todo tipo de
empresas e no mundo, que apontou que 39% dos consumidores online americanos não utilizam o Google como ponto de partida para suas compras. Eles utilizam a Amazon para pesquisar sobre os produtos que desejam comprar. Entendeu?
No mercado mais maduro do mundo, mais de um terço dos consumidores pesquisam os produtos que querem comprar na Amazon e não no Google. E antes que você pense que "no Brasil isso é diferente", a Price WaterHouse Cooper também fez a
pesquisa aqui no Brasil: 34% dos consumidores online começam essa busca de produtos também pela Amazon. Mesmo que depois comprem o produto desejado localmente. Detalhe, a pesquisa foi feita com a Amazon Brasil vendendo só livros e o
Kindle, imagine a partir de agora. Por quê? Simples: confiança nas informações oferecidas!
Vamos recapitular. A Amazon está vindo como um tsunami. Se fosse uma guerra e a confiança fosse uma arma, eles estariam trazendo para as terras tupiniquins um exército de reputação e credibilidade de marca e de informações de produtos.
Como você vai enfrentar esse exército? Com preço baixo? Com frete grátis? Dê review e ganhe um iPad? Não adianta atirar em um "fantasma". Confiança se enfrenta com confiança. Não há atalho, não há bala de prata.
Comece a efetivamente cuidar da reputação da sua loja, da qualidade e da inovação dos produtos que você oferece. Comprometa-se com a transparência. Entenda e aceite que daqui para frente você vai brigar contra uma empresa que transborda
sinceridade. Faça o mesmo, e saiba que que ser sincero não é ser perfeito. A Amazon já deve vir na Black Friday deste ano com uma forte campanha de marketing e ofertas agressivas para conquistar o público brasileiro.
O "efeito Amazon" vem aí e você pode fazer com que isso acabe sendo muito positivo na história da sua empresa. Basta estar ao lado do exército vencedor e também investir pesado em reputação, credibilidade e confiança. Porque baixar preço
e dar frete grátis não é, e nunca foi, a solução.
* Tatiana Pezoa é CEO da Trustvox, certificadora de reviews online e vencedora dos prêmios E-commerce Brasil de Inovação 2015, 2016 e 2017 e ABComm 2016 e 2017











