De surpresa, a Sony anunciou nesta segunda-feira (02) um novo modelo do PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual ganharam um pequeno tapa no visual, com pequenas mudanças de design voltadas, principalmente, para o conforto do
jogador. O preço continua o mesmo e o lançamento, pelo menos no Japão, está previsto para este mês.
São pouquÃssimas as mudanças, sendo quase imperceptÃveis. O novo PlayStation VR muda a localização da entrada do fone de ouvido e permite que os cabos fiquem presos no corpo do aparelho, aumentando o conforto do jogador e reduzindo a
quantidade de fios espalhados. Além disso, possibilita a passagem direta do sinal de imagem para um televisor, quando o dispositivo estiver desligado.
Isso significa que não será mais preciso desconectar a unidade de processamento dos óculos quando o jogador quiser jogar em uma TV. O cabo de conexão também é mais fino, mais uma vez, em uma medida para reduzir a bagunça, mas de maneira
geral, o dispositivo é exatamente o mesmo, sem alterações em termos de qualidade de imagem, processamento ou outras caracterÃsticas.
Com isso, a Sony também deixa claro que não existirão exclusividades. Quem comprou o modelo original do PlayStation VR pode ficar tranquilo, pois não existirão jogos ou atrações exclusivas para a nova edição, que chegará às lojas pelo
mesmo preço - US$ 399, cerca de R$ 1.260 em uma conversão direta, sem contarem os impostos.
O novo equipamento, entretanto, só tem data marcada para chegar à Terra do Sol Nascente, com a Sony prometendo uma previsão para o mercado norte-americano em breve. Quanto ao Brasil, menos ainda, já que a ideia da empresa é lançar o
primeiro modelo do PlayStation VR em dezembro, junto com o PS4 Pro. Não se sabe se a mudança de design fará com que o produto já chegue em versão atualizada à s lojas do nosso paÃs.
Apple e Google mantém as duas primeiras colocações, respectivamente, enquanto que Amazon e Facebook registram crescimentos significativos no ano.
As empresas de tecnologia dominaram a lista das marcas mais valiosas do mundo, com a Apple mantendo a liderança do já tradicional ranking anual
Best Global Brands, da consultoria Interbrand.
Com um crescimento de 3% em relação ao ano passado, a fabricante do iPhone teve a sua marca avaliada em 184 bilhões de dólares pelo estudo, ficando mais uma vez com o primeiro lugar do já tradicional ranking.
Em segundo lugar, aparece o Google, outro nome comum entre os primeiros da lista. No levantamento de 2017 da Interbrand, a subsidiária de buscas da Alphabet aparece com um valor de merca estimado em 141 bilhões de dólares, aumento de 6%
em relação ao ano passado.
Completam o top 5 a Microsoft, em 3º lugar e com a marca avaliada em 79 bilhões de dólares, a Coca-Cola, em 4º e com a marca avaliada em 69,7 bilhões de dólares, e a Amazon, que fecha o pódio dos cinco primeiros com a marca avaliada em
64,7 bilhões de dólares, um crescimento significativo (de 29%) em comparação com 2016.
O domÃnio das empresas de tecnologia continua na segunda metade do top 10, com a Samsung ocupando a sexta posição, graças a um crescimento de 9%, que deixou sua marca avaliada em 56,2 bilhões de dólares.
Maior rede social do mundo, o Facebook aparece em oitavo lugar, graças a um crescimento absurdo de 48%, que deixou sua marca avaliada em 48,1 bilhões de dólares, atrás da Toyota, em sétimo e com valor de 50,2 bilhões de dólares, e `a
frente da Mercedes-Bens, com a marca avaliada em 47,8 bilhões de dólares. A IBM fecha o Top 10 com a marca avaliada em 46,8 bilhões de dólares, apesar da queda de 11% no valor durante a temporada.
Cada vez mais presenciamos como a tecnologia vem impactando e mudando o comportamento das pessoas. Ela tem corroborado, de forma bastante significativa, as ações do cotidiano, acarretando drásticas alterações também nos hábitos de
consumo e busca de produtos e serviços pela internet.
Devido ao avanço tecnológico e a procura da sociedade por agilidade e praticidade, as compras de supermercado se modernizaram e agora temos a possibilidade de fazê-las por meio de plataformas e aplicativos que selecionam os produtos e
entregam na casa do consumidor. Segundo a 35ª edição do relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, a procura de produtos no comércio eletrônico vem crescendo de forma positiva. Em 2016, 48 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma
compra virtual, representando um aumento de 22% em relação a 2015. O relatório apontou também que no mesmo perÃodo, 21,5% das transações efetuadas pela internet foram realizadas por meio de dispositivos móveis, revelando a necessidade
que o comércio eletrônico tem de se adaptar às pequenas telas dos smartphones.
Mesmo ainda existindo alguns desafios, vender alimentos pela internet já é uma realidade para os adeptos a realizar suas compras mensais. O consumidor digital tem optado por essa alternativa por algumas caracterÃsticas que a tecnologia
proporciona, como mais opções de produtos nas gôndolas, possibilidade de encontrar produtos frescos de acordo com a sua necessidade, realizar uma pesquisa mais aprofundada do alimento que procura e em menor tempo nas diversas redes
supermercadistas, um atendimento personalizado e humanizado, opção de compra e entrega de forma rápida e fácil, com hora e data agendada pelo consumidor.
Essa mudança de comportamento irá afetar cada vez mais o varejo fÃsico e a tecnologia, nesses casos, têm se tornado uma grande aliada para aumentar a procura das redes supermercadistas, principalmente no ambiente digital, onde estar
presente nem sempre é sinônimo de maior custo.
Por meio das novas tecnologias, os varejistas conseguem olhar para cada cliente de forma única e personalizada, já que os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam apenas por produtos com os quais se identificam. Além disso, é
importante destacar que esse público tem se tornado verdadeiros influenciadores para a permanência e reputação de uma loja no comércio eletrônico. Falo isso porquê dependendo a experiência, esse consumidor se tornará um embaixador de sua
marca.
Outro ponto relevante é que a entrega de opções como a de comprar novamente e atender aqueles novos perfis de consumidores que buscam produtos e serviços com os quais se identificam, precisam ser os pontos mais importantes e
transparentes possÃveis.
Vale deixar claro que o número de compra e entrega de alimentos feitas virtualmente está crescendo em ritmo acelerado e isso se dá muito pelo uso de novas tecnologias disponÃveis por meio de aplicativos e smartphones. É muito importante
que os varejistas, além de estarem no meio digital, estejam também em todos os canais possÃveis para falar com seus consumidores. O mesmo vale para as lojas fÃsicas, que precisam estar atentas a essa mudança e se adaptarem a nova
realidade de consumo. A ideia é que por meio da tecnologia seja possÃvel aumentar vendas novas recorrentes, ser mais assertivo, melhorar a influência de procura e ainda ser bem visto como uma vitrine virtual.
*Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes
Supermercado
Foto: DepositPhotos / Canaltech
A expectativa para o lançamento do Nokia 9 segue cada vez maior conforme novas informações vão sendo reveladas através de rumores e vazamentos. O novo smartphone da marca finlandesa, que deve ser lançado ainda este ano, ganhou novas
renderizações que foram publicadas por usuários de fóruns e nas redes sociais. E as imagens revelam que o Nokia 9 pode seguir a tendência das telas com bordas reduzidas, como é o caso do Galaxy S8 e do iPhone X.
Como é possÃvel ver nas imagens, o Nokia 9 pode contar com uma tela ampla quase sem bordas na parte inferior e superior. A tela AMOLED ocupa praticamente toda a parte frontal do dispositivo com uma curvatura nas laterais, assim como o
vidro traseiro. As curvaturas devem melhorar a ergonomia do dispositivo, bem como trazer a sensação de tela infinita na parte frontal. Segundo alguns rumores, a tela do smartphone medirá 5,3 polegadas, ainda que também seja especulada a
possibilidade de ela contar com 5,5 polegadas.
O leitor de impressão digital foi colocado na parte traseira do dispositivo, logo abaixo da câmera principal. A câmera, aliás, contará com tecnologia da Zeiss e com sensores Sony IMX 258, que vêm em versões RGB e monocromáticos, que já
estão sendo utilizados no Nokia 8.
Outras especificações que estão sendo cogitadas para o Nokia 9 incluem 6 GB ou 8 GB de RAM; certificação IP68, que o torna impermeável e resistente à poeira; e um processador Qualcomm Snapdragon 835, colocando o dispositivo como
concorrente dos principais smartphones Android do mercado, como o Galaxy S8, Galaxy Note 8, Pixel 2 e OnePlus 5. O Nokia 9 deve chegar ao mercado custando 750 euros.
Vale ressaltar que nenhuma das informações foram confirmadas pela fabricante, mas é importante notar que muitos dos rumores atualmente têm acertado praticamente todos os aspectos dos dispositivos antes do seu lançamento, algo que não
deve ser diferente quanto ao novo dispositivo da Nokia.
Nokia 9
Foto: Canaltech
Durante o perÃodo de lançamento do Switch, em março deste ano, a Nintendo recebeu pedidos de muitos jogadores para que a ferramenta de emulação oficial Virtual Console fosse lançada no sistema do console hÃbrido.
Em resposta à s solicitações, a companhia japonesa informou que disponibilizará, no inÃcio de 2018, um serviço online para o seu mais recente console, garantindo, dessa forma, acesso a diversos jogos clássicos e aos recursos de partidas
online.
E, embora os jogos clássicos da produtora só cheguem no ano que vem para o Switch, novas informações indicam que a Big N já estava trabalhando em um emulador antes mesmo do lançamento do console.
De acordo com um grupo de hackers conhecido como yellows8, há um emulador escondido no firmware do Switch desde a versão 1.0.0, que pode ser acessado por um arquivo intitulado de flog (golf, escrito ao contrário), confirmando a presença
do game Golf, lançado originalmente para o Nintendinho em 1984, no Switch.
Apesar de parecer uma mera emulação, o grupo alega que o jogo foi atualizado para funcionar com os recursos dos Joy-Cons, ou seja, oferecendo suporte a comandos por meio do acelerômetro e dos botões L e R. Nas imagens divulgadas, é
possÃvel ver as instruções no canto inferior esquerdo da tela.
O grupo hacker disse que a execução do emulador de NES foi feita sem a utilização de um kit de desenvolvimento do Switch, ou seja, de forma não-oficial. Essa possibilidade é um tanto preocupante, pois o método pode ser utilizado de
maneira semelhante para um possÃvel desbloqueio do console.
Os detalhes sobre as descobertas do grupo hacker são detalhadas no site SwitchBrew.
Nintendo Switch
Foto: Canaltech











