O anúncio e o teaser da sequência direta de The Last of Us deixou muitos fãs ansiosos pelo próximo game. Muitos acreditavam que The Last of Us: Part II chegaria já no próximo ano, mas parece que a espera será um pouco mais longa.
Isso porque Gustavo Santaolalla, comporsitor da trilha sonora do game original e de sua sequência, disse, em entrevista à Vortetix que a previsão é de que toda a parte de composição e gravação musical fique pronta em 2019.
The Last of Us Part 2
Foto: Divulgação / Canaltech
"Em 2019 estará pronta", disse o compositor sobre a conclusão da trilha sonora. "Não sei ao certo quando [o jogo] será lançado, mas um projeto desses demora pelo menos dois anos para ser realizado. Tenho trabalhado nele há cerca de um
ano. Depois do meu último concerto em 28 de outubro, voltarei para Los Angeles para continuar a trabalhar no jogo", disse Santaolalla.
Tal informação, somada à declaração do próprio presidente da Naughty Dog, evidencia que The Last of Us: Part II não chegará antes de 2019.
Ainda sem data de lançamento, a sequência de The Last of Us chega com exclusividade para Playstation 4.
A Google, atualmente, é uma das empresas privadas mais importantes do mundo, influenciando a sociedade graças a suas constantes inovações tecnológicas. Mas, apesar de todo mundo saber que a empresa é uma gigante da internet que domina o
universo das buscas virtuais, há muito o que descobrir a respeito da companhia desde que ela foi fundada nos anos 1990.
Google
Foto: Canaltech
Descubra, a seguir, 10 fatos um tanto quanto desconhecidos sobre a história da empresa de Mountain View criada por Larry Page e Sergey Brin:
Os fundadores da Google se conheceram por acaso
Quando Page tinha 22 anos, ele se formou em engenharia pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e foi recebido por Brin, que tinha 21 anos, quando visitava o campus da Universidade de Stanford para iniciar o seu Ph.D. Isso
aconteceu em 1995.
O Google inicialmente se chamava BackRub
A primeira página que a dupla colocou no ar em 1996, usando os servidores da Universidade de Stanford, se chamava BackRub. O site permaneceu no ar por mais de um ano, mas, depois de "comer" muita banda do local, acabou sendo hospedado
externamente. No mesmo ano, Page e Brin decidiram mudar o nome do site para Google.
O nome Google é uma brincadeira com o conceito de "googol"
Um googol é o número 10 elevado à centésima potência - ou seja, o número 1 seguido por cem zeros. O nome para este número gigantesco foi dado por uma criança de oito anos, cujo tio era um matemático que desejava criar uma maneira mais
simples de representar este numeral.
O primeiro escritório da Google era uma garagem alugada
A Google era, literalmente, uma empresa de garagem. Seu primeiro escritório foi montado em uma garagem alugada em 1998. Sua proprietária era irmã de uma funcionária da empresa, que foi a primeira gerente de marketing da Google,
atualmente ocupando o cargo de CEO do YouTube.
O Gmail foi lançado no Dia da Mentira
O dia 1 de abril é mundialmente conhecido como o Dia da Mentira, e, por alguma razão, o Gmail acabou sendo lançado nesta data de 2004. A ideia seria fingir que o lançamento seria uma brincadeira, com todo mundo descobrindo que o serviço
era de verdade no dia seguinte.
A compra do YouTube aconteceu em uma rede de fast food
Steven Chen, cofundador do YouTube, não queria marcar os encontros para negociar a venda de seu serviço em escritórios convencionais. Então, os executivos escolheram uma unidade do Dennys em Palo Alto, na Califórnia, como local da
reunião em que bateram o martelo. A compra do YouTube pela Google aconteceu em 2006 por US$ 1,65 bilhão.
Os chefões combinaram de trabalhar juntos por 20 anos
Antes de a companhia abrir o seu capital em 2004, Page, Brin e Eric Schmidt, então CEO da Google e atual presidente da Alphabet, fizeram um acordo mútuo: os três combinaram que trabalhariam juntos na empresa por duas décadas.
A empresa sempre foi "pet friendly"
Não é de hoje que a Google tem portas abertas para os animais de estimação de seus funcionários. Desde o inÃcio, a companhia permite a entrada de pets, sendo que um dos primeiros cachorros que a empresa recebeu foi Yoshka, cujo dono era
o então vice-presidente de operações, Urs Hoelzle.
O Google Imagens estreou em grande estilo
Em 2001, o Google Imagens surgiu para facilitar a busca por fotos e GIFs na plataforma. Mas muito se engana quem pensa que o serviço surgiu timidamente: quando foi ao ar, ele já exibia 250 milhões de imagens.
A gigante fornece Wi-Fi de graça em Mountain View
Qualquer pessoa que visitar a região de Mountain View, na Califórnia, onde fica a sede da Google, pode usar o Wi-Fi fornecido pela companhia sem gastar nem um centavo por isso. Mas, o que pode parecer um gesto de generosidade, na
verdade, é mais uma maneira que a gigante encontrou de fazer todo mundo se conectar e, consequentemente, usar seus serviços por aÃ.
De surpresa, a Sony anunciou nesta segunda-feira (02) um novo modelo do PlayStation VR. Os óculos de realidade virtual ganharam um pequeno tapa no visual, com pequenas mudanças de design voltadas, principalmente, para o conforto do
jogador. O preço continua o mesmo e o lançamento, pelo menos no Japão, está previsto para este mês.
São pouquÃssimas as mudanças, sendo quase imperceptÃveis. O novo PlayStation VR muda a localização da entrada do fone de ouvido e permite que os cabos fiquem presos no corpo do aparelho, aumentando o conforto do jogador e reduzindo a
quantidade de fios espalhados. Além disso, possibilita a passagem direta do sinal de imagem para um televisor, quando o dispositivo estiver desligado.
Isso significa que não será mais preciso desconectar a unidade de processamento dos óculos quando o jogador quiser jogar em uma TV. O cabo de conexão também é mais fino, mais uma vez, em uma medida para reduzir a bagunça, mas de maneira
geral, o dispositivo é exatamente o mesmo, sem alterações em termos de qualidade de imagem, processamento ou outras caracterÃsticas.
Com isso, a Sony também deixa claro que não existirão exclusividades. Quem comprou o modelo original do PlayStation VR pode ficar tranquilo, pois não existirão jogos ou atrações exclusivas para a nova edição, que chegará às lojas pelo
mesmo preço - US$ 399, cerca de R$ 1.260 em uma conversão direta, sem contarem os impostos.
O novo equipamento, entretanto, só tem data marcada para chegar à Terra do Sol Nascente, com a Sony prometendo uma previsão para o mercado norte-americano em breve. Quanto ao Brasil, menos ainda, já que a ideia da empresa é lançar o
primeiro modelo do PlayStation VR em dezembro, junto com o PS4 Pro. Não se sabe se a mudança de design fará com que o produto já chegue em versão atualizada à s lojas do nosso paÃs.
Apple e Google mantém as duas primeiras colocações, respectivamente, enquanto que Amazon e Facebook registram crescimentos significativos no ano.
As empresas de tecnologia dominaram a lista das marcas mais valiosas do mundo, com a Apple mantendo a liderança do já tradicional ranking anual
Best Global Brands, da consultoria Interbrand.
Com um crescimento de 3% em relação ao ano passado, a fabricante do iPhone teve a sua marca avaliada em 184 bilhões de dólares pelo estudo, ficando mais uma vez com o primeiro lugar do já tradicional ranking.
Em segundo lugar, aparece o Google, outro nome comum entre os primeiros da lista. No levantamento de 2017 da Interbrand, a subsidiária de buscas da Alphabet aparece com um valor de merca estimado em 141 bilhões de dólares, aumento de 6%
em relação ao ano passado.
Completam o top 5 a Microsoft, em 3º lugar e com a marca avaliada em 79 bilhões de dólares, a Coca-Cola, em 4º e com a marca avaliada em 69,7 bilhões de dólares, e a Amazon, que fecha o pódio dos cinco primeiros com a marca avaliada em
64,7 bilhões de dólares, um crescimento significativo (de 29%) em comparação com 2016.
O domÃnio das empresas de tecnologia continua na segunda metade do top 10, com a Samsung ocupando a sexta posição, graças a um crescimento de 9%, que deixou sua marca avaliada em 56,2 bilhões de dólares.
Maior rede social do mundo, o Facebook aparece em oitavo lugar, graças a um crescimento absurdo de 48%, que deixou sua marca avaliada em 48,1 bilhões de dólares, atrás da Toyota, em sétimo e com valor de 50,2 bilhões de dólares, e `a
frente da Mercedes-Bens, com a marca avaliada em 47,8 bilhões de dólares. A IBM fecha o Top 10 com a marca avaliada em 46,8 bilhões de dólares, apesar da queda de 11% no valor durante a temporada.
Cada vez mais presenciamos como a tecnologia vem impactando e mudando o comportamento das pessoas. Ela tem corroborado, de forma bastante significativa, as ações do cotidiano, acarretando drásticas alterações também nos hábitos de
consumo e busca de produtos e serviços pela internet.
Devido ao avanço tecnológico e a procura da sociedade por agilidade e praticidade, as compras de supermercado se modernizaram e agora temos a possibilidade de fazê-las por meio de plataformas e aplicativos que selecionam os produtos e
entregam na casa do consumidor. Segundo a 35ª edição do relatório WebShoppers, da E-bit/Buscapé, a procura de produtos no comércio eletrônico vem crescendo de forma positiva. Em 2016, 48 milhões de consumidores fizeram pelo menos uma
compra virtual, representando um aumento de 22% em relação a 2015. O relatório apontou também que no mesmo perÃodo, 21,5% das transações efetuadas pela internet foram realizadas por meio de dispositivos móveis, revelando a necessidade
que o comércio eletrônico tem de se adaptar às pequenas telas dos smartphones.
Mesmo ainda existindo alguns desafios, vender alimentos pela internet já é uma realidade para os adeptos a realizar suas compras mensais. O consumidor digital tem optado por essa alternativa por algumas caracterÃsticas que a tecnologia
proporciona, como mais opções de produtos nas gôndolas, possibilidade de encontrar produtos frescos de acordo com a sua necessidade, realizar uma pesquisa mais aprofundada do alimento que procura e em menor tempo nas diversas redes
supermercadistas, um atendimento personalizado e humanizado, opção de compra e entrega de forma rápida e fácil, com hora e data agendada pelo consumidor.
Essa mudança de comportamento irá afetar cada vez mais o varejo fÃsico e a tecnologia, nesses casos, têm se tornado uma grande aliada para aumentar a procura das redes supermercadistas, principalmente no ambiente digital, onde estar
presente nem sempre é sinônimo de maior custo.
Por meio das novas tecnologias, os varejistas conseguem olhar para cada cliente de forma única e personalizada, já que os consumidores estão cada vez mais exigentes e buscam apenas por produtos com os quais se identificam. Além disso, é
importante destacar que esse público tem se tornado verdadeiros influenciadores para a permanência e reputação de uma loja no comércio eletrônico. Falo isso porquê dependendo a experiência, esse consumidor se tornará um embaixador de sua
marca.
Outro ponto relevante é que a entrega de opções como a de comprar novamente e atender aqueles novos perfis de consumidores que buscam produtos e serviços com os quais se identificam, precisam ser os pontos mais importantes e
transparentes possÃveis.
Vale deixar claro que o número de compra e entrega de alimentos feitas virtualmente está crescendo em ritmo acelerado e isso se dá muito pelo uso de novas tecnologias disponÃveis por meio de aplicativos e smartphones. É muito importante
que os varejistas, além de estarem no meio digital, estejam também em todos os canais possÃveis para falar com seus consumidores. O mesmo vale para as lojas fÃsicas, que precisam estar atentas a essa mudança e se adaptarem a nova
realidade de consumo. A ideia é que por meio da tecnologia seja possÃvel aumentar vendas novas recorrentes, ser mais assertivo, melhorar a influência de procura e ainda ser bem visto como uma vitrine virtual.
*Marco Zolet é CEO e fundador da Supermercado Now, plataforma de supermercado online que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes
Supermercado
Foto: DepositPhotos / Canaltech










