Nova 4 traz notch circular na tela com câmera frontal de 25 MP; Preço sugerido é de 500 dólares no mercado chinês
Após revelar algumas informações nas últimas semanas, a Huawei finalmente anunciou o seu smartphone Nova 4, que traz um notch diferente, que consiste basicamente em um orifício na tela.
De acordo com informações do The Verge, esse buraco circular abriga uma câmera frontal de 25MP, que ainda tem a companhia de uma câmera tripla de 48MP na parte de trás.
As especificações do Huawei Nova 4 também incluem uma tela de 6,4 polegadas (com resolução de 2310x1080 pixels), 8GB de RAM, processador Kirin 970, 128GB de armazenamento interno (expansível) e sensor de impressão digital na traseira.
Além disso, o mais recente aparelho da fabricante chinesa traz uma bateria de 3.750mAh, com suporte para recarga rápida de 18W via USB-C.
O Nova 4 terá preço sugerido de cerca de 500 dólares no mercado chinês, sendo que a Huawei também oferece uma versão mais barata, por 450 dólares, que conta com uma câmera traseira de 20MP.

De acordo com estimativas de agência da ONU, cerca de 3,9 bilhões de pessoas estarão on-line ao final de 2018.
Um marco será alcançado no final de 2018, quando cerca de 3,9 bilhões de pessoas, ou 51,2% da população global, estarão conectadas com a Internet,
segundo estimativas da ITU (International Telecommunication Union), ligada à Organização das Nações Unidas, a ONU.
De acordo com a agência de telecomunicações da ONU, esse número marcará a primeira vez na história em que mais de metade da população global estará on-line.
Em um comunicado sobre o assunto, a ITU aponta que essa conectividade ajudará a promover um desenvolvimento sustentável pelo mundo e destaca o crescimento da África em termos de acesso à Internet, que passou de 2%, em 2005, para mais de 24% da população em 2018. Para efeito de comparação, na Europa e nas Américas, essa porcentagem é de 79,6% e 69,6%, respectivamente.
Apesar dessa marca histórica, acima dos 50%, a agência da ONU lembra que muitas comunidades pelo mundo ainda não têm acesso à Internet, especialmente entre mulheres e garotas.
“As estatísticas mostram que pessoas mais velhas também permanecem desproporcionalmente off-line, assim como quem possui deficiências, populações indígenas, e algumas pessoas vivendo em alguns dos locais mais pobres do mundo”, afirma a ITU.
Maior investimento
Para mudar esse quadro, a ONU chama a atenção para a importância de mais investimentos, públicos e privados, no desenvolvimento de infraestruturas para ampliar a conectividade.
Analistas de sistemas ou arquiteto da informação? Desenvolvedor ou Analista de suporte? Mesmo aqueles que já estão no caminho podem ter dificuldades de decidir qual carreira seguir
Carreiras em tecnologia têm sido destaque nos últimos anos dado a digitalização de todos os negócios mundo afora. E no Brasil, o cenário não é diferente. Segundo o IDC, o Brasil é o 4º maior centro
de TI do mundo, ficando atrás apenas de Estados Unidos, China e Japão. Esse é o segmento brasileiro que mais cresce, entretanto, o déficit de pessoal na área de Tecnologia da Informação (TI) é de
cerca de 40 mil profissionais de acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom).
Além das barreiras que foram criadas em torno do aprendizado de programação, é muito comum encontrar pessoas que já estão nesse caminho e não conseguem decidir uma carreira em TI. Para ajudar nessa
decisão, a Mastertech, startup que capacita talentos para o futuro, preparou um guia de carreira em TI com especificações de seis caminhos que você pode escolher para gerar transformações dentro da
tecnologia. Confira abaixo.
Analista de requisitos
O analista de requisitos faz o levantamento e análise de todas as informações de sistemas, aplicativos, páginas na web, ferramentas ou recursos mobile para a realização de um projeto, como o
desenvolvimento de um software, por exemplo.
Junto com o analista de testes e o gerente de projetos, esse profissional garante que todas as especificações necessárias para uma ação serão preparadas antes de começar o desenvolvimento,
reduzindo riscos e otimizando processos. Para isso, é preciso ter um conhecimento de linguagens de programação como C#, Java e desenvolvimento mobile, além de compreender lógica de programação,
modelagem de dados, arquitetura de serviços, APIs, banco de dados e documentação.
O mercado para esse tipo de profissional ainda precisa amadurecer, mas a tendência é que ele se torne cada vez mais necessário para evitar prejuízos nos projetos. O analista de requisitos tem uma
média salarial de R$ 3.000 a 5.000 para profissionais de nível pleno.
Analista de sistemas
Esse profissional tão conhecido na área de TI é o responsável pelo gerenciamento de toda a tecnologia da informação de uma empresa. É o analista de sistemas que estuda as melhores formas de
processar informações em qualquer ambiente, desenvolvendo soluções para as necessidades e problemas existentes.
Para ser um analista de sistemas é preciso entender de desenvolvimento de software, infraestrutura e gerenciamento da informação. Dentro disso está a capacidade para resolver problemas complexos,
raciocínio lógico, organização, conhecimento avançado de banco de dados e lógica de programação.
Esse é um dos profissionais mais requisitados dentro do mercado de TI, sendo procurado em empresas de diversos setores. O salário de um analista de sistemas varia de R$ 1.500 para profissionais
júnior até R$ 7.000 para nível sênior.
Analista de suporte
Sabe aquele momento em que tudo dá errado? Essa é a hora de brilhar para o analista de suporte. Responsável pelo atendimento de usuários, identificação e registro de problemas, este profissional
faz testes, atualiza sistemas, corrige bugs, faz a migração de computadores e usuários, elabora documentos e implanta processos.
As principais habilidades necessárias para isso são conhecimentos de linguagens ou sistemas operacionais, sendo os mais comuns: SQL, C#, Javascript, Windows, Mac, Linux e Pacote Office. Além disso,
é preciso ter noções de redes, backups, otimização de recursos e lógica de programação avançada. A faixa salarial desse profissional varia de R$ 1.500 a R$ 3.000 para nível júnior e pleno, podendo
chegar a R$ 4.500 nos cargos sênior.
Analista de testes
Todos os produtos digitais que utilizamos são testados mais de uma vez antes de chegarem até nós. O analista de testes é responsável por essa avaliação de softwares, sites, aplicativos, jogos,
ferramentas ou qualquer outra plataforma. Sua tarefa é elaborar planos de testes para identificar erros e defeitos no código, apresentando melhorias para a equipe.
Ou seja, para ser um analista de testes é preciso prestar atenção aos detalhes, ter conhecimentos básicos de HTML e banco de dados SQL, além de linguagens de programação relacionadas ao ambiente em
que estará atuando. A demanda por profissionais com esses conhecimentos cresce tanto quanto por desenvolvedores e os salários variam de R$ 2.500 até R$ 9.000 para profissionais sênior.
Arquiteto da informação
O arquiteto da informação, como o nome diz, tem uma função parecida com o arquiteto de imóveis, ou seja, ele é responsável por projetar, supervisionar e executar sites, aplicativos ou sistemas.
Para que boas experiências aconteçam aos usuários, as plataformas precisam ser organizadas da melhor forma possível. Junto ao UX designer, o arquiteto da informação cria wireframes, sitemaps,
personas e pesquisas que auxiliam no desenvolvimento das necessidades do usuário.
Um bom arquiteto da informação consegue enxergar padrões em grandes quantidades de informação a partir de conhecimentos de pesquisa, SEO, análise de dados e lógica. Apesar de não serem obrigatórios
conhecimentos em programação, o AI atua junto com desenvolvedores o tempo todo. A faixa salarial desta função varia de R$ 2.000 para profissionais júnior até R$ 9.000 para sênior.
Desenvolvedor e Operações (DevOps)
A integração entre as equipes de desenvolvimento de software e operações de TI aconteceu com a criação do cargo de DevOps. Esse profissional é responsável por otimizar a produtividade dos projetos
desde a ideação até o feedback final. Sua tarefa é facilitar a comunicação, colaboração e integração das equipes para padronizar processos e aumentar a velocidade de implementação de novidades.
Como o DevOps atua em duas frentes, sistemas e infraestruturas, ele precisa estar ligado em habilidades de gestão para o planejamento, desenvolvimento, automação e serviço, além de ter
conhecimentos aprofundados em sistemas operacionais, metodologias ágeis e linguagens de desenvolvimento de software. Sua faixa salarial vai de R$ 2.500 até R$ 6.000, sendo que pode chegar a R$
15.000 para profissionais sênior em multinacionais ou empresas de grande porte.
Lembrando que escolher entre uma ou outra carreira em TI não é uma decisão definitiva: com o aprendizado em tecnologia é possível testar diversos caminhos possíveis até encontrar o que mais se
encaixa com o seu perfil e seus desejos de futuro. Basta ter coragem e começar a praticar!
Evento acontece em São Paulo. Além de bootcamps, programação terá demonstrações, atividades práticas no Qwiklabs e reuniões individuais com especialistas da companhia
O Google Cloud Summit, maior evento do Google com foco em nuvem na América Latina, que será realizado nesta semana no Memorial da América Latina, em São Paulo, terá treinamento gratuito para desenvolvedores.
O gigante de buscas oferecerá treinamentos gratuitos para desenvolvedores e técnicos de TI sobre o Google Cloud Platform (GCP) e outras tendências da tecnologia em nuvem, durante Bootcamp que ocorre no dia 5 de dezembro, das 11h às 19h30. O evento contará também com demonstrações, atividades práticas no Qwiklabs e reuniões individuais com especialistas do Google.
Módulos
O Bootcamp será dividido em quatro módulos, três básicos e um intermediário sobre Fundamentos do GCP: Infraestrutura, Big Data & Machine Learning, App Development e Big Data & Machine Learning Intermediário. As Inscrições podem ser feitas por meio do link.
Das 10h às 12h também acontece o desafio Cloud Hero, para testar as habilidades técnicas dos profissionais em ferramentas do G Suite como Google Kubernetes Engine, Cloud Pub/Sub e comandos de gcloud em um plano de batalha NGINX. Para participar acesse o link.
Summit
Com uma programação de dois dias voltada para desenvolvedores, profissionais de TI e aficcionados por tecnologia, o Summit vai reunir cerca de 4 mil pessoas para discussão sobre tendências, novas tecnologias, aprendizado, troca de experiências e networking.
No dia 6 de dezembro o Summit será direcionado para o público geral, e os participantes poderão escolher entre mais de 20 sessões interativas sobre machine learning, desenvolvimento de aplicações, infraestrutura e segurança. Haverá, ainda, a apresentação de casos de sucesso de grandes empresas, para que o público conheça os benefícios da adoção da nuvem na prática.

Motor de busca do Google está longe de atingir o nível de privacidade de dados que a Apple exige de seus produtos e serviços
Em uma recente entrevista à Axios na HBO, o CEO da Apple, Tim Cook, foi obrigado a responder a uma pergunta um tanto quanto desconfortável. Ele foi questionado sobre como ele deixa bilhões de dólares para o Google para fazer deste o mecanismo de pesquisa padrão do Safari (tanto no Mac quanto no iOS) mesmo tendo em vista a postura de privacidade da gigante de Cupertino.
O Google não é certamente a única empresa que negocia sua receita on-line, mas é uma das maiores. E o motor de busca do Google está longe de atingir o nível de privacidade de dados que a Apple exige de seus produtos e serviços. A resposta de Tim foi honesta, se não satisfatória: “Eu acho que o mecanismo de busca deles é o melhor. Veja o que fizemos com os controles que criamos. Temos navegação privada na Web. Nós temos um rastreamento inteligente preventivo. O que tentamos fazer é encontrar maneiras de ajudar nossos usuários no decorrer do dia. Não é uma coisa perfeita. Eu seria a primeira pessoa a dizer isso. Mas é um caminho longo a percorrer.”
Enquanto Cook estava certo ao apontar os benefícios do recurso inteligente de rastreamento preventivo do Safari, este existe apenas desde o iOS 11 (a prevenção de rastreamento mais rigorosa foi introduzida apenas no iOS 12). A Apple está vendendo para o Google há anos. Em suma, Cook disse que a Apple está disposta a comprometer a sua postura de privacidade, se isso significa uma melhor experiência do usuário. Você pode ou não achar que está tudo bem, mas não combina com a maneira como a Apple executa seus outros produtos. O problema é que não há grande alternativa. A Apple pode tornar o Bing ou o Yahoo seu mecanismo de busca padrão, mas eles também não conhecem a postura de privacidade da Apple. E eles, apenas, não são tão bons quanto o Google, então por que se incomodar?
Para a Apple garantir que a pesquisa na Web, talvez a parte mais importante e comum da experiência de computação, atenda aos próprios valores de privacidade, ela precisaria criar seu próprio mecanismo de pesquisa para ter controle total sobre como os dados são e não são coletados e como a web é rastreada e indexada.
Apple deve comprar o DuckDuckGo e transformá-lo no Apple Search
Existe outra solução. O DuckDuckGo é um mecanismo de busca que não coleta, armazena, rastreia ou compartilha qualquer informação pessoal sobre você. Ele nem registra endereços IP. É um mecanismo de pesquisa que, em essência, compartilha os mesmos ideais de privacidade que a Apple. E é muito bom! Consultas de pesquisa complexas para usuários avançados não são muito parecidas com o Google, e não é tão bom trabalhar em fóruns obscuros para encontrar respostas para problemas técnicos obtusos, mas para a pesquisa média feita pelo usuário comum, atende a um alto padrão de qualidade.
Você pode tentar você mesmo. É fácil adicionar a qualquer navegador e você pode alterar a pesquisa do Safari no iOS para o DuckDuckGo em Configurações> Safari> Mecanismo de pesquisa.
Na minha opinião, a Apple deve comprar o DuckDuckGo, investir pesadamente na ampliação da capacidade e melhorar sua proficiência de rastreamento na web, e renomeá-lo como Apple Search. Ele ainda ficaria disponível para todos (não apenas para os usuários da Apple) em search.apple.com, mas mais importante, deve ser o novo mecanismo de pesquisa padrão para o Safari no macOS e iOS e para os resultados da pesquisa na Web do Siri.
Sim, a Apple poderia começar do zero na construção de seu próprio mecanismo de busca, mas por quê? A compra da DuckDuckGo daria à Apple vários anos de vantagem sobre a criação da tecnologia de pesquisa central e um enorme índice de toda a Web, juntamente com uma talentosa equipe de engenheiros que compartilham as prioridades de privacidade da Apple.
O que há de vantagem para a Apple?
Por que a Apple deveria se preocupar? Afinal, seriam necessários muitos milhões de dólares para comprar o DuckDuckGo e dezenas ou centenas de milhões de dólares em custos contínuos para
desenvolvê-lo e dimensioná-lo ainda mais. Sem mencionar desistir de bilhões por ano que o Google paga para ser o padrão. Mas a recompensa pode ser enorme. Em primeiro lugar, coloca a Apple no controle de uma das experiências de usuário mais críticas em todos os dispositivos que vende: pesquisar na web.
A Apple pode garantir que suas metas de privacidade e segurança sejam atingidas por bilhões de pesquisas diárias feitas por centenas de milhões de usuários. Para uma empresa de recursos e ideais da Apple, isso por si só deveria ser motivo suficiente. Mas existem outros benefícios. O DuckDuckGo não pode rastrear dados do usuário, mas ainda ganha dinheiro com publicidade; não é apenas publicidade personalizada. Se você pesquisar por "vitaminas", obterá todos os resultados de pesquisa orgânicos esperados (incluindo links de compras), além de alguns anúncios. Esses anúncios são segmentados para o termo de pesquisa, não para o usuário.
O DuckDuckGo ainda não tem ideia de quem você é ou de outras pesquisas que você já fez. Na escala do "mecanismo de pesquisa padrão da Apple", esse tipo de receita publicitária pode gerar muito dinheiro. Um mecanismo de busca na web também é um tesouro de dados que pode ser inestimável para o treinamento das muitas tecnologias de aprendizado de máquina da Apple.
Todos os mecanismos de pesquisa precisam rastrear continuamente as páginas da Web e pesquisar, classificar e indexar seu conteúdo. Caso contrário, não tem ideia do que mostrar aos usuários quando eles pesquisarem. Esta não é uma violação de privacidade. Ela não armazena informações sobre usuários, mas armazena informações sobre páginas da web públicas.
Treinar algoritmos de aprendizado de máquina requer toneladas de dados, e é a principal função de todos os mecanismos de pesquisa literalmente coletá-lo de toda a web. Possuir todos esses dados e os meios pelos quais ele é coletado poderia ser uma grande vantagem para a Siri, a fotografia computacional, a pesquisa de realidade aumentada e muitos outros projetos de Inteligência Artificial (AI) e Machine Learning (ML). Além disso, melhorar os resultados da pesquisa é o problema perfeito a ser resolvido com o aprendizado de máquina, e todos sabemos como a Apple está interessada em aplicar ML e AI a tudo o que faz atualmente.
Deixe-me colocar deste jeito. Se possuir o mecanismo de busca padrão do Safari não fosse muito valioso, o Google não pagaria à Apple bilhões de dólares por esse privilégio. A Apple, proprietária de sua própria pesquisa, não está desistindo de bilhões em lucro livre do Google, está ganhando algo que vale bilhões de dólares para o Google. E comprar o DuckDuckGo é o meio mais rápido e provavelmente o mais econômico de criar um Apple Search hipotético. Seria até bom para os fãs do DuckDuckGo, desde que a Apple o mantenha disponível na web e em outros navegadores, não apenas para usuários de dispositivos da Apple. Isso significaria pelo menos uma ordem de grandeza maior de usuários e um enorme aumento nos recursos de desenvolvimento (tanto dinheiro quanto talento), de uma empresa que tem exatamente a mesma postura de privacidade que a DuckDuckGo. É uma vitória.











