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Apple lança 6 audiobooks gratuitos em inglês narrados por personalidades (e um podcaster!)


A Apple convidou personalidades pra narrar em inglês grandes clássicos que foram transformados em audiobooks gratuitos

A Apple lançou seis audiobooks em inglês de graça pra todos os usuários do Apple Books. Os livros são autênticos e incontestáveis clássicos, cada um em seu estilo, mas com toda uma nova produção e narração feita por personalidades com perfis bem variados, mas também muito interessantes.

A pequena coleção gratuita começa pelo excepcional livro Frankenstein de Mary Shelley narrado pelo podcaster Aaron Mahnke (que eu acompanho semanalmente em Lore, Unobscured e The Cabinet of Curiosities) e vai adiante com The Secret Garden (O Jardim Secreto) de Frances Hodgson Burnett, narrado pela atriz Karen Gillan (A Nebula de Guardiões da Galáxia e Vingadores e a Amy Pond de Doctor Who) passando por The Time Machine (A Máquina do Tempo) de H.G. Wells, narrado pelo ator Kelsey Grammer (o Frasier).



Também estão na lista The Wonderful Wizard of Oz (O Mágico de Oz), narrado pelo ator e comediante Tituss Burgess; Pride and Prejudice (Orgulho e Preconceito) narrado pela atriz Kate Beckinsale e Winnie the Pooh (O Ursinho Puff), o único que não é narrado por uma só pessoa, e sim pelo Disney Book Group.

O iBooks foi oficialmente lançado uns 7 anos atrás, mas nem sempre teve a devida atenção da Apple, isso até mudar de nome com a chegada do iOS 12, virando simplesmente Apple Books, o que foi um divisor de águas na história do app/serviço.

O Twitter do app Apple Books anunciou o lançamento feliz da vida, chamando os narradores de convidados especiais. Aaron Mahnke comemorou no seu perfil do Twitter a oportunidade de narrar esse grande clássico da literatura, que além de ótimo é considerado o primeiro livro de ficção científica da história.

Frankenstein inspirou muita coisa, desde milhares de livros e filmes, até malucos que querem transplantar cérebros humanos para robôs (daqui a uns 3 anos), até Shelley, uma inteligência artificial que cria contos de terror, e é claro que foi minha primeira escolha, já estou ouvindo com a voz familiar de Mahnke.

Gosto de ver a Apple incentivando a leitura (ou no caso a audição) de grandes livros, e torço para que a iniciativa continue no futuro com novos audiobooks gratuitos de verdadeiros clássicos que marcaram as vidas de várias gerações.

Como os seis audiobooks podem ser baixados gratuitamente para todo mundo que tiver uma conta da Apple e são todos ótimas pedidas, quem gosta de ouvir livros enquanto aproveita pra treinar o ouvido no idioma bretão certamente vai querer baixar e conferir todos.



Clique abaixo para fazer o download dos livros em suas páginas no Apple Books, ou faça uma busca pelos títulos no seu iTunes.

The Secret Garden narrado por Karen Gillan

Frankenstein narrado por Aaron Mahnke

Pride and Prejudice narrado por Kate Beckinsale

The Wonderful Wizard of Oz narrado por Tituss Burgess

Winnie the Pooh narrado pelo Disney Book Group

Para ouvir centenas de audiobooks gratuitos em inglês, recomendo essa lista do Open Culture.

(Fonte: Nick Ellis ) - 02/01/2019
Era Industrial 4.0: a tecnologia mudou e você nem percebeu

Voltada à tecnologia, a indústria 4.0, já tem transformado muitos conhecimentos da tecnologia como parte do cotidiano.

Segundo o site Citisystems, o termo indústria 4.0 se originou a partir de um projeto de estratégias do governo alemão voltado à tecnologia, sendo usado pela primeira vez na Feira de Hannover em 2011. Seu fundamento básico implica que conectando máquinas, sistemas e ativos, as empresas poderão criar redes inteligentes ao longo de toda a cadeia de valor que podem controlar os módulos da produção de forma autônoma.

Ou seja, as fábricas inteligentes terão a capacidade e autonomia para agendar manutenções, prever falhas nos processos e se adaptar aos requisitos e mudanças não planejadas na produção. Assim, com a explicação do site, pode-se considerar que os pilares da industria 4.0 são Internet das Coisas (Internet of Things – IoT),

Big Data Analytics e Segurança.



Foto: Novoelo / Reprodução
Pensando nessa teoria, Leila Duarte, especialista Lean Six Sigma Yellow Belt, faz alguns apontamentos sobre a nova tendência.

GANHAR DINHEIRO x FAZER DINHEIRO
“Eletrodomésticos que se conectam via wi-fi, que apontam a vida útil do produto, ou informam quando deve ser feito a manutenção; carros que dirigem sozinhos; biotecnologia (chips), impressora 3D com construção de tijolos, peças de carro, vestuário. Aplicativos com tradução simultânea de línguas, transferência de dinheiro apenas passando o celular frente ao outro, Bitcoins, Blockchain. Drone com reconhecimento facial”, exemplifica Leila Duarte.

“O que falar da IA? (Inteligência Artificial) já convivemos com ela e não percebemos. Chat Bots, você já deve ter ouvido falar do Watson, Siri, Bia e Alexa não é? O desafio aqui é a questão do acolhimento, que só seres humanos conseguem fazer. Mas, isso já está em estudo”, complementa.

As questões que a administradora levanta e deixa para reflexão pessoal são: Onde tudo isso vai repercutir? Teremos reflexos na indústria alimentícia? E os profissionais liberais? Sentirão a perda de quota de mercado? Como ficará o impacto nos laboratórios? Na indústria veterinária, Pet Shops? Escolas de Línguas, Call Centers, Construção Civil, Empresas automotivas, Moda? Casas de Câmbio devem sumir? E o Banco tradicional, repensar esse modelo? Será o fim dos cartórios?



Robôs, chat bots e Inteligência Artificial: aprenda a conviver com eles
Foto: Pierre Metivier / Visualhunt.com / CC BY-NC

COMPETÊNCIAS MAIS REQUISITADAS PARA O FUTURO
Explicando, a partir do site Nexialistas, o termo M.U.V.U.C.A. como M (Meaningful): tudo o que fazemos precisa ter sentido, propósito, significado; Universal (Universal): sempre precisamos analisar o impacto de nossas decisões. O que se faz aqui pode repercutir muito além; Volátil (Volatile): tudo muda rapidamente, precisamos reagir rápido; U (uncertainty): a única certeza que temos é que não temos certeza de nada; Complexo (Complex): As soluções dos problemas são mais complexas, as realidades são difíceis de interpretar; Ambíguo (Ambiguous): O que é bom hoje pode não ser amanhã.

Segundo Gustavo Leme, citado pela auditora 5S Lean: “Precisamos aprender a aprender e aprender a desaprender. Precisamos cada vez mais estar antenados nas novidades em nossa área de atuação. Na área de projetos e melhoria então? Não tem como não estar ligado no que ocorre no mundo, principalmente na área de tecnologia”, declara.

Assim, seguindo o pensamento de Leila, pode-se pensar nessas competências para agregar valor nessa “MUVUCA” que o mundo vive, em meio a: negociações Complexas, Gestão de Tarefas, Pensamento Crítico, Design Doing, Market Insight. Como serão os profissionais do futuro? Generalista? Especialista? Ou Nexialista?

ASSUNTOS MAL RESOLVIDOS ATRAPALHAM PROJETOS
Vários fatores atrapalham, conforme a especialista em Gerenciamento de Projetos (MBA), o andamento de um projeto, falha no escopo, comunicação interna, liderança, Treinamento e Desenvolvimento. Na Liderança, Leila levanta algumas questões a serem refletidas.

“Como é escolhido o líder? Qual critério é usado? É avaliado corretamente? Ou por ser líder não é avaliado? Se promovemos mal? Não nos livramos facilmente deles”, alerta ela.

Já no assunto de comunicação interna: “Aqui vão começar diversas desculpas. A comunicação não flui corretamente, equipe não sabe esperar orientações, não tem tempo de ler e-mail, mural, memorando, papel de pão, não sabem a estratégia da empresa”.

Pensando no quesito Treinamento e Desenvolvimento, Duarte afirma: “o bicho papão chamado budget, pouca mensuração de resultados, aula tradicional onde todos são tratados na mesma régua sem levar em consideração particularidades de aprendizado. Como dizia Albert Einstein: Todo mundo é um gênio. Mas, se você julgar um peixe por sua capacidade de subir em uma árvore, ele vai gastar toda a sua vida acreditando que ele é estúpido”.

Por último, mas não menos importante, a reflexão sobre competências: “Como traduzir comportamentos observáveis? O mundo gira, mas as competências são as mesmas”.



Como fica então o e-learning e os treinamentos convencionais?
Foto: Dennis Schäffer / Visualhunt.com / CC BY-NC-SA

O FUTURO NÃO É TREINAMENTO
O que vem à mente quando falamos em T&D? O habitual treinamento presencial? Maçantes e-learnings? Onde o personagem mexe apenas uma mão do começo ao fim do curso?

“A indústria 4.0 está aí, tecnologia anda a passos largos. As gerações X, Y, Z, millenium e sabe qual mais termos virá pela frente, já nascem com tablet na mão postando nas redes sociais. Eles não passaram pela transição do analógico para o digital como muitos de nós ― eu me incluo nisso. Então porque usar o mesmo modelo do século passado e querer resultados diferentes e melhores?”, defende Leila. “Saímos de aprendizagem de massa (Gestão da Eficiência) para garantia de um processo de aprendizagem que é individual, mobile, inteligente.”

O APRENDIZADO 4.0
No mundo onde não se pode perder tempo, tudo é muito dinâmico. “Não podemos ocupar espaço em nosso HD com conhecimento desnecessário que não será utilizado agora, já nesse exato momento. Com isso, como privilegiar a individualização da aprendizagem? Podemos pensar da seguinte maneira: Trilha de desenvolvimento, Ecossistemas de conteúdo, projetos de curadoria, Projetos de Mentoria Estruturados”, sugere ela.

MOBILE E INTELIGENTE
A aprendizagem mobile já é realidade no cotidiano: A pessoa só precisa escolher quando e onde aprender.

“Precisamos ganhar tempo, então modelos preditivos que identifiquem preferências e façam sugestões com base no perfil do aprendiz são fundamentais. Nada de ficar preenchendo fichas enormes somente para protocolo ou atingir a meta de X cursos feitos no mês, que no final não trazem resultados tão significativos. Tempo exclusivo para aprendizagem é luxo. Por isso a aprendizagem inteligente garante que trabalho e aprendizagem andem de mãos dadas no mesmo processo.

Exemplos: Chatbots, Machine Learnings, Big Data e Modelos Preditivos, Adaptative Learning”, explica a administradora.

POR ONDE COMEÇAR?
Preste atenção não no que te respondem e sim no que buscam. “A área de TI, por questões de segurança, tem mapeado cada acesso de internet de cada máquina dentro da empresa. Podemos usar isso a favor quando for mapear quadro de cursos. Exemplo: um funcionário diz que tem a competência de negociação. Mas, pelo mapeamento existe vários acessos a curso no YouTube de como ser um bom negociador”, conta, mostrando que a resposta está na busca que a pessoa faz e não que ela te responde.

“Outro exemplo é quando buscamos um perfume no Google, depois aparece anúncios na nossa timeline do Facebook justamente sobre o perfume que

procuramos. Ou seja, isso já é usado. Cabe a empresa repensar sobre esse assunto”.

Falando em soluções inteligentes, para finalizar, Leila cita: “Tudo é uma questão de mindset invertido. Porque não adianta nada fazer um mega fluxo, mudar processos, se não conseguirmos atender o nosso principal cliente que são os funcionários”.

(Fonte: Redação Digital ) - 02/01/2019
Os 10 vazamentos de dados mais assustadores que aconteceram em 2018

Somados, vazamentos deste ano afetaram mais de 1 bilhão de usuários mundo afora. Relembramos os principais deles

Grandes empresas foram alvejadas neste ano com uma série de vazamentos de dados. Do escândalo envolvendo o Facebook e a Cambridge Analytica à exposição de informações de clientes da rede de hotéis Marriott, a conclusão que fica é que nenhuma companhia, por maior que seja e mesmo aquelas do setor de tecnologia, não estão imunes à ação de terceiros não-autorizados. Abaixo, relembramos as principais vulnerabilidades exploradas que fizeram manchetes neste ano:

1. Marriott

Quantos usuários afetados: 500 milhões de clientes

O que aconteceu?

Em novembro de 2018, a Marriott International anunciou que hackers haviam roubado dados de aproximadamente 500 milhões de clientes. A violação ocorreu em sistemas que suportam as marcas de hotéis Starwood a partir de 2014. Os atacantes permaneceram no sistema depois que a Marriott adquiriu a Starwood em 2016 e não foram descobertos até setembro de 2018.

Para algumas das vítimas, apenas o nome e as informações de contato foram comprometidos. Os invasores puderam obter uma combinação de informações de contato, número do passaporte, números do programa de fidelidade, informações sobre viagens e outras informações pessoais. A Marriott acredita que os números de cartão de crédito e as datas de vencimento de mais de 100 milhões de clientes
foram roubadas, embora a empresa não tenha certeza se os invasores conseguiram decifrar os números dos cartões de crédito.

A violação acabou sendo atribuída a um grupo de inteligência chinês que busca reunir dados sobre cidadãos norte-americanos, segundo um artigo do New York Times. Se for verdade, essa seria a maior violação conhecida de dados pessoais realizada por um estado-nação.

2. My Fitness Pal

Quantos usuários afetados: 150 milhões

O que aconteceu?

No final de fevereiro, o aplicativo da Under Armour, o MyFitnessPal foi violado, comprometendo os nomes de usuários, endereços de e-mail e senhas dos usuários.

O popular aplicativo de saúde para Android e iOS armazena dados de exercícios físicos e registra informações de alimentação de seus usuários, como controle de calorias. Entretanto, dados como números de cartão de crédito não foram acessados.

3. CPF de brasileiros

Quantos usuários afetados: 120 milhões

O que aconteceu?

Pesquisadores em cibersegurança descobriram uma brecha grave em um servidor que expôs o número de CPF de 120 milhões de brasileiros - ou seja, mais da metade da população. Segundo a empresa de segurança InfoArmor, que
detectou a vulnerabilidade em março deste ano, a negligência estava na própria configuração da segurança do servidor.

Os pesquisadores identificaram que as ferramentas de segurança do servidor público brasileiro não estavam configuradas adequadamente. Dessa forma, dados armazenados neste servidor poderiam ser acessados por qualquer pessoal mal-intencionada a qualquer momento.

4. Quora

Quantos usuários afetados: 100 milhões

O que aconteceu?

O site de perguntas e respostas sofreu um vazamento que incluía nomes, endereços de e-mail e até mesmo senhas criptografadas. A empresa diz que sofreu um ataque hacker, mas consertou a vulnerabilidade e resetou as senhas.

5. My Heritage

Quantos usuários afetados: 92 milhões

O que aconteceu?

Em junho deste ano, o popular serviço de análise genética MyHeritage informou que endereços de e-mail e informações de senhas vinculadas a contas de mais de 92 milhões de usuários foram comprometidos devido a uma brecha. O que a
empresa descobriu foi que um de seus arquivos em um servidor privado - que não fazia parte da empresa em junho deste ano - foi violado. Neste arquivo havia endereços de e-mail e senhas em hash, mas informações financeiras não foram afetadas.

6. Facebook e Cambridge Analytica

Quantos usuários afetados: 87 milhões

O que aconteceu?

Em março deste ano, uma investigação dos jornais The New York Times, Guardian e Observer, revelou que a Cambridge Analytica, uma consultoria baseada no Reino Unido e que trabalhou para a campanha de Donald Trump, havia usado informações de dezenas de milhares de usuários do
Facebook
para fins de manipulação política. Dados identificando as preferências dos usuários e interesses foram acessados.

O que se descobriu foi que um aplicativo chamado “this is your digital life” obteve acesso às informações de 270 mil contas do Facebook por meio do recurso de login, que permite aos usuários se cadastrarem em outros apps sem ter de criar uma conta e senhas separadas. Uma brecha, na época em que o app foi lançado, também dava acesso às informações dos amigos do usuário que optava por fazer o quiz. Em outras palavras, mesmo as pessoas que não tinham concordado em compartilhar suas informações pessoais com o app acabaram tendo os seus dados comprometidos. Foi dessa forma que a Cambridge Analytica conseguiu escalar para 87 milhões de usuários afetados. Cerca de dois meses depois, a consultoria anunciava que fechava seus escritórios.

7. Google +

Quantos usuários afetados: 52,5 milhões

O que aconteceu?

Em outubro deste ano, o Google anunciava sua decisão de encerrar a rede social
Google+ depois da descoberta de um vazamento que sensibilizou dados de 500 mil usuários. O processo de desligamento levaria 10 meses. Mas a história voltou a assombrar o Google em dezembro quando a companhia revelou novo vazamento atingindo a já deserta rede social: uma nova falha de segurança descoberta expôs dados de 52,5 milhões de usuários.

Entre os dados expostos estão nomes, endereços de e-mail, emprego e idade dos usuários. Tais dados ficaram expostos a desenvolvedores por um erro do sistema do Google+, mesmo nos casos onde as contas eram configuradas como privadas. Com isso, o Google decidiu antecipar o fechamento para abril de 2019.

8. Facebook

Quantos usuários afetados: 29 milhões

O que aconteceu?

Invasores exploraram uma vulnerabilidade de código do Facebook que impactava a função "Ver Como", que permitia às pessoas verem como seus perfis apareciam para outras. Tal brecha permitiu que hackers roubassem tokens de acesso ao

Facebook. Tokens de acesso são como chaves digitais que mantêm as pessoas logadas no Facebook para que não precisem digitar novamente sua senha toda vez que acessam o aplicativo. Dados confidenciais, incluindo locais, detalhes de contato, status de relacionamento, pesquisas recentes e dispositivos usados para fazer login foram comprometidos.

9. T-mobile

Quantos usuários afetados: cerca de 2 milhões

O que aconteceu?

Hackers conseguiram ter acesso a servidores da T-Mobile por meio de uma API. Com isso, tiveram acesso a senhas e dados pessoais, incluindo números de conta, informações de faturamento e endereços de e-mail.

10. British Airways

Quantos usuários afetados: 380 mil

O que aconteceu?

Clientes que reservaram voos no site ou aplicativo da companhia aérea britânica
British Airways entre os dias 21 de agosto e 5 de setembro deste ano tiveram seus dados pessoais e financeiros comprometidos devido a uma violação de segurança cibernética.





(Fonte: @idgnow Da Redação) - 26/12/2018
Estas são as 5 principais carreiras em tecnologias emergentes, segundo o LinkedIn

Ofertas de emprego para desenvolvedores de soluções Blockchain cresceram 33% no ano passado

O mercado de tecnologia está em plena ascensão a medida que cada vez mais empresas atravessam suas jornadas de transformação digital. Como consequência, a demanda por profissionais que assumam vagas em TI aumentou exponencialmente. Na última semana, o LinkedIn divulgou uma lista com as principais carreiras emergentes a partir de um levantamento feito na própria rede social em conjunto com outros relatórios recentes. A conclusão foi que o desenvolvedor de Blockchain está no topo da lista.

As listagens de vagas para a área cresceram 33 vezes no ano passado nos Estados Unidos, de acordo com o Relatório de Empregos Emergentes de 2018. Em segundo lugar estão os engenheiros de aprendizado de máquina, cujas posições cresceram 12 vezes no mesmo período.

Completam os cinco principais cargos em 2018: Executivo de vendas de aplicativos, especialista em aprendizado de máquina e representante médico profissional.

Como os empregos em blockchain cresceram, também existem programas que treinam desenvolvedores e outros em habilidades de blockchain. Por exemplo, depois de criar um curso on-line sobre criptomoedas e redes blockchain de escala de negócios, a UC Berkeley passou por milhares de inscrições.

“Não é nenhuma surpresa que estamos vendo uma explosão de papéis de aprendizado de máquina e crescimento contínuo dos papéis da ciência de dados. Na verdade, nós começamos a ver isso no relatório do ano passado, no entanto ambos os campos estão começando a ver papéis mais especializados”, escreveu Guy Berger, economista-chefe do LinkedIn, em post do blog da empresa. “Também pode ser que você não fique chocado com o fato de o Blockchain Developer estar no topo da lista após o aumento de interesse em blockchain e criptomoedas neste ano.”

Mesmo que as criptomoedas como o bitcoin tenham perdido até 80% de seu valor este ano, o número de consumidores que adquirem as moedas digitais quase dobrou, de acordo com um novo relatório do Centro de Cambridge para Financiamento Alternativo da Universidade de Cambridge.

O número atual de usuários ativos únicos de carteiras de criptomoeda – bancos de dados que armazenam chaves hash ligadas a moeda digital própria – é estimado entre 2,9 milhões e 5,8 milhões, de acordo com o relatório. Foi baseado em dados de pesquisa de quase 150 empresas de criptomoeda e indivíduos em 38 países.

Pelo menos 1.876 pessoas estão trabalhando em tempo integral no setor de criptomoedas; O número real provavelmente é bem superior a 2.000, quando grandes organizações de mineração e outras organizações que não forneceram o número de funcionários foram adicionadas, de acordo com o relatório da Universidade de Cambridge. As empresas pesquisadas indicaram que têm 21 funcionários em tempo integral, em média, mas a existência de várias grandes empresas com forças de trabalho maiores poderia distorcer a média.

A pressa em encontrar desenvolvedores de blockchain também aumentou a pressão sobre os salários no campo. Os desenvolvedores de blockchain agora recebem um salário anual de até US $ 175 mil, segundo a Hired, uma empresa de recrutamento de empregos.

O que um desenvolvedor Blockchain precisa saber?

O LinkedIn relatou que as principais habilidades dos desenvolvedores de blockchain incluem Solidity (uma linguagem de programação para criar contratos inteligentes); Ethereum (um blockchain de código aberto que inclui uma criptomoeda); Desenvolvimento de criptomoedas; e Node.js (um JavaScript usado para gravar ferramentas de linha de comando em nós ou servidores blockchain).

As principais indústrias que contratam são TI e serviços relacionados, software de computador e empresas de Internet. As três principais empresas que contratam desenvolvedores de blockchain são IBM, ConsenSys e Chainyard.

Já as cidades onde a demanda por desenvolvedores de blockchain é maior incluem São Francisco, Nova York e Atlanta, de acordo com o LinkedIn.

“Só o tempo dirá se a blockchain será uma tendência de longa data no mercado de trabalho”, observou Berger.





(Fonte: Da Redação, com IDG News Service) - 26/12/2018
Game brasileiro entra para lista dos 10 melhores do ano

Ranking da revista Time colocou o game Dandara entre os destaques de 2018. É a primeira vez que uma produção brasileira integra lista

A revista Time selecionou o game "Dandara", criação do estúdio mineiro Long Hat House, de Belo Horizonte, como um dos 10 melhores do ano. É a primeira vez que uma produção brasileira aparece na lista.

"Em uma radical atualização para a plataforma old-school 2D, os jogadores de Dandara pulam de um ponto a outro para ajudar a heroína titular (inspirada em uma abolicionista brasileira do século 17 do mesmo nome) a salvar o mundo de Sal de uma misteriosa e infecciosa Ideia de Ouro", escreve a revista Time no post sobre o ranking. "Os lindos gráficos e uma ampla gama de ataques valem a pena a curva de aprendizado", acrescentou.

A inspiração da personagem principal do game vem de Dandara dos Palmares que, ao lado de Zumbi dos Palmares, lutou contra a escravidão no Brasil. A narrativa também traz referências à cultura brasileira, como Tarsila do Amaral. Lançado em fevereiro deste ano, o jogo está disponível no PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, PC, iOS e Android.

A lista da Time ainda traz os jogos Donut County (PS4, iPhone, PC), Assassins Creed Odyssey (PS4, Xbox One, Switch, PC), Super Mario Party (Switch), Florence (iPhone, Android), Red Dead Redemption 2 (PS4, Xbox One), Subnautica (Xbox One, PC), Into the Breach (Switch, PC), Spider-Man (PS4) e God of War (PS4), que assumiu a primeira posição no ranking da revista.

(Fonte: @idgnow Da Redação Terra) - 17/12/2018
Listando: 325 de 1316

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.