O novo regulamento de qualidade do serviços não deverá ter metas a serem atingidas, mas valores de referência com ciclos de vigilância e obrigações de fazer, caso os indicadores não sejam alcançados.
Na trajetória que a Anatel está traçando para deixar de ser uma agência de “comando e controle” – com imposição de metas e aplicação de multas pelo descumprimento – para passar a ser um regulador “responsivo” – com regras mais leves, mas cobranças imediatas em caso de descumprimento – uma das mudanças mais importantes deverá vir com a nova proposta do regulamento de qualidade dos serviços de telecomunicações, cuja proposta está há mais de dois anos em tramitação na agência.
Segundo Nilo Pasquali, superintendente de Planejamento e Regulação da Anatel, a expectativa é que o novo regulamento de qualidade dos serviços esteja pronto até julho deste ano. Conforme Pasquali, as mudanças estão sendo feitas com base em três premissas: dar mais voz ao consumidor, estimular os investimentos e permitir que em cada município brasileiro o consumidor saiba qual a empresa que oferece o melhor serviço para os distintos serviços de telecom.
Por isso, diz, o novo regulamento não terá mais metas de qualidade a serem cobradas. Mas isso não significa que os serviços não serão medidos. No caso da banda larga, por exemplo, a qualidade do serviço prestado será acompanhada pela qualidade do download, da latência, do jitter (que mede o atraso na entrega de dados em tempo real), e da perda de pacote. “ A empresa não será mais aferida para entregar pacotes em 95% dos casos, como são as metas atuais”, explicou.
No lugar das metas, haverá valores de referência, que funcionarão como “selo de qualidade”, a exemplo do que existe atualmente nos eletrodomésticos que trazem, por exemplo, selos de economia de energia.
Segundo Pasquali, a pesquisa de satisfação que é feita anualmente pela Anatel deverá ganhar muito mais peso na confirmação da qualidade dos serviços prestados pelas operadoras, e haverá ciclos de vigilância, para que, não cumpridas as regras, a empresas melhorem os indicadores.
A intenção é substituir as multas – que somam bilhões aplicados, mas poucos milhares recolhidos, porque a maioria é judicializada – por “obrigações de fazer” .
PPP
Os prestadores de pequeno porte (PPP) – no caso da banda larga, são todas as empresas com menos de um milhão de clientes – não estarão enquadrados nas regras, mas poderão espontaneamente fazer as medições e fornecer as informações à Anatel. A divulgação das informações poderá ser uma vantagem competitiva para essas empresas. “Os pequenos muitas vezes têm um atendimento melhor e poderão querer participar do processo como uma forma de divulgarem a qualidade de seus serviços”, afirmou.
Apesar de mais da metade da população estar conectada atualmente, queda no ritmo de crescimento nos últimos anos indica que processo será desafiador.
Em dezembro de 2018, foi revelado que, pela primeira vez na história, mais da metade da população tem acesso à Internet, conforme dados da ITU (
International Telecommunication Union), ligada à Organização das Nações Unidas, a ONU.
No entanto, o chamado “acesso universal” à Internet, que prevê cerca de 90% da população conectada, ainda está longe de virar realidade.
Segundo especialistas ouvidos pelo The Guardian, isso não deve acontecer antes de 2050.
“Se houver qualquer tipo de hesitação na taxa de pessoas ficando on-line, o que parece existir, então teremos um desafio real em atingir, 70%, 80% ou 90% conectados”, aponta ao jornal britânico o CEO da World Wide Web Foundation, Adrian Lovett.
Nos últimos anos, conforme dados publicados recentemente pela ITU, o crescimento no acesso global à Internet vem desacelerando de forma significativa. Para efeito de comparação, a taxa de aumento de conectividade caiu de 19%, em 2007, para menos de 6% em 2017.
Desta forma, conseguir expandir o acesso à web para a outra metade do planeta deverá ser mais difícil do que foi com os 50% iniciais. “A única razão pela qual temos 50% das pessoas on-line é porque a maior parte do mundo desenvolvido está muito à frente. Isso coloca o mundo em desenvolvimento em um lugar ruim, em uma situação que é ainda mais urgente”, aponta ao The Guardian a diretora
executiva da Alliance for Affordable Internet, Sonia Jorge.
Enquanto na África, 24% da população está conectada à Internet, as taxas são de 79,6% e 69,6%, respectivamente, na Europa e nas Américas, de acordo com informações do ITU.
Próxima grande jogada do Google será como Minority Report, mas diretamente no seu relógio, torradeira e chão de fábrica
Quando o falecido CEO da Apple, Steve Jobs, apresentou o iPhone há 12 anos, ele também apresentou a muitos o conceito da interface de usuário multitoque. Ele enfatizou o benefício de usar “o dispositivo com o qual todos nascemos”: nossos dedos.
Mas há uma coisa ainda mais natural do que cutucar algo: gestos com a mão no ar. Todos os humanos usam gestos de mão para se comunicar com outras pessoas. Agora, o Google quer que as pessoas os usem para se comunicar com todos os seus produtos eletrônicos.
A empresa está trabalhando em algo que chama de Projeto Soli, que usa sensores para controlar eletrônicos com gestos manuais no ar. Anunciado em 2015, o Soli permite gestos controlar smartphones, computadores, dispositivos portáteis e até carros. O projeto surgiu na imprensa nos últimos dias porque a entidade reguladora de comunicações dos Estados Unidos, a FCC, acabou de conceder uma solicitação ao Google para operar sensores de radar em potências mais altas do que as permitidas nos EUA. Também deu permissão para usar dispositivos Soli em aviões.
Soli surgiu do grupo de Tecnologia Avançada e Projetos do Google (ATAP, na sigla em inglês), criado dentro da Motorola Mobility pela ex-diretora da DARPA, Regina Dugan. O Google adquiriu a ATAP quando comprou a Motorola em 2012, mas a manteve quando vendeu a empresa para a Lenovo dois anos depois.
Os especialistas estão comparando a tecnologia ao "Minority Report", um bom filme de 17 anos atrás, ou o atual "Replicas". Mas essas interfaces de usuário de Hollywood envolvem movimentos grandes, conspícuos e radicais dos braços e mãos.
Já o Soli permite a interação com movimentos leves dos dedos. Por exemplo, esfregar os dedos juntos (o gesto internacional da mão para “dinheiro”) pode direcionar um smartwatch para girar ou um smartphone para percorrer uma série de telas.
A tecnologia funciona com o uso de um pequeno e especial chip de estado sólido que captura o movimento 3D usando o radar e o processa com algoritmos de aprendizado de máquina. O radar passa pelo tecido, para que seja possível interagir com um celular no bolso ou com um smartwatch enquanto usa luvas.
ATAP é a mesma divisão de pesquisa que desenvolveu outros projetos futurísticos, como Tango, Ara, Spotlight Stories, Jacquard, Abacus, Vault e outros. Todos esses projetos, a propósito, foram cancelados ou falharam depois de serem levados ao mercado.
A diferença do Soli em comparação aos outros projetos, é que anteriores tinham como objetivo criar um tipo de produto inteiramente novo ou uma nova plataforma não testada. Por exemplo, Jacquard, que emergiu como uma interface de usuário de tecido para o indevidamente chamado "Levis Commuter Trucker Jacket with Jacquard" pelo Google, falhou não por causa do nome horrível ou porque a tecnologia era ruim, mas porque o público não comprou a ideia de usar uma manga como interface de usuário. Ou, pelo menos, não queria pagar US$ 260 pelo controle de smartphones baseados em luvas.
Soli, no entanto, deve aparecer em plataformas que já são populares, como smartphones e laptops, com um aumento significativo no preço. Se os usuários não fizerem isso imediatamente, os produtos que suportam o Soli provavelmente ainda serão bem-sucedidos no mercado.
É provável que Jacquard fosse considerado um sucesso se tivesse sido simplesmente adicionado à jaqueta Trucker de US$ 90 em vez de estar disponível apenas em uma versão especial de US$ 350.
Já o Soli pode acabar sendo mais parecido com o Google Assistant, que pode ser usado em todos os tipos de coisas - especialmente em Internet das Coisas.
O suporte a gestos no ar significa que aparelhos e sensores aleatórios não precisam de telas ou botões e podem ser projetados com controles naturais e intuitivos de gestos manuais. Imagine um despertador que fornece um tempo de soneca de vários minutos com base em quantos dedos foi segurado ou em notificações de smartphones que desaparecem ao fazer um gesto natural com a mão.
Uma aplicação sobre a qual ninguém está falando é a possibilidade de interação com objetos de realidade aumentada. Por exemplo, um termostato pode mostrar um mostrador virtual suspenso no ar e, em seguida, detectar quando a pessoa o gira para a direita ou para a esquerda (ajustando assim a temperatura). Imagine, também, trabalhadores de fábrica com óculos de segurança de realidade aumentada que possam conjurar todos os tipos de controles virtuais e, em seguida, usando a tecnologia Soli para manipular esses controles no ar.
A tecnologia poderá chegar a produtos reais em breve. O Google está trabalhando com a LG, a Qualcomm, a JBL e outras empresas para desenvolver o Soli no envio de produtos. O Soli SDK pode ser usado por fabricantes de dispositivos de todos os tipos, desde que esses dispositivos sejam baseados no Android, no Chrome ou no SO de última geração do Google, chamado Fuschia.
Os pesquisadores também estão usando o Soli
Pesquisadores da Universidade de St Andrews, na Escócia, publicaram um artigo em dezembro detalhando seu trabalho explorando as possibilidades do hardware da Soli. Eles demonstraram com seu projeto “RadarCat” que Soli é tão preciso que pode contar o número de cartas de baralho em um baralho, descobrir a orientação da bússola e mapear a configuração exata de peças LEGO.
Os pesquisadores mostraram como a tecnologia conseguiu identificar maçãs, laranjas e discos rígidos. Também pode descobrir se os objetos foram feitos de vidro, cobre ou aço, ou que tipo de bebida é despejada em um copo. Pode até dizer como o usuário está segurando um smartphone, ou em que parte do corpo toca o telefone.
Google recebe um ótimo feedback
O movimento no Solisphere ofuscou as notícias de que o Google anunciou na semana passada um acordo plurianual com a líder de solução háptica, a Immersion Corp. Essa é uma empresa independente líder que permite que os controladores de jogos e smartphones vibrem, sacudam e façam comentários aos usuários.
O acordo dá ao Google o direito de usar ou ser protegido por qualquer ou todas as 3.000 patentes da Immersion. Isso é importante, porque a Motorola/Google perdeu um processo por infração de patente contra a Immersion há sete anos, e esse processo centrou-se em “Basic Haptics”.
O processo cobria apenas os telefones da marca Motorola, não os telefones Pixel ou Android, ou qualquer um dos produtos de hardware que o Google atualmente fabrica.
O feedback háptico, que é relativo ao tato, é uma característica necessária para o Soli, porque os gestos no ar de outra forma não fornecem o “feedback” psicologicamente necessário de que algo realmente aconteceu no dispositivo. Por exemplo, ao girar um mostrador imaginário no espaço, é preciso ter uma sensação de clique no smartwatch para sentir que algo está realmente acontecendo.
As notícias do Soli mais as notícias da Immersion resultam em um dos movimentos mais agressivos recentes do Google para reinventar a interface do usuário "toque" ao tirar, literalmente, o toque da equação. Uma grande mudança estará, então, no ar.
Possibilidade de ser alvo de duras multas, regulação mais rígida ou mesmo fuga de usuários ronda a empresa neste ano.
Uma ótima notícia para o Facebook: 2018 acabou. Uma notícia ruim: 2019 está apenas começando.
Facebook está sendo investigado pela principal comissão reguladora do setor na União Europeia
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Neste novo ano, os pedidos de desculpas da empresa darão espaço a sua responsabilização, e multas ou medidas regulatórias talvez sejam colocadas em prática.
O que isso significa, exatamente? Que tipo de punições a gigante das redes sociais pode enfrentar? A BBC traça um panorama de o que pode acontecer ao Facebook nos próximos 12 meses:
Pode ser alvo de uma multa pesada na UE...
A Comissão de Proteção de Dados da Irlanda anunciou em dezembro que, ante "diversas notificações de brechas" no Facebook, iniciou uma investigação sobre a empresa (depois de esta ter informado a correção de um bug que levou à exposição de fotos privadas de 6,8 milhões de usuários). As implicações disso são potencialmente enormes - uma vez que se trata da principal comissão reguladora desse setor na União Europeia. O possível avanço regulatório se sustenta na intenção de punir severamente empresas que não protegem dados pessoais dos usuários.
"O foco será nas medidas de segurança e procedimentos que eles (Facebook) tinham em vigor", avalia Kate Colleary, líder da IAPP, organização internacional dedicada à proteção de dados privados. "Se estes tiverem sido deficientes, é possível que haja uma descoberta administrativa."
"Descoberta administrativa" seria, em outras palavras, uma eventual decisão da Comissão de Proteção de Dados com multas pesadas. Segundo uma regulação em vigor desde maio do ano passado, uma empresa pode ser multada em até 4% de sua receita global - no caso do Facebook, isso equivaleria a mais de US$ 1,5 bilhão.
...E também nos EUA
Pode ser que não pare por aí. Enquanto avançam as investigações na Irlanda, a Comissão Federal de Comércio dos EUA também examina a conduta do Facebook perante um acordo assinado pela empresa em 2011. Em termos gerais, o acordo fez o Facebook prometer que obteria consentimento devido e explícito em casos de coleta e compartilhamento de dados. A empresa já refirmou, diversas vezes, que não descumpriu o acordo, conhecido como "decreto de consentimento". De qualquer modo, a comissão federal está analisando o caso.
Empresa de Mark Zuckerberg pode ser alvo de mais regulação nos EUA, assim como aconteceu na Europa
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Em caso de ser identificada alguma violação nos termos, as punições são, em teoria, astronômicas: o "decreto de consentimento" prevê multas de US$ 40 mil por dia, por violação.
Se uma eventual violação abarcar todos os 80 milhões de usuários do Facebook nos EUA, chega-se à cifra de US$ 3 trilhões.
Mas é improvável que se chegue a isso. O objetivo da comissão não é quebrar empresas americanas, mas sim desencorajar comportamentos inadequados. Em entrevista ao Washington Post, David Vladeck, ex-chefe de proteção ao consumidor da mesma comissão, disse que eventuais multas devem ser na casa de US$ 1 bilhão.
"A agência (em referência à comissão) vai querer enviar a mensagem de que (...) leva muito a sério seu decreto de consentimento", opinou ele ao jornal.
Pode ser desmembrado
Uma opinião que parece ter apoio multipartidário - em diferentes países ao redor do mundo - é a de que o Facebook se tornou muito grande e muito poderoso.
"Temos muitos concorrentes", disse Mark Zuckerberg durante sua aparição diante do Senado americano, em abril de 2018. Mas ele não mencionou nenhum desses concorrentes. Com o WhatsApp e o Instagram sendo parte da empresa, não há, de fato, nenhuma alternativa ao Facebook - e, se houvesse, a empresa provavelmente a compraria.
Um grupo ativista específico, o Freedom from Facebook, pede que a empresa seja dividida em quatro: a rede principal de Facebook, o WhatsApp, o Instagram e o Facebook Messenger. Também pede que seja mais fácil para os usuários migrar seus dados de uma rede a outra, caso queira se desconectar de alguma delas.
O Facebook, segundo o periódico New Stateman, está contratando especialistas em leis concorrenciais, preparando-se para fortes conclamações para que seu negócio seja desmembrado em peças menores.
A empresa também contratou, em outubro, um político britânico do alto escalão - Nick Clegg, ex-vice-premiê - como chefe de Comunicações.
Em conversas com jornalistas, Clegg disse que vai focar seus esforços na ideia de "co-regulamentação", ou seja, em trabalhar em conjunto com governos para criar regulamentações que façam sentido técnica e eticamente.
Mas foi alvo de críticas, uma das de Ahmed Banafa, especialista em privacidade da Universidade Estadual de San Jose, na Califórnia, alegando que as autoridades "devem agir de modo independente (ao Facebook) porque estão cuidando de nós, cidadãos, e não das empresas".
Político britânico Nick Clegg, agora no Facebook, defende "co-regulação"
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Pode ser alvo de regulamentação (junto com o restante das empresas de tecnologia)
"Eu não quero votar pela regulação do Facebook", disse em abril a Mark Zuckerberg o senador americano John Kennedy. "Mas eu o farei. Isso dependerá de você. (...) Seu (termo) de condições dos usuários é péssimo."
Há uma sensação, em Washington, de que passou do tempo de o Facebook mostrar ser capaz de resolver seus próprios problemas sozinho. E o Facebook já disse diversas vezes estar aberto a regulação, desde que seja a regulação "certa", que não impacte a habilidade das pessoas de se comunicar livremente online.
E que tipo de regulação pode ser essa? Um relatório do senador democrata Mark Warner - vice-presidente do Comitê de Inteligência do Senador - talvez traga o argumento mais coerente para o que pode vir a ocorrer.
Em termos gerais, o senador quer forçar as redes sociais a se abrirem a uma auditoria de acadêmicos; a oferecerem uma melhor portabilidade de dados, para que as pessoas possam migrar mais facilmente de um serviço a outro; e a terem mais transparência quanto a quais dados pessoais estão sendo armazenados, para o que estão sendo usados e por quem.
Veja que esse tipo de medidas não afetaria apenas o Facebook, mas quaisquer plataformas que usem dados pessoais - Google e companhia também estarão acompanhando o tema bem de perto.
Por enquanto, o Facebook diz apoiar a Lei de Publicidade Honesta, que força os sites a explicitar a origem do financiamento de anúncios publicitários políticos ou correlatos. Isso seria um bom primeiro passo, mas insuficiente. Legisladores nos EUA assistiram à aprovação da Regulação Geral de Proteção de Dados da União Europeia (aprovada em maio e descrita por seus criadores como "a mais importante mudança em regulação de privacidade de dados dos últimos 20 anos") e pensando: "é possível fazer".
Pode não receber tanta atenção dos usuários
O Facebook continua a crescer, mas não em regiões onde foi atingido por graves escândalos - estacionou seu crescimento nos EUA e viu seus números caírem na Europa.
Será que isso vai continuar? Pode se aprofundar? Algo anedótico: mais e mais pessoas estão contando - nas redes sociais, naturalmente - como estão se afastando do Facebook, seja deletando a conta ou tirando o app de seu celular.
Mas só teremos as estatísticas oficiais depois de 30 janeiro, quando a empresa anunciar seus próximos planos de receitas.
Uma pesquisa com quase mil usuários de Facebook feita pela empresa de análises Creative Strategies, em abril de 2018 - depois do escândalo da Cambridge Analytica, que teve acesso a diversos dados da plataforma - mas antes de virem à tona outras revelações de brechas de dados. O resultado foi de que 31% disseram que pretendem usar menos o Facebook no futuro. Veremos.
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Mochila é uma criação da Nike, em parceria com a Sony e o jogador de basquete Paul George, do Oklahoma City Thunder
Se você é um sonysta triste por não poder comprar o PlayStation 5 tão cedo, precisa de espaço em uma mochila pra levar o console pra casa da vó, gosta da NBA e ainda curte as cores do logo antigo do antigo video game, lá dos anos 90, a Nike pode te dar uma mão. Ela criou uma mochila chamada PS x PG Backpack e que é assinada por Paul George.
O item é uma mochila, ponto final. Ok, nem tanto. É uma mochila que é grande o suficiente pra colocar um PlayStation 4 Pro do lado de dentro, mas com as cores e o visual que ficaram famosos no finalzinho do século passado. Isso significa que ela é cinza e tem o logo colorido do primeiro PlayStation.
Ela tem um visual que segue outros produtos da Nike e que foram criados em parceria com Paul George, jogador da NBA que atualmente está no Oklahoma City Thunder. Antes da mochila, a Nike lançou alguns pares de tênis com a mesma temática do console da Sony, sendo que um deles, o PG 2.5 x PlayStation Colorway, tem até um easter egg que remete ao PS4, que está no pulsar de luz que existe em um LED na língua do tênis.
Sim, ela tem luz e pode piscar - o que, pra mim, é uma lembrança calorosa do meu Le Cheval Break Light. E se você não entendeu nada do que falei na linha acima, é só olhar a propaganda neste link.
Se você se importa com dados técnicos, já que o lado fanboy da Sony pode ser pouco importante (cof cof), a mochila é feita de poliéster, é aberta pelo lado de cima e sem zíper, tem quase 59 centímetros de altura, por mais ou menos 33 centímetros de largura e 20 centímetros de profundidade.
Ela custa US$ 175, o que dá pouco mais de R$ 650, pode ser comprada neste link e não, não é vendida no Brasil - infelizmente.
Com informações: Eurogamer.











