Notícias na Santa Ifigênia

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No iPhone, WhatsApp pode ser desbloqueado com a face e com a digital

A função por enquanto está apenas disponível para usuários da Apple

O medo de alguém pegar seu celular e ler suas conversas confidenciais no WhatsApp pode agora ser resolvido com um novo bloqueio de segurança, disponível na recente atualização do aplicativo para iOS, sistema operacional da Apple. Com o recurso, o usuário pode usar reconhecimento facial ou de impressão digital para restringir o acesso ao aplicativo de mensagens.

A proteção do aplicativo funciona mesmo quando a tela do celular está desbloqueada. Entretanto, notificações e respostas rápidas podem continuar aparecendo na tela, se o usuário manter essas funções ativadas.

De acordo com o site WABetaInfo, que costuma adiantar notícias referentes ao aplicativo de mensagens, o bloqueio de segurança estará disponível para aparelhos Android em breve.

Como ativar. Para usar a ferramenta, o usuário deve entrar nas configurações do aplicativo e procurar as opções de privacidade. Lá é possível encontrar o recurso de bloqueio de tela e ativá-lo.



(Fonte: Redação Link) - 05/02/2019
Google lança terceira geração do Chromecast no Brasil por R$ 349

Com design parecido, dispositivo promete melhoria de até 15% em performance contra versão anterior, lançada em 2016 por aqui; aparelho estará à venda no varejo físico e online

A terceira geração do Chromecast, dispositivo do Google que permite a transmissão de conteúdos do smartphone para a TV, chega nesta terça-feira, 5, ao Brasil. Lançado em outubro do ano passado nos Estados Unidos, o aparelho traz melhorias na performance - com velocidade até 15% superior - e poucas mudanças no design na comparação com a segunda versão, vendida no País desde 2016. O "novo" Chromecast já está disponível no varejo físico e online, a partir de R$ 349

Nos EUA, o aparelho é vendido por US$ 35, nas cores preto e branco - as duas também chegarão ao Brasil. Além da melhoria no desempenho interno, a principal novidade desta versão é a possibilidade de integração do Chromecast com as caixas de som inteligentes do Google, a linha Google Home. Agora, por exemplo, é possível pedir ao assistente virtual para que, por exemplo, ele toque determinada música via Chromecast.

A nova versão também recebeu incrementos na tecnologia já existente: segundo o Google, o Chromecast é capaz de suportar vídeos de 60 fps (quadros por segundo, em português) em 1080p (Full HD) - a segunda versão suportava apenas a qualidade inferior de 720p (HD).

Outra novidade aparece quando o usuário não estiver transmitindo vídeos. O dispositivo permite personalizar as imagens que aparecem na TV, com as fotos armazenadas no Google Fotos do usuário.


(Fonte: Redação Link Estadão) - 05/02/2019
Apple pode lançar serviço de streaming de games

Empresa começou a discutir plataforma à la Netflix com desenvolvedores; Amazon também estuda oferta semelhante

A Apple está planejando o lançamento de um serviço de streaming de games - as informações são do site americano especializado em tecnologia Cheddar, que ouviu cinco fontes próximas ao tema. Segundo a publicação, a plataforma, que funcionaria como uma espécie de "Netflix de jogos eletrônicos", daria acesso a uma biblioteca de jogos para iPhone a partir de uma assinatura mensal.

De acordo com o Cheddar, a empresa começou a discutir o tema com desenvolvedores de jogos no segundo semestre de 2018. Ainda não está claro quanto a assinatura vai custar ou que tipo de jogos o serviço deve oferecer. No entanto, a empresa discutiu com os estúdios que pretende desempenhar o papel de "publisher" (ou editora de jogos), arcando com custos de distribuição e marketing, por exemplo. Procurada pelo veículo, a empresa se negou a comentar o assunto.

Se de fato for lançado, o serviço de streaming de games poderia ajudar a Apple a ter presença em serviços em mais uma categoria - hoje, a empresa já tem o serviço de streaming de música Apple Music e o de armazenamento na nuvem, o iCloud. Para este ano, prevê-se o lançamento de um serviço de streaming de vídeo, ainda sem data definida, mas com parcerias já fechadas com nomes como a apresentadora Oprah Winfrey.

O presidente executivo da empresa, Tim Cook, já declarou que as receitas com serviços podem ajudar a Apple a reduzir sua dependência do iPhone - desde que o aparelho foi lançado, ele responde por mais de 50% das receitas da empresa. Em 2018, os serviços responderam por US$ 39,75 bilhões de faturamento da Apple em seu ano fiscal. A meta de Cook é que o segmento chegue à casa de US$ 50 bilhões em receita no ano que vem.

Hoje, por outro lado, a maior parte da receita da Apple com a loja de aplicativos App Store vem dos jogos - a empresa fica com 30% do que os usuários pagam por um jogo. No caso de assinaturas de games, porém, esse percentual cai para 15% após um ano de contrato.

A Apple, porém, não é a única empresa que está trabalhando em um serviço de assinatura de games: a Amazon também está desenvolvendo uma plataforma semelhante. Além disso, a Microsoft já possui um serviço com tal proposta, mas exclusivo para o Xbox - trata-se do Xbox Game Pass, cuja assinatura custa R$ 30 por mês no Brasil.


(Fonte: Redação Link Estadão) - 28/01/2019
Dia da Privacidade de Dados: 6 dicas para se manter seguro nas redes sociais

Assuma o controle das suas informações e repense os hábitos que acabam expondo você nas redes sociais

Nesta segunda-feira (28) de janeiro é celebrado o Dia Internacional da Privacidade de Dados. A data instituída em 2006 visa aumentar a consciência das pessoas em relação à privacidade e segurança da navegação na web. Dado ao fato de que o brasileiro passa, em média, mais de 9 horas do dia online, segundo o relatório "2018 Global Digital", a ciberexposição pode entregar facilmente suas brechas. Soma-se a isso o fato de que o Brasil é um dos países "mais sociáveis" do mundo quando diz respeito ao uso de redes sociais, superando o tempo de três horas e meia em média gasto por dia.

A exposição excessiva nas redes sociais é algo comum no Brasil, identificou um estudo da empresa de cibersegurança Kaspersky Lab desenvolvido na América Latina. A negligência com a privacidade é grande por aqui, onde um em cada quatro brasileiros entrevistados afirmou estar disposto a publicar um "nude" em troca de dinheiro. A mesma pesquisa concluiu que os brasileiros estão mais preocupados com sua imagem online do que com sua segurança online. Entretanto, esse comportamento precisa ser revisto. "O risco de ter um perfil público reside no fato de que informações pessoais podem ser vistas por qualquer pessoa e o proprietário desconhece as intenções de quem o visita e qual será o uso que esta pessoa dará às fotos ou dados publicados", explica Dmitry Bestuzhev, diretor da Equipe Global de Pesquisa e Análise da Kaspersky Lab na América Latina.

Pensando nisso, reunimos 6 dicas para internautas reverem suas ações na internet e manterem sua privacidade em dia.

1. Tenha cuidado com o que você publica nas redes sociais

Qualquer comentário ou foto que você postar na Internet pode permanecer lá para sempre, uma vez que a exclusão do original (por exemplo, do Twitter) não elimina as cópias feitas por outras pessoas.

Não há como "retirar" uma afirmação que você não gostaria de ter feito e tampouco ter controle das suas fotos publicadas no Instagram quando são públicas.

2. Assuma o controle das suas informações

As pessoas que comercializam produtos gostam de saber tudo sobre você, mas os cibercriminosos também. Ambos podem obter muitos dados de seus hábitos de navegação e uso de redes sociais. No entanto, você pode assumir o controle de sua informação. Tanto os navegadores de Internet quanto os sistemas operacionais móveis oferecem configurações que permitem proteger sua privacidade online. Os principais sites, como o Facebook, também oferecem ajustes para aumentar a privacidade. Às vezes, esses ajustes são (deliberadamente) difíceis de encontrar porque as empresas desejam ter acesso às suas informações pessoais por um valor comercial. Recomenda-se ativar essas proteções de segurança e mantê-las ativas sempre.

3. Pense duas vezes antes de mandar uma foto

Pesquisa da Kaspersky Lab, que integra a campanha Ressaca Digital identificou que, nos países da América Latina, 43% dos entrevistados afirmaram ter recebido imagens íntimas de pessoas próximas.

Além disso, a investigação revelou que 27% afirmaram ter tirado fotos ou filmado a si mesmo em uma situação íntima com seu dispositivo móvel – e 32% deles são jovens entre 18 e 24 anos. Em média, mais de 70% dos entrevistados armazenam suas fotos e vídeos em seus celulares e que 40% compartilham a senha do aparelho com outra pessoa – situação que pode levar a um vazamento de informações e exposição indesejada. Vale lembrar que a divulgação de imagens íntimas na internet sem o consentimento do retratado é crime. A pena para esses crimes é reclusão de seis meses a 2 anos e aumento de um a dois terços quando houver a divulgação a terceiros do conteúdo obtido.

4. Não armazene conteúdos íntimos no e-mail ou na nuvem

Dependendo do serviço contratado pode haver maior risco de vazamento. Assim, salvar arquivos privados, principalmente conteúdos íntimos, nesses espaços não é uma boa opção. Recentemente, veio à tona um vazamento massivo de um arquivo com milhões de e-mails e senhas em um fórum de hacking.

5. Evite informar onde você está nas redes sociais

A paranoia quanto à cibersegurança deve ser grande em tempos de ciberexposição e cibercrimes. Você realmente precisa informar os locais onde se encontra em uma foto no Instagram ou Facebook? Esse tipo de informação pode ajudar um stalker ou outros personagens mal-intencionados a criarem um perfil completo de você e da sua rotina.

6. Ative a criptografia

Alguns dispositivos e serviços estão equipados com um recurso de criptografia, mas não a ativam automaticamente. Mesmo que você dedique alguns minutos para descobrir se os seus dispositivos ou serviços já utilizam a criptografia, verifique se esta função precisa ser acionada e a faça.


(Fonte: @idgnow Da Redação) - 28/01/2019
Brasil ocupa 5° lugar em ranking de uso diário de celulares no mundo

Segundo estudo da consultoria App Anie, brasileiros dedicam mais de três horas por dia nos aparelhos móveis. Em dois anos, tempo médio diário dobrou

Os brasileiros passaram mais de três horas por dia usando o celular em 2018. Essa média colocou o país em 5º lugar no ranking global de tempo dispendido com esse aparelho. O dado é do relatório Estado de Serviços Móveis, elaborado pela consultoria especializada em dados sobre aplicativos para dispositivos móveis App Annie, considerando um dos mais completos do mundo.

Considerando todos os países analisados, os usuários de smartphones ficaram em média três horas por dia usando aplicativos móveis. Os países onde essa mania obteve maior popularidade foram Indonésia, Tailândia, China e Coreia do Sul. No primeiro caso, a média ultrapassou as quatro horas por dia. A lista considerou os dados de clientes de celulares com sistema operacional Android.

Na comparação com 2016, o tempo médio diário usando smartphones cresceu 50%. Na divisão por tipos de aplicações, as redes sociais concentraram 50% das horas gastas nesses aparelhos, seguidas por programas de reprodução de vídeo (15%) e por jogos eletrônicos (10%).

Segundo os autores do estudo, esse índice de consumo é alimentado pelos “micro-momentos cumulativos”, em que as pessoas checam seus celulares, como para conferir e-mails recebidos, mensagens ou atualizações nas linhas do tempo de redes sociais. “A natureza ‘em tempo real’ de dispositivos móveis permitiu um crescimento difundido deste tipo de comportamento dos consumidores”, indica o estudo.

No total, os apps móveis somaram quase 200 bilhões de downloads em 2018. O número representou um crescimento de 35% em relação a 2016. A média brasileira de crescimento foi menor no mesmo período, de 25%. A China teve grande participação, sendo responsável por metade dos aplicativos baixados em lojas para sistemas operacionais Android e iOS. Esse desempenho foi 70% maior do que em 2016, quando foi registrado o dobro do ritmo de crescimento médio global.

No tocante ao número de aplicativos instalados, usuários do Japão, dos Estados Unidos e da Coreia do Sul ultrapassaram mais de 100 programas instalados. A média de apps usados, contudo, ficou entre 30 e 40. No caso brasileiro, as médias ficaram em pouco mais de 70 aplicativos instalados e pouco mais de 30 utilizados pelos navegadores.

Mercado

O levantamento também mapeou o tamanho do mercado de aplicações móveis. No total, o segmento movimentou US$ 101 bilhões (R$ 378 bilhões). O índice representou um aumento de 75% em relação a 2016. A China representou quase 40% dos gastos mundiais. A ampliação do mercado no país teve ritmo quase dobrado da média mundial, cerca de 140%. Na Coreia do Sul, as vendas aumentaram 80% no mesmo período.

Com grande parte dos apps disponibilizados gratuitamente, o segmento mais dinâmico do mercado é o de jogos eletrônicos. A comercialização desses programas abocanhou 74% do mercado mundial. Contudo, os apps que não são jogos também ganharam espaço, saindo de US$ 3,7 bilhões (R$ 13,89 bilhões) em receitas em 2013 para US$ 19,7 bilhões (R$ 74 bilhões) em 2018.

Os serviços líderes de mercado foram Netflix, Tinder, Tencent Video, iQIYI e Pandora Music. O 3º e 4º são plataformas de vídeo chinesas, enquanto o 5º é uma empresa que disponibiliza músicas dos Estados Unidos.

Na divisão geográfica, as receitas ficaram concentradas em três grandes polos: China, com 32% dos gastos em empresas sediadas no país; Estados Unidos, com 22% e Japão, com 21%. As cinco maiores empresas do mundo foram a Tencent (China), NetEase (China), Activision Blizzard (Estados Unidos), Bandai Namco (Japão) e Net Marble (Coreia do Sul).



(Fonte: Jonas Valente, Agência Brasil) - 21/01/2019
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.