67,2% dizem ter uma relação boa ou muito boa com novidades tecnológicas, de acordo com estudo da CNT/MDA
A relação do brasileiro com tecnologia parece ir bem. De acordo com pesquisa divulgada nesta terça (26) pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), 67,2% dos brasileiros dizem ter uma relação boa ou muito boa com novidades tecnológicas.
Dos entrevistados, 51,4% disseram estar preparados para lidar com as tecnologias que chegam ao mercado de trabalho. Para 22,3% dos ouvidos, computadores hoje exercem funções antes executadas por pessoas.
Porém, quase um terço (31,8%) dos ouvidos acredita que a tecnologia pode colocar seus empregos em risco.
Dependendo do contexto, há mais resistência.
Cerca de 80% afirmam saber o que é um drone, mas, desse total, 60% não gostariam de receber uma mercadoria entregue por um dispositivo voador.
Dos ouvidos pela pesquisa, 74% disseram que não se sentiriam seguros em andar em um veículo autônomo, ou seja, sem motorista.
Quase 70% dizem acreditar que robôs podem ajudar nas atividades diárias, enquanto 23% diz que não terão utilidade — porém 42% não conhecem ou nunca ouviram falar de inteligência artificial.
67,2% dos brasileiros dizem ter uma relação boa ou muito boa com novidades tecnológicas
Foto: Istoé Dinheiro
A grande maioria (69,5%) utiliza smartphones. Fazer ligações telefônicas, no entanto, parece ser uma função secundária, já que 82% dos donos de smartphones utilizam o celular para acessar redes sociais e 55,5% para fazer ligações via WhatsApp. Menos da metade (48,9%) utiliza o smartphone para fazer ligações por linha comum.
Pouco mais da metade dos entrevistados (52%) acredita que as escolas brasileiras, o ensino técnico e as universidades estão preparando os jovens para a nova realidade tecnológica.
Comparativo levou em conta medições feitas entre clientes Oi, Net e Vivo.
A empresa de comparação de planos de banda larga MelhorPlano divulgou o resultado de um levantamento que realizou ao longo de 2018. A startup colheu medições de velocidades feitas pelos usuários do site MinhaConexão (parceiro da MelhorPlano) para elaborar um ranking das provedoras brasileiras.
Para chegar ao resultado final do ranking, a empresa desconsiderou competidores que não tenham atingido ao menos 3% das medições de velocidade no site ao longo de um ano. Com isso, identificou que usuários Vivo, Net e Oi concentram as medições. Mas qual se saiu melhor?
Dentre as três, a NET registrou velocidade média mais alta, de 23,01 Mbps. Ao todo, 7,2 milhões de clientes Net fizeram medições usando o site Minha Conexão em 2018. A Vivo, por sua vez, foi a segunda colocada, com velocidade média de 15,52 Mbps, para 8,4 milhões de testes. A Oi teve o pior desempenho. Com 6,2 milhões de testes, o Velox entregou velocidades médias de 5,24 Mbps.
A velocidade média leva em conta a velocidade de download e upload. Utilizou-se uma distribuição normal na qual os valores do percentil 10, percentil 50 (também conhecido como mediana) e percentil 90, foram combinados em uma média ponderada usando uma proporção de 1:2:1, respectivamente. Ao todo, foram comparados dados de 39,9 milhões de medições de velocidades.
Os gastos globais com publicidade para instalação de aplicativos em telefones móveis devem subir chegar a 64 bilhões de dólares em 2020, segundo a empresa israelense de análise de dados para aplicativos AppsFlyer.
O número mantém o ritmo recente de crescimento de 34 por cento ao ano, refletindo em parte o custo de mídia mais alto, incluindo campanhas pagas. A estimativa tem como base modelos estatísticos e dados da indústria, com uma amostra de 70 mil aplicativos.
"Tem havido um constante crescimento de investimento em publicidade e isso parece que vai continuar assim.
Em um dos mercados de aplicativos mais predominantes, a América do Norte, o crescimento de gasto para instalação de apps deve dobrar em 2020, atingindo 12,9 bilhões de dólares, segundo a AppsFlyer.
Segundo Daniel Junowicz, diretor da AppsFlyer para a América Latina, entre os segmentos que devem dar suporte ao avanço dos investimento com anúncios para dispositivos móveis e instalações, estão os mercados de games e o apps de comércio e de streaming de vídeo e música.
Agora sim, vamos jogar online escrevendo com Ç e com AltGR. E ainda é resistente aos líquidos!
A gente pede isso há tempos, mas a maioria das fabricantes ainda se faz de desentendida. Mas isso está mudando. A HyperX, divisão gamer da Kingston Technology, acaba de atender um dos pedidos mais frequentes da comunidade brasileira de gamers com o lançamento do HyperX Alloy Core RGB, seu primeiro teclado de acordo com as regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT2, que inclui as teclas Ç e AltGR.
“O novo Alloy Core RGB padrão ABNT2 foi desenvolvido para o jogador brasileiro, que sempre teve dificuldade para encontrar teclados de alta performance adaptados à língua portuguesa”, disse Paulo Vizaco, diretor regional da HyperX na América Latina. “Além de atender a demanda relativa ao layout, o Alloy Core RGB chega ao mercado com um preço excelente. É o teclado ideal para gamers que querem melhorar o desempenho sem gastar muito.”
O Alloy Core RGB é um teclado de membrana com estrutura de plástico reforçado, tem uma barra luminosa da HyperX e resiste a até 120ml de líquidos. Suas teclas são silenciosas, respondem rapidamente e a toques suaves, oferecendo sensação tátil.
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Além disso, o periférico tem as funções anti-ghosting e N-key rollover, que reconhecem o uso simultâneo de várias teclas e impedem a ativação por cliques indesejados, e efeitos de iluminação RGB dinâmicos que proporcionam brilho intenso em três níveis e seis efeitos.
Compatível com Windows 10, 8.1, 8 e 7, o teclado está disponível por um preço médio de R$ 329,90.
Com tantas ameaças virtuais, é possível garantir a segurança de celulares, notebooks e tablets? Confira algumas dicas essenciais.
Virou um território minado. Apps falsos que instalam malwares via Whatsapp, roubo de dados e falhas de segurança em aparelhos transformaram a segurança da informação em uma enorme dor de cabeça.
Nesse cenário, como certificar-se que notebooks, celulares e tablets estão seguros? Confira algumas dicas valiosas para proteger cada aparelho.
Foto: Ervins Strauhmanis / Foter.com / CC BY
CELULARES E TABLETS
Eles são nossos maiores “companheiros” tecnológicos, por isso, acabaram se tronando o alvo principal dos criminosos. Proteja sempre o aparelho com senhas, tanto de desbloqueio quando em aplicativos específicos. Muitos dos serviços e aplicativos possuem camadas adicionais de segurança, como o duplo fator de autenticação. Com sua ativação, é possível prevenir que contas sejam usadas em caso de roubo ou furto com o aparelho desbloqueado.
Por conta do tamanho das telas, é importante tomar cuidado ao utilizar estes dispositivos em público, uma vez que é possível que alguém veja o que está sendo feito. Por isso, a dica é deixar o brilho da tela baixo ou aplicar uma película protetora, dificultando quem está ao redor de ver a atividade sendo realizada.
Tanto o Android quanto o iOS permitem o bloqueio ou limpeza remota do dispositivo para restaurá-lo ao estado de fábrica. Além disso, é possível instalar uma solução de segurança que permita ver a localização do equipamento roubado ou tirar fotos do criminoso com a câmera.
Evite fazer o root ou jailbreaking do dispositivo, ou seja, utilizar as configurações de administrador de sistema, pois essa prática pode ser prejudicial à segurança de seu dispositivo. E tenha cuidado com malwares em lojas oficiais, muitos aplicativos falsos se passam por reais, aproveitando-se da confiança dos usuários nesse ambiente.
“O uso correto das medidas de proteção em um aparelho é o que define a segurança que ele terá”, alerta Camillo Di Jorge, country manager da ESET Brasil, empresa de detecção proativa de ameaças. “O que podemos garantir é que colocando as medidas de proteção em primeiro lugar, é possível aproveitar ao máximo todos os benefícios que cada dispositivo pode trazer.”
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Além de ter senhas fortes, a recomendação primordial é sempre possuir um duplo fator de autenticação. Trata-se simplesmente da adição de mais uma etapa para a confirmação da identidade ao tentar fazer o login ou executar alguma ação. Dessa forma, caso uma senha seja descoberta, quem tentar acessar uma conta pessoal encontrará mais uma camada de proteção.
O ideal seria manter o aparelho em ambientes seguros, com menos chances de roubo ou furto. Mas como isso nem sempre é possível, é aconselhável então não o conectar em redes wi-fi desconhecidas. Ao utilizar internet fora de casa, é interessante o uso de um serviço de VPN, que são redes que restringem o acesso a quem não está autorizado e previnem a interceptação das informações por cibercriminosos.
Existem outros cuidados que podem garantir a segurança nos três tipos de dispositivos, como sempre ficar atento para evitar furtos, ter sempre um antivírus confiável e atualizado, tomar cuidado com links e apps de fontes desconhecidas, atualizar o sistema operacional e os aplicativos, fazer backup, utilizar duplo fator de autenticação sempre que possível e ter senhas fortes, tanto nos documentos como no desbloqueio dos equipamentos. Caso seja necessário se conectar em redes públicas, o ideal é não acessar contas bancárias ou efetuar pagamentos online.
[Dicas gentilmente fornecidas pelos especialistas da ESET]











