O iPad mini agora terá suporte para a caneta Apple Pencil e rodará com o novo processador A12 Bionic da Apple, lançado no ano passado. A notícia foi anunciada pela Apple em comunicado à imprensa enviado nesta segunda-feira, 18. O preço do novo iPad mini continuará sendo US$ 399 - o aparelho já está disponível nas lojas americanas.
É a primeira vez em três anos e meio que a fabricante de iPhones atualizará o iPad mini, tablet da empresa. A Apple também anunciou uma nova versão do iPad Air, por US$ 499.
Segundo o site The Verge, o design do iPad continua o mesmo. Já a tela exibe mais cores e tem a tecnologia True Tone da Apple, que ajusta a cor do aparelho de acordo com o ambiente em que está o tablet.
Além disso, o novo iPad mini tem opções de armazenamento de 64 GB e 256 GB - o modelo anterior tem a configuração de 128 GB por US$ 399, preço que corresponde ao modelo de 64GB na versão nova.
A câmera traseira continua a mesma, enquanto a de selfies passou de 1,2 MP a 7 MP. O aparelho não foi atualizado com o recurso de reconhecimento facial, tecnologia que está presente em todas as novas gerações de iPhones.
A Apple fez diferente este ano: lançou o novo iPad mini por comunicado à imprensa, sendo que esse tipo de anúncio de aparelhos costuma ser feito em eventos, como o que acontecerá no próximo dia 25. Na semana que vem, é esperado que a Apple aproveite a ocasião para anunciar seu serviço de streaming de vídeo e novas assinaturas de seu serviço de notícia. A antecipação da novidade do iPad mini pode ser um sinal de que a Apple quer reservar tempo do evento para apresentar seus serviços.
Agência lembra que o usuário pode cancelar qualquer serviço de telecomunicações por telefone ou por internet, sem precisar falar com o atendente.
Ao constatar que o consumidor ainda tem dificuldade para cancelar serviços de telecomunicações, a Anatel lançou a campanha #querocancelar na sua página no Facebook. Também criou um hotsite com todas as informações para cancelar o serviço de maneira rápida e fácil.
Em 2018, a agência recebeu 250 mil reclamações sobre o assunto (o que corresponde a 8% do total de reclamações). Enquanto o volume de reclamações sobre outros aspectos da prestação de serviços caiu, o volume de reclamações sobre dificuldade em cancelar permaneceu estável.
De acordo com o regulamento geral do consumidor, é possível cancelar o serviço por telefone ou pela internet, sem falar com atendente. Mesmo havendo faturas em atraso, a prestadora é obrigada a cancelar o serviço e a prestadora não pode condicionar o cancelamento à retirada de um equipamento (por exemplo: um modem ou um receptor de TV por assinatura) da casa de um consumidor, a empresa é responsável por fazer essa retirada.
No caso de cancelamento parcial de combos, o consumidor tem direito de cancelar o pacote como um todo, mas também é possível escolher outras ofertas somente com os serviços que o usuário deseja. O consumidor deve ficar atento quanto às regras de fidelização, nas quais o consumidor tem que pagar uma multa em caso de cancelamento em menos de 12 meses.
Após o cancelamento de serviço, o consumidor pode receber uma fatura extra que se refere ao valor relativo aos dias que sobraram entre o último dia do ciclo de faturamento e o dia em que o serviço foi cancelado. A cobrança é válida, desde que os valores sejam proporcionais a esse período. A prestadora é obrigada a enviar a fatura com, pelo menos, 5 dias de antecedência do vencimento.
No caso de cancelamento automático de linhas pré-pagas, a linha sem créditos ou com créditos vencidos pode ser cancelada em 75 dias após a prestadora avisar o consumidor sobre a situação. Contudo, ao recarregar outros créditos dentro desse prazo, o consumidor recupera o que restava do crédito antigo e a validade dele passa a ser a mesma do crédito novo. Essa medida de cancelar linhas pré-pagas que não estão em uso ajuda a minimizar congestionamentos nas redes e evita
que gastos com manutenção sejam repassados aos consumidores.
Esta campanha de educação para o consumo terá duração de sete semanas, sendo essa a primeira da série. A partir dela, a Anatel realizará outras, sempre levando em consideração as situações e temas que mais geram problemas ao consumidor.
Curso em parceria com UIT
Em parceria com a União Internacional de Telecomunicações (UIT), a Anatel lança nesta segunda-feira, 18, o curso “Direito do Consumidor de Serviços de Telecomunicações”. O curso será realizado na modalidade a distância, por meio da plataforma ITU Academy. Qualquer interessado pode realizar o curso de forma gratuita. No portal do consumidor da agência consta um tutorial com orientações aos participantes.
O objetivo principal do curso é capacitar o público em geral e, principalmente, profissionais de entidades de defesa do consumidor (como Procons) e membros dos Conselhos de Usuários sobre relações de consumo e direitos do consumidor em telecomunicações.
O curso está dividido em sete módulos. Para acessar cada um deles, o aluno terá que realizar o teste referente ao módulo anterior e acertar, pelo menos, 5 de 8 questões. Os módulos são os seguintes:
Módulo 1: Como está organizado o mercado de serviços de telecomunicações
Módulo 2: A regulação setorial e a legislação sobre direitos dos consumidores
Módulo 3: Papel da Anatel na relação com o consumidor e atuação de outras entidades
Módulo 4: Oferta de serviços de telecomunicações
Módulo 5: Atendimento dos consumidores
Módulo 6: Cobrança pelos serviços
Módulo 7: Outros regulamentos
Os alunos que concluírem o curso com êxito receberão ao final os certificados de conclusão da UIT.(Com assessoria de imprensa)
O 5G já aparecia como tendência nas últimas duas ou três edições do evento, mas foi definitivamente em 2019 que ele passou de coadjuvante
Chegamos ao final de mais uma edição do Mobile World Congress (MWC). E se você perguntar a qualquer um dos 110 mil congressistas qual foi a coisa que mais se destacou esse ano, posso apostar que a maioria responderá que foi o 5G. Em grande parte dos estandes de operadoras, fabricantes de celular, aplicativos, consultorias e até drones, havia luminosos, folders e decoração com alguma referência à rede de dados ultra veloz.
Na realidade, o 5G ainda é apenas ficção em muitos países e, mesmo nos EUA, ele só está disponível em algumas cidades. Mas, como em uma feira de moda, onde a maior parte das roupas de alta costura são apenas conceitos, o MWC tem como um de seus objetivos apresentar conceitos, tendências e apontar para onde iremos no mundo digital.
Mobile World Congress, maior feira de celulares do mundo
Foto: Alan Hessel
O 5G já aparecia como tendência nas últimas duas ou três edições do evento, mas foi definitivamente em 2019 que ele passou de coadjuvante para protagonista. E por que isso é importante? Redes são infraestrutura e redes mais potentes se traduzem em oportunidade para a criação de novas indústrias, aplicações e negócios. Um exemplo bem claro, e talvez o mais inovador, foi a chegada da rede 3G, que transformou completamente a indústria de celulares. Apenas para lembrar alguns fatos marcantes:
1- O surgimento do iPhone só foi possível porque havia uma rede de alta velocidade.
2- Empresas que até então reinavam absolutas, como Nokia, Motorola e LG (entre os aparelhos mais simples) e Palm e Blackberry (entre os smartphones) resistiram em abraçar o ecossistema de aplicativos e, quando se deram conta, já haviam sido engolidas por Apple e Google.
3- A indústria de aplicativos nasceu, possibilitando a criação de novos modelos de negócio e serviços, como o compartilhamento de casas, carros, bicicletas, barcos e até aviões.
Quando a estrela de uma feira é a "rede" podemos esperar que as edições seguintes reservem novidades muito mais interessantes. Explico: redes são infraestrutura e, portanto, não são excitantes por si só. Mas… tudo que está sendo criado em termos de conectividade, como internet das coisas (IoT), machine learning, carros autônomos etc., só será possível porque essa super velocidade se tornará realidade.
Ah, e para acabar, quero dividir com vocês os principais destaques além do 5G: os smartphones dobráveis que Samsung e Huawei apresentaram são realmente incríveis, lindos e mega caros (US$2 mil).
E por último, não tenho como não falar sobre a simpaticíssima Sofia, o robozinho equipado com inteligência artificial que batia papo com os congressistas. Perguntei a ela o que havia achado da sua visita ao Brasil em 2018 e ela falou que amou o país e as pessoas. No final das contas, a inteligência artificial parece já contar com um pouquinho de inteligência emocional :-).
*Daniel Carvalho, diretor de desenvolvimento de negócios do Twitter para América Latina Daniel Carvalho (@dancarvs) foi CEO para América Latina da Mondia Media e diretor-geral para o Brasil das italianas Buongiorno e Dada.net. Além disso, foi diretor de marketing para o Brasil da Telefônica Publicidade e Informação (Guia Mais) e diretor de marketing e e-commerce do Yahoo!
Veículos elétricos usam tecnologia inovadora de uma startup australiano-israelense: o combustível promete maior alcance, menor custo e menos poluição.
Veículos elétricos têm sido notícias frequentes. São apresentados como solução para acabar com a dependência dos combustíveis fósseis e também para proteger o meio ambiente. Já pensou rodar por aí em um carro elétrico cujo combustível tem como base a água? Pois é isso mesmo! Essa novidade foi apresentada no final de 2018, em Tel Aviv, pela Electriq~Global, uma startup australiano-israelense.
“A tecnologia é revolucionária”, segundo a Electriq. Isso porque ela retira o hidrogênio da água e o usa para gerar a energia elétrica necessária para os veículos. E esse combustível à base de água é eficiente, seguro, barato e causa menos poluição. Aliás, diz a empresa, ele não emite gases poluentes. Ficou interessado no assunto? Então, continue lendo para entender melhor essa novidade.
Combustível à base de água é mais barato e não poluente, garante startup.
Combustível à base de água pode ser o futuro
A energia renovável vem chamando a atenção de diversas empresas pelo mundo. Normalmente, são usadas baterias de íon lítio para os carros (como os da Tesla, por exemplo). Já para veículos maiores, como caminhões, ônibus, trens e barcos, recorre-se a tecnologias que utilizam hidrogênio comprimido. E o grande problema, aqui, é o alto custo de armazenamento e transporte.
Já o sistema desenvolvido pela Electriq apresenta três componentes-chave: a água, uma substância química — a Tetraidrobiopterina (BH4) — e uma camada de metal — que é um catalisador criado pela empresa. É esse catalisador que, a partir da mistura, põe em ação a produção de hidrogênio. “Criamos um novo tipo de combustível à base de água que é seguro, não inflamável e fácil de usar e transportar”, disse o CEO da Electriq, Guy Michrowski, em uma
entrevista ao The Times of Israel.
Desenho mostra como funciona um carro elétrico movido com o novo combustível à base de água.
Combustível de água rende mais, custa menos e não polui
A tecnologia desenvolvida pela empresa apresenta, de imediato, três características altamente desejáveis. Ela acarreta maior rendimento, por um custo menor e com facilidade de transporte e uso.
Isto é: de acordo com a Electriq, seu combustível dobra o alcance dos veículos elétricos pela metade do custo.
Em seu site, a Electriq apresenta tabelas comparando o alcance do seu combustível inovador com o que é usado por outras companhias. Por exemplo, tanto um Tesla Model-S, que usa bateria de lítio, quanto um Toyota Mirai, movido a hidrogênio comprimido, têm alcance de 500 km. Já os veículos elétricos da startup chegariam a mil quilômetros e levariam apenas cinco minutos para reabastecer.
Site mostra comparação do alcance dos diferentes veículos elétricos.
Além disso, a empresa também compara os custos de um tanque de combustível: com a sua tecnologia, cerca de 25 dólares. Um tanque de hidrogênio do Mirai, em torno de 80 dólares. Quanto à segurança para transportar, usar e armazenar o combustível, provém do fato de ele ser 60% água. Assim, a empresa afirma ser capaz de produzir hidrogênio sob demanda que, depois, é transformado em energia elétrica.
Comparativos evidenciam o lema da Electriq: duas vezes o alcance pela metade do preço e zero emissão de poluentes.
Comercialização do combustível
No site da Electriq~Global, um roadmap aponta algumas datas, lançamentos e objetivos. Por exemplo, entre janeiro e março de 2019, será autorizado em Israel o primeiro centro de reciclagem em larga escala. Já de 1 de julho a 31 de outubro, consta a apresentação de um caminhão de 30 Kw e de um veículo aéreo não tripulado rodando com o novo combustível.
O site também informa que entre abril e junho de 2020 será mostrado o primeiro ônibus com o sistema da Electriq. Entre outras apresentações e construção de plantas, a comercialização da tecnologia está prevista, conforme o roadmap, para 1º de janeiro de 2022.
Michrowski explicou, na entrevista, que o hidrogênio é criado e utilizado, e o líquido restante pode ser reciclado. É reabastecido com água e os demais componentes, podendo ser novamente usado. “O mercado de veículos elétricos está decolando e queremos substituir o hidrogênio comprimido pela nossa solução”, afirmou o CEO da Electriq~Global. Para ele, o valor do novo combustível está em ser acessível e seguro, reduzindo custos e sem poluição.
Então, esperamos que você tenha gostado deste conteúdo. E se você gosta de automóveis, leia sobre a Fórmula E e os carros elétricos.
Achou o texto interessante? Não deixe de ler, também, o artigo sobre carros sem motorista. E continue acompanhando o Blog Vivo Guru, onde você encontra sempre material relevante.
Preocupada em passar uma imagem de gananciosa, a Nintendo teria pedido às parcerias para que os seus jogos mobile não explorem tanto os jogadores.
O mercado de jogos mobile se tornou algo tão grande, que algumas empresas tradicionais passaram a apostar pesado na criação de títulos que visam conquistar quem joga em tablets e/ou smartphones.
Quando bem sucedido, jogos para essas plataformas podem faturar dezenas, até centenas de milhões anualmente e por isso não é de se estranhar tantas companhias tentando conquistar uma fatia deste bolo.
Uma que relutou bastante para entrar nesta festa foi a Nintendo e por se tratar de uma empresa com tantas marcas adoradas, a expectativa era de que o mobile se tornaria uma nova mina de ouro para a Casa do Mario. O detalhe é que de acordo com uma pessoa ouvida pelo The Wall Street Journal, não é no dinheiro que a BigN estaria interessada primariamente quando se trata deste mercado.
Enxergando no mobile uma ótima oportunidade para tornar suas franquias ainda mais populares, na verdade a Nintendo estaria preocupada em passar aos consumidores uma imagem de gananciosa e por isso eles teriam pedido a seus parceiros, entre eles a DeNA e Cygames, para que ajustasse os games para que os jogadores não tenham que gastar muito neles.
“A Nintendo não está interessada em fazer uma grande quantidade de dinheiro com um único jogo para smartphone,” afirmou um funcionário da Cygames. “Se gerenciássemos o jogo por conta própria, poderíamos ter feito muito mais [dinheiro].”
O pedido feito pela Nintendo aconteceu depois das reclamações dos jogadores em relação a maneira como personagens raros eram obtidos no jogo desenvolvido pela Cygames, o Dragalia Lost. Distribuído gratuitamente para dispositivos Android e iOS, o jogo de aventura conta com microtransações para obter lucro e da maneira como o funcionário falou, parece que o pessoal por lá não gostou muito da postura da BigN.
Isso fica ainda mais claro quando sabemos que pela primeira vez em 17 anos a CyberAgent, empresa que controla a desenvolvedora, se viu obrigada a reduzir sua previsão de lucro e o motivo para isso seria justamente a baixa arrecadação-por-jogador oriunda do Dragalia Lost. O detalhe é que mesmo assim o título teria faturado US$ 75 milhões desde o seu lançamento em setembro passado, superando inclusive tudo o que Super Mario Run e o Animal Crossing: Pocket Camp conseguiram em todo os seus ciclos de vida.
No entanto, essa tentativa da Nintendo de passar uma imagem melhor não significa que a empresa não esteja interessada em colocar mais dinheiro em seus cofres explorando o mercado mobile. Além do Dr. Mario World previsto para o nosso próximo inverno e do Mario Kart Tour, rumores dão conta de que é apenas uma questão de tempo até que a franquia The Legend of Zelda também apareça nos smartphones e tablets.
Recentemente o presidente ainda disse que o plano da companhia é expandir o seu portfólio no mobile até que eles cheguem a faturar 100 bilhões de ienes por ano, o que daria cerca de US$ 910 milhões. O número pode parecer muito alto, mas se considerarmos que um Candy Crush Saga faturou US$ 1,5 bilhão em 2018 e que só nos Estados Unidos o Pokémon GO registrou US$ 262 milhões no ano passado, a expectativa do executivo não parece tão absurda.










