Pelo menos é o que diz pesquisa realizada pela Neon. Em sua base de clientes, fintech mostrou que apenas 34% das compras foram feitas em e-commerce
A Neon Pagamentos fez uma pesquisa sobre o comportamento dos usuários durante o dia 23 de novembro, na Black Friday 2018. A fintech analisou as transações realizadas pelos clientes de todo o país e chegou a conclusão de que seus usuários privilegiaram as compras em lojas físicas. Atualmente, a Neon Pagamentos possui mais de 1,5 milhão de usuários em sua base.
Segundo o levantamento, 34% das compras analisadas foram feitas com cartão virtual (para compras online), enquanto 66% foram realizadas em lojas físicas. Das compras feitas com cartão de crédito, apenas 32% foram parceladas, o que mostra que os clientes estão preferindo pagar à vista.
A pesquisa também mostrou que o valor do ticket médio gasto aumentou 62%, se comparado ao dia 23 de outubro de 2018. Foram observados que a faixa etária com maior ticket médio durante a Black Friday foi entre 35 e 39 anos, com aumento de 84% no valor médio gasto em comparação ao mesmo dia do mês anterior.
Já os jovens entre 18 e 22 anos gastaram em média 58% a mais na Black Friday. Entre 23 e 27 anos o aumento foi de 72% e entre 28 e 34 anos de 58%. Na faixa etária acima de 40 anos o aumento do ticket médio foi de 46%.
Advogado lembra do direito do arrependimento; Legislação prevê até 7 dias para consumidor devolver produto e solicitar reembolso integral
Superada a Black Friday 2018, muitos consumidores brasileiros podem estar na "ressaca" da promoção. É quando se dão conta de que compraram, muitas vezes, por impulso e acabam se arrependendo. E mesmo certos do investimento gasto, muitos consumidores ao receberem o produto adquirido podem ter suas expectativas quebradas. Afinal, as compras online ainda não deram chance de provar ou testar ao vivo um produto antes de entregar seus dados do cartão de crédito.
“Não são raras as hipóteses em que o consumidor, ao receber o produto escolhido, se depara com algo totalmente diferente do que imaginava”, comenta o advogado Gilson Goulart Jr, especialista em Direito do Consumidor e Sócio Fundador do Escritório Ribeiro, Goulart, Iurk & Ferreira da Costa Advogados.
O que fazer
O Código de Defesa do Consumidor (Lei nº 8.078 de 11 de setembro de 1990), em seu artigo 49, prevê que o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de sete dias a contar de sua assinatura ou do recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio. Ainda que o Código não mencione expressamente a internet (até porque o comércio eletrônico não era uma realidade na data da edição da Lei – 1990), não há atualmente qualquer dúvida que esta compra se enquadra perfeitamente no conceito de contratação ocorrida fora do estabelecimento comercial.
“Desse modo, qualquer consumidor pode, no prazo de sete dias, que é conceituado como prazo de reflexão, desistir da compra efetivada, mesmo que o produto esteja em perfeitas condições e sem precisar de qualquer espécie de justificativa para tanto", ressalta Goulart Jr. Segundo o especialista, tal prazo configura o chamado "direito de arrependimento”.
Restituição do frete também é inclusa
De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, ao exercer o chamado “direito de arrependimento”, o consumidor deve receber de volta todos os valores eventualmente pagos, a qualquer título, corrigidos monetariamente. “Até mesmo os valores do frete pago pelo consumidor devem ser restituídos, juntamente com o preço do produto, ambos monetariamente atualizados. Não se pode, tampouco, exigir que o consumidor assuma o custo para devolver o produto. Tal despesa também deve ser suportada pelo fornecedor”, explica Goulart Jr.
A contagem do “prazo de arrependimento” se inicia a partir da data da compra para produtos em que não há entrega. Um bom exemplo nesse caso é a passagem aérea, que hoje é comprada, na maioria das vezes, pela internet. A partir da compra, o consumidor pode pleitear, em até sete dias, o cancelamento e a devolução de todos os valores pagos, sem ter que explicar o motivo do cancelamento. Já para os produtos que são enviados ao consumidor, essa contagem se inicia a partir do recebimento. “Em ambas as hipóteses é importante que o consumidor formalize o pedido ao fornecedor, de preferência por e-mail, e sempre solicitando um protocolo de atendimento. É interessante também mencionar que está exercendo o ‘direito de arrependimento’ previsto no artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor”, sugere o advogado.
Você pode fugir dos vales-compras
Além disso, o especialista destaca que o consumidor não precisa aceitar “vale-compras” ou mesmo ter que arcar com o frete para devolver o produto. Tais práticas são abusivas sob a ótica do Código de Defesa do Consumidor e devem ser rejeitadas prontamente.
“Cada vez mais os fornecedores vêm aceitando, sem impor maiores dificuldades, a aplicação dessa regra. No entanto, caso relutem em aceitar, devem os consumidores buscar atendimento nos órgãos de proteção do consumidor, ou mesmo no Poder Judiciário se for necessário”, completa Gilson Goulart Jr.
Rede social anunciou ações para derrubar bots e contas falsas, algo que viola os termos de uso da plataforma. Ação deve impactar a audiência de muitos perfis
O Instagram anunciou nessa segunda-feira (19) medidas que podem afetar os chamados "nano-influenciadores" digitais. A rede social informou que está varrendo a plataforma para remover bots e contas falsas, algo que pode impactar a audiência de alguns perfis.
"A partir de hoje, nós começaremos a remover likes falsos, seguidores e comentários de contas que usam apps de terceiros para aumentar sua popularidade", informou a companhia em um post publicado em seu blog. "Nós construimos ferramentas de machine learning para ajudar a identificar contas que usam esses serviços e remover atividade não-autêntica". Segundo o Instagram, esse tipo de comportamento viola os termos de uso da plataforma, assim como as diretrizes da comunidade.
Ao mesmo tempo, o Instagram está enviando um alerta aqueles usuários que deram acesso as suas contas a aplicativos que prometem aumentar a quantidade de seguidores com bots. Esses receberão uma mensagem notificando que o acesso desses aplicativos foi revogado e que eles precisarão mudar suas senhas também.
Reportagem da semana passada do New York Times relata um novo grupo em ascensão na Internet: os nanoinfluencers. Usuários que possuem cerca de 1000 seguidores tem sido contatados por agências de marketing para divulgar seus produtos. De acordo com a reportagem, as agências veem nesse "novo público" um canal mais fácil de ser abordado e, bem, mais barato. A nova ação do Instagram também pode comprometer não só esta audiência como também sua atual base de 1 bilhão de usuários.

Enquanto o Twitter cai e o Facebook fracassa, Google Maps surge como a melhor rede social para empresas
O que é uma rede social, afinal? Para um consumidor, pode ser um lugar para compartilhar memes, fotos de gatos e selfies. Mas para uma empresa, é um lugar para reforçar e defender a marca,
compartilhar informações sobre produtos, interagir com os clientes e participar de conversas relevantes com o mundo.
As empresas têm sites. Então, por que eles precisam estar no nas redes sociais? Porque social é onde os clientes estão, e onde vão elogiar ou reclamar das empresas uns aos outros - ou para
descobrir informações sobre produtos e serviços.
O que levanta a questão: em quais redes sociais as empresas e empresas devem investir tempo e dinheiro?
O problema com o Twitter e o Facebook
O Twitter não é um lugar ideal para as empresas se envolverem com clientes e outras pessoas. Jornalistas e celebridades dirão que o Twitter é a única rede social que importa. Mas isso é porque o
site é usado principalmente apenas por jornalistas e celebridades. De fato, o Twitter reportou a perda de cerca de 9 milhões de usuários durante o terceiro trimestre. O que não é realmente verdade: eles não eram "usuários", mas principalmente contas falsas e de bots.
O Twitter agora tem 326 milhões de usuários ativos em todo o mundo.
Ao contrário do Facebook, pornografia e outros conteúdos desagradáveis são permitidos no Twitter. E o site é um imã notório para os haters, racistas, misóginos, terroristas, trolls e spammers.
O pior de tudo é que, ao contrário do Facebook e de outras redes sociais, não é possível eliminar os comentários que aparecem nas próprias mensagens. Se a empresa postar algo e a conversa for
invadida por usuários mal-intencionados que tentam arruinar sua reputação, não há nada que possa fazer sobre isso.
Como empresa no Twitter, você é apenas um alvo.
O Facebook é ainda menos atraente para as empresas. Nos últimos dias e, ao que parece, cada vez mais ao longo do tempo, o Facebook recebe uma má fama, com a empresa culpada por manipulação,
rastreamento, abuso, desonestidade e incompetência.
O mais recente escândalo veio na forma de uma investigativa do New York Times alegando que os funcionários do Facebook primeiro ignoraram, e depois ocultaram, a verdade sobre a campanha de
desinformação da Rússia antes da eleição presidencial dos EUA em 2016.
A vice-presidente de operações do Facebook, Sheryl Sandberg, contestou a reportagem e defendeu suas ações em um post no Facebook.
O artigo também alegou que o Facebook contratou uma empresa de RP chamada Definers Public Affairs para divulgar informações erradas em nome da rede social. Um post de blog da empresa nesta semana negou que o Facebook encarregasse os Definers de escrever artigos falsos e disse que o Facebook demitiu a empresa nesta semana.
Esse post também faz referência a uma organização anti-Facebook chamada Freedom from Facebook, que está pressionando a Federal Trade Commission a investigar uma recente violação de 30 milhões de
contas de usuários e também a quebra da empresa, argumentando que “a FTC deveria desmembrar o Instagram, WhatsApp e Messenger em redes concorrentes”.
Resumindo a ampla reclamação dos críticos do Facebook em geral, a página da web da organização diz:
Facebook e Mark Zuckerberg acumularam uma quantidade assustadora de poder. O Facebook decide unilateralmente as notícias de que bilhões de pessoas em todo o mundo vêem todos os dias. Ele compra ou arrisca concorrentes em potencial para proteger seu monopólio, matando a inovação e a escolha. Ele nos rastreia em quase todos os lugares que navegamos na web e, através de nossos smartphones, até mesmo onde vamos no mundo real. Ele usa esse acervo íntimo de dados para descobrir como nos viciar e aos nossos filhos em seus serviços. E então o Facebook oferece tudo sobre nós para seus verdadeiros clientes - praticamente qualquer um disposto a pagar pela capacidade de nos convencer a comprar, fazer ou acreditar em alguma coisa.
Como resultado desse declínio na estima pública, os anunciantes estão começando a questionar se o Facebook perdeu sua “bússola”, de acordo com um artigo publicado esta semana pelo The New York
Times.
Então, se o Twitter e o Facebook são ruins para os negócios, qual é a alternativa?
Boa rede social para negócios
As empresas precisam de redes sociais para reforçar e defender a marca, compartilhar informações sobre produtos, interagir com os clientes e participar de conversas relevantes com o mundo. Mas qual delas?
Cada vez mais, a resposta é: Google Maps. O Google Maps atinge um grande número de clientes - mais do que é possível com as redes sociais, com mais de um bilhão de usuários.
E, embora o Facebook tenha usuários mais ativos, ele nunca permitirá que uma companhia alcance todos eles por causa de seu controle algorítmico de quem vê o que. Uma atualização no início deste ano teve um efeito devastador no alcance orgânico no Facebook, e isso foi combinado com um enorme aumento de taxa de publicidade.
O alcance orgânico do Facebook caiu para 1,2%. Isso significa que apenas 1,2% dos seguidores vêem as postagens que eles inscreveram para ver.
O Google Maps está se tornando uma ferramenta inestimável para o marketing - e, cada vez mais, uma ferramenta melhor do que as redes sociais.
Sempre que os consumidores desejam encontrar um negócio de vitrine, eles o fazem usando a Pesquisa do Google ou o Google Maps. Agora, o conteúdo do Maps é exibido automaticamente nos resultados dos mecanismos de pesquisa. Desse modo, uma exibição forte no Google Maps fornece mapas e pesquisas. E os resultados do Maps são favorecidos quando o usuário está fisicamente próximo.
O Google anunciou na última semana um novo recurso que permite ao público enviar mensagens diretamente às empresas por meio do aplicativo do Google Maps. O recurso aparecerá como um novo botão de "mensagens", que será lançado gradualmente para usuários de aplicativos iOS e Android.
Os clientes podem usar o recurso para encomendar produtos, fazer perguntas sobre se algo está em estoque ou fazer outras perguntas relacionadas ao atendimento ao cliente.
Quando alguém tem uma reclamação, a ferramenta pode ser tratada diretamente e de forma privada. Como a interação não é pública, os spammers e os haters não se beneficiam do trolling.
O Google está adicionando outro recurso social ao Google Maps: a capacidade de clientes e fãs de "seguir" locais de negócios, permitindo que as empresas atualizem clientes e possíveis clientes com ofertas, ofertas, eventos e outras informações. O recurso está aparecendo como um novo botão "Seguir" nas listagens das empresas no Google Maps.
Ao contrário do Facebook, que entrega suas atualizações a apenas uma pequena fração de seus seguidores - e uma fração ligeiramente maior se a empresa pagar - o Google Maps entregará todas as
atualizações para todos os seguidores na frente e no centro da guia "Para você" sempre que usarem o Google Maps.
As empresas que desejam participar de um desses recursos sociais precisam usar o sistema de verificação "Meu Negócio" do Google e o aplicativo que o acompanha e, é claro, também fornecer a equipe de back-end e a alocação de recursos para manter a lista responsiva e atualizada.
O Google Maps facilita o compartilhamento social - mas apenas o compartilhamento de informações sobre empresas. Um novo recurso de planejamento de grupo permite que os usuários criem listas de
empresas que gostariam de visitar e compartilhem essas listas com os amigos. Eles podem falar pelo aplicativo do Google Maps para decidir quais empresas gostariam de visitar juntas.
Há, ainda, oportunidades que nenhuma outra rede social oferece. Por exemplo, as empresas podem ter o interior de seus locais destacados pelo programa Street View “Indoor Maps”. Esse recurso se
tornará mais valioso à medida que o Street View se torna uma experiência de realidade virtual.
O Google Maps não é uma rede social, claro. Mas com as atualizações recentes, oferece às empresas a maioria dos benefícios das redes sociais - sem as desvantagens.
Clientes poderão realizar transações por meio da tecnologia nos terminais Cielo diretamente pelo smartphone
O Banco Original liberou para seus clientes o serviço de pagamento com cartão de crédito por meio da tecnologia QR Code. Com a nova funcionalidade é possível realizar pagamentos direto pelo celular, sem tirar o cartão de crédito da
carteira. A solução permite que o pagamento com celular por meio da leitura de QR Code seja feito por meio de uma transação autenticada.
Para utilizar, basta acessar sua conta e habilitar a funcionalidade no aplicativo. Quando for efetuar um pagamento em estabelecimentos com terminais Cielo, informar que a transação será feita por QR Code. O terminal irá gerar um código, com o qual o usuário realiza a leitura por meio do aplicativo do Banco Original, com a câmera do smartphone, e o pagamento do serviço ou produto será debitado diretamente do cartão.
"O uso de smartphones já faz parte de nossa rotina e com o pagamento por meio da tecnologia do QR Code permite que os nossos clientes façam suas compras sem precisar estar com o cartão de crédito em mãos. Com isso, buscamos melhorar cada vez mais a agilidade e a experiência do cliente em tarefas do cotidiano", ressalta Guilherme Oliveira, Superintendente de Produtos do Original.Isso significa que ela é confirmada pelo próprio usuário, por meio de biometria ou com a inserção da senha.
Nesse primeiro momento, a funcionalidade está disponível apenas para compras realizadas na função Crédito, informou o Banco Original. A expectativa é que em breve a opção débito também esteja disponível.











