Notícias na Santa Ifigênia

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Samsung deve lançar novo celular dobrável em 2020, diz agência

De acordo com a Bloomberg, o aparelho ficará menor que um smartphone normal quando dobrado, para ser mais portátil

A Samsung planeja lançar no ano que vem seu segundo smartphone dobrável, de acordo com a agência de notícias Bloomberg. Desta vez, segundo a reportagem, o aparelho terá uma tela de 6,7 polegadas: a ideia é que, ao ser dobrado, o aparelho fique menor que um smartphone normal, para ser mais portátil. É um modelo que difere dos celulares dobráveis já existentes, como o Galaxy Fold, da própria Samsung e o Mate X, da Huawei, que são uma espécie de tablet que pode ficar do tamanho de um celular.

É esperado que o novo celular dobrável seja mais barato que o Galaxy Fold, que foi anunciado por US$ 2 mil.

O histórico da Samsung com aparelhos dobráveis não passa confiança. Anunciado em fevereiro, o primeiro smartphone dobrável da empresa, o Galaxy Fold, deveria ter sido lançado em abril, mas teve sua estreia adiada depois que apresentou defeitos em suas telas, durante testes com jornalistas e influenciadores.

A nova data de lançamento só foi anunciada na semana passada: o aparelho finalmente deve chegar ao mercado em 6 de setembro. O primeiro Galaxy Fold tinha uma tela de 7,3 polegadas quando aberto (semelhante à tela do iPad mini) e 4,6 polegadas quando fechado (quase o tamanho do iPhone 6).

De acordo com a Bloomberg, a Samsung está testando um vidro dobrável ultra fino para a tela interna em seu próximo dispositivo dobrável. O Galaxy Fold usa uma tela de quatro camadas, sendo duas de plástico flexível.

(Fonte: Estadão Redação Link) - 04/09/2019
30 anos: veja alguns dos melhores jogos de Mega Drive

Com o "SEGA Genesis" tendo recém-completado 30 anos, esta é uma boa hora para lembrarmos a história do console e alguns dos melhores jogos de Mega Drive.

Daqui a duas semanas chegará às lojas a tão aguardada miniatura do Mega Drive e como recentemente aconteceu o 30º aniversário do lançamento do videogame original nos Estados Unidos, nada melhor do que comemorar este momento com uma lista com os melhores jogos de Mega Drive.

Mas antes de listar os jogos, vale a pena contar brevemente a história deste que é um dos melhores e mais importantes consoles de todos os tempos. Sendo o terceiro videogames da SEGA e sucessor direto do Master System, o Mega Drive foi lançado no Japão no dia 29 de outubro de 1988, chegando aos Estados Unidos em 14 de agosto do ano seguinte e ao Brasil em 1º de setembro de 1990.

Desenvolvido a partir de uma placa de fliperama da própria SEGA e que era conhecida como System 16, ele tinha como processador o lendário chip Motorola 68000 e chamou a atenção das pessoas na época por conseguir reproduzir com grande fidelidade vários títulos que faziam sucesso nos arcades.

Tendo encontrado muita resistência no Japão devido a forte concorrência do Super Famicom (o SNES japonês) e do PC Engine (que por aqui ficou conhecido como TurboGrafx-16), o Mega Drive teve muito melhor sorte deste lado de cá do planeta, fazendo muito sucesso na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos. Um detalhe importante é que na terra do Tio Sam o aparelho teve o seu nome alterado para Genesis e a especulação é que isso tenha acontecido devido a uma disputa por marca registrada.

Outra característica marcantes do Mega Drive foram os add-ons criados para ele, com os mais importantes tendo sido o Mega CD (ou SEGA CD nos EUA) e o 32X. O curioso é que mesmo com ambos melhorando consideravelmente o poder do console, as vendas não foram boas e poucos jogos acabaram sendo lançados para serem utilizados com essas expansões.

Também vale citar as muitas versões que o videogame recebeu ao longo dos anos. Do Mega Drive portátil conhecido como Nomad até um que trazia o console junto com um Mega CD, o Genesis CDX (ou Multi-Mega na Europa), havia ainda modelos lançados por diversas fabricantes, como JVC, Aiwa e Pioneer Corporation, sem falar é claro nos clones que surgiram depois.

De acordo com as estimativas, cerca de 35 milhões de Mega Drives foram vendidos na últimas três décadas, sendo que só a Tec Toy seria responsável por quase 10% deste número. Porém, esta não deverá ser a base instalada final, já que além da empresa brasileira, a Majesco e a AtGames são outras que continuam fabricando aquele fantástico videogame até hoje — e sem dar indícios que pararão tão cedo.



Feita esta breve descrição da história do videogame, chegou a hora de escolher os 10 melhores jogos de Mega drive e como sempre acontece nessas situações, eu me vi obrigado a deixar muita coisa boa de fora. São jogos fantásticos como The Revenge of Shinobi, Mortal Kombat (e o seu macete para torná-lo tão violento quanto nos arcades), Road Rash e outros que marcaram minha vida, como

Flashback: The Quest for Identity ou Ayrton Sennas Super Monaco GP II.

Por se tratar de um videogame que recebeu tantos clássicos, cada pessoa que criasse uma lista como essas acabaria incluindo algumas coisas e removendo outras, portanto não há certo ou errado nessa história. Da minha parte, o único critério foi que o título tivesse ficado mais conhecido no Mega Drive ou nos outros aparelho da SEGA, como o Game Gear ou o Master System. Portanto, vamos aos escolhidos:

Comix Zone
Podendo ser considerado um dos jogos visualmente mais fantásticos da sua época, Comix Zone contava a história de Sketch Turner, um artista que estava criando uma revista em quadrinhos e se viu preso na sua própria obra. O que o destacava era o fato de toda a aventura se passar como se realmente estivéssemos num gibi, com cada tela sendo um quadrinho e até as falas sendo feitas através de balões.

Com uma jogabilidade muito boa e um nível de dificuldade digno de nos querer fazer querer jogar o controle na parede, na época eu tinha a sensação de que o jogo não tinha feito tanto sucesso quanto merecia, talvez por a nova geração já estar chegando, mas aos poucos ele foi alavancado ao status de clássico cult e até hoje sonho com a possibilidade do Comix Zone ganhar uma continuação.



Castle of Illusion Starring Mickey Mouse
Mostrando que a SEGA também era capaz de entregar jogos de plataforma tão lúdicos quanto a Nintendo, Castle of Illusion fazia parte da segunda leva de games para o Mega Drive e ao lado do Sonic foi um dos responsáveis por consolidar o videogame entre o público mais jovem nos Estados Unidos.

Com gráficos muito bonitos, uma jogabilidade acessível e estrelado por um dos personagens mais adorados do planeta, este foi o primeiro jogo que terminei e por isso tenho um carinho especial por ele. Destaque também para a sua continuação, o excelente World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck e para o remake que ele recebeu em 2013, com versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.



Sonic the Hedgehog 2
Se você viveu a virada da década de 80 para a de 90 e gostava de videogames, muito provavelmente levou um choque ao ver o Sonic the Hedgehog rodando pela primeira vez. As cores, a velocidade, a trilha sonora marcante, a jogabilidade frenética… Tudo naquele título impressionava, sendo um belíssimo exemplo de como a criatividade dos profissionais da época fazia a diferença.

Aí veio uma tão aguardada continuação e o que parecia impossível aconteceu: Sonic the Hedgehog 2 conseguia superar o seu antecessor em todos os aspectos e se você for falar sobre os melhores jogos de Mega Drive, obrigatoriamente terá que citar essa obra de arte. Um clássico que se mantêm divertido mesmo após tantos anos.



Shining Force II
Para mostrar que nem só de jogos mais infantis vivia o Mega Drive, em 1991 a SEGA se juntou a Climax Entertainment para lançar o Shining in the Darkness. Sendo um dungeon-crawler, nele tínhamos que explorar labirintos em 3D enquanto enfrentávamos os inimigos em batalhas por turnos.

No ano seguinte o Mega Drive recebeu uma continuação, esta chamada Shining Force e com uma jogabilidade diferente, funcionando como um jogo de estratégia em tempo real. Porém, foi com o Shining Force II que considero que a série atingido o seu ápice, com a sua campanha sendo muito maior, o enredo mais elaborado e o mundo aberto nos permitindo voltar a partes visitadas anteriormente a qualquer momento.



Gunstar Heroes
Com uma mecânica parecida com a de outros run and guns, como Contra, Sunset Riders e Metal Slug, o jogo de estreia da Treasure serviu para termos uma bela ideia do que esse estúdio formado por ex-funcionários da Konami poderia nos dar.

Na verdade o desenvolvimento do Gunstar Heroes iniciou quando aquele pessoal ainda trabalhava na casa do Castlevania, mas devido a conflitos de interesse eles decidiram sair e após uma acordo com a SEGA, conseguiram criar não só um dos melhores jogos de Mega Drive, mas de toda a geração 16-bit. Belos gráficos, uma jogabilidade apurada e uma nível de dificuldade na medida só poderiam resultar num clássico.



Landstalker: The Treasures of King Nole
Apesar de não ser tão cultuado quanto os outros jogos desta lista, eu sempre terei um carinho especial pelo Landstalker: The Treasures of King Nole. Com sua visão isométrica e uma jogabilidade muito legal, eu adorava explorar os calabouços desse jogo e lembro de ter passado muitas tardes grudado na TV apenas para tentar chegar ao seu final.

Apesar do ângulo de visão fazer com que algumas sequências de plataformas fossem irritantemente difíceis, o jogo brilhava por nos colocar para achar diversos itens que seriam imprescindíveis para a progressão e ainda contava com um enredo interessante. Só acho uma pena que o remake que estava previsto para chegar ao PSP nunca tenha sido lançado.



QuackShot Starring Donald Duck
Se o Mickey e o seu Castle of Illusion foram responsáveis por conquistar alguns consumidores para a SEGA, foi o Pato Donald quem recebeu um dos mais sensacionais jogos de Mega Drive. Colocando o personagem como um explorador no melhor estilo Indiana Jones, ele nos entregava uma aventura simplesmente memorável.

Além dos gráficos belíssimos, o grande destaque do QuackShot estava na sua jogabilidade, já que apesar dele ser um típico jogo de plataforma, os estágios só poderiam ser concluídos se tivéssemos os itens corretos. Descobrir qual arma utilizar em uma determinada área trazia um elemento de estratégia muito legal ao gênero e que o diferenciava de tudo o que existia na época.



Phantasy Star IV
Embora o Super Nintendo sempre tenha sido apontado como um dos melhores consoles quando se trata de RPGs, o Mega Drive também recebeu suas pérolas e a principal delas provavelmente é o quarto capítulo da série Phantasy Star. Servindo com o desfecho para a série principal, ver o término da saga do Sistema Algol ainda hoje deve deixar os fãs emocionados.

Mantendo a maioria dos elementos vistos nos jogos anteriores, como as batalhas por turnos ou a exploração com visão aérea quando estávamos fora dos calabouços, a lamentar apenas o fato do Phantasy Star IV nunca ter sido traduzido para o português pela Tectoy, o que havia acontecido com os antecessores.



Out Run
Desenvolvido pelo mestre Yu Suzuki e tendo chegado aos arcades em 1986, Out Run era um jogo de corrida simplesmente espetacular. Com uma jogabilidade simples mas desafiadora, nele o nosso objetivo era desviar do tráfego e tentar chegar ao final dos estágios antes do tempo acabar. Mas acredite, como aquilo era divertido!

Depois de passar pelo Master System, em 1991 o Out Run finalmente chegou ao Mega Drive e como era bom ter uma versão tão parecida com a dos fliperamas disponível no conforto do nosso lar. Este é sem dúvida uma das lendas dos games e mais marcante que a Ferrari vermelha que pilotávamos em Out Run, talvez apenas a inesquecível trilha sonora composta por Hiroshi Kawaguchi.



Streets of Rage 2
Eu já falei bastante do Streets of Rage 2 na lista sobre alguns Beat Em Up que você precisa conhecer, mas como apontar os melhores jogos de Mega Drive e não citar esta verdadeira obra de arte?

Contando com uma campanha maior, gráficos mais bonitos e uma jogabilidade muito melhor que a do seu antecessor, esse é o típico caso de um jogo que já nasceu como um clássico.

O único aspecto que considero que ele não foi capaz de superar o primeiro — e aqui provavelmente serei duramente criticado por isso — foi na trilha sonora. O próprio Yuzo Koshiro já afirmou que a trilha do Streets of Rage 2 foi o melhor trabalho de sua carreira, mas eu ainda gosto mais do estilo das músicas do anterior e isso não quer dizer que ache a trilha do segundo jogo ruim.



Menção Honrosa: Pier Solar and the Great Architects
Embora só tenha sido lançado no final de 2010, portanto muitos anos depois do antigo console da SEGA ter sido deixado de lado, Pier Solar and the Great Architects é um jogo que deveria ser experimentado por todos, principalmente por quem gosta de RPGs.

Criado por um grupo de pessoas que frequentavam o site Eidolons Inn, aos poucos o projeto foi ficando maior e para garantir que todo o conteúdo fosse aproveitado, a equipe precisou lançar o Pier Solar num cartucho de 64 Mega, fazendo dela o maior que o Mega Drive já viu.

Alguns anos depois o jogo foi adaptado para diversas outras plataformas, mas como foi legal ver um novo (e bom) título chegando ao videogame quando já tínhamos PlayStation 3, Xbox 360 e Wii

dominando o mercado.

(Fonte: Meio Bit Dori Prata ) - 04/09/2019
Acesso à internet pelo celular avança no Brasil, mas revela diferenças sociais

Brasil tem 126,9 milhões de pessoas conectadas à internet, com 56% se conectando apenas pelo celular

O acesso pela internet via telefone celular avança a passos largos no Brasil, mas revela alguns abismos sociais do País. É o que mostrou a mais recente versão do TIC Domicílios, estudo que mede os hábitos e comportamento de usuários da internet brasileira - a pesquisa foi divulgada nesta quarta-feira, 28, pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O estudo mostrou que 70% da população, ou 126,9 milhões de pessoas, acessou a internet nos últimos três meses, mais do que o dobro registrado uma década antes (34%). O TIC Domicílios 2018 foi realizado entre outubro de 2018 e março de 2019 com 23.508 pessoas em 350 municípios.

O protagonismo do telefone celular, que já vinha tendo destaque em edições anteriores da pesquisa, ficou evidente: 56% dos usuários de internet no País acessaram apenas pelo telefone celular. Em 2014, esse número era de 20%. Pessoas que acessaram apenas pelo computador manteve a tendência de queda iniciada em 2014: antes era de 24% e agora foi de apenas 3%. Quem acessa a rede por ambos dispositivos também apresentou queda: em 2014 era 56% e em 2018 foi 40%.

Em áreas rurais, o celular é o único dispositivo de acesso para 77% das pessoas. Em áreas urbanas, o número cai para 54%. A diferença entre as localizações geográficas acontece no grupo que usa celular e computador: 40% em áreas urbanas contra 20% em áreas rurais.

Essa diferença também acontece entre classes sociais. Enquanto na classe A, apenas 12% só tem o celular como dispositivo de acesso, esse número pula para 85% nas classes D e E. Winston Oyadomari, coordenador da TIC Domicílios revelou que essas diferenças impactam na frequência de uso. Nas classes A e B a frequência de uso diário de internet é superior a 90%, enquanto o número cai para 70% nas classes D e E. "Há uma discussão sobre como essas diferenças podem limitar oportunidades", diz Fábio Senne, coordenador de projetos de pesquisas do Cetic.br.

O celular também é o único dispositivo de acesso para a maior parte das pessoas nos extremos etários: entre pessoas de 10 a 15 anos (63%), entre 45 e 59 anos (62%) e 60 ou mais (58%). "O uso do PC é maior nas faixas mais revelavantes do mercado de trabalho. A pesquisa da a entender que para uso mais sofisticado, o uso PC segue relevante", explica Senne. Ou seja, para quem não trabalha, o PC não é uma ferramenta necessária.

Outro dado que chamou a atenção foi a porcentagem de domicílios que tem conexão à internet, mas não tem computador: 28% entraram nessa categoria. Em 2014, esse número foi de apenas de apenas 7%. O estudo define computador como desktop, notebook ou tablet, então é razoável supor que as conexões nessas casas são feitas apenas por celular. 39% dos domicílios tem conexão e computador, número ligeiramente inferior a 2014 (43%). 30% dos domicílios não tem conexão e nem PC, queda de doze pontos percentuais em relação a 2014.

(Fonte: Bruno Romani Estadão) - 28/08/2019
Crescimento do m-commerce supera 1/3 do comércio eletrônico

Acesso dos brasileiros à banda larga se destacou na última pesquisa

Mesmo com os grandes efeitos no setor econômico em 2018 (Copa do Mundo, eleições e greve dos caminhoneiros), o comércio eletrônico manteve seu crescimento, registrando um faturamento de R$53,2 bilhões, segundo Ebit |Nielsen e um aumento que subiu para os dois dígitos (12% em relação ao ano anterior).



Foto: Freepik

Destaque para o M-Commerce
O grande destaque, de acordo com o relatório Webshoppers, foi o m-commerce (venda online feita através de dispositivos móveis). Em 2018 o m-commerce sozinho teve um aumento de 41%. O m-commerce fechou com um faturamento de R$ 16,7 bilhões (31,1%) de todo o setor. Hoje, as compras concluídas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil.

Segundo Ebit |Nielsen, “o m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce”. Com o aumento de número de celulares no país, e consequentemente maior penetração da população à internet, o crescimento de pedidos online destaca-se com a entrada de 10 milhões de novos consumidores que fizeram sua primeira compra.

Categorias
As categorias que tiveram grande destaque no comércio eletrônico via dispositivo móvel foram: Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

Já nota-se também um avanço do e-commerce no Norte e Nordeste com 22% e 27% respectivamente. O faturamento subiu para R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, refletindo 13,2% do total geral. O Sudeste continua na frente, representando quase 60% de toda a receita.

Com todos esses números, o processo de crescimento do e-commerce no Brasil ainda é desafiador (41% dos brasileiros afirmam que sua conexão ainda é bem instável).



Expectativas para 2019
Segundo o relatório Webshoppers 39, esse salto deve ser ainda maior em 2019, alcançando os 15% com faturamento previsto para R$61 bilhões. Os pedidos podem aumentar para 12% a mais, chegando a R$137 milhões, com ticket médio de R$447 (3% a mais).

Através desses dados, percebemos o quanto o m-commerce ocupa um canal importante de compra para o consumidor brasileiro. E com toda essa facilidade, é imprescindível se prevenir das armadilhas por trás de sites maliciosos querendo se passar por e-commercer verdadeiros. Ter instalado um antivírus que faça uma varredura para comprovar a veracidade do link é a melhor forma de fazer uma compra
segura. O Terra Antivírus oferece soluções completas para todos os dispositivos móveis. Estamos sempre atentos aos novos meios de consumo e juntos podemos criar estratégias de segurança para prevenir diferentes ataques de hackers.

Apple Card já pode ser solicitado, mas apenas por americanos

Não há taxas, ele oferece cashback em todas as compras e é feito de titânio

A Apple liberou hoje (20) o Apple Card, cartão de crédito que prometeu durante a evento pros desenvolvedores deste ano e que é fruto de parceria entre a empresa, Goldman Sachs e MasterCard. Ele dá cashback em todas as transações e o único porém é que você precisa ser um residente dos Estados Unidos pra poder ostentar mais do que o roxinho brasileiro.



Este cartão é um cartão de crédito como qualquer outro: você passa na máquina do lojista, digita uns números e depois sai com o que comprou de lá. A diferença é que ele tem tecnologias extras e uma limitação complicada. O cartão em si é feito em titânio e isso sozinho já seria motivo mais do que plausível e aceitável pra ostentação, mas tem mais.

O que chama atenção
O Apple Card exibe apenas o nome do usuário e o logo da Apple de um lado, com o nome da Goldman Sachs e MasterCard do outro. Todos os gastos são controlados pelo app Wallet e tudo é exibido de forma lúdica, com cores e sliders que ajudam na hora de entender o que é cada coisa.



Todas as compras geram retorno em dinheiro (cashback), com 1% para qualquer transação com o cartão físico, 2% para compras feitas com o Apple Pay e 3% pra tudo que for comprado de uma loja da Apple - o que inclui jogos e apps da App Store, iTunes, lojas físicas da empresa e a versão virtual também. Uma parceria com a Uber faz com que o cashback de corridas pagas com o Apple Card fiquem em 3%, além dos pedidos feitos pelo Uber Eats - outros parceiros de lançamento serão anunciados no futuro.

Apple card app controle cashback

Ele não tem nenhuma taxa de anuidade e nem cobra extra pra quando alguma compra passa do limite ou quando pede mais limite - tem cartão brasileiro que pode cobrar uns vinténs pra “verificar se você pode ter limite maior”. O único custo é do juros do rotativo, que fica entre 12,99% e 23,99% por ano de acordo com o perfil do cliente.

No Brasil a média deste tipo de juros é de 299,8%, registrada em julho deste ano. No cheque especial o valor astronômico é ainda maior, com média de 322% por ano.

O que pode atrapalhar seus planos
O fator limitador é que este cartão é basicamente uma extensão física do Apple Pay, que exige um iPhone que esteja no iOS 12.4 - isso já elimina todos os iPhones até o iPhone 5. Além disso, o app é exclusivo para o iPhone e isso exclui todos os usuários de Android.

Além disso, o usuário precisa ter um iPad que rode o iPadOS (do iPad Air 2 pra cima) ou um iPhone durante todo o tempo que quiser o cartão. O contrato prevê que o ele pode ser cancelado se estes dispositivos não estiverem mais com a pessoa e nem adianta ter um Mac, já que o controle é feito pelo smartphone ou tablet.

Se você é americano, é só alegria
Por enquanto o Apple Card é limitado aos residentes nos Estados Unidos e que já receberam o número do seguro social, que é liberado apenas para residentes de lá. Isso significa que não adianta você, brasileiro rico, ir até lá e alugar um Bugatti Veyron pra estacionar na frente da Apple Store. Este cartão não é pra você, por enquanto.

Digo por enquanto por motivos de: Goldman Sachs atua no Brasil e a MasterCard também, depende só da Apple dar o OK, o que a Apple do Brasil diz ao Meio Bit que ainda não há previsão.

Supondo que você tem o número do seguro social, é só ter um iPhone com o iOS 12.4 ou um iPad com o iPadOS e solicitar o cartão. A Apple prometeu que não tem qualquer informação sobre a transação.

Ela diz que não coleta dados do local onde a compra foi feita, o valor pago e nem o que foi levado, além de não permitir que qualquer informação sobre o dono do cartão seja vendida ou compartilhada com terceiros.

(Fonte: André Fogaça Apple Card.) - 21/08/2019
Listando: 255 de 1316

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.