Notícias na Santa Ifigênia

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Faber-Castell foca no ensino de inovação para crianças

Empresa bicentenária criou braço educacional para desenvolver o pensamento criativo de alunos do ensino fundamental

De um lado, o relatório “Futuro do Trabalho” do Fórum Econômico Mundial diz que, a partir de 2020, ter pensamento criativo será a terceira habilidade mais procurada no mercado. Do outro, pesquisas, como a do americano George Land, mostram que o ser humano perde sua criatividade com o decorrer do tempo. Pensando nesse paradigma, a subsidiária brasileira da marca alemã de lápis e material escolar Faber-Castell decidiu criar um braço de ensino voltado para práticas de inovação em escolas do ensino fundamental.



Com foco em ensinar habilidades de pensamento imaginativo para crianças do 1° ao 3° ano, o braço educacional da empresa, o Faber-Castell Educação, criou, em 2018, o programa “Aprendizagem Criativa”, que capacita professores de escolas parceiras com fundamentos de inovação, assim como instala um espaço dentro da instituição, com materiais, como kits de robótica, e equipamentos tecnológicos -- tais como laser para corte e gravuras e impressora 3D. Ao todo, a iniciativa já está presente em 12 escolas nos estados de São Paulo e Pernambuco.

O diretor de inovação da Faber-Castell Brasil, Fábio Carvalho, conta ao Terra, no evento de negócios digitais Fire Festival 2019, que a empresa não decidiu entrar no setor educacional por questões financeiras. “Nós entendemos que há um oceano azul de possibilidades dentro desse desafio da falta de profissionais criativos”, afirma. Uma das formas de preparar melhor as pessoas para o futuro mercado de trabalho, diz ele, é começar o trabalho de estímulo à criatividade no começo do processo educacional.

No entendimento de Carvalho, as crianças dos primeiros anos do ensino fundamental são mais propensas a desenvolver capacidades criativas. “A imaginação e a inventividade são características muito presentes na infância”, afirma. “Fica mais fácil de trabalhar essas habilidades por ser algo do dia a dia desses alunos.” De acordo com ele, quanto mais jovens os alunos, maior a facilidade de criar uma atmosfera lúdica na sala de aula, o que gera resultados de aprendizado mais rápidos.

A Faber-Castell não faz programas apenas para crianças. Dentro de seu braço educacional, a corporação bicentenária também faz treinamentos para adultos, em uma espécie de educação executiva, seja para empresas ou para o público geral. Dentro do Shopping Market Place, em São Paulo (SP), a companhia criou um espaço de criatividade e inovação, onde ocorrem as aulas. LG, Heineken, Cargill, Carrefour, Pfizer são algumas das empresas que recorreram ao programa da corporação.

*O repórter viajou para o evento a convite da Hotmart

(Fonte: Matheus Riga*Direto de BH) - 16/09/2019
Zona do euro intensifica trabalho em projeto de criptomoeda pública

Governos e bancos centrais da zona do euro estão trabalhando em um plano de longo prazo para lançar uma moeda digital pública que eles esperam que torne redundante projetos como a libra, do Facebook, que é vista como um risco à estabilidade financeira, disseram autoridades nesta sexta-feira.



08/01/2013. REUTERS/Kai Pfaffenbach
Foto: Reuters

O bloco de 19 países também está unido na busca de uma abordagem regulatória rígida, caso a libra busque autorizações para operar na Europa. Também estão considerando um conjunto comum de regras para moedas virtuais, que atualmente não são regulamentadas.

A UE trabalhou nos últimos anos em vários planos para tornar os pagamentos digitais mais baratos e mais rápidos, mas nenhum deles decolou até o momento. Mas os planos divulgados em junho pelo Facebook para lançar sua própria moeda digital para permitir pagamentos entre centenas de milhões de usuários na Europa e em todo o mundo provocaram uma reconsideração das autoridades europeias.

"A libra foi um alerta", disse o membro do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Benoit Coeure, em entrevista coletiva em Helsinque, após uma reunião de ministros das finanças da zona do euro.

Ele disse que a libra reviveu os esforços para ampliar a aceitação de um projeto apoiado pelo BCE para pagamentos em tempo real na zona do euro, conhecido como TIPS. O projeto, lançado no ano passado, foi recebido com cautela pelos bancos.

"Também precisamos intensificar nosso pensamento sobre uma moeda digital do banco central", acrescentou, revelando um plano até agora pouco conhecido.

Um funcionário do BCE disse que o projeto poderá permitir que os consumidores usem dinheiro virtual, que seria depositado diretamente no BCE, sem a necessidade de contas bancárias, intermediários financeiros ou contrapartes compensadoras.

Todos esses atores são necessários agora para processar pagamentos digitais, mas podem não ser mais necessários se o BCE assumir suas funções, reduzindo os custos de transação. A libra também não precisará de intermediários financeiros.

O projeto do BCE começou antes do anúncio da libra e pode durar meses ou até anos, disse Coeure. A viabilidade técnica continua a ser estudada e é provável que os bancos se oponham.

(Fonte: Francesco Guarascio) - 16/09/2019
Samsung deve lançar novo celular dobrável em 2020, diz agência

De acordo com a Bloomberg, o aparelho ficará menor que um smartphone normal quando dobrado, para ser mais portátil

A Samsung planeja lançar no ano que vem seu segundo smartphone dobrável, de acordo com a agência de notícias Bloomberg. Desta vez, segundo a reportagem, o aparelho terá uma tela de 6,7 polegadas: a ideia é que, ao ser dobrado, o aparelho fique menor que um smartphone normal, para ser mais portátil. É um modelo que difere dos celulares dobráveis já existentes, como o Galaxy Fold, da própria Samsung e o Mate X, da Huawei, que são uma espécie de tablet que pode ficar do tamanho de um celular.

É esperado que o novo celular dobrável seja mais barato que o Galaxy Fold, que foi anunciado por US$ 2 mil.

O histórico da Samsung com aparelhos dobráveis não passa confiança. Anunciado em fevereiro, o primeiro smartphone dobrável da empresa, o Galaxy Fold, deveria ter sido lançado em abril, mas teve sua estreia adiada depois que apresentou defeitos em suas telas, durante testes com jornalistas e influenciadores.

A nova data de lançamento só foi anunciada na semana passada: o aparelho finalmente deve chegar ao mercado em 6 de setembro. O primeiro Galaxy Fold tinha uma tela de 7,3 polegadas quando aberto (semelhante à tela do iPad mini) e 4,6 polegadas quando fechado (quase o tamanho do iPhone 6).

De acordo com a Bloomberg, a Samsung está testando um vidro dobrável ultra fino para a tela interna em seu próximo dispositivo dobrável. O Galaxy Fold usa uma tela de quatro camadas, sendo duas de plástico flexível.

(Fonte: Estadão Redação Link) - 04/09/2019
30 anos: veja alguns dos melhores jogos de Mega Drive

Com o "SEGA Genesis" tendo recém-completado 30 anos, esta é uma boa hora para lembrarmos a história do console e alguns dos melhores jogos de Mega Drive.

Daqui a duas semanas chegará às lojas a tão aguardada miniatura do Mega Drive e como recentemente aconteceu o 30º aniversário do lançamento do videogame original nos Estados Unidos, nada melhor do que comemorar este momento com uma lista com os melhores jogos de Mega Drive.

Mas antes de listar os jogos, vale a pena contar brevemente a história deste que é um dos melhores e mais importantes consoles de todos os tempos. Sendo o terceiro videogames da SEGA e sucessor direto do Master System, o Mega Drive foi lançado no Japão no dia 29 de outubro de 1988, chegando aos Estados Unidos em 14 de agosto do ano seguinte e ao Brasil em 1º de setembro de 1990.

Desenvolvido a partir de uma placa de fliperama da própria SEGA e que era conhecida como System 16, ele tinha como processador o lendário chip Motorola 68000 e chamou a atenção das pessoas na época por conseguir reproduzir com grande fidelidade vários títulos que faziam sucesso nos arcades.

Tendo encontrado muita resistência no Japão devido a forte concorrência do Super Famicom (o SNES japonês) e do PC Engine (que por aqui ficou conhecido como TurboGrafx-16), o Mega Drive teve muito melhor sorte deste lado de cá do planeta, fazendo muito sucesso na Europa, no Brasil e nos Estados Unidos. Um detalhe importante é que na terra do Tio Sam o aparelho teve o seu nome alterado para Genesis e a especulação é que isso tenha acontecido devido a uma disputa por marca registrada.

Outra característica marcantes do Mega Drive foram os add-ons criados para ele, com os mais importantes tendo sido o Mega CD (ou SEGA CD nos EUA) e o 32X. O curioso é que mesmo com ambos melhorando consideravelmente o poder do console, as vendas não foram boas e poucos jogos acabaram sendo lançados para serem utilizados com essas expansões.

Também vale citar as muitas versões que o videogame recebeu ao longo dos anos. Do Mega Drive portátil conhecido como Nomad até um que trazia o console junto com um Mega CD, o Genesis CDX (ou Multi-Mega na Europa), havia ainda modelos lançados por diversas fabricantes, como JVC, Aiwa e Pioneer Corporation, sem falar é claro nos clones que surgiram depois.

De acordo com as estimativas, cerca de 35 milhões de Mega Drives foram vendidos na últimas três décadas, sendo que só a Tec Toy seria responsável por quase 10% deste número. Porém, esta não deverá ser a base instalada final, já que além da empresa brasileira, a Majesco e a AtGames são outras que continuam fabricando aquele fantástico videogame até hoje — e sem dar indícios que pararão tão cedo.



Feita esta breve descrição da história do videogame, chegou a hora de escolher os 10 melhores jogos de Mega drive e como sempre acontece nessas situações, eu me vi obrigado a deixar muita coisa boa de fora. São jogos fantásticos como The Revenge of Shinobi, Mortal Kombat (e o seu macete para torná-lo tão violento quanto nos arcades), Road Rash e outros que marcaram minha vida, como

Flashback: The Quest for Identity ou Ayrton Sennas Super Monaco GP II.

Por se tratar de um videogame que recebeu tantos clássicos, cada pessoa que criasse uma lista como essas acabaria incluindo algumas coisas e removendo outras, portanto não há certo ou errado nessa história. Da minha parte, o único critério foi que o título tivesse ficado mais conhecido no Mega Drive ou nos outros aparelho da SEGA, como o Game Gear ou o Master System. Portanto, vamos aos escolhidos:

Comix Zone
Podendo ser considerado um dos jogos visualmente mais fantásticos da sua época, Comix Zone contava a história de Sketch Turner, um artista que estava criando uma revista em quadrinhos e se viu preso na sua própria obra. O que o destacava era o fato de toda a aventura se passar como se realmente estivéssemos num gibi, com cada tela sendo um quadrinho e até as falas sendo feitas através de balões.

Com uma jogabilidade muito boa e um nível de dificuldade digno de nos querer fazer querer jogar o controle na parede, na época eu tinha a sensação de que o jogo não tinha feito tanto sucesso quanto merecia, talvez por a nova geração já estar chegando, mas aos poucos ele foi alavancado ao status de clássico cult e até hoje sonho com a possibilidade do Comix Zone ganhar uma continuação.



Castle of Illusion Starring Mickey Mouse
Mostrando que a SEGA também era capaz de entregar jogos de plataforma tão lúdicos quanto a Nintendo, Castle of Illusion fazia parte da segunda leva de games para o Mega Drive e ao lado do Sonic foi um dos responsáveis por consolidar o videogame entre o público mais jovem nos Estados Unidos.

Com gráficos muito bonitos, uma jogabilidade acessível e estrelado por um dos personagens mais adorados do planeta, este foi o primeiro jogo que terminei e por isso tenho um carinho especial por ele. Destaque também para a sua continuação, o excelente World of Illusion Starring Mickey Mouse and Donald Duck e para o remake que ele recebeu em 2013, com versões para PC, Xbox 360 e PlayStation 3.



Sonic the Hedgehog 2
Se você viveu a virada da década de 80 para a de 90 e gostava de videogames, muito provavelmente levou um choque ao ver o Sonic the Hedgehog rodando pela primeira vez. As cores, a velocidade, a trilha sonora marcante, a jogabilidade frenética… Tudo naquele título impressionava, sendo um belíssimo exemplo de como a criatividade dos profissionais da época fazia a diferença.

Aí veio uma tão aguardada continuação e o que parecia impossível aconteceu: Sonic the Hedgehog 2 conseguia superar o seu antecessor em todos os aspectos e se você for falar sobre os melhores jogos de Mega Drive, obrigatoriamente terá que citar essa obra de arte. Um clássico que se mantêm divertido mesmo após tantos anos.



Shining Force II
Para mostrar que nem só de jogos mais infantis vivia o Mega Drive, em 1991 a SEGA se juntou a Climax Entertainment para lançar o Shining in the Darkness. Sendo um dungeon-crawler, nele tínhamos que explorar labirintos em 3D enquanto enfrentávamos os inimigos em batalhas por turnos.

No ano seguinte o Mega Drive recebeu uma continuação, esta chamada Shining Force e com uma jogabilidade diferente, funcionando como um jogo de estratégia em tempo real. Porém, foi com o Shining Force II que considero que a série atingido o seu ápice, com a sua campanha sendo muito maior, o enredo mais elaborado e o mundo aberto nos permitindo voltar a partes visitadas anteriormente a qualquer momento.



Gunstar Heroes
Com uma mecânica parecida com a de outros run and guns, como Contra, Sunset Riders e Metal Slug, o jogo de estreia da Treasure serviu para termos uma bela ideia do que esse estúdio formado por ex-funcionários da Konami poderia nos dar.

Na verdade o desenvolvimento do Gunstar Heroes iniciou quando aquele pessoal ainda trabalhava na casa do Castlevania, mas devido a conflitos de interesse eles decidiram sair e após uma acordo com a SEGA, conseguiram criar não só um dos melhores jogos de Mega Drive, mas de toda a geração 16-bit. Belos gráficos, uma jogabilidade apurada e uma nível de dificuldade na medida só poderiam resultar num clássico.



Landstalker: The Treasures of King Nole
Apesar de não ser tão cultuado quanto os outros jogos desta lista, eu sempre terei um carinho especial pelo Landstalker: The Treasures of King Nole. Com sua visão isométrica e uma jogabilidade muito legal, eu adorava explorar os calabouços desse jogo e lembro de ter passado muitas tardes grudado na TV apenas para tentar chegar ao seu final.

Apesar do ângulo de visão fazer com que algumas sequências de plataformas fossem irritantemente difíceis, o jogo brilhava por nos colocar para achar diversos itens que seriam imprescindíveis para a progressão e ainda contava com um enredo interessante. Só acho uma pena que o remake que estava previsto para chegar ao PSP nunca tenha sido lançado.



QuackShot Starring Donald Duck
Se o Mickey e o seu Castle of Illusion foram responsáveis por conquistar alguns consumidores para a SEGA, foi o Pato Donald quem recebeu um dos mais sensacionais jogos de Mega Drive. Colocando o personagem como um explorador no melhor estilo Indiana Jones, ele nos entregava uma aventura simplesmente memorável.

Além dos gráficos belíssimos, o grande destaque do QuackShot estava na sua jogabilidade, já que apesar dele ser um típico jogo de plataforma, os estágios só poderiam ser concluídos se tivéssemos os itens corretos. Descobrir qual arma utilizar em uma determinada área trazia um elemento de estratégia muito legal ao gênero e que o diferenciava de tudo o que existia na época.



Phantasy Star IV
Embora o Super Nintendo sempre tenha sido apontado como um dos melhores consoles quando se trata de RPGs, o Mega Drive também recebeu suas pérolas e a principal delas provavelmente é o quarto capítulo da série Phantasy Star. Servindo com o desfecho para a série principal, ver o término da saga do Sistema Algol ainda hoje deve deixar os fãs emocionados.

Mantendo a maioria dos elementos vistos nos jogos anteriores, como as batalhas por turnos ou a exploração com visão aérea quando estávamos fora dos calabouços, a lamentar apenas o fato do Phantasy Star IV nunca ter sido traduzido para o português pela Tectoy, o que havia acontecido com os antecessores.



Out Run
Desenvolvido pelo mestre Yu Suzuki e tendo chegado aos arcades em 1986, Out Run era um jogo de corrida simplesmente espetacular. Com uma jogabilidade simples mas desafiadora, nele o nosso objetivo era desviar do tráfego e tentar chegar ao final dos estágios antes do tempo acabar. Mas acredite, como aquilo era divertido!

Depois de passar pelo Master System, em 1991 o Out Run finalmente chegou ao Mega Drive e como era bom ter uma versão tão parecida com a dos fliperamas disponível no conforto do nosso lar. Este é sem dúvida uma das lendas dos games e mais marcante que a Ferrari vermelha que pilotávamos em Out Run, talvez apenas a inesquecível trilha sonora composta por Hiroshi Kawaguchi.



Streets of Rage 2
Eu já falei bastante do Streets of Rage 2 na lista sobre alguns Beat Em Up que você precisa conhecer, mas como apontar os melhores jogos de Mega Drive e não citar esta verdadeira obra de arte?

Contando com uma campanha maior, gráficos mais bonitos e uma jogabilidade muito melhor que a do seu antecessor, esse é o típico caso de um jogo que já nasceu como um clássico.

O único aspecto que considero que ele não foi capaz de superar o primeiro — e aqui provavelmente serei duramente criticado por isso — foi na trilha sonora. O próprio Yuzo Koshiro já afirmou que a trilha do Streets of Rage 2 foi o melhor trabalho de sua carreira, mas eu ainda gosto mais do estilo das músicas do anterior e isso não quer dizer que ache a trilha do segundo jogo ruim.



Menção Honrosa: Pier Solar and the Great Architects
Embora só tenha sido lançado no final de 2010, portanto muitos anos depois do antigo console da SEGA ter sido deixado de lado, Pier Solar and the Great Architects é um jogo que deveria ser experimentado por todos, principalmente por quem gosta de RPGs.

Criado por um grupo de pessoas que frequentavam o site Eidolons Inn, aos poucos o projeto foi ficando maior e para garantir que todo o conteúdo fosse aproveitado, a equipe precisou lançar o Pier Solar num cartucho de 64 Mega, fazendo dela o maior que o Mega Drive já viu.

Alguns anos depois o jogo foi adaptado para diversas outras plataformas, mas como foi legal ver um novo (e bom) título chegando ao videogame quando já tínhamos PlayStation 3, Xbox 360 e Wii

dominando o mercado.

(Fonte: Meio Bit Dori Prata ) - 04/09/2019
Crescimento do m-commerce supera 1/3 do comércio eletrônico

Acesso dos brasileiros à banda larga se destacou na última pesquisa

Mesmo com os grandes efeitos no setor econômico em 2018 (Copa do Mundo, eleições e greve dos caminhoneiros), o comércio eletrônico manteve seu crescimento, registrando um faturamento de R$53,2 bilhões, segundo Ebit |Nielsen e um aumento que subiu para os dois dígitos (12% em relação ao ano anterior).



Foto: Freepik

Destaque para o M-Commerce
O grande destaque, de acordo com o relatório Webshoppers, foi o m-commerce (venda online feita através de dispositivos móveis). Em 2018 o m-commerce sozinho teve um aumento de 41%. O m-commerce fechou com um faturamento de R$ 16,7 bilhões (31,1%) de todo o setor. Hoje, as compras concluídas via smartphones corresponderam a mais de 1/3 do total de pedidos do comércio eletrônico no Brasil.

Segundo Ebit |Nielsen, “o m-commerce vem se mostrando a grande via de democratização do e-commerce”. Com o aumento de número de celulares no país, e consequentemente maior penetração da população à internet, o crescimento de pedidos online destaca-se com a entrada de 10 milhões de novos consumidores que fizeram sua primeira compra.

Categorias
As categorias que tiveram grande destaque no comércio eletrônico via dispositivo móvel foram: Perfumaria, Cosméticos & Saúde (com 51% de crescimento), Informática (27%), Alimentos & Bebidas (23%), além de Moda & Acessórios (+6%), Esporte & Lazer (+10%) e Casa & Decoração (+16%).

Já nota-se também um avanço do e-commerce no Norte e Nordeste com 22% e 27% respectivamente. O faturamento subiu para R$7 bilhões em 2018, na soma dos estados nordestinos, refletindo 13,2% do total geral. O Sudeste continua na frente, representando quase 60% de toda a receita.

Com todos esses números, o processo de crescimento do e-commerce no Brasil ainda é desafiador (41% dos brasileiros afirmam que sua conexão ainda é bem instável).



Expectativas para 2019
Segundo o relatório Webshoppers 39, esse salto deve ser ainda maior em 2019, alcançando os 15% com faturamento previsto para R$61 bilhões. Os pedidos podem aumentar para 12% a mais, chegando a R$137 milhões, com ticket médio de R$447 (3% a mais).

Através desses dados, percebemos o quanto o m-commerce ocupa um canal importante de compra para o consumidor brasileiro. E com toda essa facilidade, é imprescindível se prevenir das armadilhas por trás de sites maliciosos querendo se passar por e-commercer verdadeiros. Ter instalado um antivírus que faça uma varredura para comprovar a veracidade do link é a melhor forma de fazer uma compra
segura. O Terra Antivírus oferece soluções completas para todos os dispositivos móveis. Estamos sempre atentos aos novos meios de consumo e juntos podemos criar estratégias de segurança para prevenir diferentes ataques de hackers.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.