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Fintechs levantaram US$ 34 bilhões em aportes em 2019

Na temporada anterior, tinham sido US$ 40,8 bilhões e 2,05 mil aportes diferentes

As fintechs - startups de serviços financeiros - levantaram menor volume de investimentos no ano passado. Segundo relatório divulgado pela consultoria CB Insights nesta semana, o setor teve aportes de US$ 33,9 bilhões em 2019, em cerca de 1,9 mil rodadas. Na temporada anterior, tinham sido US$ 40,8 bilhões e 2,05 mil aportes diferentes.

Segundo o relatório, o setor de fintechs teve 24 novos unicórnios no ano passado - o apelido é dado às startups que são avaliadas no mercado em pelo menos US$ 1 bilhão. Duas empresas brasileiras foram citadas na lista: a startup de pagamentos Ebanx, de Curitiba, que foi o primeiro unicórnio do Sul do País, bem como o QuintoAndar, que intermedia aluguéis residenciais.

Segundo o levantamento, o mercado global de fintechs tem 67 unicórnios - a outra brasileira da lista é o Nubank, avaliado em US$ 10 bilhões após ter recebido um aporte de US$ 400 milhões do fundo californiano TCV, em julho do ano passado. Outros nomes conhecidos da lista são a estoniana TransferWise, que faz transferências bancárias internacionais, o banco digital N26, da Alemanha, e a Brex, fundada por dois brasileiros no Vale do Silício e que presta serviços financeiros para outras startups da região.

Na análise do CB Insights, também chamou a atenção que os mercados de América do Sul, África, Austrália e Sudeste Asiático tiveram recorde em captação de investimentos no ano passado. O estudo também afirma que houve queda no número de investimentos em fintechs de estágio inicial - no quarto trimestre de 2019, foram feitos 253 aportes em novatas, o menor número para um período de três meses desde o último trimestre de 2016.

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 26/02/2020
Microsoft revela novos detalhes do Xbox Series X

Com uma GPU de 12 Tflop/s e processador AMD Zen 2, o Xbox Series X promete ser um verdadeiro salto para a próxima geração de consoles.

Daqui até o final deverá se tornar cada vez mais comum vermos tanto a Sony quanto a Microsoft divulgarem informações sobre os seus futuros consoles. Esta é uma das melhores maneiras que tentar conquistar os consumidores e se você gostaria de saber o que esperar do Xbox Series X, provavelmente ficará feliz com um texto publicado por Phil Spencer.

Nele o chefe da divisão Xbox detalha diversos aspectos do console, começando pelo o seu poderio técnico. Segundo Spencer, o Xbox Series X virá equipado com um processador AMD Zen 2 de arquitetura RDN2 e isso deverá fazer com que o aparelho seja quatro vezes mais poderoso que um Xbox One, mas quando se trata da placa de vídeo a diferença será ainda maior. Equipada com 12 Tflop/s, a GPU terá o dobro de capacidade de processamento do Xbox One X e mais de oito vezes quando comparado com o modelo padrão daquele videogame.

Com isso, o executivo disse acreditar que o Xbox Series X representará um verdadeiro salto de geração, com as técnicas empregadas por eles no console permitindo que as desenvolvedoras obtenha uma taxa de frames maior, além de criarem mundos mais sofisticados e uma experiência imersiva como nenhum outro console é capaz.

Spencer ainda falou sobre o Raytracing acelerado por DirectX permitirá que a iluminação seja mais natural nos games, além da utilização de uma tecnologia própria chamada Variable Rate Shading (VRS). Com ela o poder do videogame poderá ser utilizado melhor, já que ao invés da GPU gerar todos os pixels que veremos na tela, os estúdios poderão priorizar certos efeitos dos personagens e do ambiente. O objetivo? Alcançar resoluções e taxas de frames mais altas, sem prejudicar a qualidade da imagem.

Phil Spencer ainda aproveitou para confirmar que o Xbox Series X poderá ter jogos rodando a até 120 FPS; falou sobre como o SSD utilizado por eles permitirá a criação de mundos maiores, mais dinâmicos e praticamente sem tempo de carregamento; e ainda citou o novo sistema de Quick Resume, que nos permitirá continuar quase que imediatamente diversos títulos que estiverem num estado de
suspensão.

Por fim, foi esclarecido alguns pontos sobre a maneira como o novo console lidará com títulos das gerações passadas. A primeira boa notícia é que no Series X teremos acesso a títulos que foram lançado lá para o primeiro console da Microsoft e se eles rodam no One, rodarão no seu sucessor.

Também podemos esperar que esses jogos retrocompatíveis funcionem com uma qualidade de imagem melhor e com tempos de carregamento menores. Ou seja, se hoje jogar um Red Dead Redemption ou um Ninja Gaiden Black no Xbox One X já é uma experiência muito melhor do que quando tais títulos foram lançados, no Xbox Series X o desempenho deverá torná-los ainda mais interessantes. Também está confirmada a compatibilidade com acessórios lançados para o One, como por exemplo o controle.

A Microsoft também está prometendo que todos os jogos publicados por eles farão parte do que costumamos chamar de cross-buy. Ou seja, se você comprar o Halo Infinite para o One, terá direito a uma cópia também para o Series X. Tal recurso estará disponível para qualquer editora que quiser usá-lo e uma que já confirmou a adoção é a CD Projekt Red e o seu Cyberpunk 2077. Alegando que ninguém deveria ser obrigado a comprar um jogo duas vezes, eles disseram que quem adquirir o título para o One terá direito a um upgrade gratuito para a versão do jogo para o Xbox Series X.

Por enquanto ainda não temos uma data prevista para o lançamento do novo videogame, muito menos sabemos o preço que será cobrado por ele. A expectativa é para que essas informações sejam feitas durante a próxima E3, que acontecerá entre os dias 9 e 11 de junho.

(Fonte: Dori Prata) - 26/02/2020
Smartphone dobrável é mesmo necessário?

Novos modelos têm preço pouco acessível e telas de durabilidade questionável

Se depender das empresas de tecnologia, o smartphone do futuro pode ser dobrado e fechado ao gosto do freguês, como os antigos telefones de flip dos anos 2000. Nos últimos meses, empresas como Samsung e Motorola apostaram nessa tendência, tentando criar algo novo e excitante para nos fazer voltar a gastar. A pergunta é: queremos realmente essa tecnologia?

Durante alguns anos, as empresas fizeram smartphones baseados em pesquisas com consumidores. Telas maiores, baterias mais potentes e câmeras melhores estavam entre os principais pedidos. Com a evolução desses quesitos, muitas pessoas constataram que os smartphones que estavam em seus bolsos eram bons o suficiente - o bastante, pelo menos, para ficar com eles durante algum tempo.

Consumidores que ficam muito tempo com o mesmo celular, porém, não ajudam muito o desempenho financeiro das empresas. E por isso as fabricantes começaram a nos bombardear com os chamados dobráveis, vendidos por pelo menos quatro dígitos - em dólar! Lançado nessa semana, o Galaxy Z Flip, da Samsung, custa US$ 1.380. Ele vai disputar espaço no mercado com o Motorola Razr, da Lenovo, de US$ 1,5 mil. (Aqui no Brasil, os dois aparelhos têm o mesmo preço: R$ 9 mil).

Os poucos celulares de tela dobrável lançados até agora têm problemas. Lançado pela Samsung no ano passado, a primeira versão do Galaxy Fold quebrava-se em poucos dias. Já o Motorola Razr tem pouca bateria e uma dobradiça que não agradou quem a testou. "O celular dobrável é uma solução em busca de um problema", disse Paolo Pescatore, analista de tecnologia da PP Foresight. "Não havia demanda por eles"

Prós e contras
Por enquanto, tudo que os especialistas em consumo de tecnologia dizem é que é melhor esperar a evolução dos celulares dobráveis antes de decidir comprar um. Uma das razões é de que trata-se de um formato não definido.

Alguns modelos, como o Galaxy Fold e o Mate X, da Huawei, têm duas telas. Quando você os abre, fica com um tablet com uma tela bem espaçosa. Ao fechá-los, como um livro, tem uma tela exterior para teclar. Já o Z Flip e o Razr têm uma tela de tamanho padrão quando abertos. Fechados, possuem apenas uma tela miniatura para notificações. Ter uma tela maior ocupando menos espaço em seu bolso é o maior benefício de um celular dobrável. Agora, os contras são inúmeros.

Para começar, os celulares dobráveis precisam de uma tela de Oled flexível, bem mais fina que as telas tradicionais. Para conseguir ser dobrável, essa tela é protegida por uma camada de plástico que pode ser riscada ou penetrada facilmente - algo que não acontece no vidro duro que protege os celulares comuns.

O desenho do Z Flip e do Razr tem uma solução parcial para esse problema de durabilidade: a tela principal não fica exposta quando o telefone está fechado. Mas, se o usuário tropeçar e derrubar o aparelho quando estiver aberto, problemas surgirão.

Além disso, ainda é uma incógnita se as dobradiças mecânicas dos telefones dobráveis sobreviverão ao teste do tempo.

Mas o maior inconveniente pode ser o preço. Os aparelhos custam entre US$ 1,4 mil e US$ 2,5 mil nos EUA. É uma barreira grande já que um ótimo smartphone no país custa cerca de US$ 400. Ainda é cedo para dizer se os celulares dobráveis vão dar certo. Em poucos anos, provavelmente devem ficar mais baratos e robustos. Mas será que ainda serão uma novidade a ponto de encantar o consumidor?

Cenas dos próximos capítulos. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

(Fonte: Brian X. Chen - Estadão) - 17/02/2020
Você saberia dizer qual o valor de uma ideia nos dias de hoje?

Qual o preço de uma ideia? Essa é a resposta do milhão. Considerando, principalmente, que ela pode durar para sempre, ou apenas alguns segundos, mas só é possível saber o seu desdobramento quando nos arriscamos e pagamos para ver. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), 5,5% dos brasileiros trabalham nas indústrias criativas, esse mercado representa 2,6% do PIB nacional e inclui arquitetura, artes, propaganda e marketing, mídia e publicações, jogos de computador e outros trabalhos essenciais.

Estamos inseridos em uma indústria construída em cima de produtos palpáveis, bens de consumo não duráveis e feitos em larga escala, que valoriza o menor preço. Quando se trata de uma ideia, estamos falando de um valor agregado muito maior. A indústria criativa cresce porque entendemos que algo que tem uma história e um significado pode ser trabalhado a ponto de ser competitivo.

Um quadro, logomarca ou uma história bem contada, por exemplo, podem possuir algo que vai além do preço, trata-se do valor que ele pode vir a ter, que pode durar por gerações. O que fazemos para fechar a conta de quanto tudo isso vale não está ligado diretamente a venda do produto que foi gerado, mas tudo aquilo que foi feito para chegar até ali. Trabalho, suor e criação tendem a ficar nos bastidores e, infelizmente, às vezes são desvalorizados por muitos contratantes.

Um bom indicador é entender como a solução apresentada resolve de forma estratégica o que foi pedido pelo solicitante. Afinal, uma ideia é somente uma ideia se não for aplicável, prática e funcional. Outra métrica é entender o mercado como um todo, com isso, conseguimos saber qual a força da nossa sugestão, se ela é durável e original. Além disso, já dizem os sábios tempo é dinheiro, não é mesmo? Ele deve ser considerado pensando não somente nos momentos investidos na execução em si, mas também o período gasto na preparação para conseguir realizar a tarefa com qualidade.

Uma ideia fraca ou mal executada gera resultados não esperados, foge do controle de todos. Pensando no relacionamento com o público final, muitas vezes isso é gritante e pode gerar uma experiência negativa para o consumidor, que também pode durar por gerações e, até mesmo, destruir a reputação da empresa. Ou pode ser imperceptível, mas ainda assim, afeta fortemente a relação entre executores e solicitante, o que pode desencadear realinhamentos dolorosos.

Muito se fala sobre criatividade e inspiração, mas sempre ligadas a genialidade, a algo quase que divino. Ambas existem, são reais sim, mas exigem muito trabalho! Nada mais são do que o tempo investido de forma correta, com análise, observação, curiosidade, referências e pesquisas, que também precisam ser valorizadas. O processo de criação está ligado a resolver problemas de formas inovadoras, diferentes, e isso todos nós, independente da área de atuação, somos capazes de fazer.

Uma boa ideia leva luz ao ordinário, faz girar uma economia mais atenta a diferentes possibilidades. Uma solução criativa causa aquele sorrisinho de canto de boca que você dá quando vê algo que te surpreende, é uma experiência marcante.

(Fonte: Por Marília Gersely) - 17/02/2020
Samsung revela novo celular dobrável em anúncio surpresa durante Oscar

A Samsung Electronics revelou seu novo smartphone dobrável em um comercial surpresa de televisão transmitido durante a cerimônia do Oscar, no domingo.



Samsung Galaxy Fold, primeiro smartphone dobrável da Samsung. 06/12/2019. REUTERS/Gleb Garanich
Foto: Reuters

O anúncio, transmitido apenas nos Estados Unidos, foi transmitido dois dias antes do lançamento oficial dos aparelhos, Galaxy Z, em São Francisco. E apesar de muitas fotos terem sido feitas dos aparelhos, ainda há poucos detalhes sobre eles.

Porém, eles deverão ser vendidos por preços menores que os 1.980 dólares cobrados pela empresa pelo Galaxy Fold, que se abre como um livro, lançado em setembro e teve lançamento adiado em vários meses após problemas nas telas.

"O novo Galaxy Z vai ajudar a Samsung a competir com os modelos mais caros da Apple", disse Tom Kang, analista da empresa de pesquisa de mercado Counterpoint.

(Fonte: Hyunjoo Jin - Reuters) - 10/02/2020
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.