Dona da marca da tradicional fabricante finlandesa, HMD Global começa retorno ao Brasil com celular de R$ 900; faixa de aparelhos entre R$ 700 e R$ 1,1 mil foi responsável por 48% das vendas do PaÃs em 2019, diz IDC
Ela voltou - e se depender da promessa dos executivos, agora é para ficar. Uma das marcas que ajudou o Brasil a entender o que era um telefone celular, a Nokia começa de novo neste domingo, 3, sua trajetória no mercado nacional. A partir desta data, começa a ser vendido no PaÃs o Nokia 2.3, smartphone que leva a marca da finlandesa e aposta em preço (R$ 900) e na nostalgia para voltar a ocupar os bolsos dos brasileiros. Mas esta é uma Nokia que se modificou bastante, mostrando que nem tudo está igual como era antes.
Vendido por R$ 900, o Nokia 2.3 representa o retorno da marca ao Brasil
Foto: HMD Global/Divulgação / Estadão
Pioneira no mercado de celulares, com modelos como o "o celular do jogo da cobrinha" (o Nokia 5110) ou o "bananafone do filme Matrix" (Nokia 8110), a marca finlandesa teve um caminho tumultuado nos últimos anos. Em 2013, a divisão de dispositivos móveis da Nokia foi comprada pela Microsoft. Pouco tempo depois, com o fracasso do sistema operacional Windows Phone frente aos rivais Android (do Google) e iOS (da Apple), a área foi posta de lado pela companhia fundada por Bill Gates.
No final de 2016, por contrato, os direitos sobre a marca "Nokia" retornaram à finlandesa, que permaneceu como fabricante de tecnologia para telecomunicações. A companhia então cedeu o uso da marca para a HMD Global, empresa recém-fundada por ex-funcionários da Nokia para fazer smartphones com sistema Android para o mundo todo. Desde fevereiro de 2017, a HMD Global tem lançado aparelhos em mais de 50 paÃses, incluindo diversos mercados da América Latina.
Agora, chegou a vez do Brasil. "É um PaÃs estratégico para nós. É um mercado particular, então precisamos aprender os processos pouco a pouco e fazer adaptações", afirma Juan Olano, diretor de portfólio da HMD Global para as Américas, em entrevista ao Estado. Segundo apurou a reportagem, o plano era que a estreia acontecesse um pouco antes, mas o andamento do processo foi afetado pela pandemia do coronavÃrus.
Por aqui, a HMD tem um parceiro forte: a fabricante local Multilaser que cuidará da distribuição dos aparelhos junto à s lojas do PaÃs todo, em especial depois que o perÃodo de isolamento social passar. "É um parceiro que nos traz capilaridade importante, especialmente no varejo fÃsico, onde precisamos estar para sermos conhecidos", afirma Junior Favaro, diretor de marketing e vendas da HMD Global no Brasil - e também um veterano da Nokia por aqui. Ele aposta no poder de vendas do Dia das Mães, uma data forte para a venda de smartphones, para chamar a atenção para seu produto.
Aposta
Com preço sugerido de R$ 900, o Nokia 2.3 é um dos smartphones mais simples da Nokia. "O primeiro algarismo de cada modelo mostra a famÃlia dele, e quanto mais equipado é o aparelho. O segundo número é a geração, o que explica que ele é a quarta geração de sua famÃlia", explica Olano.
Com tela de 6,2 polegadas, câmera traseira de lente dupla e 32 GB de armazenamento, além de uma bateria de 4.000 mAh, ele tem especificações interessantes e que podem mexer com a categoria dos smartphones de entrada, faixa de preço mais popular do Brasil. Segundo números da consultoria IDC Brasil para o ano de 2019, 48,5% dos 45,5 milhões de dispositivos do tipo vendidos no PaÃs no ano passado custavam entre R$ 700 e R$ 1,1 mil.
Inicialmente, o Nokia 2.3 chegará ao Brasil importado, mas a empresa não descarta fabricar modelos por aqui em um futuro próximo. Lá fora, ele custa US$ 130 (em torno de R$ 700). "Tentamos trazer o preço certo para o mercado brasileiro", diz Olano. Sem entrar em detalhes ou fazer promessas, os executivos da HMD Global afirmam ainda que pretendem ter outros modelos e faixas de preço no PaÃs até o final do ano.
"Vamos ter um portfólio maior", diz Favaro. No exterior, a empresa tem até aparelhos topo de linha e inclusive chega a antecipar tendências - no ano passado, por exemplo, lançou o primeiro smartphone com cinco lentes na câmera traseira, o Nokia 9 Pureview, vendido no exterior a partir de US$ 700.
Além de smartphones, a HMD também tem lançado versões "retrô" dos aparelhos clássicos da Nokia, como os já citados "da cobrinha" e do "filme Matrix". Equipados com o sistema operacional KaiOS, com direito a 4G e WhatsApp, os dispositivos são considerados celulares simples (feature phones) e têm preços abaixo dos US$ 100. Questionados pela reportagem se os modelos também chegarão ao Brasil, os executivos evitaram falar sobre o tema.
Juan Olano diz que o coronavÃrus atrasou a reestreia da Nokia no Brasil
Foto: HMD Global/Divulgação / Estadão
Disputa
Os desafios da HMD Global por aqui, porém, serão grandes. O primeiro será tentar capturar um lugar ao sol no mercado brasileiro, em que duas marcas - Samsung e Motorola - são há anos responsáveis por pelo menos 60% das vendas de aparelhos no PaÃs, se não mais do que isso. Enquanto isso, um segundo grupo, formado por LG, Asus e, desde o ano passado, Huawei e Xiaomi, briga por fora, competindo com as lÃderes em um atributo: preço. "Tem uma grande parcela dos consumidores brasileiros que não é fiel a uma marca, mas busca o melhor preço possÃvel para ter uma boa tela, câmera ou bateria", afirma Eduardo Pellanda, professor da PUC-RS.
Na visão do especialista, a grande rival da Nokia no PaÃs será a Motorola. "As duas empresas têm uma marca forte na mão de um novo dono e se pautam por celulares bem construÃdos e com bom custo-benefÃcio", diz. Para Favaro, da HMD, a consolidação do mercado "não impede que a gente dispute com grandes marcas."
Para o professor da PUC-RS, porém, começar pelo mercado de aparelhos mais baratos talvez não seja a estratégia mais acertada para a HMD aqui no Brasil. "O público que tem nostalgia dos aparelhos da Nokia tem maior poder aquisitivo, até para poder ter tido um celular há anos atrás. Não é o mesmo público que busca um smartphone de entrada", diz. Para Ranjit Atwal, diretor de pesquisas da consultoria Gartner, o mercado de baixo custo tem ainda outro problema: é uma categoria onde o preço se impõe ainda mais como prioridade ao consumidor, que por vezes pode desprezar especificações ou inovações em prol de um produto pelo qual ele possa pagar. "É um mercado extremamente competitivo", diz.
Pellanda, da PUC-RS, também tem dúvidas se o consumidor brasileiro acreditará que a nova Nokia" herdará, na preferência do consumidor, os atributos que fizeram a finlandesa se destacar no PaÃs, como a durabilidade dos aparelhos e a resistência das baterias - durante a década de 2000, popularizaram-se imagens na internet com piadas sobre a duração infinita da carga e a capacidade do aparelho de permanecer funcionando mesmo caindo de grandes alturas ou sendo até arremessado na rua.
Para Atwal, do Gartner, a pandemia do coronavÃrus traz um empecilho extra ao desafio da HMD Global por aqui: o tamanho do bolso dos consumidores. "Em meio a uma crise como essas, as pessoas estão procurando gastar menos - e por isso, vão demorar para trocar seus celulares", diz. "E quando essas pessoas precisarem trocar de celular, elas vão querer apostar no seguro. Se o preço for igual, elas não vão querer experimentar com uma marca que está há pouco tempo no mercado", afirma. Em outras palavras: nada garante que, mesmo com a Nokia chegando de novo ao portão do Brasil, os consumidores estarão dispostos a sorrir para ela mais uma vez.
Uma boa conexão. Apps de comunicação e entretenimento. PCs e smartphones resistentes. É só isso que precisamos.
Já se passaram semanas desde que o coronavÃrus paralisou nossas vidas, com o fechamento de escolas, escritórios e academias. Fechados em casa, temos tempo para pensar em coisas importantes. A tecnologia de consumo - ou grande parte dela, pelo menos - está no fim da lista. Muitas das inovações de alta tecnologia dos últimos anos, como smartphones dobráveis, caixas de som conectadas e
inteligentes ou redes ultrarrápidas, parecem supérfluas no momento em que vivemos.
Numa crise, a tecnologia mais importante se resume a alguns itens e serviços básicos. Recursos de computação para trabalhar e navegar. Ferramentas de comunicação para conversar com familiares, colegas e amigos. Entretenimento para não ficarmos malucos. E claro, uma conexão de internet que nos permita fazer todas as coisas acima. É praticamente tudo o que precisamos, mesmo quando não há uma pandemia por aÃ. É uma bela revelação - e mais do que isso, pode servir como algo para orientar prioridades no consumo de tecnologia mesmo após esse perÃodo de incertezas.
Internet e comunicação
É comum as pessoas dizerem que a sua internet está lenta. A culpa pode ir muito além da operadora. Pode estar no roteador, por exemplo - modelos antigos, fabricados há alguns anos, podem ter tecnologias sem fio desatualizadas e que não entregam a velocidade contratada pelo usuário da operadora.
Muita gente quer uma conexão de internet estável e rápida, mas é preciso investir para isso dar certo, indo além do plano da sua operadora. É importante investir em roteadores, cabos e outros equipamentos assim.
Nas últimas semanas, o Zoom, um serviço de chamadas de vÃdeo, cresceu em popularidade durante a pandemia por duas razões: ele é fácil de usar e estamos desesperados para ver e conversar com muita gente, agora que estamos presos em casa.
Mas a adoção do Zoom levou à descoberta da frágil segurança do produto, que pode ter permitido a invasores sequestrarem nossas dados e câmeras. E revelou que muitos de nós estamos despreparados e não contamos com ferramentas de comunicação preparadas. É um bom momento para discutir sobre quais aplicativos atendem à s nossas necessidades e respeitam nossa privacidade - recursos como criptografia, verificação de duas etapas para login e contÃnuas atualizações de segurança são um bom sinal nessas horas.
Entretenimento e trabalho
São tantas as pessoas que estão acessando vÃdeos via streaming na pandemia que, na Europa, a Netflix e o YouTube foram levados temporariamente a transmitir vÃdeos em formatos de baixa qualidade para evitar derrubar a Internet. Mesmo dois anos após o seu lançamento, está difÃcil conseguir comprar um Nintendo Switch porque um de seus jogos, Animal Crossing: New Horizons, está sendo uma
grande fuga da realidade para muita gente.
Todos nós, obviamente, nos preocupamos com entretenimento: gastamos centenas de dólares por ano em assinaturas digitais, incluindo serviços de streaming de música e vÃdeo. Mas muitos ainda assistem a suas séries e filmes favoritos pelo celular, usando o som interno das caixas dos aparelho.
A vida pode ser melhor e mais confortável - olhando, por exemplo, para uma TV que seja de fato adequada para a sua visão ou um fone de ouvido de alto padrão, com isolamento acústico e qualidade de áudio. Da mesma forma, dá para entender porque precisamos de bons smartphones e computadores. São ferramentas que nos tornam mais produtivos e precisam ser confiáveis.
Somente o necessário
A lista de necessidades básicas de tecnologia também serve como guia para as inovações que não precisamos. Uma caixa de som inteligente, como o Amazon Echo ou o Nest Mini, do Google? Certamente, eles prestam um bom serviço desligando as luzes do quarto. Um telefone com tela dobrável? De fato, parece excelente. Mas se não ajudam você a trabalhar, manter-se conectado e ficar entretido, você deve encontrar outras maneiras de gastar seu dinheiro.
Seja qual for o conjunto de equipamentos que você escolher lembre-se de manter o mÃnimo. Quanto mais tecnologia, mais dispositivos para ter e identificar problemas. E lembre-se que a tecnologia escolhida deve ser simples. Esta pandemia ressuscitou o humilde telefonema, uma ferramenta de comunicação tão boa como sempre foi.
TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO
Após ter pico de tráfego nos primeiros dias de isolamento social, infraestrutura de rede no PaÃs está estável
Cerca de um mês após o inÃcio de quarentena no Brasil, nem mesmo a enxurrada de lives promovidas nas redes sociais foi capaz de abalar a internet do PaÃs. Segundo dados do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), o volume de tráfego se estabilizou após o pico inicial. Quando começou o perÃodo de isolamento social, havia temores sobre abalos na infraestrutura da rede brasileira, algo que acabou não acontecendo.
Segundo Milton Kaoru Kashiwakura, diretor de projetos especiais e de desenvolvimento do NIC.br, entidade que supervisiona a governança da internet no PaÃs, a internet brasileira já havia apresentando alta no volume de tráfego. Nos três meses anteriores a março, o crescimento havia sido de 25%. Já durante todo o ano de 2019, o crescimento do tráfego na internet brasileira havia sido de 60% na comparação com a temporada anterior. Dessa maneira, a entidade já via a estrutura de rede do PaÃs pronta para a alta causada pela quarentena.
Segundo executivo do NIC.br, nem mesmo a onda das lives abalou a infraestrutura das redes
Foto: Agência Senado / Estadão Conteúdo
Após o volume atingir recorde de 11 terabits por segundo (Tbps), a taxa se estabilizou abaixo dessa faixa, em cerca de 10 Tbps. A infraestrutura brasileira tem capacidade de cerca de 25 Tbps. "O que a quarentena fez foi antecipar o volume de quatro meses, mas isso agora não deve ser alterado", explica Kashiwakura.
Ele diz que as lives de artistas brasileiros, que arrastaram milhões de pessoas para serviços de streaming de vÃdeo, não causaram mudanças significativas na estrutura geral, embora em pontos regionais possa ter gerado um pouco mais de pressão - segundo ele, a cidade de Salvador chegou a sofrer um pouco mais com perda de qualidade. "De modo geral, porém, é como se as pessoas estivessem trocando de um canal de TV por outro, mudando de um serviço de streaming por outro".
De acordo com a consultoria OpenSignal, os smartphones no Brasil aumentaram o tempo conectado na internet. Nas últimas três semanas, os aparelhos nacionais estão passando 75% do tempo ligados a conexões Wi-Fi - essa marca era de 65% antes da pandemia de coronavÃrus. Ainda assim, isso não gerou picos além do esperado. "Em tempos normais, o pico da internet brasileira ocorre por volta das 21h. Isso agora foi diluÃdo ao longo do dia", explica Kashiwakura.
Última milha
Outra medida que ajudou a aliviar o impacto nas conexões foi a medida dos serviços de streaming de vÃdeo, como Amazon Prime, Globoplay e Netflix, de reduzir a qualidade de imagem do material transmitido, algo que aconteceu também no final de março. "Essas decisões foram tomadas por causa do cenário europeu, o que acabou refletindo positivamente para gente, principalmente na última milha", diz Kashiwakura.
A última milha se refere à etapa final da conexão entre consumidores e a internet. É a parte do caminho dos dados feita pelos provedores de internet, após se conectarem à infraestrutura profunda de conexões. É a parte da internet que as pessoas percebem como sua conexão à rede, e que pode sofrer congestionamentos e gerar reclamações.
Foi justamente isso o que aconteceu. O NIC.br fez um estudo que mostra uma queda de velocidade no download a partir da segunda quinzena de março - o ponto mais baixo é por volta do dia 20. No mesmo perÃodo, o número de reclamações relacionadas a conexão de internet cresceu 32% junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Isso não significa problemas com a infraestrutura da internet brasileira, mas sim gargalos da operadora do serviço ou até nas casas dos clientes.
"Nem sempre todas as localidades da última milha são conectadas com a fibra óptica. Algumas dependem de um simples cabo telefônico. Essas estruturas podem sofrer com congestionamentos", diz Vivaldo Breternitz, professor da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie. "Além disso, muita gente tem equipamentos antigos em casa, como roteadores e modems, que também podem sofrer com mais gente em casa", explica.
"Para uma operadora que não tem uma infraestrutura adequada, o aumento de 20% no tráfego pode gerar a sensação de qualidade pior na conexão. A medida dos serviços de streaming foram importantes para essa situação", diz Kashiwakura. "Estamos orientando para que eles aumentem sua capacidade também".
Para os próximos meses, com o fim ou não da quarentena, não há expectativa de aumento no volume significante - mesmo com uma possÃvel volta de pessoas aos escritórios e de crianças à s escolas. "Só se as pessoas pararem de dormir e ficarem com o streaming ligado 24 horas por dia. Fora situações pontuais não esperamos nenhuma desgraça", diz Breternitz.
Novo smartphone da marca chinesa vem com câmera quádrupla, bateria de longa duração e processador com foco em games
A fabricante de smartphones Xiaomi lançou o Redmi Note 9S no Brasil. Com o inÃcio da pré-venda nessa segunda (20), a nova aposta da marca chinesa para a categoria de intermediários traz câmera quádrupla, bateria de longa duração, processador potente para games e design simétrico.
O Redmi Note 9S tem como principal diferencial a bateria de 5020mAh, que segundo a empresa permite o uso do aparelho por dois dias sem necessidade de recarga.
O processador é um Qualcomm Snapdragon 720G, fabricado em processo de 8 nanômetros, com recursos avançados para jogos, como a possibilidade de atender a chamadas enquanto se joga.
No design, o Redmi Note 9S apresenta uma tela Full HD+ de 6,67 polegadas com 91% de aproveitamento. Na parte traseira, encontra-se um conjunto de quatro câmeras: a principal com 48 MP, a secundária de 8 MP, a Macro de 5 MP e o sensor de profundidade de 2 MP.
Há proteção Corning Gorilla Glass 5 tanto no corpo do produto quanto na lente da câmera. Serão vendidos no paÃs dispositivos nas cores Interstellar Grey (cinza) e Glacier White (branca) e em breve a Aurora Blue (azul).
O aparelho, que custa cerca de US$ 200 lá fora, será vendido aqui por R$1,8 mil o modelo de 64GB de armazenamento e 4 GB de RAM, e R$2 mil a versão de 128GB de armazenamento em 6 GB de RAM. Os preços, diz a empresa, são válidos apenas na pré-venda realizada hoje, até 23h. Depois, os produtos ficarão R$ 1 mil mais caros. (Com assessoria de imprensa)
A startup colombiana Rappi está conduzindo entregas por meio de robôs como uma maneira segura de levar comida para pessoas forçadas a ficarem em casa em razão da pandemia do coronavÃrus.
Robô da Rappi faz entrega de comida na cidade colombiana de Medelin. 17/4/2020. REUTERS/David Estrada
Foto: Reuters
A iniciativa começou nesta semana em MedellÃn segunda maior cidade da Colômbia. Os robôs, que viajam sobre quatro rodas e são decorados com bandeiras laranja em suas antenas, transportam entregas de até 35 centÃmetros quadrados e são usados para transportar pedidos de restaurantes pagos digitalmente.
Os robôs completam a última milha das entregas e são desinfetados antes e depois de cada uso, disse a Rappi.
Os robôs são operados conjuntamente pela Rappi e pela KiwiBot, dos Estados Unidos.
"Acreditamos que, ao fazer parceria com a tecnologia, poderemos continuar cumprindo nosso objetivo de facilitar a vida das pessoas com segurança, especialmente em situações como as quais nos encontramos", disse o gerente da Rappi na Colômbia, Matias Laks, em comunicado.
A Rappi tem chegado a completar aproximadamente 120 entregas por dia com 15 robôs na área de pilotagem, afirmou.
A empresa disse que pretende conduzir a projeto até julho, e, caso bem-sucedida, expandirá para outros cidades.










