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QR Code ou Código QR: saiba o que é, como usar e como criar o seu

Código foi criado na década de 1990 para uso na indústria automobilística e tem se popularizado desde então pela versatilidade e praticidade, até mesmo em lives e na TV

Atualmente, os QR Codes são uma tecnologia tão conhecida que é muito difícil não identificar aqueles quadrados e pontos quadriculares. QR Code é a abreviação de Quick-Response Code, ou Código de Resposta Rápida, em tradução para o português. Apesar de serem bastante populares, principalmente por serem usados por empresas de diversas áreas diferentes, as origens do QR-Code datam da década de 1990.

"Quem criou foi uma subsidiária da Toyota e ele servia para controlar o estoque de peças e os próprios carros na linha de produção. Essa subsidiária ainda detém a patente até hoje, mas ela liberou a licença, então ele se tornou público", conta Rudolf Buhler, professor do departamento de Engenharia Elétrica do Centro Universitário FEI.

Para entender melhor como funciona o QR Code, basta pensar em um código de barras. As barras pretas servem para definir um código binário, ou seja, baseado em 0s e 1s. A mesma lógica se aplica ao QR-Code. "O que a câmera lê é o contraste entre o claro e o escuro, então isso deve estar bem definido", conta Buhler.

O professor também explica o porquê daqueles quadrados maiores nos cantos superiores e no inferior esquerdo do código. "Quando a câmera bate uma foto, ela converte o código em uma matriz e, a partir desses pontos, ela sabe o alinhamento desse quadrado maior: se está de lado, de ponta cabeça, de pé."

Na prática, é uma evolução do código de barras, afirma Buhler. "A principal diferença é a quantidade de informação que você pode armazenar na imagem." Isso acontece porque o QR Code é baseado em duas dimensões, como explica Pollyana Notargiacomo, professora da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie. "A vantagem é que o QR Code permite, no mesmo elemento bidimensional, trabalhar na vertical e na horizontal, enquanto a leitura do código de barras só é feita na horizontal."

Para que serve um QR Code?
Uma das principais vantagens dos QR Codes é a versatilidade. Por poder armazenar mais informação, ele pode ser usado virtualmente para qualquer coisa.

"Qualquer coisa que você precisa armazenar, pode ser um texto, um número, por exemplo, você pode armazenar dessa forma. Porém não dá para armazenar um arquivo grande, porque você precisaria de um QR Code gigantesco", explica Buhler.

"Hoje em dia, os celulares nem requerem mais que a gente instale um aplicativo para isso, já é nativo com as câmeras", aponta Pollyana. Isso permite que praticamente todo mundo que tiver um smartphone leia esse tipo de código. "É uma tecnologia muito simples de ser usada e é muito fácil de ser criada também. Tem alguns sites que disponibilizam o serviço gratuito", explica ela.

Com esse código, é possível liberar o acesso a um arquivo ou mídia de áudio ou vídeo, fazer cadastro em uma rede social, instalar um aplicativo ou compartilhar dados de contato, por exemplo. Por isso várias empresas já fazem uso do QR Code, mas ele não é exclusivo dessa área. Você mesmo pode criar o seu próprio QR Code.

Como criar um QR Code
Há vários sites que oferecem esse serviço, como o QR Code Generator. Nesse site, você pode enviar um arquivo, escrever um texto, configurar uma URL, um email ou SMS com texto pré-definido ou definir um post em uma rede social para colocar dentro do seu código.

O site também permite a personalizar o código, desde mudar a forma e a cor dos pontos até adicionar molduras ou o logotipo da sua empresa por exemplo.

Depois de inserir o que você quer armazenar no código, ele será gerado automaticamente no lado direito da tela. A partir daí, você pode baixar a imagem em formato JPG ou em vetor nos formatos SVG ou EPS.

TEMPO DO USUÁRIO CONECTADO À 4G AUMENTOU 79,3% DURANTE A PANDEMIA, SEGUNDO CONSULTORIA

Dados da Opensignal apontam que foi o terceiro maior aumento de tráfego no celular na América Latina, atrás apenas de Equador e Costa Rica.



A Opensignal divulgou ontem, 14, os dados de uso da 4G no Brasil durante pandemia. Segundo a empresa, a porcentagem de tempo que os usuários de smartphones brasileiros passaram conectados a um sinal de 4G aumentou 7,4 pontos percentuais, com o resultado de 79,3%.

De acordo com a companhia, foi o terceiro maior aumento em termos percentuais (10,2%) na América Latina entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020. Na primeira posição está o Equador com 25% e na segunda a Costa Rica com 14,8%.

As velocidades médias de download no Brasil aumentaram de 2,2 Mbps (17,1%) para 15,3 Mbps, tornando-o o quinto país com mais velocidade de download via 4G da América Latina depois do Uruguai, México, Porto Rico e Argentina.

Na categoria da experiência de vídeo em dispositivos móveis, também houve um aumento significativo, informa a consultoria. A pontuação no país aumentou 11,2 pontos, para 63,2 em 100.

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 18/05/2020
Vale a pena comprar algum eletrônico recondicionado (refurbished)?

Comprar um gadget recondicionado (refurbished) é uma boa ideia? Descubra o que é o processo e se vale a pena adquirir eletrônicos recuperados

O termo "refurbished" não é muito comum no Brasil, mas você provavelmente já o viu em anúncios de produtos eletrônicos do exterior. Os eletrônicos recondicionados, de celulares a tablets, laptops, consoles de videogame e outros gadgets movimentam um mercado grande lá fora, e que em tempos de crise, pode conquistar seu espaço por aqui.

O que é refurbished?
A tradução do termo em inglês "refurbished" é "remodelado", embora para os brasileiros seja mais comum associá-lo ao termo "recondicionado" ou, menos comum, "remanofaturado". O nome não se refere a produtos vendidos ao consumidor, que foram devolvidos e recuperados para serem revendidos (esses são os "usados" mesmo), e sim a gadgets que nunca chegaram a serem comercializados e que por um motivo ou outro, se tornaram defasados.

A principal característica de um laptop ou celular refurbished é que ele foi devolvido ao fabricante em um determinado momento, e estes são os fatores principais:

O produto foi usado como item de mostruário e não foi vendido;
O produto foi comprado, porém devolvido pelo usuário dentro do prazo de devolução, por defeito ou arrependimento (é diferente de um produto usado);
O produto não foi vendido durante seu ciclo de vida (muito comum com celulares, especialmente o iPhone, que é de apenas 1 ano);
O produto apresentou defeitos na linha de montagem e foi consertado (isso impede que ele seja vendido como novo).

O Dell Outlet é uma exceção de venda de gadgets refurbished no Brasil

Por padrão, uma das principais características de um produto refurbished é que ele tenha sido desembalado ao menos uma vez, o que impede que ele seja classificado como um gadget novo. O conserto ainda na linha de montagem segue o mesmo princípio já quem, em tese, um eletrônico não deveria apresentar problemas nessa fase. Quando isso acontece, ele não pode ir para as lojas como um produto novo, que não possui defeitos.

Como celulares e notebooks refurbished são vendidos
Uma vez que o gadget volta para a fabricante, ele é submetido a uma série de testes, ou é consertado de modo que ele se torne novamente tão bom quanto um produto novo, embora ele não possa mais ser vendido dessa forma. Assim, o celular ou notebook refurbished é colocado à venda de uma maneira diferenciada, devidamente identificado como tal.

Como já dissemos, a prática de vender produtos recondicionados é muito mais comum no exterior do que no Brasil (um dos motivos é que o brasileiro associa produtos de segunda mão, sejam usados ou remanufaturados, a itens de segunda classe), onde empresas como Apple, Dell e outras mantêm em seus sites seus próprios outlets digitais, ou como chamamos por aqui, o popular "saldão".

Por padrão, para diferenciar os gadgets remodelados dos produtos novos, os primeiros são embalados em caixas mais simples, com etiquetas que identificam sua natureza. A Apple no passado usava o termo "refurbished", mas com o tempo, passou a empregar "pre-owned" no lugar, para clarificar que a categoria inclui também iPhones, iPads, MacBooks e etc. retornados pelo usuário dentro do prazo de devolução.

A grande vantagem de um produto refurbished para um novo é seu preço: em teoria, o modelo recondicionado é tão capaz quanto seu irmão que nunca foi usado, mas por ter passado por um processo de reparos e/ou otimizações, ele acaba sendo vendido por valores bem menores. Normalmente, fabricantes costumam oferecer descontos de até um terço do preço original, ou até maiores.

Como consumidores no exterior estão habituados com o mercado de produtos eletrônicos recondicionados, que não param apenas em celulares, tablets e laptops, mas envolvem também TVs, aparelhos de som, consoles de videogames, set-top boxes, smartwatches e etc., a oferta desse tipo de gadget é bem grande e comum. A única desvantagem é um prazo de garantia normalmente menor do que o oferecido para itens novos.

O mercado de produtos refurbished no Brasil
No Brasil, como já dito antes, o mercado de produtos refurbished é basicamente um tabu: a grande maioria dos consumidores possui uma enorme resistência a adquirir um produto que foi recondicionado ou reembalado, por inúmeros motivos.

Entre os fatores, que levam o usuário a rejeitar um celular ou outro gadget refurbished, estão acreditar que se trata de um produto inferior ou com defeitos, que a garantia não dará a cobertura devida e que principalmente não vale o preço fixado, mesmo ele sendo muito inferior que o gadget novo.

Aliado a isso está o fato de que o brasileiro médio adora ostentar, o que o leva a comprometer seu orçamento para colocar as mãos no produto da moda, que tem que ser novo. Assim, adquirir um eletrônico refurbished, que ele vê como sendo de "segunda mão" é algo depreciativo, e a "vergonha" de ter um produto recondicionado não vale a economia.

Assim, os fabricantes não costumam oferecer "saldões" de produtos refurbisheds no Brasil, o que leva inclusive a uma prática desonesta: algumas empresas de fato colocam tais produtos no mercado, como forma de não perderem um gadget perfeitamente utilizável, mas os vendem como novos, pelo mesmo preço.

Muitas vezes, o conserto nem é implementado (yay Lei de Gérson!), sendo o produto reembalado ou tendo apenas o case trocado e o usuário que se vire com a assistência técnica.

Consoles de videogame refurbished, como o PS4 Pro da foto, também são vendidos no exterior

Uma das poucas exceções é o Dell Outlet, a versão nacional do site de produtos refurbished que a Dell mantém nos Estados Unidos, com a mesma prática: produtos que foram devolvidos e recondicionados, vendidos em uma nova embalagem e com preços mais em conta.

Hoje, não há regulamentação na legislação brasileira para organizar a venda de gadgets refurbished (há leis que tratam de peças automotivas, que enquadram retíficas e assistências que vendem unidades recondicionadas como novas como maus fornecedores), embora exista um Projeto de Lei de autoria do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), cujo objetivo é organizar essa bagunça.

Assim, os brasileiros que desejam adquirir produtos eletrônicos reembalados têm que recorrer a comprar tais produtos no exterior, através de sites de e-commerce especializados (existem algumas importadoras do tipo), em domínios como eBay e similares, ou durante uma viagem ao exterior. Neste caso, o comprador deve se atentar aos detalhes da venda como o faz com outros produtos.

Vale a pena?
Sem dourar a pílula: se você for adquirir um celular, tablet ou notebook refurbished no exterior, independente do método (comprando presencialmente ou via e-commerce), seja ele um produto recente ou mais antigo, estará fazendo um bom negócio na maioria das vezes, mesmo considerando a incidência de impostos, graças aos gordos descontos.

Já no Brasil, devido à repulsa dos consumidores, à falta de regulação e à famigerada Lei de Gérson, além de ser muito mais difícil de encontrar empresas e lojas que comercializem tais produtos (tirando a Dell), são grandes as chances de acabar adquirindo um a contragosto, tendo comprado um item novo e recebido um reembalado pelo mesmo preço, podendo até ter efeitos.

(Fonte: Ronaldo Gogoni) - 12/05/2020
Coronavírus põe rali do bitcoin em dúvida após terceiro halving

Enquanto investidores de bitcoin se preparam para um aguardado ajuste técnico que reduzirá pela metade o novo suprimento da criptomoeda, a pandemia de coronavírus lançou incertezas sobre o esperado rali que historicamente acompanha esse evento.


08/12/2017 REUTERS/Dado Ruvic
Foto: Reuters

O halving, o terceiro na história de 11 anos do bitcoin, foi amplamente sinalizado. Os dois anteriores alimentaram enormes altas no valor de mercado do bitcoin, mas desta vez há uma incógnita na forma da pandemia de coronavírus, disseram alguns analistas.

"De uma perspectiva de mercado eficiente, qualquer reação fundamental ao halving já devia estar fortemente precificada neste momento", disse Matt Weller, chefe global de pesquisa de mercado da GAIN Capital. "Afinal, é difícil imaginar um evento mais previsível do que uma redução inalterável da oferta que está agendada há mais de uma década em um ativo líquido e muito negociado."

O bitcoin conta com computadores de "mineração" que validam blocos de transações, competindo para resolver quebra-cabeças matemáticos a cada 10 minutos. Em troca, o primeiro minerador a resolver o quebra-cabeça e limpar a transação recebe novos bitcoins.

A tecnologia foi projetada de forma a reduzir pela metade a recompensa para os mineradores após cada 210 mil blocos minerados ou aproximadamente a cada quatro anos, uma medida destinada a manter um controle sobre a inflação. Essa redução na taxa em que um novo bitcoin entra no sistema deve, teoricamente, aumentar seu preço.

O halving pode acontecer nesta segunda-feira, com a maioria das plataformas de bitcoin mostrando que apenas cerca de 100 blocos precisavam ser minerados antes de atingir o limite.

Atualmente, a recompensa da mineração é de 12,5 bitcoins por bloco extraído. Na metade desta semana, a recompensa cairá para 6,25 novos bitcoins.

No período que antecedeu o halving desta semana, o bitcoin subiu cerca de 40% desde o início do ano e mais de 85% em relação a mínima histórica. Nesta manhã, o bitcoin era negociado a 8.925 dólares, mais de 10% abaixo do pico da semana passada.

O primeiro halving ocorreu em novembro de 2012, quando a recompensa de mineração foi reduzida de 50 bitcoins para 25, e o segundo ocorreu em julho de 2016, quando foi reduzida para 12,5 bitcoin.

Este evento deflacionário sinalizou historicamente o início dos ralis mais acentuados do bitcoin ao longo de um período de vários anos, embora não antes de uma breve liquidação.

As duas reduções anteriores do bitcoin impulsionaram altas de cerca de 10.000% entre o final de 2012 e 2014 e cerca de 2.500% entre meados de 2016 e a máxima histórica da moeda, em dezembro de 2017, sendo negociada pouco acima de 20 mil dólares, segundo traders.

Existem apenas 21 milhões de bitcoins e mais de 18 milhões já estão em circulação.

Ryan Watkins, analista de pesquisa da plataforma de dados de criptomoedas Messari, acredita que as consequências econômicas da pandemia podem ser um grande obstáculo ao rali do bitcoin após o halving.

Jake Yocom-Piatt, cofundador e líder de projeto da criptomoeda Decred, no entanto, acredita que o halving será um evento positivo para o bitcoin e as criptomoedas, especialmente em uma pandemia.

"Uma pandemia é um evento do tipo deflacionário. A atividade econômica terá uma grande queda. O halving do bitcoin é uma ação necessariamente deflacionária", disse Yocom-Piatt, acrescentando que esse cenário seria otimista para as criptomoedas.

Alguns analistas disseram que há sinais de que um grande rali esteja próximo, com o investimento de pessoas físicas participando do movimento.

Dan Morehead, co-diretor de investimentos da Pantera, disse que o bitcoin pode atingir mais de 115 mil dólares com base na dinâmica da oferta e demanda.

"Sei que o preço pode parecer ridículo para alguns hoje. Mas cinco mil dólares pareciam igualmente ridículos como nossa primeira previsão de preços por escrito quando lançamos o Pantera Bitcoin Fund a 65 dólares por bitcoin", disse Morehead.

"Apenas dizendo que há mais de 50% de chances de que o bitcoin suba - e suba muito".

(Fonte: Gertrude Chavez-Dreyfuss - Reuters) - 12/05/2020
Google tornará verificação de anunciantes obrigatória

O Google, da Alphabet anunciou nesta quinta-feira que todos os anunciantes precisam concluir processo de verificação antes de comprar espaço publicitário em sua plataforma a partir do verão do Hemisfério Norte, numa tentativa de tornar suas práticas de publicidade mais transparentes.



Logotipo do Google. 20/1/2020. REUTERS/Arnd Wiegmann
Foto: Reuters

Os anunciantes precisarão enviar documentos de identificação pessoal e incorporação de negócios que provar quem são e o país em que operam, informou a empresa em um post.

Até o momento, o Google exigia verificação de identidade apenas para anunciantes políticos que exibiam anúncios eleitorais em sua plataforma.

Um processo de verificação também é frequentemente usado para filtrar anunciantes de baixa qualidade, como os que tentaram vender máscaras médicas falsas durante a pandemia de coronavírus.

A empresa disse que começará a verificação dos anunciantes em fases nos Estados Unidos, continuará a expandir globalmente, e espera que o processo demore alguns anos para ser concluído.

O Google disse que, com isso, os usuários poderão visualizar informações sobre o anunciante por trás dos anúncios que veem.

(Fonte: Reuters ) - 04/05/2020
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.