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Notícias na Santa Ifigênia

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USUÁRIOS RICOS E DO SUL E SUDESTE COMPRAM MAIS PELA REDE

A proporção chega a 79% na classe A e 16% nas classes DE em todo o país

Dados da pesquisa TIC Domicílios, divulgada hoje, 26, pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil apontam que o uso do comércio eletrônico para a compra de bens e serviços está mais concentrada entre os usuários ricos e das regiões Sul e Sudeste. O levantamento compreende o período de 12 meses antes da conclusão da pesquisa em março deste ano.

Aponta que 39% dos usuários fizeram fizeram transações no comércio eletrônico. A proporção chega a 79% na classe A e 16% nas classes DE. Também há diferenças regionais: 45% dos usuários de internet da região Sudeste e 26% da região Norte realizaram alguma atividade de comércio eletrônico nesse período.

Segundo a pesquisa, a maioria dos respondentes moravam em zona urbana (42%) e os outros em zona rural (19%). Eram homens (43%) e mulheres (36%) e de cor branca (45%). A maior parte com idades entre 16 e 59 anos.

STREAMING EM EXPANSÃO
De acordo com a pesquisa, no quesito “Atividades culturais”, 74% dos brasileiros conectados gostam de assistir a vídeos e 72% deles também ouvem música. Isso corresponde a pouco mais da metade da população acima dos 10 anos que realiza tais atividades (56%), havendo, nos últimos anos, uma ampliação do consumo de serviços via streaming, como Netflix, Spotify e YouTube.

Os vídeos, programas, filmes ou séries são mais assistidos em sites ou por aplicativos de compartilhamento de vídeos, com 46% de adeptos; já os aplicativos de mensagens instantâneas respondem por 44% da preferência dos usuários para o consumo de conteúdo, seguidos pelas redes sociais (38%) e por serviços por assinatura (33%). O pagamento para assistir a filmes e séries na Internet ocorre em quase a metade dos indivíduos da classe A, e cerca de um terço da classe B, sendo pouco comum entre usuários das classes C e DE.

ATIVIDADES NA INTERNET
As atividades de comunicação são as mais comuns no uso da rede, sendo o envio de mensagens instantâneas realizado por 92% dos usuários de Internet, seguido pelo uso de redes sociais (76%) e chamadas por voz ou vídeo (73%), em crescimento nos últimos anos.

A busca por informações também está entre as principais atividades realizadas na internet, sobretudo a busca por produtos e serviços (59%), seguida por assuntos relacionados a saúde ou a serviços de saúde (47%). Essa última apresenta uma proporção menor entre pessoas de 60 anos ou mais (39%) e nas classes DE (31%).

Ainda, 41% dos usuários de internet afirmam efetuar atividades ou pesquisas escolares na rede, sendo que 40% estudam por conta própria e 12% realizam cursos à distância. Apenas um terço dos usuários (33%) fazem trabalho pela Internet, sendo que essa proporção representa menos da metade da força de trabalho (45%).

(Fonte: ABNOR GONDIM) - 26/05/2020
SAI REGULAMENTAÇÃO DA NOVA LEI DE INFORMÁTICA

Decreto estabelece fórmula para cálculo do crédito tributário anual a que faz jus a empresa

O governo publicou, nesta quinta-feira, 21, decreto

regulamentando a Lei nº 13.969, de 26 de dezembro de 2019
, que adequou a Lei de Informática às exigências da Organização Mundial do Comércio (OMC). O texto amplia as possibilidades de aplicação de recursos em Pesquisa e Desenvolvimento pelas empresas beneficiárias.

O decreto admite intercâmbios e capacitação profissional como atividades de P&D, bem como consultorias, assim como incubadoras de empresas. Assim como o uso de programas de computação, de máquinas, de equipamentos, de aparelhos e de instrumentos, seus acessórios, sobressalentes e ferramentas e serviço de instalação dessas máquinas e equipamentos; aquisição, implantação, ampliação ou modernização de infraestrutura física e de laboratórios de PD&I de ICT, realizadas e justificadas no âmbito de projetos de PD&I; e recursos humanos diretos e indiretos.

São ainda considerados dispêndios as aquisições de livros e periódicos técnicos; materiais de consumo; viagens; treinamento; serviços técnicos de terceiros; e outros correlatos. O percentual a ser aplicado é de 4% sobre a base de cálculo formada pelo faturamento bruto no mercado interno, decorrente da comercialização dos bens habilitados.

Também permite a transferência de parte dos recursos para institutos de pesquisas e, – sob a forma de aplicação em fundos de investimentos ou outros instrumentos autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM,) que se destinem à capitalização de empresas de base tecnológica. Ou aplicação em programas e projetos de interesse nacional nas áreas de tecnologias da informação e comunicação, definidos pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação (Cati).

O decreto ainda traz anexos com a fórmula de cálculo do crédito financeiro anual a que cada empresa habilitada faz jus.

(Fonte: LÚCIA BERBERT ) - 21/05/2020
Confira a máscara Xiaomi, que vai se higienizar sozinha

Nova máscara protetora tem tecnologia sofisticada para combater a Covid-19

A fabricante chinesa Xiaomi anunciou a produção de máscaras faciais, que evitam a contaminação pelo vírus causador da Covid-19. Primordialmente, a máscara Xiaomi tem como grande diferencial o fato de se autolimpar.

A auto higienização ocorre, em resumo, por meio de luz ultravioleta, sempre que for colocada na tomada para recarregar. Dessa maneira, a máscara é elétrica, mas definida como um produto inteligente.



Protótipo da máscara Xiaomi que se auto-higieniza quando ligada em uma tomada.
Máscara Xiaomi de padrão hospitalar

O desenvolvimento da máscara Xiaomi é chamado pela fabricante de Project Aeri. Ela deverá ter o padrão de qualidade hospitalar definido pela sigla N95. Inegavelmente, esse é o padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde como o mais eficiente para barrar o novo coronavírus.

Aliás, o produto deverá ter outras características. Em primeiro lugar, se uma pessoa estiver usando a máscara Xiaomi, ela não irá interferir nas câmeras de reconhecimento facial, e nem no desbloqueio dos celulares.

Depois, para evitar que usuários com óculos tenham as lentes embaçadas, a nova máscara terá ventiladores internos que expulsarão o ar da respiração.



Máscara elétrica com ventilador da Xiaomi.
Adaptação de uma tecnologia já comprovada
O desenvolvimento da nova máscara está sendo feito pela Huami, subsidiária da Xiaomi que também produz os relógios inteligentes da marca.

O sistema de ventilação do novo produto é usado em outra máscara da Xiaomi, chamada de Mi Airpop e criada para o mercado da Índia. Por lá, a Mi Airpop oferece proteção contra a poluição do ar, um problema comum de algumas cidades indianas.

Foco em máscaras faciais
Antes da pandemia, em fevereiro deste ano, a empresa havia patenteado, nos Estados Unidos, mais um modelo de máscara que registra informações sobre a respiração do usuário.

Assim, dá para ver que a marca chinesa tem foco há tempos na pesquisa e na produção de máscaras. E, obviamente, no avanço da tecnologia envolvida.

Máscara Xiaomi com pequeno computador
Só para exemplificar, a nova máscara Xiaomi deverá ser equipada com uma espécie de pequeno computador. Nesse sentido, ele irá coletar dados da pessoa por meio de sensores, como acelerômetro e giroscópio. Todos esses dados serão armazenados pela própria máscara e, por fim, poderão ser transmitidos para outros aparelhos.

Os sensores irão verificar, no caso, se o usuário está parado, caminhando ou correndo. Os filtros de ar e todo o processo de desinfecção serão alimentados por uma pequena bateria incorporada à máscara Xiaomi.

Expectativa pelo lançamento
Ainda não foi revelada uma data de lançamento para o produto, e nem se sabe se ele chegará ao Brasil. Entretanto, se isso ocorrer, será por meio da loja oficial da Xiaomi em nosso país.

Aliás, a expectativa é de que o lançamento ocorra o mais rápido possível, para realmente colocar o produto no combate à pandemia.

A Xiaomi é uma das grandes produtoras de tecnologia digital no mundo, com uma gama de opções surpreendente e sempre com qualidade reconhecida no mundo.

Máscarasmade in Brasil
Não apenas a Xiaomi está desenvolvendo novos modelos tecnológicos de máscaras faciais, como também diversos outros centros de tecnologia do mundo. Aqui no Brasil está evoluindo uma parceria entre a startup paulista Nanox e a indústria de brinquedos plásticos Elka.

A máscara já está em início de produção e é construída com base em um polímero flexível muito semelhante à borracha. Por conseguinte, esse polímero se adapta aos contornos do rosto do usuário.



Máscara da Nanox/Elka se adapta ao rosto do usuário.
Boa capacidade de filtragem

Sob o mesmo ponto de vista do uso de alta tecnologia, promete boa capacidade de filtragem graças a micropartículas de sílica e prata, incorporadas à superfície do material.

Segundo a Nanox, as micropartículas aumentam o nível de proteção da máscara, pois evitam a adesão em sua superfície de fungos e bactérias que facilitam a proliferação do novo coronavírus.

Médicos serão os primeiros clientes
A Elka é uma fabricante de brinquedos plásticos, como a Galinha Pintadinha. Desse modo, resolveu fazer parceria com a Nanox com o propósito não só de combater a Covid-19, bem como de compensar a queda na venda de brinquedos.

A capacidade de produção, que começou em maio, será de 600 mil peças por mês, a partir de junho deste ano. Em princípio, médicos e hospitais, serão o público preferencial, porém mais tarde haverá venda também ao público em geral.

Custo baixo e limpeza fácil
Aliás, a proposta é de que a máscara brasileira tenha padrão de qualidade hospitalar, porém com custo bem menor em relação aos modelos convencionais. Além disso, ela terá a vantagem de ser facilmente lavável, restando ao usuário apenas trocar os filtros.

Na região das bochechas, a máscara tem dois filtros, que são removíveis e devem ser trocados por novos. Só para ilustrar os bons resultados, testes feitos com protótipos demonstraram que a máscara tem eficiência de 95% na filtragem de bactérias e vírus, semelhantemente à máscara Xiaomi. Além disso, os filtros são recicláveis.

Valor para o consumidor final
Por fim, o preço para o consumidor final deverá ficar entre R$ 20 e R$ 30, para um kit com uma máscara e dez filtros de reposição.

E então, gostou de saber das notícias sobre as máscaras? Aqui, no Vivo Guru Blog, estamos sempre atentos às novidades tecnológicas que podem ajudar no combate ao coronavírus. Por isso, fique com a gente!

(Fonte: Por Angela Rahde) - 21/05/2020
QR Code ou Código QR: saiba o que é, como usar e como criar o seu

Código foi criado na década de 1990 para uso na indústria automobilística e tem se popularizado desde então pela versatilidade e praticidade, até mesmo em lives e na TV

Atualmente, os QR Codes são uma tecnologia tão conhecida que é muito difícil não identificar aqueles quadrados e pontos quadriculares. QR Code é a abreviação de Quick-Response Code, ou Código de Resposta Rápida, em tradução para o português. Apesar de serem bastante populares, principalmente por serem usados por empresas de diversas áreas diferentes, as origens do QR-Code datam da década de 1990.

"Quem criou foi uma subsidiária da Toyota e ele servia para controlar o estoque de peças e os próprios carros na linha de produção. Essa subsidiária ainda detém a patente até hoje, mas ela liberou a licença, então ele se tornou público", conta Rudolf Buhler, professor do departamento de Engenharia Elétrica do Centro Universitário FEI.

Para entender melhor como funciona o QR Code, basta pensar em um código de barras. As barras pretas servem para definir um código binário, ou seja, baseado em 0s e 1s. A mesma lógica se aplica ao QR-Code. "O que a câmera lê é o contraste entre o claro e o escuro, então isso deve estar bem definido", conta Buhler.

O professor também explica o porquê daqueles quadrados maiores nos cantos superiores e no inferior esquerdo do código. "Quando a câmera bate uma foto, ela converte o código em uma matriz e, a partir desses pontos, ela sabe o alinhamento desse quadrado maior: se está de lado, de ponta cabeça, de pé."

Na prática, é uma evolução do código de barras, afirma Buhler. "A principal diferença é a quantidade de informação que você pode armazenar na imagem." Isso acontece porque o QR Code é baseado em duas dimensões, como explica Pollyana Notargiacomo, professora da Faculdade de Computação e Informática da Universidade Presbiteriana Mackenzie. "A vantagem é que o QR Code permite, no mesmo elemento bidimensional, trabalhar na vertical e na horizontal, enquanto a leitura do código de barras só é feita na horizontal."

Para que serve um QR Code?
Uma das principais vantagens dos QR Codes é a versatilidade. Por poder armazenar mais informação, ele pode ser usado virtualmente para qualquer coisa.

"Qualquer coisa que você precisa armazenar, pode ser um texto, um número, por exemplo, você pode armazenar dessa forma. Porém não dá para armazenar um arquivo grande, porque você precisaria de um QR Code gigantesco", explica Buhler.

"Hoje em dia, os celulares nem requerem mais que a gente instale um aplicativo para isso, já é nativo com as câmeras", aponta Pollyana. Isso permite que praticamente todo mundo que tiver um smartphone leia esse tipo de código. "É uma tecnologia muito simples de ser usada e é muito fácil de ser criada também. Tem alguns sites que disponibilizam o serviço gratuito", explica ela.

Com esse código, é possível liberar o acesso a um arquivo ou mídia de áudio ou vídeo, fazer cadastro em uma rede social, instalar um aplicativo ou compartilhar dados de contato, por exemplo. Por isso várias empresas já fazem uso do QR Code, mas ele não é exclusivo dessa área. Você mesmo pode criar o seu próprio QR Code.

Como criar um QR Code
Há vários sites que oferecem esse serviço, como o QR Code Generator. Nesse site, você pode enviar um arquivo, escrever um texto, configurar uma URL, um email ou SMS com texto pré-definido ou definir um post em uma rede social para colocar dentro do seu código.

O site também permite a personalizar o código, desde mudar a forma e a cor dos pontos até adicionar molduras ou o logotipo da sua empresa por exemplo.

Depois de inserir o que você quer armazenar no código, ele será gerado automaticamente no lado direito da tela. A partir daí, você pode baixar a imagem em formato JPG ou em vetor nos formatos SVG ou EPS.

TEMPO DO USUÁRIO CONECTADO À 4G AUMENTOU 79,3% DURANTE A PANDEMIA, SEGUNDO CONSULTORIA

Dados da Opensignal apontam que foi o terceiro maior aumento de tráfego no celular na América Latina, atrás apenas de Equador e Costa Rica.



A Opensignal divulgou ontem, 14, os dados de uso da 4G no Brasil durante pandemia. Segundo a empresa, a porcentagem de tempo que os usuários de smartphones brasileiros passaram conectados a um sinal de 4G aumentou 7,4 pontos percentuais, com o resultado de 79,3%.

De acordo com a companhia, foi o terceiro maior aumento em termos percentuais (10,2%) na América Latina entre os primeiros trimestres de 2019 e 2020. Na primeira posição está o Equador com 25% e na segunda a Costa Rica com 14,8%.

As velocidades médias de download no Brasil aumentaram de 2,2 Mbps (17,1%) para 15,3 Mbps, tornando-o o quinto país com mais velocidade de download via 4G da América Latina depois do Uruguai, México, Porto Rico e Argentina.

Na categoria da experiência de vídeo em dispositivos móveis, também houve um aumento significativo, informa a consultoria. A pontuação no país aumentou 11,2 pontos, para 63,2 em 100.

(Fonte: DA REDAÇÃO) - 18/05/2020
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.