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Desenvolver para o PlayStation 5 deverá ser mais caro

Com a chegada do PlayStation 5 se aproximando, executivo da Sony admite que desenvolver para o console deverá ser mais caro do que para a atual geração

Todo mundo está ansioso pela chegada da próxima geração, com a promessa de que os tempos de carregamentos serão menores e de termos gráficos ainda mais bonitos do que atualmente. Porém, muitas pessoas ainda não se deram conta de um detalhe importante: desenvolver títulos para os novos consoles — especialmente para o PlayStation 5 — deverá ser mais caro do que o que vemos hoje em dia.

Quem fez tal afirmação foi Jim Ryan, presidente e CEO da Sony Interactive Entertainment e que, além de ter confirmado o lançamento do videogame para o fim de 2020, entrou no assunto após ser questionado sobre o quão caro foi criar a tão elogiada demo da Unreal Engine 5.

“Eu acho que, na medida em que a tecnologia permite que o lado dos gráficos se torne mais interessante e realista, [os jogos] se tornarão um pouco mais intensivos do lado humano e de capital para serem produzidos. Então sim, acho que provavelmente haverá um aumento nos orçamentos de produção. Nós não vemos isso como sendo um aumento massivo, e é por isso que queremos fazer mais rápido do que jamais fizemos para oferecer uma fértil base instalada para as pessoas que criam jogos poderem monetizá-la. Se conseguirmos acompanhar um provável aumento nos custos de desenvolvimento, então a indústria poderá continuar prosperando.”

Considero interessante essa ideia de tentar vender a maior quantidade possível de PlayStation 5 o quanto antes, pois com mais consoles na rua, maiores as chances dos estúdios venderem suas criações. O problema é que aí caímos num paradoxo, já que para expandir essa base, uma das estratégias mais comuns é lançar exclusivos, mas como fazer isso sem ignorar os mais de 100 milhões de PS4 que já foram vendidos?

Pois de acordo com Jim Ryan, a Sony sabe que tem uma “responsabilidade em servir a comunidade PS4 por muitos anos após o lançamento do PS5”, já que mesmo se entre 15 e 25 milhões de pessoas migrarem para o novo console, ainda restará uma quantidade imensa de jogadores que poderiam continuar comprando games para o PlayStation 4.

Isso quer dizer então que o atual videogame da empresa continuará sendo abastecido com criações do seus estúdios? Não necessariamente e no fundo até acho essa possibilidade improvável. Por outro lado, seria bastante perigoso a fabricante simplesmente virar as costas para todos esses consumidores.

Talvez eles consigam amenizar isso incentivando as desenvolvedoras externas a lançarem suas criações também para o PS4, o que pode acontecer naturalmente devido a uma maior chance de venda. Ou seja, como sempre acontece numa mudança de geração, muitas pessoas continuarão curtindo o console mais antigo por um bom tempo e por isso novos jogos deverão continuar chegando a ele pelos próximos meses, talvez até anos.

Já em relação ao aumento no custo de produção dos jogos para PlayStation 5, lembro de ter ouvido uma conversa parecida quando o PS4 estava para ser lançado e embora não tenhamos visto os games passarem a ser vendidos por preços maiores, é inevitável que as empresas queiram minimizar os riscos envolvidos. Na atual geração isso aconteceu principalmente através da adoção de microtransações e a dúvida que fica é sobre que estratégia de negócios os estúdios adotarão para tentar alcançar nossas carteiras.

(Fonte: Dori Prata - MCV) - 02/06/2020
USUÁRIOS RICOS E DO SUL E SUDESTE COMPRAM MAIS PELA REDE

A proporção chega a 79% na classe A e 16% nas classes DE em todo o país

Dados da pesquisa TIC Domicílios, divulgada hoje, 26, pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil apontam que o uso do comércio eletrônico para a compra de bens e serviços está mais concentrada entre os usuários ricos e das regiões Sul e Sudeste. O levantamento compreende o período de 12 meses antes da conclusão da pesquisa em março deste ano.

Aponta que 39% dos usuários fizeram fizeram transações no comércio eletrônico. A proporção chega a 79% na classe A e 16% nas classes DE. Também há diferenças regionais: 45% dos usuários de internet da região Sudeste e 26% da região Norte realizaram alguma atividade de comércio eletrônico nesse período.

Segundo a pesquisa, a maioria dos respondentes moravam em zona urbana (42%) e os outros em zona rural (19%). Eram homens (43%) e mulheres (36%) e de cor branca (45%). A maior parte com idades entre 16 e 59 anos.

STREAMING EM EXPANSÃO
De acordo com a pesquisa, no quesito “Atividades culturais”, 74% dos brasileiros conectados gostam de assistir a vídeos e 72% deles também ouvem música. Isso corresponde a pouco mais da metade da população acima dos 10 anos que realiza tais atividades (56%), havendo, nos últimos anos, uma ampliação do consumo de serviços via streaming, como Netflix, Spotify e YouTube.

Os vídeos, programas, filmes ou séries são mais assistidos em sites ou por aplicativos de compartilhamento de vídeos, com 46% de adeptos; já os aplicativos de mensagens instantâneas respondem por 44% da preferência dos usuários para o consumo de conteúdo, seguidos pelas redes sociais (38%) e por serviços por assinatura (33%). O pagamento para assistir a filmes e séries na Internet ocorre em quase a metade dos indivíduos da classe A, e cerca de um terço da classe B, sendo pouco comum entre usuários das classes C e DE.

ATIVIDADES NA INTERNET
As atividades de comunicação são as mais comuns no uso da rede, sendo o envio de mensagens instantâneas realizado por 92% dos usuários de Internet, seguido pelo uso de redes sociais (76%) e chamadas por voz ou vídeo (73%), em crescimento nos últimos anos.

A busca por informações também está entre as principais atividades realizadas na internet, sobretudo a busca por produtos e serviços (59%), seguida por assuntos relacionados a saúde ou a serviços de saúde (47%). Essa última apresenta uma proporção menor entre pessoas de 60 anos ou mais (39%) e nas classes DE (31%).

Ainda, 41% dos usuários de internet afirmam efetuar atividades ou pesquisas escolares na rede, sendo que 40% estudam por conta própria e 12% realizam cursos à distância. Apenas um terço dos usuários (33%) fazem trabalho pela Internet, sendo que essa proporção representa menos da metade da força de trabalho (45%).

(Fonte: ABNOR GONDIM) - 26/05/2020
Quem lembra? Os 10 melhores jogos do PlayStation 1

Tendo recebido um enorme quantidade de ótimos lançamentos em seu ciclo de vida, aqui listamos aqueles que podem ser considerados os melhores jogos de PS1

Considerado um dos mais importantes consoles de todos os tempos, durante o seu ciclo de vida o PlayStation recebeu uma grande quantidade de ótimos jogos. Foram títulos de todos os estilos, para todas as idades e gostos, então, entre tantos clássicos que fizeram a nossa alegria na década de 90, será que conseguimos listar aqueles que podem ser considerados os melhores jogos de PS1?

Pois chegar a apenas uma dezena de títulos partindo de uma biblioteca tão vasta quando a do PlayStation está longe de ser simples. Com quase 8.000 jogos tendo aparecido naquele videogame que foi lançado no Japão em dezembro de 1994 e nos Estados Unidos em setembro do ano seguinte, eu não tinha dúvida de que sofreria muito ao ver alguns jogos que tanto adoro ficando de fora, mas resolvi encarar o desafio.

Para chegar a esta lista, impus o limite de ter apenas um jogo por franquia, independentemente dela ter aparecido em outras plataformas. É claro que no fundo haverá muito de gosto pessoal nos jogos de PS1 que você verá a seguir, mas tentei não me prender apenas a isso e espero não ter cometido grandes pecados.

Como sempre, os comentário estarão aí para você dar sua opinião e obviamente lembrar outros clássicos que mereciam estar entre esses 10.

1. Gran Turismo 2
Eu nunca esquecerei o impacto que o primeiro Gran Turismo teve em mim, mas se aquele jogo criado por Kazunori Yamauchi era fantástico, a sua continuação conseguiu melhorá-lo em vários aspectos.

Tudo bem, a jogabilidade manteve-se quase intacta, o que está longe de ser algo ruim, mas no GT2 tivemos muito mais carros e algumas pistas adicionais.

Um detalhe curioso sobre este jogo é que na época do seu lançamento os jogadores encontraram uma série de problemas, como por exemplo a impossibilidade de alcançarmos 100% e havia até relatos de carros que adquiridos sumindo da garagem. Outro bug estranho era o aparecimento de um veículo muito mais potente na corrida de endurance em Trial Mountain, o que fazia com que vencer a prova fosse impossível.

Num mundo em que não tínhamos atualizações de jogos para console, a solução encontrada pela SCEA foi oferecer a troca dos discos do jogo. Porém, como por aqui a empresa não tinha representação oficial, o comum era os jogadores simplesmente comprar uma versão atualizada do jogo com o seu camelô preferido.



2. Vagrant Story
Não há a menor dúvida de que o PlayStation foi um ótimo console para quem gosta de RPGs e entre as muitas joias do gênero lançadas para ele, uma das melhores atende pelo nome Vagrant Story.

Desenvolvido pela mesma equipe que nos deu outro dos ótimos jogos de PS1, o Final Fantasy Tactics, o título se destacava pelos ótimos gráficos e por um enredo maduro. Contudo, um dos grandes diferencias de Vagrant Story estava na sua jogabilidade, que misturava jogo de plataforma com puzzle e ainda oferecia batalhas mais próximas do que tínhamos em jogos de ação.

Tendo sido lançado em meados do ano 2000, portanto já no fim do ciclo de vida do console, o jogo ainda teve que concorrer com pesos pesados como Final Fantasy IX e Chrono Cross, o que fez com que muitas pessoas não lhe desse muita bola. Ainda assim, com o passar do tempo este ótimo jogo chamou a atenção de mais jogadores e se hoje você possui um PlayStation 3, um PSP ou um Vita, adquira a sua versão digital e aproveite este excelente RPG.



3. Castlevania: Symphony of the Night
O que direi agora poderá soar como exagero, mas de todos os jogos de PS1 listados aqui, acredito que nenhum teve uma sobrevida tão grande quanto o Castlevania: Symphony of the Night. Boa parte disso se deve a própria estrutura do jogo da Konami, que ao contrário de muitas coisas que foram criada para aquele videogame, fugia dos polígonos e continuava apostando nas duas dimensões.

Mas sejamos francos, de nada adiantaria manter-se num estilo que costuma envelhecer melhor, se o jogo como um todo não fosse bom e isso o SotN conseguiu fazer com maestria. Mesmo passados mais de duas décadas desde o seu lançamento, encarar a aventura de Alucard continua sendo uma experiência e tanto e sempre me perguntarei se um dia enjoarei de jogar esta maravilha.



4. Parasite Eve
O mundo nem sempre é um lugar justo e uma ótima demonstração disso atende pelo nome Parasite Eve. Oras, com tantos títulos sendo refeitos ou remasterizados, é muito triste olhar para o passado e notar que este obra de arte permanece presa às limitações técnicas da época.

Baseado no livre homônimo escrito por Hideaki Sena, ele conta a história da policial Aya Brea, que no final de 1997 descobre que uma mulher está tramando o fim da raça humana e para para alcançar tal objetivo, ele tem feito com que as pessoas entrem em combustão espontânea.

Além de contar com um sistema de batalhas em tempo real, mas que poderia ser parado para realizarmos algumas ações, aquele jogo também me surpreendeu pelo seu enredo e ambientação. Para alguém que estava tão acostumado com RPGs em mundos de fantasia, era muito legal poder explorar uma Nova York nos dias atuais, sem falar na sua narrativa que pendia para o lado cinematográfico.



5. Silent Hill
E já que estamos falando de um remake/remaster, como não lembrar do simplesmente fantástico Silent Hill? Se hoje seus gráficos podem parecer feios e a jogabilidade um tanto travada, na época em que este jogo chegou ao videogame da Sony foi um tremendo choque, mostrando que a Konami tinha capacidade de brigar com a Capcom pela preferência dos amantes de terror.

Aliás, enquanto na franquia dos zumbis os sustos eram constantes, aqui o foco estava no medo, na habilidade dos criadores de nos entregar uma atmosfera bastante pesada e de nos fazer temer até por aquilo que não estava aparecendo na tela. Boa parte deste clima também era criado pela boa história e pelo elenco de personagens memoráveis que encontrávamos pelo caminho.

Com o passar do tempo a franquia infelizmente foi perdendo sua força, mas tenho certeza que se fosse feita da maneira correta, uma imaginação daquele clássico alcançaria um enorme sucesso hoje em dia.



6. Metal Gear Solid
Hideo Kojima foi um sujeito que esteve a frente do seu tempo nas décadas de 80 e 90, e embora tivesse conquistado alguns admiradores com seus primeiros jogos, foi com o espetacular Metal Gear Solid que ele realmente conseguiu chamar a atenção de um público muito mais amplo.

Com uma linguagem mais próxima do que até então víamos apenas no cinema, a obra foi responsável por mostrar que os videogames poderiam agradar não somente as crianças e que havia espaço na mídia para histórias mais complexas. Se hoje não há novidade em fazer isso, na época em que o MGS chegou ao PlayStation não era comum jogos que tratavam de tramas políticas, espionagem e guerras nucleares.

Sendo não somente um dos melhores jogos de PS1, mas um dos mais influentes de todos os tempos, havia tantos momentos marcantes ali que por isso sempre o considerarei um dos melhores games que já joguei. Esgueirar-se por Shadow Moses; conversar com o Colonel Campbell pelo Codec; os emocionantes confrontos contra Psycho Mantis e Sniper Wolf… Inesquecível!



7. Final Fantasy IX
Aqui provavelmente teremos um dos principais motivos para debate, pois enquanto muitos consideram este o melhor capítulo da franquia lançado para o PlayStation, muitos outros defendem que o título deva ser dado ao Final Fantasy VII ou ao Final Fantasy VIII. Mas, como eu precisava escolher apenas um, fiquei com a aventura de Zidane Tribal e seus amigos.

Deixando de lado a abordagem mais futurista empregada nos seus antecessores, FFIX brilhava por ter uma história interessante, mas principalmente por contar com um dos melhores grupos de personagem que já apareceram na série. Some a isso gráficos muito bonitos e algumas novidades na jogabilidade e não é de se estranhar que este seja o Final Fantasy melhor avaliado até hoje.

Também lançado já no fim do ciclo de vida do console, o jogo acabou passando despercebido por muita gente na época — eu incluso — e por isso ainda tenho esperança de que um dia o terminarei. De qualquer forma, isso não diminui a sua qualidade, muito menos o fato de ter sido um dos mais fantásticos jogos criados para o PS1.



8. Xenogears
Mas uma obra de arte desenvolvida pela Square, Xenogears foi a proposta do casal Tetsuya Takahashi e Kaori Tanaka para a criação do sétimo Final Fantasy, mas apesar da editora não ter aprovado o projeto, permitiu que eles usassem a ideia para uma nova franquia.

Explorando temas como a psicologia junguiana, simbolismo religioso e Freud, o jogo nos coloca na pele de Fei Fong Wong, um jovem que havia sido abandonado e que na tentativa de salvar o mundo em que vive, tentará descobrir o mistério que ronda o lugar. Infelizmente a segunda parte do jogo acabou sendo afetada pela falta de tempo e dinheiro, fazendo assim com que boa parte da história fosse contada através de cena não-interativas.

Embora seja muito elogiado pelo seu enredo de ficção Científica, é curioso notar que o Xenogears quase não foi localizado para o ocidente e o motivo para isso estava no fato dele abordar assuntos religiosos. Contudo, mesmo tendo conquistando vários admiradores, uma tão sonhada continuação nunca chegou a ser produzida, com Takahashi indo para a Monolith Soft desenvolver o sucessor espiritual que ficou conhecido como Xenosaga.



9. Resident Evil 2
Apesar do primeiro Resident Evil ter sido o responsável por levar o gênero survival horror para o PSOne, não há a menor dúvida de que o seu sucessor conseguiu superá-lo em todas as áreas. Dos gráficos ao enredo, o RE2 ainda agradou por nos colocar nas ruas de Raccoon City e por adotar a brilhante ideia de nos oferecer duas maneira de conhecer a mesma história, sendo uma pelo ponto de vista de Leon S. Kennedy e a outra pelo de Claire Redfield.

Para muitas pessoas, este ainda é considerado o ápice da franquia e por mais que isso parecesse improvável há alguns anos, felizmente a Capcom aceitou a ideia de recriar aquele que certamente é um dos jogos mais adorados e aclamados do PS1.



10. Legacy of Kain: Soul Reaver
Embora a série Legacy of Kain tivesse iniciado com o bom Blood Omen, foi só com o Soul Reaver que ela realmente se tornou bastante popular. Com seu enredo se passando 1.500 anos após o jogo anterior, ele falava sobre Raziel, um subordinado do vampiro Kain e que, após ser morto por pura inveja, sai numa jornada em busca de vingança.

Com uma jogabilidade fantástica, belíssimos gráficos e um mundo muito bem construído, começar o Legacy of Kain: Soul Reaver era praticamente a garantia de que você ficaria preso ao seu universo por várias e várias horas, fazendo dele um dos jogos mais divertidos que apareceram no PS1. O ponto negativo era o seu desfecho, um verdadeiro anticlímax para uma aventura tão bacana.



Menções (MUITO) Honrosas:
Chrono Cross
Crash Bandicoot
Driver: You Are the Wheelman
Einhänder
Final Fantasy Tactics
Front Mission 3
Grandia
PaRappa the Rapper
R4: Ridge Racer Type 4
Suikoden II
Syphon Filter
Tenchu: The Stealth Assassins
Tomb Raider 2
Tony Hawks Pro Skater 2

(Fonte: Dori Prata ) - 26/05/2020
SAI REGULAMENTAÇÃO DA NOVA LEI DE INFORMÁTICA

Decreto estabelece fórmula para cálculo do crédito tributário anual a que faz jus a empresa

O governo publicou, nesta quinta-feira, 21, decreto

regulamentando a Lei nº 13.969, de 26 de dezembro de 2019
, que adequou a Lei de Informática às exigências da Organização Mundial do Comércio (OMC). O texto amplia as possibilidades de aplicação de recursos em Pesquisa e Desenvolvimento pelas empresas beneficiárias.

O decreto admite intercâmbios e capacitação profissional como atividades de P&D, bem como consultorias, assim como incubadoras de empresas. Assim como o uso de programas de computação, de máquinas, de equipamentos, de aparelhos e de instrumentos, seus acessórios, sobressalentes e ferramentas e serviço de instalação dessas máquinas e equipamentos; aquisição, implantação, ampliação ou modernização de infraestrutura física e de laboratórios de PD&I de ICT, realizadas e justificadas no âmbito de projetos de PD&I; e recursos humanos diretos e indiretos.

São ainda considerados dispêndios as aquisições de livros e periódicos técnicos; materiais de consumo; viagens; treinamento; serviços técnicos de terceiros; e outros correlatos. O percentual a ser aplicado é de 4% sobre a base de cálculo formada pelo faturamento bruto no mercado interno, decorrente da comercialização dos bens habilitados.

Também permite a transferência de parte dos recursos para institutos de pesquisas e, – sob a forma de aplicação em fundos de investimentos ou outros instrumentos autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM,) que se destinem à capitalização de empresas de base tecnológica. Ou aplicação em programas e projetos de interesse nacional nas áreas de tecnologias da informação e comunicação, definidos pelo Comitê da Área de Tecnologia da Informação (Cati).

O decreto ainda traz anexos com a fórmula de cálculo do crédito financeiro anual a que cada empresa habilitada faz jus.

(Fonte: LÚCIA BERBERT ) - 21/05/2020
Confira a máscara Xiaomi, que vai se higienizar sozinha

Nova máscara protetora tem tecnologia sofisticada para combater a Covid-19

A fabricante chinesa Xiaomi anunciou a produção de máscaras faciais, que evitam a contaminação pelo vírus causador da Covid-19. Primordialmente, a máscara Xiaomi tem como grande diferencial o fato de se autolimpar.

A auto higienização ocorre, em resumo, por meio de luz ultravioleta, sempre que for colocada na tomada para recarregar. Dessa maneira, a máscara é elétrica, mas definida como um produto inteligente.



Protótipo da máscara Xiaomi que se auto-higieniza quando ligada em uma tomada.
Máscara Xiaomi de padrão hospitalar

O desenvolvimento da máscara Xiaomi é chamado pela fabricante de Project Aeri. Ela deverá ter o padrão de qualidade hospitalar definido pela sigla N95. Inegavelmente, esse é o padrão recomendado pela Organização Mundial de Saúde como o mais eficiente para barrar o novo coronavírus.

Aliás, o produto deverá ter outras características. Em primeiro lugar, se uma pessoa estiver usando a máscara Xiaomi, ela não irá interferir nas câmeras de reconhecimento facial, e nem no desbloqueio dos celulares.

Depois, para evitar que usuários com óculos tenham as lentes embaçadas, a nova máscara terá ventiladores internos que expulsarão o ar da respiração.



Máscara elétrica com ventilador da Xiaomi.
Adaptação de uma tecnologia já comprovada
O desenvolvimento da nova máscara está sendo feito pela Huami, subsidiária da Xiaomi que também produz os relógios inteligentes da marca.

O sistema de ventilação do novo produto é usado em outra máscara da Xiaomi, chamada de Mi Airpop e criada para o mercado da Índia. Por lá, a Mi Airpop oferece proteção contra a poluição do ar, um problema comum de algumas cidades indianas.

Foco em máscaras faciais
Antes da pandemia, em fevereiro deste ano, a empresa havia patenteado, nos Estados Unidos, mais um modelo de máscara que registra informações sobre a respiração do usuário.

Assim, dá para ver que a marca chinesa tem foco há tempos na pesquisa e na produção de máscaras. E, obviamente, no avanço da tecnologia envolvida.

Máscara Xiaomi com pequeno computador
Só para exemplificar, a nova máscara Xiaomi deverá ser equipada com uma espécie de pequeno computador. Nesse sentido, ele irá coletar dados da pessoa por meio de sensores, como acelerômetro e giroscópio. Todos esses dados serão armazenados pela própria máscara e, por fim, poderão ser transmitidos para outros aparelhos.

Os sensores irão verificar, no caso, se o usuário está parado, caminhando ou correndo. Os filtros de ar e todo o processo de desinfecção serão alimentados por uma pequena bateria incorporada à máscara Xiaomi.

Expectativa pelo lançamento
Ainda não foi revelada uma data de lançamento para o produto, e nem se sabe se ele chegará ao Brasil. Entretanto, se isso ocorrer, será por meio da loja oficial da Xiaomi em nosso país.

Aliás, a expectativa é de que o lançamento ocorra o mais rápido possível, para realmente colocar o produto no combate à pandemia.

A Xiaomi é uma das grandes produtoras de tecnologia digital no mundo, com uma gama de opções surpreendente e sempre com qualidade reconhecida no mundo.

Máscarasmade in Brasil
Não apenas a Xiaomi está desenvolvendo novos modelos tecnológicos de máscaras faciais, como também diversos outros centros de tecnologia do mundo. Aqui no Brasil está evoluindo uma parceria entre a startup paulista Nanox e a indústria de brinquedos plásticos Elka.

A máscara já está em início de produção e é construída com base em um polímero flexível muito semelhante à borracha. Por conseguinte, esse polímero se adapta aos contornos do rosto do usuário.



Máscara da Nanox/Elka se adapta ao rosto do usuário.
Boa capacidade de filtragem

Sob o mesmo ponto de vista do uso de alta tecnologia, promete boa capacidade de filtragem graças a micropartículas de sílica e prata, incorporadas à superfície do material.

Segundo a Nanox, as micropartículas aumentam o nível de proteção da máscara, pois evitam a adesão em sua superfície de fungos e bactérias que facilitam a proliferação do novo coronavírus.

Médicos serão os primeiros clientes
A Elka é uma fabricante de brinquedos plásticos, como a Galinha Pintadinha. Desse modo, resolveu fazer parceria com a Nanox com o propósito não só de combater a Covid-19, bem como de compensar a queda na venda de brinquedos.

A capacidade de produção, que começou em maio, será de 600 mil peças por mês, a partir de junho deste ano. Em princípio, médicos e hospitais, serão o público preferencial, porém mais tarde haverá venda também ao público em geral.

Custo baixo e limpeza fácil
Aliás, a proposta é de que a máscara brasileira tenha padrão de qualidade hospitalar, porém com custo bem menor em relação aos modelos convencionais. Além disso, ela terá a vantagem de ser facilmente lavável, restando ao usuário apenas trocar os filtros.

Na região das bochechas, a máscara tem dois filtros, que são removíveis e devem ser trocados por novos. Só para ilustrar os bons resultados, testes feitos com protótipos demonstraram que a máscara tem eficiência de 95% na filtragem de bactérias e vírus, semelhantemente à máscara Xiaomi. Além disso, os filtros são recicláveis.

Valor para o consumidor final
Por fim, o preço para o consumidor final deverá ficar entre R$ 20 e R$ 30, para um kit com uma máscara e dez filtros de reposição.

E então, gostou de saber das notícias sobre as máscaras? Aqui, no Vivo Guru Blog, estamos sempre atentos às novidades tecnológicas que podem ajudar no combate ao coronavírus. Por isso, fique com a gente!

(Fonte: Por Angela Rahde) - 21/05/2020
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.