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WhatsApp escolhe Brasil para estrear serviço de pagamentos

Anúncio foi feito por Mark Zuckerberg em sua própria página na rede social; empresas como BB, Cielo, Nubank e Sicredi vão fazer parte da parceria

O Facebook escolheu o Brasil para entrar na disputa pelo mercado de meios de pagamentos por meio do aplicativo de mensagens WhatsApp. O serviço será prestado em parceria com empresas locais como Banco do Brasil, Cielo, Nubank e Sicredi. O anúncio foi feito na manhã desta segunda-feira, 15, pelo presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, em seu perfil na rede social que comanda.

"Hoje nós estamos começando a lançar pagamentos para pessoas que utilizam o WhatsApp no Brasil. Estamos facilitando o envio e o recebimento de dinheiro como o compartilhamento de fotos", informou. ."O Brasil é o primeiro país em que estamos lançando amplamente pagamentos no WhatsApp. Mais novidades em breve", acrescentou o executivo. O uso do termo "amplamente" se deve ao fato de que um recurso de pagamentos pelo WhatsApp já havia sido testado na Índia, mas ainda não havia tido lançamento geral no país asiático - isto é, para todos os usuários e não apenas para um grupo seleto de pessoas.

Segundo Zuckerberg, o serviço também estará disponível para pequenas empresas, que poderão fazer vendas diretamente pelo WhatsApp. "Facilitar o envio e recebimento de dinheiro não poderia ser mais importante em um momento como esse", disse Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp, em nota enviada à imprensa. "Pequenas empresas são fundamentais para o país. A capacidade de realizar vendas com facilidade no WhatsApp ajudará os empresários a se adaptarem à economia digital, além de apoiar o crescimento e a recuperação financeira."

Para que os pagamentos possam ser realizados, disse Zuckerberg, o Facebook vai lançar também no País o Facebook Pay, que vai permitir que usuários façam pagamentos por meio de aplicativos. "O Brasil é o primeiro país em que estamos lançando amplamente pagamentos no WhatsApp. Mais novidades em breve", disse Zuckerberg.

Segundo nota oficial divulgada pelo WhatsApp em seu blog, a intenção da empresa é que, no futuro, o Facebook Pay possa ser usado pelos brasileiros em todos os apps da companhia - o que inclui ainda o Facebook, o Facebook Messenger e o Instagram. Recentemente, vale lembrar, o Facebook lançou um serviço de lojas dentro de seu aplicativo e da rede social de fotos, que permite que comerciantes criem "vitrines" para seus produtos - nos EUA, com auxílio do Facebook Pay, também é possível pagar sem sequer sair do ecossistema da empresa de Mark Zuckerberg. Com o Facebook Pay chegando por aqui, isso não se torna algo tão distante para os brasileiros.

Como funciona
O serviço de pagamentos do WhatsApp poderá ser usado por pessoas físicas e jurídicas. Usuários poderão transferir dinheiro para outros contatos e fazer compras sem taxas. Já as pequenas empresas, que utilizam o WhatsApp Business (versão corporativa do app) pagarão uma taxa fixa de processamento de 3,99% para receber os pagamentos de clientes, tal como hoje já acontece no mundo do cartão de crédito.

Transferências entre pessoas só poderão ser realizadas com cartão de débito - será possível enviar até R$ 1.000 por transação, com um limite de 20 transações por dia e de R$ 5.000 por mês. Já os pagamentos para empresas poderão usar tanto cartão de débito quanto cartão de crédito. As transações, por enquanto, estão restritas apenas ao Brasil e à moeda local.

Para fazer o primeiro pagamento, o usuário deve seguir uma série de passos. O primeiro deles é clicar no ícone do clipe de papel na conversa em que se deseja fazer a operação - o ícone também é usado quando o usuário deseja enviar um documento, um arquivo de áudio ou compartilhar sua localização.

Ali, é preciso escolher o ícone "Pagamento" e inserir o valor. Depois, é preciso adicionar uma forma de pagamento - será necessário criar um PIN (senha de seis dígitos), inserir nome e CPF e um meio de pagamento de um dos bancos participantes (BB, Nubank ou Sicredi). Depois, será preciso verificar o cartão com ajuda de um código enviado por SMS, e-mail ou pelo app do seu banco. Por fim, o sistema reconhece o cartão e faz o pagamento. Veja mais no vídeo abaixo.



Já os comerciantes terão de configurar uma conta Cielo no Facebook Pay, dentro do aplicativo WhatsApp Business, utilizado para contas corporativas. Será preciso inserir o endereço e a razão social da empresa, bem como os dados bancários, além de verificar a conta. Para aceitar os primeiros pagamentos, serão necessários até 3 dias úteis. Veja mais no vídeo abaixo.



Para evitar que transações não-autorizadas sejam realizadas, todas as transferências ou pagamentos terão de ser aprovadas pelo usuário. Para isso, será preciso utilizar uma senha de seis dígitos ou a informação biométrica do celular normalmente, a impressão digital). Segundo o WhatsApp, usuários poderão usar cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard, emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. "Porém, nosso modelo de programa é aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro. Todos os pagamentos serão processados pela Cielo", informou a empresa.

Ou seja, todos os comerciantes que desejarem utilizar o WhatsApp para receber pagamentos, pelo menos neste primeiro momento, terão de ter uma conta da Cielo. Segundo o WhatsApp, não há limite de pagamentos que os comerciantes podem receber, seja em crédito ou em débito. Além disso, é possível oferecer reembolsos e haverá suporte 24 horas para as operações.

O Novo Mercado e a velocidade imposta às empresas pós-pandemia

Com base no que temos hoje, o que podemos fazer por nossas empresas para que elas se mantenham firmes no pós-crise de 2020?

Já passamos pela fase mais crítica, de muitas incertezas e até de um certo pânico em relação à saúde das empresas e das pessoas, agora é hora de colocar a cabeça para funcionar e trabalhar todas as alternativas porque o ambiente empresarial vai passar por várias transformações. Com base no que temos hoje, o que podemos fazer por nossas empresas para que elas se mantenham firmes no pós-pandemia?

Um questionamento existencial é repensar: as competências que você tem hoje na sua empresa comportam as necessidades que ela terá no pós covid-19? É um momento propício para trazer um novo jeito de pensar para a empresa e contar com a contribuição cultural de pessoas com origens e expertises diversas.

Uma empresa que teve que (re)nascer mais digital, ágil e ativa certamente precisa desenvolver ou trazer pessoas que tenham como contribuir com essas competências para os negócios. Esse é um aspecto que deve ser considerado por todas as empresas que estão sendo obrigadas a acelerar o seu processo de transformação digital. à força.

Ainda que seja difícil prever todos os efeitos da pandemia na psicologia do consumidor, pode-se dizer que a forma como as marcas se posicionarem durante a crise será fundamental para a manutenção dessa relação. Enquanto os consumidores fizerem compras por motivos que transcendam a razão, o varejo offline permanece relevante mas desempenhando um novo papel e isso ainda precisa ser muito explorado pelas empresas.

As mudanças que se tornarão evidentes no novo mercado, pós pandemia:

1. Meios de pagamento contactless & cashless – Os meios de pagamento deverão ser cada vez mais isentos de contato por questões sanitárias. O dinheiro em papel deve definitivamente ficar no passado e a crescente necessidade de eliminar cartões e senhas vai exigir a revisão dos devices de pagamento pelas empresas. Isso deve acelerar as parcerias entre bancos e operadoras de celular e a adoção de tecnologias como QR Code, pagamento por aproximação (NFC – Near Field Communication) e via celular como como Apple Pay, Android Pay.
2. Digitalização – A digitalização do consumidor é o “novo normal” e tende a perdurar após a crise. Esse fenômeno pode ser chamado de “escova de dente”, ou seja, “qualquer coisa que você utiliza duas, três vezes por dia, vira seu hábito naturalmente”. E levando em conta que esse aprendizado acontecerá num momento de dor, será mais valorizado e mantido. Agora já devidamente habituados aos cliques que se traduzem em conveniência na porta de casa, à medida que os consumidores começarem a voltar a circular nas ruas e no varejo físico, eles vão buscar essa experiência fluída do online no offline.
3. Consumo “ativista” e horizontalização das empresas – Isso não significa que as hierarquias serão extintas, mas indica uma necessidade de empoderar as equipes, incentivando a autogestão e a confiança nas entregas. Por conta dos efeitos da pandemia os consumidores devem ficar mais ponderado em relação ao custo de produtos e serviços por medo de consumir e gastar suas reservas; menos fiel a marcas e mais aberto a testar aquelas que ofereçam mais valor, propósito e conexão pelo menor preço; e mais ativista de causas reais e ao propósito das marcas, avaliando as atitudes e o posicionamento delas perante a crise.
4. Economia da experiência – Apenas consumo de bens e serviços não serão mais suficientes para os consumidores, cada vez mais as experiências são desejadas e demandadas para as marcas. Há o desejo latente por um envolvimento mais humano e emocional. Já passávamos por um processo de conscientização sobre a necessidade de ressignificação do papel da loja visto as mudanças de cenário no varejo. O varejo tradicional, mesmo que em um mundo digitalmente renovado pós covid-19, passará a ser exigido ainda mais, e as lojas poderão ser usadas como mídia para atrair clientes e, suas plataformas online, um canal para transacionar as vendas. As experiências, que serão ainda mais valorizadas daqui pra frente, têm a loja física como morada. É lá que o cliente vai efetivamente encontrar valor pelo relacionamento que estabelece com as marcas.

5. Lives – Além do shift to online na forma de se comunicar e se posicionar, outra mudança importante apresentada neste momento com a força de um tsunami é do consumo online, com lives para vender ou estimular o consumo de produtos. O resultado quase sempre são mais e mais vendas. Algumas características fazem desse modelo um sucesso são pessoalidade, apelo emocional, influencia, realismo, sensação de pertencimento e interação em tempo real.
6. A vida na nuvem – Se a dúvida antes era entre online ou físico, agora vai muito além. Físico com entrega direta, online por voz, live commerce, streaming, marketplaces, redes sociais, apps e uma profusão de universos que habitam na nuvem e que traduzem desejos e necessidades de consumidores já quase que totalmente adaptados à realidade do universo digital pós-pandemia.
7. Conversational Commerce – O shift to online dá espaço para o varejo de voz crescer de forma ainda mais acelerada do que o previsto, com dispositivos como Alexa. Esse modelo simplifica as transações, eliminando a necessidade de buscar os mais diversos devices e apps para se informar sobre produtos e, finalmente, fazer compras. Isso torna o hábito de comprar mais fluido e sem atrito e as relações com as marcas ficam ainda mais íntimas. A privacidade estará cada vez mais posta à prova e o voto de confiança do consumidor ainda maior.
8. União dos players – Para sair fortalecidas da crise, as empresas devem intensificar fusões e aquisições. Algumas empresas se tornarão mais acessíveis em termos de investimento aos olhos dos investidores e, ainda assim, como uma oportunidade de ampliar mercado, ampliar escopo, angariar novos consumidores.
9. Foco no mercado interno, local e regional – As cadeias de abastecimento podem se voltar para dentro, buscando minimizar os efeitos da alta dependência de fornecedores asiáticos no suprimento de itens essenciais para a fabricação de produtos. As empresas tenderão a buscar menor dependência de poucos fornecedores e vão ampliar seus “colchões” de abastecimento. E com isso, a fabricação de itens em locais mais próximos deve ser também resultado desse processo. E o consumidor vai redescobrir a beleza da proximidade e da possibilidade de construir um relacionamento com o comércio local.
Por Lyana Bittencourt, diretora executiva do Grupo BITTENCOURT – consultoria especializada em desenvolvimento, expansão e gestão de redes de franquias e negócios

(Fonte: Por Nicole Fanti Siniscalchi) - 15/06/2020
Apple conquista patente para selfies em grupo... à distância

Patenteada antes mesmo da pandemia, o projeto da ferramenta juntaria fotos à distância em uma só selfie, por meio de um software

A pandemia de coronavírus está, aos poucos, fazendo muita gente substituir hábitos cotidianos para uma realidade com menos contato. E se depender da Apple , as selfies em grupo também vão poder entrar para a lista de atividades à distância. Isso, porque a empresa de Tim Cook patenteou uma tecnologia para registrar as selfies em grupo com cada um na sua casa.

Em imagens do Escritório de Marcas e Patentes dos Estados Unidos (United States Patent and Trademark Office, em inglês), é possível observar o projeto de uma tela demarcada, onde cada pessoa da selfie se posiciona para registrar a reunião.

Segundo o site Patenty Apple, especializado em descobrir atentes requeridas pela empresa de Tim Cook, todos as pessoas da foto podem salvar a imagem em seu celular e fazer ajustes para adequar a selfie. Depois de tirada, um software seria responsável por juntar as fotos para tornar a imagem uma só. Ainda segundo o site, como em uma espécie de chamada, seria possível convidar e aceitar a participação de outros usuários na foto.

Apesar de útil em tempos de pandemia, a tecnologia foi patenteada pela Apple em 2018, mas ainda não se sabe quais dispositivos teriam a função nem se o projeto de fato vai sair do papel.

(Fonte: Redação Link - Estadão) - 08/06/2020
99 lança serviço de entregas e modalidade com corridas mais baratas

Empresa busca alternativas para motoristas continuarem rodando em meio ao período de isolamento social; 99Poupa, em Duque de Caxias, terá viagens até 15% mais baratas que o 99 Pop

A empresa de mobilidade 99 está lançando nesta segunda-feira, 8, dois novos serviços de transporte no Brasil, a fim de auxiliar os motoristas afetados pela baixa no movimento durante o período de isolamento social. Inicialmente disponível em Goiânia, o 99 Entrega permitirá o envio de pacotes dentro da cidade e em breve chegará a capitais como Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

Segundo a 99, que é de propriedade da chinesa Didi, o 99 Entrega já funciona em outros países que a matriz está presente, como Chile e Colômbia. Além disso, rivais como o Uber também já lançaram serviços do tipo no País. Aqui no Brasil, a categoria funcionará das 6h às 23h. Ao solicitar uma viagem, o usuário deve enviar o nome do destinatário e demais orientações sobre a entrega.

Para evitar contato com o motorista, o pacote deve ser colocado por quem requisita a viagem diretamente no porta-malas ou no banco traseiro do carro. Os itens enviados precisam pesar até 10kg, respeitar as leis vigentes e não podem ultrapassar o valor de R$ 500.

Além disso, a empresa vai lançar o 99 Poupa, categoria de corridas com preços ainda mais acessíveis para os passageiros - a promessa da empresa é que o serviço será até 15% mais barato que o 99 Pop. Por enquanto, o Poupa estará disponível apenas na cidade de Duque de Caxias e chegará a todo o resto do Estado do Rio de Janeiro nas próximas semanas.

Segundo a empresa, a nova modalidade estará disponível apenas em horários de menor demanda, como o meio da manhã e o início da tarde, para não afetar os ganhos dos motoristas. Por outro lado, isso pode significar que os passageiros terão de esperar um pouco mais para o carro chegar.

"Os lançamentos reforçam nosso compromisso de ajudar motoristas parceiros a manterem seus ganhos em um momento tão adverso", afirma Davi Miyake, diretor de Operações e Produto da 99, em nota enviada à imprensa. "A ideia é gerar viagens em horários com menor demanda. Quanto maior o número de corridas, maiores serão os ganhos dos motoristas parceiros, mesmo com o desconto concedido aos passageiros", complementa o executivo.

(Fonte: Estadão) - 08/06/2020
Saiba como encontrar um iPhone perdido ou roubado

A Apple oferece um aplicativo que permite localizar um dispositivo perdido, seja dentro ou fora de casa, mesmo que não esteja conectado à internet

Os iPhones estão entre os smartphones mais potentes, mais cobiçados e também mais caros do mercado mobile atual. Isso chama a atenção tanto de entusiastas de tecnologia topo de linha quanto de criminosos. Por isso é importante proteger o seu aparelho para caso seja roubado ou perdido, seja na rua ou dentro de casa.

Uma das facilidades disponibilizadas pela Apple nesses casos é o aplicativo Buscar, que une as funções "Buscar iPhone" e "Buscar Amigos" em um único programa. Esse app está disponível apenas para quem já tem o iOS 13. No sistema iOS 12 ou anterior, as funcionalidades ainda estão separadas e precisam ser ativadas de forma independente.

O mais importante para usar essa funcionalidade é ativar a localização do dispositivo. Para isso, entre em Ajustes, selecione a opção Privacidade e clique em Serviços de Localização para ativar.

Para ativar o Buscar iPhone nos sistemas operacionais mais antigos, entre em Ajustes, clique no seu nome (caso utilize iOS superior ao 10.2) e clique em iCloud. Em seguida, arraste a tela até encontrar a opção Buscar iPhone, clique nela e ative.

No iOS 13, basta entrar em Ajustes, clicar no seu nome e entrar em Buscar. Lá, clique na opção Buscar iPhone e ative a função. Para encontrar o dispositivo mesmo se não estiver conectado à internet, ative a opção Busca Off-line.

Esse processo deve ser realizado antes de o aparelho ser roubado ou perdido. Caso a opção Buscar iPhone não esteja ativada, não será possível encontrar o dispositivo pelo app em outro aparelho ou pelo iCloud.

Como localizar um aparelho com a opção Buscar iPhone ativa
Se você tiver ativado a função Buscar iPhone antes de perder o aparelho, você pode localizá-lo tanto pelo aplicativo Buscar em outro aparelho Apple quanto pelo site iCloud.com/find. Entre com seu ID Apple e senha. Quando entrar no site ou aplicativo, clique em Buscar iPhone e selecione um aparelho para encontrá-lo no mapa. Se você ver no mapa que o dispositivo está próximo, você pode fazer o aparelho tocar um som para facilitar a procura.

Se o iPhone não estiver próximo, há algumas opções para proteger os seus dados, como o Modo Perdido. Se você marcar o celular como perdido, isso vai automaticamente bloquear o aparelho com um código de segurança para impedir qualquer um de acessá-lo. Você também pode adicionar uma mensagem personalizada para informar seu número de telefone e ajudar quem encontrar o dispositivo a te contatar para devolver. Nesse modo, o iPhone também poderá ser rastreado e as opções de pagamento pelo Apple Pay serão bloqueadas até você desativar o Modo Perdido.

Caso você prefira apagar todos os dados do seu dispositivo, entre na aba Dispositivos, escolha o aparelho que deseja limpar e clique na opção Apagar Dispositivo. Depois que fizer isso, você não poderá mais rastrear o aparelho. Também há a opção de retirar o celular da sua conta. Isso vai desativar o Bloqueio de Ativação e qualquer um que encontrar o aparelho poderá usá-lo normalmente.

O que fazer se a função Buscar iPhone não estiver ativa no aparelho perdido
Caso você não tenha ativado a opção Buscar iPhone antes de perder o dispositivo, não há como rastreá-lo com outros recursos Apple. O que a empresa recomenda é que você altere a senha do seu ID

Apple para impedir que outra pessoa acesse seus dados pessoais e use serviços relacionados à conta. Também é importante alterar as senhas de outros aplicativos que você tenha no aparelho perdido, como redes sociais e bancos.

O mais importante é informar a polícia sobre a perda ou o roubo do aparelho. Nesse caso, tenha o número de série do dispositivo à mão, pois ele pode ser pedido. Para descobrir o número de série, antes de perder o aparelho, entre em Ajustes, clique em Geral e entre na opção Sobre. Caso você não esteja com o celular, procure o código de barras na embalagem ou na nota fiscal ou comprovante original.

É necessário também informar a operadora de celular sobre a perda do aparelho para pedir a desativação da conta ou do próprio aparelho com o número IMEI para impedir que alguém faça ligações ou envie mensagens pelo dispositivo roubado ou perdido.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.