Gatilhos adaptáveis no controle DualSense são usados por jogos como Fortnite; vÃdeo detalha feedback tátil da Sony no PS5
O DualSense, controle oficial para PlayStation 5, possui gatilhos adaptáveis nos botões L2 e R2 que dão sensações diferentes ao andar por uma superfÃcie lisa ou ao manejar uma arma nos jogos. Um desmanche em vÃdeo mostra como funciona essa tecnologia de feedback háptico da Sony, além de mostrar como o acessório evoluiu em relação ao DualShock 4 do PS4.
DualSense (Imagem: Divulgação/Sony)
Foto: Tecnoblog
O canal TronicsFix do YouTube abriu um DualSense e mostrou que existe um mecanismo semelhante a um parafuso junto aos gatilhos adaptáveis. Ele fica associado a uma engrenagem e a um pequeno motor.
O PS5 ativa esse motor para criar resistência no "parafuso" quando você pressiona o gatilho. Dessa forma, fica mais difÃcil apertá-lo, gerando o feedback tátil e simulando uma sensação diferente.
Gatilho adaptável do DualSense (Imagem: TronicsFix/Sony)
Foto: Tecnoblog
Por exemplo, em Astros Playroom, os gatilhos fornecem tensão quando você puxa um arco e flecha. Em Fortnite, o feedback háptico faz os jogadores sentirem que estão segurando armas diferentes.
Em NBA 2K21, os botões mudam se a energia do jogador de basquete estiver mais baixa, para que seja mais difÃcil fazê-lo correr. Enquanto isso, Deathloop consegue bloquear os gatilhos quando uma arma emperra.
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DualShock 4 vs. DualSense
O desmanche também mostra algumas diferenças entre o DualSense e o DualShock 4. O controle do PS5 tem uma bateria maior em comparação com seu antecessor; os motores hápticos e a placa-mãe também aumentaram.
Os botões do DualSense possuem um sistema de amortecimento duplo não encontrado nos controles mais antigos. No entanto, a Sony reutilizou os mesmos sticks analógicos encontrados no DualShock 4.
Confira o desmanche completo no vÃdeo abaixo:
Empresa dona de solução de assinatura digital que envolve biometria facial recebeu aporte de R$ 580 milhões liderado por SoftBank e General Atlantic
Quando estava em inÃcio de carreira, Diego Martins tinha um sonho: ser presidente executivo de uma empresa. "Eu trabalhava numa empresa de gestão de documentos e tinha essa ambição. Montei slides e fui vender um plano para os sócios, pedindo para assumir o cargo. Deu errado, mas foi ali que eu percebi que devia empreender para poder ser um executivo", conta. Treze anos depois, o sonho deu certo: ele é o presidente executivo da Acesso Digital, startup que cuida de identidades digitais na internet e recebeu este ano um aporte de R$ 580 milhões liderado pelo SoftBank e pela General Atlantic.
Fundada em 2007, depois de ter sido rascunhada como trabalho de conclusão de curso de Martins em Marketing, a empresa utiliza tecnologia para facilitar o processo de identificação pela rede. "Na internet, estamos o tempo todo nos identificando com senhas, contas, o que queremos resolver é que esse processo seja simples, com tudo passando por uma chave de acesso, que é a biometria facial", explica Martins. "Assim, conseguimos facilitar processos como assinatura digital de contratos, pagamentos ou até mesmo admissão de pessoas à distância."
Era algo que não acontecia muito antes da pandemia começar, mas se tornou um negócio importante durante a quarentena. De março a setembro, a Acesso Digital ajudou seus clientes a fazerem mais de 75 mil contratações, resolvendo tudo pela internet. Também permitiu que mais de 500 mil contratos fossem assinados com assinatura eletrônica, por funcionários das empresas que a contrata - entre os clientes, há varejistas como Carrefour e Pernambucanas, bancos e operadoras.
Com isso, o faturamento da empresa também aumentou: nos seis primeiros meses da quarentena, a receita subiu 28%. O crescimento foi, na visão de Martins, o que atraiu os investidores. "O que os fundos viram é que nós vamos ser a principal infraestrutura de transformação digital das empresas", diz o executivo.
Com os recursos do aporte, a Acesso Digital pretende crescer em duas frentes: contratando pessoas e comprando empresas. Antes mesmo do cheque, a empresa já havia comprado a Meerkat, uma startup gaúcha de análise de imagens. Outras aquisições devem vir em breve, diz Martins, que hoje comanda um time de 250 pessoas. "Temos mais de 100 vagas em aberto e a meta é ter chegar a cerca de 450 pessoas até o final do ano que vem. O maior desafio vai ser achar os talentos", afirma.
Hoje com o sonho realizado de ser um executivo com um grande time à frente, Martins se depara com outras questões. Uma delas é bastante ambiciosa: como fazer o Brasil ter gigantes globais de tecnologia. Outras são mais simples, mas podem ditar o futuro do trabalho: apesar de ajudar os clientes a resolverem tudo pela internet, o fundador da Acesso Digital tem dúvidas se a empresa funcionar sempre em trabalho remoto é o melhor caminho. "A produtividade aumentou muito no home office, mas a cultura, a criatividade e a ideação podem ser afetados. Nosso desafio está bem no meio
do caminho entre produtividade e criatividade", afirma. "Algum modelo hÃbrido a gente vai ter que encontrar."
Desmanche mostra que iPhone 12 e iPhone 12 Pro têm interior e componentes muito parecidos, com destaque para tela
Com a nova geração de celulares da Apple chegando ao mercado, era questão de dias para a turma do iFixit entrar em ação. O veÃculo desmontou um iPhone 12 e um iPhone 12 Pro para comparar as suas entranhas. Uma das conclusões é a de que ambos os modelos são tão parecidos entre si que seria até possÃvel usar a tela de um no outro.
Remoção da tela do iPhone 12 (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog
Um dos primeiros detalhes destacados pelo iFixit é que, no desmonte, a tela abre a partir da borda direita. A abertura era realizada pelo lado esquerdo desde o iPhone 7. Mas essa é uma mera curiosidade. As caracterÃsticas mais interessantes começam quando a tela é removida.
Para começar, o iFixit notou que o iPhone 12 e o iPhone 12 Pro contam com telas com exatamente as mesmas dimensões fÃsicas, tanto que, em princÃpio, é possÃvel usar o painel de um no outro.
As especificações técnicas de ambas as telas são praticamente iguais, com destaque para a tecnologia OLED e a resolução de 2532x1170 pixels. Há uma exceção importante, porém: no iPhone 12 Pro, a tela alcança brilho de 800 nits contra os 625 nits máximos do display do iPhone 12.
Remoção da tela do iPhone 12 e do iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog
Indo além da tela, apenas alguns poucos detalhes permitem distinguir qual aparelho é o iPhone 12 e qual é o iPhone 12 Pro, pois ambos os modelos são muito parecidos por dentro.
Um raio-x revela que o mecanismo do MagSafe e o motor de vibração Taptic Engine (visivelmente menor que no iPhone 11), por exemplo, são os mesmos nos dois smartphones.
Raio-x do iPhone 12 e iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog
Os poucos detalhes que mudam de um modelo para o outro dizem respeito às particularidades de cada um. O iPhone 12 Pro tem um módulo traseiro com três câmeras contra o módulo com dois sensores do iPhone 12, por exemplo.
Módulos de câmeras do iPhone 12 e do iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog
De modo geral, a impressão é a de que a Apple baseou o desenvolvimento da nova geração no iPhone 12 Pro e fez as adaptações necessárias no iPhone 12. Isso é perceptÃvel quando observamos que, no lugar da câmera telefoto e do sensor LiDAR que equipam o iPhone 12 Pro, o iPhone 12 tem uma peça de plástico que serve para não deixar esse espaço vazio.
Outros detalhes dignos de nota: o iPhone 12 e o iPhone 12 Pro não trazem bateria em formato de L (provavelmente, para cortar custos) e, como já havia ficado claro, o modem X55 está lá.
Interior do iPhone 12 e iPhone 12 Pro (imagem: iFixit)
Foto: Tecnoblog
Não menos importante: em uma escala que vai de 1 (reparo difÃcil) a 10 (reparo fácil), o iFixit deu nota 6 para os dois modelos no Ãndice de reparabilidade. Essa relativa facilidade de reparo é possÃvel, em parte, graças ao fato de os componentes mais importantes dos novos iPhones serem modulares e terem substituição pouco complexa.
Jogos de mÃdia fÃsica do PS4, que também vão rodar no PS5, estão em promoção na maioria das lojas brasileiras e PlayStation Store
A Sony iniciou uma nova promoção para alguns de seus games exclusivos de PS4 e em mÃdia fÃsica. Um dos destaques fica por conta de The Last of Us Part II, um dos principais tÃtulos de 2020, que sai por R$ 199 nos principais revendedores oficiais - e também na PlayStation Store. Outros tÃtulos chegam a custar R$ 59.
The Last of US Part II sai por R$ 200 (Imagem: Sony)
Foto: Tecnoblog
Os descontos não são tão altos se levarmos em conta a porcentagem máxima de 29%, mas é possÃvel comprar vários tÃtulos por menos de R$ 80, incluindo God of War e Bloodborne, que fazem parte da linha PlayStation Hits - criada para oferecer games de sucesso a preços mÃnimos.
Esta promoção vai até 2 de novembro ou enquanto durarem os estoques nas principais lojas, sejam elas online ou fÃsicas. Uma lista de estabelecimentos parceiros pode ser vista no site oficial do PlayStation para o Brasil.
Vale lembrar que, em paralelo, a Sony também realiza uma promoção de Halloween na PlayStation Store, até 3 de novembro. Games como Death Stranding, Days Gone e Nioh participam, entre outros.
Outro ponto importante de ser lembrado é que estes jogos, tanto os fÃsicos quanto digitais, serão compatÃveis com o PS5, quando o console for lançado.
Jogos com desconto em mÃdia fÃsica
Colaborou: Felipe Ventura
A pernambucana Overdrives fará aportes em companhias nascentes que participarem do seu programa de aceleração
A aceleradora pernambucana Overdrives investirá R$ 1,6 milhão em pelo menos 10 startups brasileiras. O montante faz parte do programa Pontes Overdrives, que desenvolve empresas nascentes e seus respectivos modelos de negócio, conectando-as com especialistas, mentores e agentes do mercado financeiro.
Com seis meses de duração, a iniciativa procura 10 startups para o processo de aceleração. No entanto, para que a participação seja possÃvel é necessário que as empresas preencham um requisito mÃnimo: estejam na fase de tração, isto é, com pelo menos uma primeira versão do produto ou serviço já disponÃvel no mercado e com um número base de clientes.
O programa de aceleração da pernambucana Overdrives investirá R$ 1,6 milhão em 10 startups brasileiras
Foto: Overdrives / Divulgação
O aporte financeiro será de até R$ 160 mil para cada uma das empresas selecionadas, totalizando o montante de R$ 1,6 milhão. Os investimentos serão divididos entre o grupo Ser Educacional, que é o mantenedor da aceleradora Overdrives, e a NE Capital, companhia pertencente ao Grupo JCPM.
As inscrições podem ser feitas até o dia 23 de novembro deste ano no seguinte site: http://pontes.overdrives.com.br/. Não há restrição para área de atuação das startups. A execução do programa será totalmente online por conta da pandemia do novo coronavÃrus (Sars-Cov-2).










