Startup que ajuda comerciantes a entrar na era digital teve crescimento explosivo durante a pandemia; para executivo, tendência de compra online é irreversível, mas ainda tem muito para crescer
Desde a segunda quinzena de março, com o início do período de quarentena, cada vez mais brasileiros estão descobrindo o que é comprar online. Forçados a ficar de portões fechados, muitos lojistas também tiveram de começar a operar na internet para conseguir continuar vendendo. No meio dessas duas pontas, a startup curitibana Olist registrou um crescimento impressionante em suas atividades.
Responsável por ajudar lojas físicas a terem uma presença online, colocando seus produtos à venda em sites como MercadoLivre, Amazon e Submarino pelo sistema de marketplace, a empresa viu suas vendas subirem 140% em junho, na comparação com o mesmo período do ano passado. O número de parceiros também subiu vertiginosamente: são mais de 30 mil, contra cerca de 7 mil em outubro do ano passado, quando a empresa levantou um aporte de R$ 190 milhões liderado pelo grupo japonês SoftBank.
Para Tiago Dalvi, presidente executivo da Olist, o aporte ajudou a empresa a se preparar para crescer, mas não a esse ponto. "Nenhuma empresa estava preparada para viver o que a gente viveu", diz ele, que contratou cerca de 100 pessoas este ano - ao todo, a Olist tem 420 funcionários.
Na entrevista a seguir, ele faz um balanço sobre os quatro meses de quarentena, conta mais sobre o Olist Shops, novo produto que a empresa lançou durante a pandemia, e faz apostas para o futuro - para ele, o consumidor ficou mais exigente com o e-commerce, mas ainda há muito espaço para crescer, especialmente para os pequenos lojistas. "Esse ano, esperamos ajudar a movimentar R$ 1 bilhão em vendas. As pessoas aprenderam a comprar online e o e-commerce não vai voltar a ser o que era antes da pandemia", afirma.
A Olist recebeu um aporte grande no ano passado e vinha crescendo bem. Na pandemia, os números explodiram. Qual é o balanço desses quatro meses?
Depois que recebemos o aporte do SoftBank, nós começamos a preparar a musculatura para o negócio crescer. Estávamos bem preparados quando a pandemia começou? Sim. Mas nenhuma empresa estava preparada para o que a gente viveu. Nós somos o parceiro para o lojista que não entende bem como o online funciona, ou quer simplificar sua experiência digital. Nós colocamos a loja dele em vários marketplaces, são 14 sites diferentes no Brasil. Nós cuidamos da logística, em 30% das vendas nós é que recolhemos o item do lojista e enviamos. E centralizamos os pagamentos em uma data conveniente. Muita gente precisou disso nos últimos meses, até para fragmentar o risco do negócio, indo além do varejo físico. Março foi um mês difícil, cheio de incertezas, até porque muita gente teve que fechar as portas, incluindo parceiros logísticos. Mas de abril para cá, vimos um crescimento gigante. E ele nunca acontece numa curva estável. Ele vem em saltos, é uma montanha russa maluca. Ao longo dos últimos seis meses, nós dobramos a base total de lojistas. No último ano, esse crescimento foi de quatro vezes. Além disso, o lojista que entra agora entra mais comprometido - um pouco, até porque ele não teve opção. O movimento de ir para o digital é algo que poderia ter sido feito por anos, mas agora teve de ser feito em semanas. É claro que ninguém vira mestre em e-commerce rapidamente, mas os resultados tem sido bem positivos.
Vocês também começaram uma nova área na empresa no meio da pandemia, o Olist Shops. O que é esse negócio? E como é lançar um produto com as pessoas trabalhando remotamente?
Até agora, a gente só inseria o lojista nos marketplaces. Com o Olist Shops, ele pode montar sua própria loja, cuidando da logística, do pagamento, de tudo. O que nós criamos é uma ferramenta para ele subir o catálogo e estabelecer a loja rapidamente, meio que para não ter desculpa de fazer essa transição. Era algo que já tínhamos planejado antes da pandemia, mas lançamos há uns 90 dias. Já temos mais de 20 mil lojas abertas, em 80 países diferentes. Hoje, 80% das lojas são do Brasil. Por enquanto, é um produto que não tem custo, nem taxa de cadastro, nem comissão para as vendas - e deve continuar assim por um tempo. Encaramos como algo que ajuda o comerciante a entender o digital, para depois ele entrar nos marketplaces. No futuro, vamos integrar as duas áreas, sempre com o mesmo objetivo: ajudar os comerciantes a vender o estoque dele. Também vamos lançar uma ferramenta de pagamentos para ajudar o comerciante. Serviços financeiros é uma área que nos interessa bastante.
Foi preciso contratar para suportar esse crescimento?
Sim. Começamos o ano com cerca de 330 pessoas, estamos com 420 agora e devemos passar de 500 até o final de 2020. Estamos muito focados em tecnologia, produto e design, queremos e temos ainda muito o que otimizar nessas áreas. E contratar bem é o maior desafio que temos: gente boa, alinhados com a cultura do negócio, trabalhando remotamente. É algo bem difícil, mas a quarentena também trouxe oportunidades: agora, não estamos mais limitados a contratar apenas em Curitiba.
É algo que muitas startups têm comentado. É uma vantagem, mas por outro lado, a concorrência para contratar aumenta, não?
A concorrência aumenta, mas também a oferta. Eu acredito que, no fim das contas, isso vai se equalizar dos dois lados. O maior desafio para nós não ter sido recrutar, mas sim encontrar pessoas com muita experiência. O grande desafio de qualquer startup que cresce é que chega um determinado ponto em que é preciso sofisticar a gestão. Depois de um momento específico, o crescimento não vem de um produto bacana, mas da execução. É algo baseado na prática, pragmático mesmo. Por sorte, temos conseguido contratar bem: nossa nossa diretora de RH foi vice-presidente global da Kraft Heinz.
Nosso novo diretor de tecnologia foi o diretor de tecnologia da Globo. Mas não basta só contratar quem tem experiência, os "supernomes" do mercado: é preciso que essas pessoas também estejam dispostas a ressignificar seu papel. É alguém que vai ter que estar disposto a dar um passo atrás e colocar a mão na graxa com a equipe se for necessário.
Vocês fazem parte de um ecossistema local muito rico, que é o de Curitiba. Mas é possível falar em ecossistema se está todo mundo em casa?
Creio que sim. Estamos vivendo um momento em que há empreendedores que foram afetados positivamente ou negativamente. Todos estão focados em seus negócios. Quem está indo bem tem o papel de ajudar.
Eu sou próximo de empreendedores de Curitiba que estão já em um bom nível de crescimento. A diferença é que a gente não se reúne mais para o churrasco, agora compartilhamos tudo num grupo de WhatsApp. Em vez de almoçar, tomamos café via Zoom juntos. A vantagem é que agora não é preciso viajar para construir um relacionamento novo com outros locais. É só fazer uma chamada, então as conexões aumentam. E isso sofistica o ecossistema, porque há mais conexões e possibilidades, mas no final do dia, tudo funciona igual.
Muito da atividade da Olist pode ser afetada com a reabertura do comércio e a retomada de uma vida "normal". Mas ninguém sabe quando isso vai acontecer. Como é planejar o futuro?
Há premissas que não mudam. O comércio é calcado em três pilares: conveniência, qualidade e preço. Ninguém vai acordar no futuro querendo pegar fila por um produto caro e ruim. E o lojista sempre vai precisar vender. Nosso plano é baseado nisso: conectar o lojista ao consumidor que quer comprar. Onde estamos focando agora? Em melhorar a logística. O consumidor ficou mais exigente com o e-commerce, porque está comprando mais online. Ele quer preço menor, taxa de entrega menor, frete rápido. É hora de pisar fundo no acelerador para isso, independentemente do que pode acontecer - a menos que a internet global pare de funcionar, aí seria um problema. Mas é um cenário pouco provável, então seguimos em frente. Quem não faz isso corre o risco de ficar parado no tempo e deixar oportunidades passarem. E há um ponto importante: há certas categorias em que o e-commerce não vai voltar mais ao que era antes. As pessoas aprenderam a comprar online e perceberam conveniência, então não vai voltar atrás.
Há quem afirme que o crescimento do e-commerce leva a uma concentração cada vez maior - pequenos lojistas fechando, grandes varejistas online ganhando espaço. Em vez de comprar na livraria local, compra-se na Amazon. Isso seria ruim para a Olist. O que o sr. vê nesse cenário?
Vejo de outra forma. Isso faria sentido se o marketplace não existisse. Quando se abre esse tipo de plataformas, a economia está sendo aberta para o pequeno poder participar. Claro, o pequeno não vai ter sucesso se entrar no digital para vender a mesma coisa que uma loja grande. O pequeno vai vencer nas três premissas básicas - e, em especial, se souber trabalhar no seu local. Um lojista que entra num marketplace tem que focar em ser o dono de sua região, seja um bairro ou uma cidade, aproveitando a vantagem logística de estar perto do consumidor. E as grandes plataformas querem fortalecer essa lógica, até porque é uma cauda longa difícil de administrar. Não há investimento de uma grande empresa que sustente a venda de itens de nicho, mas este é um espaço para o pequeno entrar. E ainda há muito espaço para crescer, em áreas como atendimento, por exemplo. Cuidar do pós-venda ou fazer uma caixa de envio legal pode fazer a diferença. Não é ciência de foguetes, é algo básico, mas é suficiente para se destacar. E é bom lembrar que leva tempo para construir uma presença online, da mesma forma como leva tempo para deixar uma loja física funcionando bem. E o papel da Olist é ajudar o pequeno a se conectar com o mundo - primeiro, no quarteirão e no bairro dele, mas depois para todo o Brasil -, reduzindo essas complexidades.
Mercado retoma crescimento graças à forte demanda por PCs móveis e começa recuperação após interrupções na cadeia de suprimentos causadas pela COVID-19
As remessas globais de PCs totalizaram 64,8 milhões de unidades no segundo trimestre de 2020, o que significa um aumento de 2,8% em relação ao mesmo período de 2019, de acordo com pesquisa da consultoria Gartner. Após declínio significativo no primeiro trimestre do ano, devido às interrupções da cadeia de suprimentos causadas pela COVID-19, o mercado de computadores pessoais voltou a crescer, à medida que os fornecedores reabasteceram seus canais e a demanda por PCs móveis aumentou.
“O segundo trimestre de 2020 representou uma recuperação de curto prazo para o mercado mundial de PCs, liderada por um crescimento excepcionalmente forte na Europa”, avalia Mikako Kitagawa, Diretor de Pesquisa do Gartner. “Depois que a cadeia de suprimentos de PCs foi severamente interrompida no início de 2020 por conta da pandemia da COVID-19, parte do crescimento deste trimestre deveu-se ao reabastecimento de suprimentos de distribuidores e canais de varejo para níveis quase normais”, diz.
Além disso, o crescimento do setor de PC móvel foi particularmente forte, impulsionado por vários fatores, incluindo a continuidade dos negócios para trabalho remoto, educação online e necessidades de entretenimento dos consumidores.
Mas o aquecimento não deve perdurar, diz o especialista. “Esse aumento na demanda de PCs móveis não continuará além de 2020, uma vez que essas remessas foram impulsionadas principalmente pelas necessidades de negócios de curto prazo geradas pelo impacto da pandemia do coronavírus”, prevê.
No segundo trimestre de 2020, a Lenovo e a HP compartilharam a posição número 1 no mercado mundial de PCs, devido ao forte crescimento da HP no trimestre. Juntas, as companhias foram responsáveis ​​por metade das remessas de PCs no período, contra 46,6% registrado no segundo trimestre de 2019.
Estimativas preliminares de remessas mundiais de unidades de fornecedores de PC para o segundo trimestre de 2020 (em milhares de unidades)
A Lenovo manteve a posição número 1 no mercado mundial de PCs, ao lado da HP, com crescimento de 4,2% no acumulado de ano a ano em suas remessas mundiais. Isso foi resultado de um crescimento de dois dígitos na região da Europa e de mais de 50% nas remessas de PCs móveis.
Após um declínio significativo no primeiro trimestre de 2020 devido às restrições da cadeia de suprimentos, a HP registrou crescimento na comparação ano a ano no segundo trimestre, ao se recuperar desses problemas de abastecimento. Também se destacou nos mercados da Europa e nos Estados Unidos, impulsionado pela demanda dos consumidores por PCs.
As remessas mundiais da Dell caíram no segundo trimestre de 2020, representando seu primeiro declínio em comparação ano a ano desde o primeiro trimestre de 2016. As remessas da empresa cresceram na região da Europa e no Japão, mas caíram em todas as outras regiões, com a queda mais acentuada na América Latina (20%). Em muitas regiões, os PCs móveis da Dell apresentaram crescimento de dois dígitos, o que foi compensado por um declínio significativo nas remessas de desktops.
Confira os principais anúncios das empresas de tecnologia nesta segunda semana de julho
A nova linha XPS 13 de notebooks premium da Dell, o lançamento do smartphone Galaxy M31 da Samsung, a abertura de inscrições da segunda edição da “Maratona Behind the Code” da IBM, e o lançamento do Rappi Entretenimento. Esses são os principais anúncios do mundo da tecnologia e inovação desta semana (06/07 a 10/07) que o Terra separou para você ficar bem informado.
Dell lança linha de notebooks XPS 13
A empresa de computadores Dell anunciou, na última quarta-feira (08), o lançamento da sua nova linha de notebooks premium: XPS 13. Três novos laptops foram anunciados nessa nova categoria, que possuem variação em processadores (i5 ou i7), memória (8GB ou 16GB) e SSD (512GB ou 1TB). Os preços variam entre R$ 8.999 e R$ 11.499.
Os preços da nova linha XPS 13 da Dell variam entre R$ 8.999 e R$ 11.499
Foto: Divulgação
A novidade da linha XPS 13 está na tela dos computadores, que passarão a ter a chamada “borda infinita” - quando o monitor não possui nenhum tipo de “moldura”. Todos os ecrãs possuem 13,4 polegadas, em uma proporção de 16:10, e estão disponíveis em dois modelos: um Full HD sem sensibilidade ao toque; e um Ultra HD 4K com touchscreen.
Samsung lança o smartphone Galaxy M31
A empresa de eletrônicos sul-coreana Samsung lançou, na última quarta-feira (08), o seu novo smartphone da linha Galaxy, o M31. O grande destaque do aparelho está em sua bateria, que possui 6.000 miliampère-hora, com promessa de aguentar bastante horas de utilização. O preço sugerido é de R$ 1.999.
O preço sugerido do novo Galaxy M31 da Samsung é de R$ 1.999
Foto: Divulgação
A tela do M31 é de AMOLED e possui 6,4 polegadas. A câmera frontal do novo smartphone tem um sensor de 32 MP, enquanto as quatro lentes traseiras apresentam um sensor de 64 MP. O aparelho também conta 6 GB de memória RAM e armazenamento interno de 128 GB.
IBM procura desenvolvedores para hackatona
A IBM anunciou, na última terça-feira (07), que irá realizar a segunda edição da sua “Maratona Behind the Code” para países da América Latina. Trata-se de uma competição em que desenvolvedores são desafiados a criar soluções para problemas de negócios, por meio de tecnologias como inteligência artificial, internet das coisas e blockchain.
A IBM irá realizar a segunda edição do “Maratona Behind the Code” para países da América Latina
Foto: Reuters
A Maratona possui duas fases: a primeira, que será online a partir do dia 8 de agosto deste ano, possui duração de 30 dias que os desenvolvedores receberão os desafios de negócios de empresas parceiras da iniciativa; a outra será realizada no México apenas com os 100 melhores colocados e terá duração de um dia com desafios diversos.
As inscrições podem ser realizadas no site: http://ibm.biz/maratona.
Rappi cria segmento de entretenimento em seu app
Com a proposta de se tornar um “superapp”, a Rappi incrementou o seu aplicativo com um novo segmento: o Rappi Entretenimento. A proposta desse novo “braço” da aplicação está em oferecer conteúdos do universo de games, música e streaming para o seu usuário. Para acessar essas áreas, basta clicar nos botões na tela inicial do app.
O Rappi Live Events é uma das três novidades que o novo segmento Rappi Entretenimento irá levar ao app da startup colombiana
Foto: Divulgação
Agora, no aplicativo da Rappi, será possível jogar mais de 150 jogos na aba Rappi Games, navegar por um catálogo de músicas e escutá-las via streaming na seção Rappi Music, além de acessar livestreams de artistas, influenciadores e chefs de cozinha no novo serviço Rappi Live Events.
A fabricante de equipamentos para telecomunicações Nokia lançou nesta terça-feira software que permite que operadoras de telefonia atualizem suas estações rádio-base 4G para sistemas 5G sem necessidade de visita aos locais ou de troca de equipamentos.
30/06/2020 REUTERS/Benoit Tessier
Foto: Reuters
A companhia finlandesa espera que o software a ajude na disputa por clientes contra Huawei e Ericsson uma vez que a tecnologia permite às operadoras economizar custos.
"Esta solução vai gerar uma economia à indústria de telecomunicações de dezenas de bilhões de euros", afirmou a Nokia em comunicado.
A companhia afirmou que a atualização de software está disponível de imediato para cerca de 1 milhão de estações rádio-base, número que vai avançar para 3,1 milhões até o final do ano e para mais de 5 milhões em 2021.
"Ao atualizar elementos atuais de rádio por meio de software, a Nokia está acelerando o processo de reaproveitamento do espectro 4G no 5G", informou a empresa.
Nesta semana, o Top Publi está recheado de campanhas, além de um bônus especial. Destaque para sexta-feira, o Dia da Pizza, e Pizza Hut está em celebração.
O Top Publi de hoje é muito especial! A semana começou bastante animada e traz campanhas em solo americano, campanhas digitais e uma super produção executada por um time todo feminino! Como você já sabe, geralmente, o nosso Top Publi vem com as 5 melhores campanhas da última semana, mas hoje nós abrimos uma exceção e inserimos um bônus para vocês. Confira o nosso Top Publi:
Activia US em De A a Z, seu intestino é onde tudo começa
Nos Estados Unidos, a Activia, da marca DANONE, lançou sua mais nova campanha sobre os produtos com probióticos da marca. De A a Z mostra um pouco mais sobre o sentimento e as sensações daqueles que provam do iogurte, e cada um está ligada à uma letra do alfabeto. A campanha no país traz a ideia de Start with Activia, além de um espírito jovem e marcante. A campanha foi assinada pela
agência DAVID.
Harpic em Limpeza que impressiona
Hoje em dia as atividades domésticas devem ser compartilhadas, né? E a Harpic trouxe um casal em que o homem é o responsável pelos afazeres diários e está impressionado com o Harpic Fresh Power 6 que mantém o cômodo limpo e cheiroso por muito mais tempo. Limpo ainda? traz a sensação de déjà-vu e a sensação de estar preso no mesmo dia. A campanha criativa foi assinada pela agência
BETC/Havas.
Confira também a campanha para as mídias digitais dos produtos Harpic.
ConectCar em Super Poderes
A ConectCar, empresa de pagamentos focados em mobilidade, traz a sua nova campanha digital e com um toque diferente. Com identidade HQ’s, a campanha Super Poderes coloca o super-herói como o
próprio consumidor e faz uma alusão aos novos poderes ao usar a nova tecnologia do contactless no cotidiano. As peças de ilustração já estão no Instagram da marca e conta com diversos personagens.
A ação foi criada pela agência Action Labs.
O Boticário em Pele que sente
Nativa SPA Matcha trouxe uma nova campanha para a TV e as mídias que mostra a leveza e o efeito detox na pele. O Boticário convidou algumas mulheres para mostrar a sensação de ficar em casa após o uso do lançamento Nativa SPA Matcha. O produto acaba com todos os estragos causados pela poluição em uma limpeza profunda. Durante a pandemia, todas as cenas produzidas em casa foram instruídas pelos diretores da campanha. A responsável pela campanha foi a agência AlmapBBDO.
Café Pilão em Saudades de um abraço quentinho
Com certeza os paulistas apaixonados por café estão com saudades da tradicional padaria ou até aquele ‘cafézinho da firma’. Por isso, o Café Pilão lembrou e homenageou os profissionais responsáveis pelos cafés que eram diários e que perderam a companhia de todos, por conta da pandemia. A marca traz a esperança de que esses momentos prazerosos aos amantes de café voltem o mais rápido possível.
Esta campanha também foi criada pela agência BETC/Havas.
Confira também o outro vídeo da campanha: Café da padoca.
A semana foi tão boa e inspiradora que preparamos uma 6º campanha como um bônus!
LOréal em Vamos sair
Com um time de celebridades, a LOréal fez a sua campanha chamada Vamos sair e trouxe um assunto importante: o preparo das mulheres para que elas possam voltar a sair com total segurança. Para isso, mulheres empoderadas como Taís Araújo, Agatha Moreira, Larissa Manoela e a ganhadora do último BBB, Thelma Assis. A criação e produção do vídeo foi realizado por uma equipe 100% feminino! A responsável pela campanha foi a agência Artplan.










