O iPad mini, versão de 7,9 polegadas do tablet da Apple, começa a ser vendido no Brasil a partir da próxima terça-feira (25). O preço ainda não foi anunciado.
O produto chega ao país com oito meses de atraso em relação aos EUA. Nos EUA, o aparelho custa a partir de US$ 329, cerca de R$ 743, sem contar os impostos.
Na madrugada de quinta para sexta-feira, lojas como Fnac, Ponto Frio, Fast Shop e Saraiva, começaram a anunciar em seus sites e redes sociais a chegada do iPad mini ao mercado. A Apple Store brasileira não traz informações sobre preços ou data oficial de lançamento.
O produto estava liberado para venda pela Anatel desde novembro de 2012.
O iPad mini tem tela retina com resolução de 1024x768 pixels, processador A5 dual core (igual ao do iPad 2), câmera de 5 Mpixels e duração de bateria de até 10 horas.
A Apple lançou nos EUA edições com 3G ou somente wi-fi, com capacidades de armazenamento de 16 Gbytes, 32 Gbytes ou 64 Gbytes.
A segunda geração do tablet pode ser anunciada em setembro.
E3 Profetizada há anos e antecipada há meses, a guerra da próxima geração de consoles finalmente começou para valer.
Durante a E3, feira de games que aconteceu em Los Angeles entre os dias 11 e 13 deste mês, Microsoft e Sony revelaram os detalhes finais do Xbox One e do PlayStation 4, como preço e jogos exclusivos.
Com o Xbox One, a Microsoft aposta em uma central multimídia, que além de rodar games também serve para assistir TV e fazer ligações via Skype, por exemplo. O PlayStation aponta mais para o público que já é fã de games. A Sony adicionou opções sociais, como compartilhar imagens e vídeos dos jogos.
A Folha testou os dois videogames; veja abaixo as informações mais importantes disponíveis sobre as plataformas, comparação de especificações técnicas, impressões sobre os controles e outros pontos relevantes.
AMD FX-9590 é voltado a gamers e entusiastas, e vem “destravado” de fábrica, o que facilita o overclock, diz a empresa
A AMD anunciou o lançamento do AMD FX-9590, o primeiro processador de 5 GHz para computadores pessoais. Equipado com oito núcleos o chip (e seu “irmão menor”, o FX-9370 de 4.7 GHz) é baseado na mais recente arquitetura da AMD, batizada de “Piledriver”, que permite frequências de operação (clock) mais altas. Ele também vem “destravado”, o que significa que os usuários são livres para tentar elevar a frequência ainda mais (processo conhecido como “overclocking”), embora sob risco de superaquecer o chip.
A AMD não disse quanto o novo chip irá custar, mas seus processadores “premium” tendem a custar várias centenas de dólares. Inicialmente os consumidores não poderão comprar o chip diretamente: a AMD irá oferecê-lo apenas a integradores de sistemas como a Maingear, que irão utilizá-lo em seus próprios PCs de alto desempenho.
O chip foi anunciado durante a E3, uma das principais feiras sobre games em todo o mundo. Em anos recentes o PC tem ficado em segundo plano na feira em relação aos consoles da Microsoft e Sony, mas os desenvolvedores dos jogos mais populares geralmente incluem o PC como uma de suas plataformas, aproveitando o maior poder de processamento para produzir jogos com níveis ainda maiores de realismo gráfico. A AMD lançou recentemente uma “estratégia unificada para jogos” para aproximar consoles e PCs, incentivando os desenvolvedores a criar jogos usando uma base de código comum.
5 GHz pode parece um bom número, mas já há algum tempo a Intel e a própria AMD vem se concentrando mais no paralelismo (adicionando mais núcleos a um chip), gerenciamento de energia e desempenho da GPU integrada aos chips do que no clock. A AMD, por exemplo, focou especificamente no desempenho gráfico ao lançar seus novos processadores nas famílias A10, A8 e A6 no início deste mês. E em geral os gamers fiéis ao PC se importam mais com os gráficos do que com o clock do processador.
Overclockers e gamers são o público alvo
O FX-9590 também é voltado aos “overclockers”, um pequeno nicho de entusiastas do PC que, usando técnicas que incluem refrigeração com nitrogênio líquido e outros meios exóticos, visam resfriar ao máximo os processadores para que possam ser configurados para operar a frequências muito mais altas do que aquelas para as quais foram originalmente desenvolvidos, elevando assim seu desempenho.
Normalmente o overclock de um processador não só invalida sua garantia, já que ele está sendo forçado a operar fora dos parâmetros para os quais foi projetado, como também traz o risco de “queimar” o chip caso seja realizado de forma inadequada. Alguns fabricantes de placas-mãe incluem em seus produtos utilitários que permitem um overclock “seguro” do processador, embora os ganhos sejam pequenos.
Mas o anúncio da AMD tem pouco significado em um mercado onde a Intel concentra a maior parte das vendas. “A Intel tem o mercado comercial de PCs firmemente sob seu controle, então resta à AMD competir diretamente entre os consumidores”, disse via e-mail Pat Moorhead, analista principal da Moor Insights.
Ou seja, o processador de 5 GHz da AMD venceu uma corrida com a qual ninguém realmente se importa.
Ferramenta pode ajudá-lo a salvar um PC após um desastre, como uma grave infecção por malware. Basta seguir estas dicas simples.
É sempre bom ter em mãos um disco de recuperação de sua máquina, para que em caso de “desastre” com o sistema (como uma grave infecção por malware) ela possa ser restaurada ao estado de fábrica. Antigamente estes discos (CDs ou DVDs) vinham com a máquina, mas hoje em dia, mesmo em máquinas com drive óptico, os fabricantes preferem economizar e não os incluem mais.
Felizmente é muito fácil criar um disco de recuperação no Windows 8. Pra começo de conversa, ele pode não ser necessário: o sistema inclui dois novos recursos muito úteis, o Atualizar PC sem afetar os arquivos (Refresh), e o Remover tudo e reinstalar o Windows (Reset). Para acessá-los tecle Windows+C na Tela Iniciar e clique em Configurações / Mudar Configurações do Computador / Geral.
O primeiro “reinstala” o Windows mas preserva os seus programas, configurações e dados, e é uma boa forma de lidar com um sistema que não está se comportando como deveria. Já o segundo “zera” a máquina e a devolve à configuração de fábrica, uma medida drástica o equivalente a formatar o HD e instalar o sistema “do zero”. Nenhuma destas opções requer um disco especial.
Mas e se o sistema não dá boot? É nesse caso que um disco de recuperação vem a calhar. Para criá-lo você vai precisar de um pendrive (recomendamos um de 8 GB ou maior) ou DVDs virgens. Siga estes passos.
1. Na tela iniciar digite “recupera”
2. Clique no item Configurações no painel à direita e, entre os resultados que surgirem na tela, clique em Criar uma unidade de recuperação. Se uma janela aparecer perguntando se você quer permitir que o programa faça alterações em seu computador, clique em Sim.
3. Marque a opção Copiar a partição de recuperação do computador para a unidade de recuperação, se ela não estiver desabilitada. Sem isso você terá um pendrive com ferramentas básicas para reparar o sistema, mas não terá a capacidade de fazer uma reinstalação. Clique em Avançar.
4. A ferramenta lhe dirá quanto espaço é necessário. Por padrão ela cria um pendrive “bootável”, mas se você não inserir um e sua máquina tiver um drive óptico você verá a opção Crie um disco de reparação do sistema com um CD ou DVD.
5. Insira um pendrive com capacidade suficiente, selecione-o na tela seguinte e clique em Avançar. Um aviso irá lembrá-lo de que todos os arquivos no pendrive serão excluídos. Clique em Criar.
Quando o processo terminar basta rotular o pendrive (ou discos) e guardá-lo em um local seguro até que sejam necessários. Se o pior acontecer, você estará preparado: basta iniciar o computador com o pendrive plugado.
Cartuchos do jogo, baseado no filme de 1982, teriam sido enterrados após game ter fracasso de crítica e público.
Uma produtora de games confirmou à BBC que promoverá escavações em um antigo aterro sanitário no Estado do Novo México, no sul dos Estados Unidos, em busca de cartuchos de um jogo do videogame Atari baseado no filme "ET - o Extraterrestre" (1982).
A empresa Fuel Entertainment conseguiu permissão da cidade de Alamogordo para realizar as buscas e finaliza agora a obtenção dos recursos necessários para a operação.
Lançado no Natal de 1982 para o console Atari 2600, o jogo "ET, the Extra-Terrestrial" foi um dos primeiros a ser baseados em um filme, e a empresa apostava no sucesso da produção dirigida por Steven Spielberg para impulsionar as vendas. Mas o jogo foi um retumbante fracasso.
Muitas pessoas devolveram os cartuchos, e as críticas foram muito ruins, causando grandes perdas financeiras à Atari. Pouco depois, a indústria de videogames como um todo passou por uma crise à medida que os jogos de computador começaram a se popularizar.
Lenda urbana
Após o fracasso do game, acredita-se que a Atari tenha despejado milhões de cartuchos deste jogo no aterro sanitário de Alamogordo, numa área que foi posteriormente coberta por concreto.
A Fuel Entertainment, que tem escritórios no Canadá e em Los Angeles, tem seis meses para conduzir a busca.
"ET foi um dos primeiros videogames baseados em uma licença de filme, e um dos primeiros e mais intensos exemplos de badalação excessiva em entretenimento digital", diz Mike Burns, presidente da Fuel Entertainment.
"Com a aprovação da cidade de Alamogordo para explorar o local, estamos avançando no processo de preparação e planejamento", acrescenta.
A Atari nunca confirmou se de fato despejou os cartuchos do jogo ET no local. Na época, os jornalistas foram mantidos longe do aterro sanitário quando diversos caminhões da empresa chegaram de sua fábrica na cidade de El Paso, no Texas.
Joe Lewandowski, morador de Alamogordo que trabalhava no aterro sanitário na época, disse ao jornal Alamogordo Daily News que viu "jogos e outros pequenos objetos da Atari" sendo despejados e depois enterrados sob concreto.
Mas Burns, da Fuel Entertainment, admite que existe a possibilidade de que a busca não tenha resultados. "Nós não sabemos exatamente o que vamos encontrar, mas é certo que será interessante", diz.
Jogo difícil
Mas por que o jogo ET foi considerado tão ruim?
Nele, o objetivo é fazer com que o ET encontre as peças de um telefone para poder "ligar para casa" e ser buscado por uma nave espacial, como ocorre no filme.
O personagem tem que evitar cair em armadilhas e ser capturado por um cientista e um agente do FBI que o estão perseguindo.
Num vídeo do YouTube, um usuário chamado Aqualung diz que o jogo foi um fracasso por ser muito complicado e por conter armadilhas demais.
"Parece ser um jogo decente no papel, mas é impossível acompanhar sem as instruções", diz Aqualung em seu comentário.
"A única razão de as pessoas odiarem tanto o jogo é que eles não têm a mínima ideia do que fazer".










