Notícias na Santa Ifigênia

Listando: 861 à 865 de 1316
Dica: Saiba como criar um disco de recuperação do Windows 8

Ferramenta pode ajudá-lo a salvar um PC após um desastre, como uma grave infecção por malware. Basta seguir estas dicas simples.

É sempre bom ter em mãos um disco de recuperação de sua máquina, para que em caso de “desastre” com o sistema (como uma grave infecção por malware) ela possa ser restaurada ao estado de fábrica. Antigamente estes discos (CDs ou DVDs) vinham com a máquina, mas hoje em dia, mesmo em máquinas com drive óptico, os fabricantes preferem economizar e não os incluem mais.

Felizmente é muito fácil criar um disco de recuperação no Windows 8. Pra começo de conversa, ele pode não ser necessário: o sistema inclui dois novos recursos muito úteis, o Atualizar PC sem afetar os arquivos (Refresh), e o Remover tudo e reinstalar o Windows (Reset). Para acessá-los tecle Windows+C na Tela Iniciar e clique em Configurações / Mudar Configurações do Computador / Geral.

O primeiro “reinstala” o Windows mas preserva os seus programas, configurações e dados, e é uma boa forma de lidar com um sistema que não está se comportando como deveria. Já o segundo “zera” a máquina e a devolve à configuração de fábrica, uma medida drástica o equivalente a formatar o HD e instalar o sistema “do zero”. Nenhuma destas opções requer um disco especial.

Mas e se o sistema não dá boot? É nesse caso que um disco de recuperação vem a calhar. Para criá-lo você vai precisar de um pendrive (recomendamos um de 8 GB ou maior) ou DVDs virgens. Siga estes passos.

1. Na tela iniciar digite “recupera”

2. Clique no item Configurações no painel à direita e, entre os resultados que surgirem na tela, clique em Criar uma unidade de recuperação. Se uma janela aparecer perguntando se você quer permitir que o programa faça alterações em seu computador, clique em Sim.

3. Marque a opção Copiar a partição de recuperação do computador para a unidade de recuperação, se ela não estiver desabilitada. Sem isso você terá um pendrive com ferramentas básicas para reparar o sistema, mas não terá a capacidade de fazer uma reinstalação. Clique em Avançar.

4. A ferramenta lhe dirá quanto espaço é necessário. Por padrão ela cria um pendrive “bootável”, mas se você não inserir um e sua máquina tiver um drive óptico você verá a opção Crie um disco de reparação do sistema com um CD ou DVD.

5. Insira um pendrive com capacidade suficiente, selecione-o na tela seguinte e clique em Avançar. Um aviso irá lembrá-lo de que todos os arquivos no pendrive serão excluídos. Clique em Criar.

Quando o processo terminar basta rotular o pendrive (ou discos) e guardá-lo em um local seguro até que sejam necessários. Se o pior acontecer, você estará preparado: basta iniciar o computador com o pendrive plugado.

(Fonte: Rick Broida, PCWorld EUA) - 17/06/2013
AMD anuncia processador de 8 núcleos e velocidade de 5 GHz

AMD FX-9590 é voltado a gamers e entusiastas, e vem “destravado” de fábrica, o que facilita o overclock, diz a empresa
A AMD anunciou o lançamento do AMD FX-9590, o primeiro processador de 5 GHz para computadores pessoais. Equipado com oito núcleos o chip (e seu “irmão menor”, o FX-9370 de 4.7 GHz) é baseado na mais recente arquitetura da AMD, batizada de “Piledriver”, que permite frequências de operação (clock) mais altas. Ele também vem “destravado”, o que significa que os usuários são livres para tentar elevar a frequência ainda mais (processo conhecido como “overclocking”), embora sob risco de superaquecer o chip.

A AMD não disse quanto o novo chip irá custar, mas seus processadores “premium” tendem a custar várias centenas de dólares. Inicialmente os consumidores não poderão comprar o chip diretamente: a AMD irá oferecê-lo apenas a integradores de sistemas como a Maingear, que irão utilizá-lo em seus próprios PCs de alto desempenho.

O chip foi anunciado durante a E3, uma das principais feiras sobre games em todo o mundo. Em anos recentes o PC tem ficado em segundo plano na feira em relação aos consoles da Microsoft e Sony, mas os desenvolvedores dos jogos mais populares geralmente incluem o PC como uma de suas plataformas, aproveitando o maior poder de processamento para produzir jogos com níveis ainda maiores de realismo gráfico. A AMD lançou recentemente uma “estratégia unificada para jogos” para aproximar consoles e PCs, incentivando os desenvolvedores a criar jogos usando uma base de código comum.

5 GHz pode parece um bom número, mas já há algum tempo a Intel e a própria AMD vem se concentrando mais no paralelismo (adicionando mais núcleos a um chip), gerenciamento de energia e desempenho da GPU integrada aos chips do que no clock. A AMD, por exemplo, focou especificamente no desempenho gráfico ao lançar seus novos processadores nas famílias A10, A8 e A6 no início deste mês. E em geral os gamers fiéis ao PC se importam mais com os gráficos do que com o clock do processador.

Overclockers e gamers são o público alvo

O FX-9590 também é voltado aos “overclockers”, um pequeno nicho de entusiastas do PC que, usando técnicas que incluem refrigeração com nitrogênio líquido e outros meios exóticos, visam resfriar ao máximo os processadores para que possam ser configurados para operar a frequências muito mais altas do que aquelas para as quais foram originalmente desenvolvidos, elevando assim seu desempenho.

Normalmente o overclock de um processador não só invalida sua garantia, já que ele está sendo forçado a operar fora dos parâmetros para os quais foi projetado, como também traz o risco de “queimar” o chip caso seja realizado de forma inadequada. Alguns fabricantes de placas-mãe incluem em seus produtos utilitários que permitem um overclock “seguro” do processador, embora os ganhos sejam pequenos.

Mas o anúncio da AMD tem pouco significado em um mercado onde a Intel concentra a maior parte das vendas. “A Intel tem o mercado comercial de PCs firmemente sob seu controle, então resta à AMD competir diretamente entre os consumidores”, disse via e-mail Pat Moorhead, analista principal da Moor Insights.

Ou seja, o processador de 5 GHz da AMD venceu uma corrida com a qual ninguém realmente se importa.


(Fonte: Mark Hachman, PCWorld EUA) - 17/06/2013
Para geração Y, dominar tecnologia é mais importante que saber línguas, diz pesquisa

Não é saber falar várias línguas nem dominar a matemática ou a ciência nem ler livros. Tampouco importa tanto assim a conjuntura econômica.

É na tecnologia que a nova geração de adultos do planeta vê o fator determinante para seu sucesso, segundo pesquisa conduzida pela Telefónica e pelo jornal britânico "Financial Times".

Feito pela internet, o levantamento teve como foco a faixa etária de 18 a 30 anos, usualmente rotulada de "geração Y" ou "geração do milênio". Foram entrevistadas mais de 12 mil pessoas em 27 países, inclusive o Brasil.

Quando convidados a apontar qual o fator mais importante para seu sucesso, 36% deles responderam que é a tecnologia, parcela maior do que a que elegeu a economia (20%). Depois vieram línguas estrangeiras (13%), ciência (12%), matemática (4%) e literatura (3%).

A pesquisa mostrou ainda que a geração Y da América Latina fica conectada em média 7 horas por dia, número semelhante ao dos EUA e superior ao da Europa (5 horas).

"Estar on-line ou off-line é cada vez mais uma distinção sem significado", afirmou o americano Alec Ross, que atuou como conselheiro digital na primeira campanha presidencial e depois foi chamado por Hillary Clinton para trabalhar no Departamento de Estado.

Ross sugere aos executivos que convidem funcionários da geração do milênio para reuniões de cúpula da empresa, apressando o que seria o plano tradicional de carreira. "O mundo não está mudando; o mundo já mudou", disse. "Eles veem o mundo com olhos ligeiramente diferentes dos meus [Ross tem 41 anos] e também do de vocês [executivos]."

"A geração do milênio fala a linguagem digital sem sotaque", afirmou o presidente da Telefónica na América Latina, Santiago Fernández Valbuena.

Em seu recorte brasileiro, a pesquisa identificou sinais de que o nível de confiança aqui é superior ao de outros lugares do mundo. Um desses indícios: 58% dos entrevistados brasileiros disseram estar otimistas em relação ao seu futuro, bem acima da média mundial, de 32%.




(Fonte: DE SÃO PAULO) - 09/06/2013
Escavação buscará game perdido de Atari sobre ET, o Extraterrestre.

Cartuchos do jogo, baseado no filme de 1982, teriam sido enterrados após game ter fracasso de crítica e público.
Uma produtora de games confirmou à BBC que promoverá escavações em um antigo aterro sanitário no Estado do Novo México, no sul dos Estados Unidos, em busca de cartuchos de um jogo do videogame Atari baseado no filme "ET - o Extraterrestre" (1982).

A empresa Fuel Entertainment conseguiu permissão da cidade de Alamogordo para realizar as buscas e finaliza agora a obtenção dos recursos necessários para a operação.

Lançado no Natal de 1982 para o console Atari 2600, o jogo "ET, the Extra-Terrestrial" foi um dos primeiros a ser baseados em um filme, e a empresa apostava no sucesso da produção dirigida por Steven Spielberg para impulsionar as vendas. Mas o jogo foi um retumbante fracasso.

Muitas pessoas devolveram os cartuchos, e as críticas foram muito ruins, causando grandes perdas financeiras à Atari. Pouco depois, a indústria de videogames como um todo passou por uma crise à medida que os jogos de computador começaram a se popularizar.

Lenda urbana

Após o fracasso do game, acredita-se que a Atari tenha despejado milhões de cartuchos deste jogo no aterro sanitário de Alamogordo, numa área que foi posteriormente coberta por concreto.

A Fuel Entertainment, que tem escritórios no Canadá e em Los Angeles, tem seis meses para conduzir a busca.

"ET foi um dos primeiros videogames baseados em uma licença de filme, e um dos primeiros e mais intensos exemplos de badalação excessiva em entretenimento digital", diz Mike Burns, presidente da Fuel Entertainment.

"Com a aprovação da cidade de Alamogordo para explorar o local, estamos avançando no processo de preparação e planejamento", acrescenta.

A Atari nunca confirmou se de fato despejou os cartuchos do jogo ET no local. Na época, os jornalistas foram mantidos longe do aterro sanitário quando diversos caminhões da empresa chegaram de sua fábrica na cidade de El Paso, no Texas.

Joe Lewandowski, morador de Alamogordo que trabalhava no aterro sanitário na época, disse ao jornal Alamogordo Daily News que viu "jogos e outros pequenos objetos da Atari" sendo despejados e depois enterrados sob concreto.

Mas Burns, da Fuel Entertainment, admite que existe a possibilidade de que a busca não tenha resultados. "Nós não sabemos exatamente o que vamos encontrar, mas é certo que será interessante", diz.

Jogo difícil

Mas por que o jogo ET foi considerado tão ruim?

Nele, o objetivo é fazer com que o ET encontre as peças de um telefone para poder "ligar para casa" e ser buscado por uma nave espacial, como ocorre no filme.

O personagem tem que evitar cair em armadilhas e ser capturado por um cientista e um agente do FBI que o estão perseguindo.

Num vídeo do YouTube, um usuário chamado Aqualung diz que o jogo foi um fracasso por ser muito complicado e por conter armadilhas demais.

"Parece ser um jogo decente no papel, mas é impossível acompanhar sem as instruções", diz Aqualung em seu comentário.

"A única razão de as pessoas odiarem tanto o jogo é que eles não têm a mínima ideia do que fazer".





(Fonte: Da BBC) - 09/06/2013
Baixo apelo do 3D em TVs faz fabricantes apostarem em apps e serviços de internet


Eventos esportivos, como a Copa das Confederações, que acontece em junho, a Copa do Mundo, em 2014, e a Olimpíada, em 2016, são incentivos poderosos para quem pensa em comprar uma nova televisão.

Escolher o modelo certo é cada vez mais difícil. Faz tempo que a TV deixou de ser um eletrônico passivo, usado para sintonizar canais abertos ou por assinatura.

ESPECIAL SMART TVS

Como a alta qualidade de imagem se tornou padrão e o 3D alardeado como revolução não vingou, a solução encontrada pelos fabricantes para justificar a compra de uma televisão está no recurso que permite conectar o aparelho à internet para acessar redes sociais e receber conteúdos on-line, diretamente na TV, sem a necessidade de um computador, smartphone ou tablet.

Os primeiros televisores inteligentes (ou smart TVs), chegaram ao Brasil em 2011 e não empolgaram. Havia poucas opções de aparelhos e era baixa a oferta de conteúdo.

O cenário mudou em 2013, quando os principais fabricantes --Samsung, LG, Sony, Panasonic e Philips-- começaram a oferecer TVs inteligentes a partir de R$ 1.100.

O tamanho varia. Há TVs básicas de 32 polegadas e gigantes de 84 polegadas, vendidas por até R$ 100 mil.

Segundo a consultoria Gfk, no primeiro trimestre deste ano, o mercado de smart TVs representou 30% das vendas.

No mesmo período de 2012, o número era cerca de 15%.

"A proximidade dos eventos esportivos no Brasil deve elevar ainda mais as vendas", diz Carlos Clur, diretor do Grupo Eletrolar.

Para adicionar funções ao televisor, as empresas criaram plataformas inspiradas no universo dos smartphones.

As televisões inteligentes saem de fábrica com aplicativos para que o usuário acesse e compartilhe conteúdo em redes sociais, se divirta com jogos e até mesmo realize consultas a contas bancárias.

Há ainda aplicativos para monitorar o trânsito, receitas culinárias, exercícios físicos, entre outros. Cada um representado por um ícone na tela.

Todos os modelos permitem gravar a programação da TV aberta em pen drive ou HD externo, para ver quando for conveniente.

Além disso, pela porta USB é possível reproduzir vídeos, fotos e arquivos de música.

A compatibilidade varia de acordo com a plataforma, e alguns modelos podem reproduzir arquivos armazenados em computadores ligados à rede doméstica.

Conectada à internet, a televisão passa a desempenhar novo papel na vida do telespectador. A transmissão de vídeo em tempo real, sem a necessidade de baixar o conteúdo, é a principal função acessada por quem compra uma TV conectada.

RUÍDO

Entretanto, o conceito de TV inteligente ainda enfrenta ruídos no mercado.

"Não se trata apenas de uma TV com acesso à internet. Para isso, os consumidores têm à disposição ferramentas mais adequadas, como os smartphones", diz Luís Bianchi, gerente de smart TV da Philips TV/TP Vision.

"Quem senta em frente à TV espera encontrar oferta de conteúdo para ver quando quiser", afirma.

SAMSUNG

Renovou o desenho da plataforma e aperfeiçoou a tecnologia que permite navegar entre menus com comandos de voz e gestos com a mão. Nos próximos meses, chegarão ao mercado TVs com plataformas de smart TV com a versão de 2012 e com a mais atual.

LG

Tem mais de 800 apps --pouco mais de 100 oferecem conteúdo em português. Há uma área em destaque para serviços como Netflix, YouTube, Band, MTV, Saraiva Digital e NetMovies. Tem opção de reconhecimento por voz, que exige um controle especial.

SONY

Na nova plataforma, a Sony Entertainment Network, é possível usar o mesmo cadastro usado na PSN, a rede on-line do PlayStation. Também há jogos e notícias oferecidos pela Opera, conhecida pelo navegador web. Destaque para o conteúdo exclusivo, como L! TV (Lance TV), de esportes, e Clube DX, infantil.

PANASONIC

Há ícones grandes e uma loja de aplicativos, mas no Brasil há poucos apps. O Skype está disponível, mas requer câmera e microfone. A empresa apresentou uma nova versão da plataforma programada para os modelos da linha 2013. A nova versão deverá oferecer sistema que reconhece o rosto do usuário e oferece conteúdo personalizado.

PHILIPS

Traz apps para vídeos, portais de notícias, previsão do tempo, redes sociais e rádios on-line. O Skype está disponível, mas requer câmera e microfone. O diferencial é que o usuário não precisa instalar aplicativos na TV. A empresa oferece um sistema que armazena os programas na nuvem; basta clicar e assistir.

OUTRAS

Semp Toshiba, Sharp e AOC também oferecem televisores capazes de se conectar à internet com versões mais simplificadas e sem plataforma relevante.


STA - noticia 2
------------

http://www1.folha.uol.com.br/tec/2013/05/1285132-analise-xbox-one-e-mais-central-multimidia-do-que-videogame.shtml

Análise: Xbox One é mais central multimídia do que videogame

ALEXANDRE ORRICO ENVIADO ESPECIAL A REDMOND (EUA)

A Microsoft e a Sony estão em guerra, há pelo menos uma década, por uma posição de liderança no mundo dos videogames.

Mas a apresentação do Xbox One, novo console da empresa norte-americana, deu indícios de que a batalha da oitava geração será menos direta do que as anteriores.

Durante o evento, que ocorreu na semana passada em Redmond, nos EUA, a empresa fundada por Bill Gates reposicionou suas tropas: com o novo Xbox, a intenção agora é dominar a sala de estar e atrair também quem tem interesse em assistir filmes, navegar na internet e ver TV.

Don Mattrick, presidente de entretenimento interativo da Microsoft, apresentou o novo dispositivo como um "sistema de entretenimento", que torna a TV mais "inteligente e social". Um "tudo em um" --daí a origem do nome, Xbox One. Mais central de mídia, menos videogame.

A concorrência com a Sony foi dividida com outras empresas que são de outro setor, como a Apple e o Google, que também têm dispositivos que funcionam como set-top boxes, caixinhas de transmissão de conteúdo que se conectam à TV.

O projeto é fundamentalmente diferente se comparado com o da Sony, que, durante a apresentação do PS4, em fevereiro, mostrou ao menos dez games novos, com funções sociais, como compartilhamento de imagens e vídeos de jogos, e demonstrações de poder de processamento.

Os gamers reagiram melhor ao evento da Sony --o valor das ações da companhia japonesa até subiu após a apresentação da Microsoft. O público ainda não digeriu a mistura de games, internet, TV e entretenimento.

Lançamento Xbox

Ambas as empresas tentam correr atrás das mudanças do mercado: em 2005 e 2006, anos de lançamento do Xbox 360 e do PS3, respectivamente, o YouTube era apenas um site recém-fundado; "Angry Birds" e seu 1,7 bilhão de downloads ainda estava para nascer, jogos de Facebook não existiam e o Netflix era só um serviço de aluguel de DVDs.

Entre os dias 10 e 13 de junho, data da feira E3, em Los Angeles, a mais importante do setor, veremos mais detalhes sobre os projetos das fabricantes, incluindo pontos até agora nebulosos sobre o Xbox One, como a suposta taxa necessária para rodar jogos usados e como funcionará a exigência de conexão periódica com a internet.

A Nintendo, que corre por fora, também deve apresentar mais detalhes sobre o console Wii U, lançado no fim do ano passado. O controle em forma de tablet ainda não caiu no gosto dos jogadores e sofre com a falta de apoio das produtoras.

O jornalista ALEXANDRE ORRICO viajou a convite da Microsoft

Listando: 865 de 1316

Anuncie

Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.