Notícias na Santa Ifigênia

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TV de 110 polegadas e resolução 4K começa a ser vendida por US$ 150 mil

O televisor de 110 polegadas e que apresenta imagens em ultra-alta definição (4K) da Samsung começou a ser vendida nesta segunda-feira (30) em alguns mercados como Coreia do Sul, China, Oriente Médio e alguns países da Europa. O valor do aparelho varia em cada um dos países onde já está sendo comercializado, mas a agência de notícias Associated Press afirma que o televisor custa US$ 150 mil na Coreia do Sul.

A TV tem 1,8 metro de altura por 2,6 metros de comprimento. Ela tem um suporte especial que lembra um cavalete, fazendo a tela parecer uma pintura, de acordo com a fabricante. Com resolução 4K, quatro vezes maior do que das TVs de alta definição Full HD vendidas atualmente.

A Samsung promete mostrar uma nova versão de sua TV gigante de ultra-alta definição com tela curva de 105 polegadas na feira Consumer Electronic Show (CES), que acontece a partir do dia 7 de janeiro em Las Vegas, nos Estados Unidos.

A demanda por TVs com resolução 4K deve aumentar em 2014, de acordo com expectativa de analistas de mercado. O motivo será o crescimento de conteúdo no formato, incluindo conteúdo por streaming do Netflix. A empresa já testa transmissão de conteúdo em 4K.

De acordo com análise do NPD nos Estados Unidos, o consumo de televisores de ultra-alta definição deve passar dos 1,3 milhão de unidades vendidas em 2013 e alcançar 23 milhões em vendas em 2017.

(Fonte: Do G1, em São Paulo) - 05/01/2014
Banda larga rápida cresce 2.166% no Brasil, mas 148 milhões não têm, diz Nielsen Ibope

Entre outubro de 2009 e outubro de 2013, o acesso residencial a conexões de internet fixas superiores a 2 Mbps saltou de cerca de 2 milhões de pessoas para 42,6 milhões no Brasil, aumento de 2.166%, mas que ainda deixa 148,2 milhões de brasileiros (ou 78%) de fora dessa parcela.

Os dados são de um relatório divulgado pela Nielsen Ibope nesta quinta-feira (19), com base nas informações fornecidas on-line por 21.624 brasileiros em outubro último.

Conexões com entre 1,5 Mbps e 2 Mbps têm a velocidade mínima para poderem ser consideradas de banda larga pela UIT (União Internacional de Telecomunicações, braço da ONU que supervisiona a área).

Segundo o estudo, chamado NetSpeed Report, entre o ano passado e este, o acesso residencial à internet com mais de 2 Mbps aumentou 30,1%. O de pessoas que reside em casas com conexão de entre 0,5 Mbps e 2 Mbps cresceu 5,5% (para 27,6 milhões), e conexões inferiores a 0,5 Mbps caíram 29,4%, para 5,7 milhões.

Segundo dados do IBGE do ano passado, 86 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais sequer usam a internet, seja em casa, em lan house ou no trabalho.

O PNBL (Programa Nacional de Banda Larga), iniciativa do governo federal, prevê que todos os municípios brasileiros disponham de conexão superior a 1 Mbps vendida a até R$ 35 por mês. À Folha, o gerente de banda larga do Ministério das Comunicações disse em novembro que essa velocidade é insatisfatória.

Iniciativas para a ampliação do acesso em lugares isolados vêm sendo testadas no Brasil pelo governo federal e, no ano que vem, também o serão pelo Google.

Um estudo desenvolvido pela Cisco em parceria com o IDC, divulgado em outubro, diz que o acesso à banda larga móvel (3G e 4G) vem crescendo em importância no país.

Segundo a ONU, há 4,3 bilhões de pessoas que não usam a internet no mundo (61,2% da população mundial).

Reinaldo Canato - 2.fev.13/Folhapress



Pessoas usam o computador durante a Campus Party; 148,2 milhões de brasileiros não têm acesso à banda larga rápida em casa

(Fonte: DE SÃO PAULO) - 30/12/2013
Montadoras usam impressora 3D para fazer carros conceitos

As impressoras 3D estão agilizando o processo de criação de carros conceitos, "imprimindo" quase que imediatamente componentes de plástico que levariam semanas para serem confeccionados em autopeças.

A Ford, por exemplo, comemora a produção de 500 mil peças utilizando a tecnologia. O desenvolvimento da cobertura do motor do novo Mustang é um dos casos mais recente.

Segundo a marca, usando os métodos tradicionais, um engenheiro criaria o modelo computacional de um coletor de admissão – a parte mais complicada de um motor – e teria de esperar quatro meses pela produção de um protótipo, ao custo de US$ 500 mil (quase R$ 1,2 milhão). Com a impressão 3D, a mesma peça é feita em quatro dias, por US$ 3 mil (R$ 7.110).

A impressão 3D trabalha comumente com a superposição de finas camadas de plástico, juntando-as para criar a peça final tridimensional.



O protótipo do novo Chevrolet Malibu norte-americano também seguiu o conceito.

A maior contribuição do equipamento para a indústria é que ele elimina a necessidade de ferramental especial ou moldes específicos para partes que podem ser modificadas no decorrer da concepção do projeto.

A tecnologia também permite aos engenheiros experimentar desenhos mais radicais, de forma mais econômica e rápida.

Já montar carros em grande volumes utilizando a tecnologia ainda não é possível "Hoje, a impressão 3D não é veloz o suficiente para ser utilizada na produção em massa ", diz Harold Sears, especialista técnico de manufatura da Ford.

Mesmo assim é aplicada em automóveis de nicho ou artesanais.

O próximo passo inclui a possibilidade de "impressão" de peças em metal.

"A velocidade dessas tecnologias vem crescendo e a variedade de materiais também, o que nos leva a acreditar que a impressão 3D representará uma grande oportunidade para a manufatura em geral", diz Sears.

(Fonte: FELIPE NÓBREGA DE SÃO PAULO) - 30/12/2013
Com atualização, Google Glass ganha opção de fotografar só com piscar de olhos

Até ontem, os usuários dos óculos vestíveis do Google precisavam tocar o aparelho ou verbalizar um comando específico para que uma foto fosse tirada. Agora basta uma piscadela para capturar uma cena com o Glass.

O Google liberou na terça-feira (17) uma atualização para o sistema operacional do Glass que adiciona o recurso polêmico ao vestível, que já levantou inúmeras questões sobre privacidade desde que foi anunciado.

A possibilidade de fotografar apenas com o piscar de olhos já estava ao alcance dos usuários que baixassem para o Glass um aplicativo chamado Winky, mas o Google trouxe agora uma solução oficial para seus óculos.

Num anúncio feito na rede social Google+, a equipe do Glass sugeriu outros usos para o recurso. "Imagine um dia em que você só pisque para o taxímetro para pagar uma corrida de táxi", escreveu.

"[Um dia] Em que você pisque para um par de sapatos numa vitrine e o seu tamanho é entregue na porta de casa. Em que você pisque para uma receita num livro e as instruções apareçam à sua frente."

MAIS RECURSOS

Com a atualização, o Glass ganhou ainda "tela de bloqueio", como em smartphones, upload de vídeos no YouTube e suporte completo para o serviço de mensagens do Google, o Hangouts --antes, apenas chamadas de vídeo eram permitidas.

Usuários do iOS, sistema operacional da Apple, agora também têm à disposição o MyGlass, app que permite controlar algumas funcionalidades do Glass pelo smartphone.

(Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO) - 22/12/2013
Wii U pode ser boa compra pelo melhor Super Mario em anos

Já tenho o novo PlayStation 4, da Sony, e o ainda mais novo Xbox One, da Microsoft, conectados ao meu televisor, mas passei o final de semana conectado ao Wii U, da Nintendo.

Parece o começo de uma piada muito ruim sobre videogames. Um ano depois de lançado, o console que sucedeu o Wii está beirando uma reputação equivalente à do Zune, o malfadado tocador de MP3 da Microsoft.

As vendas do Wii U, especialmente se contrastadas ao predecessor Wii, que registrou vendas superiores a 100 milhões de unidades, vêm sendo inacreditavelmente medíocres. O console até que estreou bem, com três milhões de unidades vendidas em 2012. Desde então, porém, o entusiasmo que pudesse existir quanto a ele parece ter sido sequestrado e encarcerado, para tomar de empréstimo um pouco da fantasia que caracteriza a Nintendo, em um castelo do Reino do Cogumelo.

Nos primeiros nove meses do ano, a Nintendo vendeu menos de um milhão de unidades do Wii U. O modelo novo perdeu em vendas para o velho Wii, que está há sete anos no mercado, no segundo trimestre.

Mas o Wii U também é o único console novo a contar com um videogame digno de ser jogado. O "Super Mario 3D World", lançado em novembro, é o melhor jogo da série "Mario" em anos.

Se você vive em um dos cerca de dois milhões de domicílios que já têm um console novinho --o número é difícil de determinar, em parte porque é difícil descobrir quantos do milhão de consoles PlayStation 4 e Xbox One que a Microsoft e Sony dizem cada qual ter vendido nas primeiras 24 horas de lançamento, nos últimos 10 dias foram comprados por pessoas que adquiriram os dois modelos simultaneamente--, já deve ter descoberto que consoles novos, com raras exceções, não chegam acompanhados por jogos especialmente empolgantes.

A Nintendo contrariou muitas vezes a norma de "console novo, jogos medíocres", que há muito se aplica no mercado de videogames, o que só agrava a frustração dos compradores do Wii U.

A companhia criou reputação em 1985 com o Nintendo Entertainment System, um console que vinha acompanhado pelo "Super Mario Bros.", um dos melhores videogames de todos os tempos.

No caso do Nintendo 64, um dos primeiros títulos foi o "Super Mario 64", que os jogadores encaram com grande reverência. O título levou o encanador italiano que não se cansa de pular ao mundo tridimensional pela primeira vez, e inspirou os criadores dos jogos open-world da série "Grand Theft Auto" e muitos outros projetistas de videogames. E, claro, o primeiro Wii vinha acompanhado pelo "Wii Sports", um dos melhores títulos para aquele sistema, e ainda hoje o melhor uso prático dos controladores por sensores de movimento.

Agora, com "Super Mario 3D World", a Nintendo por fim criou para o Wii U o tipo de jogo que os gamers esperavam desde o começo. Como os melhores títulos da série "Mario", o "Super

Mario 3D World" é uma celebração surrealista da diversão e do espírito de descoberta. É uma exibição deslumbrante de mudança de ponto de vista e de uso inventivo da luz e sombra.

Os jogos da série "Mario" nos acompanham há tempo suficiente para sua estranheza fundamental esteja perdendo a força. Não fica especialmente claro o motivo para que Mario - ou Luigi, Toad e a princesa Peach - recolham estrelas verdes, quebrem tijolos e subam em postes.

Nem está claro por que, no mais proeminente dos truques novos do título recém-lançado, os personagens podem usar um sino e se transformar em gatos. Ou porque comer cerejas faz com que surjam dublês do personagem que as come, ou porque eles deslizam em trapézios, usam patins gigantes ou escalam cubos de pedra que estão despencando sobre um lago de fogo.

Ou porque o vilão Bowser, em sua mais recente encarnação, é o líder de uma espécie de circo da era disco.

Nesses jogos, explicações nunca importam. Exceto, talvez, para jogadores que acompanham a série há quase 30 anos e conhecem a história básica: Peach foi raptada ritualmente por Bowser, e resgatada por Mario, mais vezes do que o Batman lutou contra o Coringa.

Em um jogo da série "Mario", tomar o controle de Peach, agora capaz de lutar por conta própria, e permitir que ela derrote seu eterno inimigo é um ato de vingança semelhante aos praticados, com violência muito mais realista, por personagens como Beatrix Kiddo, em "Kill Bill", ou Lisbeth Salander em "Os Homens que Odiavam as Mulheres".

Um grande jogo não basta para salvar um console. Há outros bons títulos para o Wii U, mas o acervo ainda é muito limitado, especialmente se comparado ao do portátil Nintendo 3DS, que já vendeu mais de 35 milhões de unidades em todo o mundo em seus dois anos e meio de mercado, 11 milhões das quais nos Estados Unidos.

Se o Wii U é seu único console, você não poderá jogar os demais grandes títulos do ano, entre os quais "Grand Theft Auto 5", "BioShock Infinite", "Ni no Kuni: Wrath of the White Witch", "The Last of Us" e "Gone Home". Para jogar todos eles, seria preciso pelo menos duas outras máquinas.



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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.