Notícias na Santa Ifigênia

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Venda de ingressos para Brasil Game Show 2014 começa em março

A venda de ingressos para a sétima edição da feira Brasil Game Show (BGS) começa no dia 12 de março e será exclusiva, em sua primeira semana, para os visitantes do ano passado, conforme divulgou a organização do evento nesta segunda-feira (17).

A BGS está marcada para acontecer entre os dias 8 e 12 de outubro de 2014, sendo seu encerramento no Dia das Crianças. Os valores dos pacotes, que serão vendidos no site oficial da BGS, ainda não foram divulgados.

Neste ano, a feira aumenta seu tamanho e vai ocupar cinco pavilhões do Expo Center Norte, em São Paulo. Segundo a organização, "os corredores da feira também estarão mais amplos e os gamers poderão conferir um número recorde de empresas expositoras".

A feira terá games das empresas Sony, Electronic Arts, Activision, Warner Bros., entre outras, que trarão novidades de games para a atual e nova geração para que os fãs brasileiros possam testar. Para esta edição, espera-se que a Nintendo, já com o Wii U lançado no Brasil, retorne com seus games.

(Fonte: Do G1 em São Paulo) - 17/02/2014
Electronic Arts anuncia game oficial da Copa 2014 para PS3 e Xbox 360

A Electronic Arts anunciou nesta quinta-feira (6) que o game oficial da Copa do Mundo 2014 será lançado para PlayStation 3 e Xbox 360 no dia 24 de abril. A empresa não confirmou se o PS4 e o Xbox One, videogames de nova geração, receberão uma versão do jogo. Assista ao lado o primeiro vídeo.

"Copa do Mundo Fifa Brasil 2014" terá as 203 seleções que participaram das eliminatórias para o mundial e permitirá, assim como em edições passadas, que o jogador escolha uma equipe nacional e tente classificá-la para o torneio. Também será possível reviver (ou recriar) mais de 60 situações reais das qualificatórias para a Copa no modo de cenários.

A EA promete que o game da Copa 2014 terá inovações e melhorias técnicas em relação a "Fifa 14", última edição da série de jogos de futebol da empresa. De acordo com a desenvolvedora, cerca de 100 novas animações foram incluídas, além de um novo sistema de controle para dribles e a habilidade de acelerar, desacelerar e mudar rapidamente a direção dos movimentos dos atletas virtuais.

O game "Copa do Mundo Fifa Brasil 2014" trará ainda todos os 12 estádios brasileiros que serão usados no torneio. Totalmente localizado em português, o game tem a narração de Tiago Leifert e comentários de Caio Ribeiro, da TV Globo. A dupla gravou novas falas para o game.

O último game baseado na Copa do Mundo foi "2010 FIFA World Cup South Africa" e trazia todas as seleções que participaram do mundial, além de permitir que equipes que não estavam no mundial pudessem participar virtualmente. A Electronic Arts possui a licença para games da Copa desde 1997.


Estádio Beira Rio, do Internacional, retratado no game oficial da Copa do Mundo 2014 (Foto: Divulgação/Electronic Arts)


Cena do modo de treino do jogo oficial da Copa 2014 (Foto: Divulgação/Electronic Arts)


Seleção do México em game Copa do Mundo Fifa Brasil 2014 (Foto: Divulgação/Electronic Arts)

(Fonte: Do G1 em São Paulo) - 09/02/2014
Com Kindle, Amazon inicia venda on-line de produtos físicos no Brasil

Depois de ter chegado ao Brasil há um ano e dois meses, a Amazon começará a vender produtos físicos no país. A maior varejista do comércio eletrônico do mundo, que até então só comercializava bens digitais no país, inicia nesta sexta-feira (7) a venda on-line de seu leitor eletrônico Kindle.

"A gente está abrindo uma operação de varejo tradicional, como todo mundo conhece: com armazém, logística", disse ao G1 Alexandre Szapiro, vice-presidente da Amazon no Brasil.

A companhia que faturou US$ 74,5 bilhões no ano passado chegou ao Brasil em dezembro de 2012 vendendo apenas livros digitais. No mesmo mês, o Kindle começou a ser vendido por outras lojas, como Ponto Frio e Livraria da Vila. Em novembro, a Amazon ampliou sua operação on-line e iniciou a venda de aplicativos para o sistema Android.

Segundo Szapiro, antes de começar a venda de bens físicos, a Amazon teve que trabalhar em processos internos: criar padrões de atendimento ao consumidor, bem como estruturar processos de logística e de armazenamento dos eletrônicos. "A gente dá um passo quando achamos que estamos prontos para dá-lo", afirmou.

Lista de presentes

Além de iniciar a venda do Kindle, a empresa traz outras duas novidades. Uma delas é o pré-registro. Os consumidores que já tiverem conta na Amazon e comprarem um Kindle na loja on-line da empresa receberão o aparelho com todos seus dados e biblioteca de e-books já registrados nele.

A outra novidade é que os clientes da Amazon poderão criar listas de desejos no site da empresa no Brasil. Ou seja, os usuários poderão gravar produtos que pretendem comprar e foram vistos em outros sites. Apesar de esse ser um bom indício de que a Amazon pode estar se preparando para aumentar o número de produtos físicos no Brasil, Szapiro prefere não comentar.

Por ora, logística e armazenamento serão feitos por empresas terceirizadas, mas, segundo Szapiro, "como toda a tecnologia que está em volta de tudo aquilo que a gente aprendeu em outros mercados nos últimos 19 anos”.

Serão três os modelos de Kindle vendidos pela Amazon no Brasil. O mais básico deles custa R$ 300. Com maior tela e contraste, o novo Kindle Paperwhite sai por R$ 480. Por fim, o Paperwhite com conexão gratuita à rede de internet 3G é vendido por R$ 700. Pesando cerca de 200 gramas, todos possuem suporte à conexão Wi-Fi. O frete é gratuito.

Brasileiro gosta de ler

Agora, com a venda própria de Kindle, o Brasil se torna o primeiro país da América Latina onde a Amazon possui operação varejista de bens físicos. No México, a empresa norte-americana opera apenas com livros virtuais. Isso quer dizer que a trajetória de maior varejista do mundo foi construída pela Amazon com presença em apenas em 12 países (Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão, França, Canadá, China, Itália, Espanha, índia e Austrália).

Desde que chegou ao país, a Amazon ampliou seu portfólio de livros digitais de 13 mil para 28 mil títulos. Caso o consumidor não tenha um Kindle, é possível ler os livros comprados na Amazon por meio do aplicativo gratuito Kindle, disponível para smartphones, tablets e computadores.

Apesar de não mencionar quantos e-books ou Kindles foram vendidos, Szapiro diz estar muito otimista. "O Brasileiro é apaixonado pela leitura, quem lê realmente adora ler".

"Quando a gente vai a áreas remotas do Brasil, a gente sabe de casos de leitores que têm de pegar o carro e percorrer 150 km para chegar ao primeiro local onde tem livraria".

Marco Civil transformaria internet em TV a cabo, dizem ativistas

A internet sem neutralidade funcionaria de forma similar a uma TV a cabo, na qual o pacote de programação comprado filtra o que pode ou não ser visto. É assim que ativistas da internet livre explicam a existência de uma rede com acesso controlado, formato que pode passar a existir no país com a aprovação do Marco Civil da Internet, em pauta no Congresso Nacional. O tema, que é um dos impasses para a aprovação do projeto, foi debatido hoje (31) no quinto dia da Campus Party.

"A neutralidade da rede é o princípio que preserva a essência do que é a internet. Questões políticas, culturais, religiosas, financeiras não podem fazer com que determinado tráfego seja privilegiado em detrimento de outro. Todos são iguais perante a rede", defendeu Carlos Affonso Pereira de Souza, doutor em Direito Civil e diretor do Instituto de Tecnologia e Sociedade.

O publicitário João Carlos Caribé, ativista pela inclusão digital, avalia que, caso não seja garantida a neutralidade da internet, estará sendo criado algo diferente, que não é a internet como conhecemos. "É um princípio basilar. Vamos ter outra coisa, uma rede privada", declarou. Eles apostam na internet como uma plataforma de propósito geral, de acesso e produção livre a todo usuário.

Carlos Affonso acredita que a inovação na rede pode ser uma das características da internet mais afetadas com a limitação. "Gera-se uma barreira econômica para que novos empreendimentos possam se estabelecer. Estamos cada vez mais empurrados para um quartinho murado na internet", comparou. Ele explica que, em um quadro de ausência de neutralidade, somente empresas estabelecidas teriam uma condições de pagar aos provedores para trafegar com maior velocidade.

De acordo com os ativistas, os provedores iriam atuar como porteiros do que pode ou não ser visto na internet. Daí a similaridade com a TV a Cabo. A cada faixa de plano de internet, o usuário acessaria determinado tipo de conteúdo, como redes sociais, ouvir músicas, utilizar e-mail, buscador, entre outros. Empresários do setor, por outro lado, criticam a possibilidade do item prejudicar os negócios e inviabilizar a venda de pacotes por diferentes velocidades.

Caribé lembra que a internet livre proporciona um debate aberto e amplo da sociedade, sem precisar de intermediários. "Isso é uma ameaça para o poder político, financeiro, para a indústria cultural", destacou. Durante o debate, lembrou-se muitas páginas de divulgação dos protestos de junho no país foram apagadas das redes sociais.

(Fonte: terra) - 03/02/2014
Com preço acessível, uso de drone civil cresce, mas exige cautela

Os drones, ou Vants (veículos aéreos não tripulados), estão crescendo em popularidade não só entre forças armadas, mas também entre pessoas comuns. Seu uso, contudo, exige cuidados semelhantes ao do aeromodelismo para acidentes serem evitados, segundo profissionais que usam a ferramenta.

"Tem muita gente comprando drones hoje e que acaba fazendo coisas perigosas, como voar sobre pessoas", diz Eric Bergeric, diretor da empresa idrone.tv, que faz filmagens aéreas com veículos que ele mesmo constrói. "Imagina se um equipamento de 5 kg cai na cabeça de alguém. É um perigo", diz.

O fotógrafo diz que resolveu fabricar seus próprios drones para contornar o alto custo do aluguel de helicópteros tripulados para fazer imagens de vista superior. O preço total dos componentes de um dos veículos que criou, contudo, não é baixo: cerca de R$ 15 mil.

Luis Neto, dono da produtora GoCam, usa drones comprados prontos, como o S800, da Dji Innovations (R$ 4.900). É aeromodelista por hobby e diz que um dos caminhos para começar a pilotar um drone com menos risco é fazer um curso de aeromodelismo em um clube, mas que também é possível aprender por conta própria.

"É preciso ter bastante prática e prestar atenção a detalhes como a carga da bateria e peculiaridades do local."

Nos protestos da semana passada, Neto foi o responsável pelas imagens aéreas feitas por drones para a Folha.

Em uma estimativa conservadora, um levantamento feito pelo site G1 em março concluiu que há, pelo menos, 200 drones voando no país.

Basta fazer uma busca em um site de compras brasileiro para encontrar diversos modelos completos, cujos valores variam de cerca de R$ 400 a R$ 15 mil, e kits ou peças para fabricação própria.

Um dos modelos mais populares, o AR.Drone, da francesa Parrot, custa R$ 1.500 no Brasil. Seu sucessor, o AR.Drone 2.0, é comercializado nos EUA por US$ 300 (cerca de R$ 680).


(Fonte: YURI GONZAGA DE SÃO PAULO) - 03/02/2014
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

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