Notícias na Santa Ifigênia

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Continuity é o futuro da Apple: o aparelho certo no espaço certo.

Um aparelho da Apple pode contar muitas histórias. Uma pessoa pode pegar um iPhone e ver um extraordinário dispositivo para comunicação. Outra pode ver uma câmera de bolso perfeita. Mas não importa se você o usa para atividades criativas, para consumir conteúdo ou se mistura ambos, sempre tem de fazer concessões.

Escrevemos e-mails em nossos iPhones porque é conveniente não ter de abrir o notebook, mesmo em locais onde este notebook está facilmente acessível. Arrastamos computadores conosco em aviões porque precisamos dos dados, mesmo que não precisemos das máquinas. Abrimos mão da melhor experiência em favor de tentar fazer com que um aparelho faça tudo, não importa se ele é a ferramenta certa para o trabalho.

Faço isso constantemente. Passo 15 minutos brigando com o corretor automático de meu iPhone para conversar com um amigo, enquanto estou sentado bem em frente ao meu MacBook Air. Arrasto um computador pela casa para ler um artigo, em vez de pegar o iPad e abrir a mesma aba nele. Atualmente há algumas ferramentas que permitem uma experiência de uso entre múltiplos dispositivos, mas no fundo somos criaturas teimosas. Se não é fácil, não fazemos. Preferimos fazer concessões.

Ligando os pontos

A Apple nunca foi uma empresa que gosta de fazer concessões. Ela luta pela perfeição e pelo “simplesmente funciona”. Já vimos isso várias vezes: a empresa investe tempo para moldar e aperfeiçoar recursos e dispositivos que os seus concorrentes ignoraram ou nos quais não fizeram um bom serviço. O iPod, iTunes, iPhone, iPad, OS X, Multitarefa, Telas Retina, Swift.

Isso não quer dizer que qualquer produto ou serviço da Apple nasça completamente formado. Há várias idéias e serviços que precisam de refino para que alcancem seu verdadeiro potencial (como o iMessage). Apesar destes deslizes iniciais, o objetivo declarado da Apple sempre foi fazer as melhores experiências para os seus consumidores, para ajudar os usuários a contar as melhores histórias que podem, com as melhores ferramentas.



Mas as nossas histórias estão se expandindo. Não estamos mais presos a mesas e conexões Ethernet, estamos livres para mover nossa computação por todo o mundo. E a Apple, em parte, nos ajudou a chegar lá. O iPhone e o iPad, combinados a uma conexão celular, nos deram um novo campo a explorar.

Mas como unificamos estas histórias? Como unificamos nossas experiências no mundo afora com o trabalho que fazemos em casa? É a questão que startups e gigantes sociais vem tentando responder. É a questão que a Apple espera responder com o Continuity, um recurso do iOS 8 e do OS X Yosemite que foi anunciado durante a WWDC nesta semana.

Uma fundação para o futuro

Não estamos mais vivendo nossas vidas presos a um único dispositivo. Estamos “na nuvem”. Estamos online, dentro de nossos projetos, em nossos e-mails, vivendo neste estranho espaço entre os aparelhos. Mas como, por enquanto, nós não vivemos em um mundo sci-fi onde podemos nos comunicar diretamente e sem fios com a nuvem, precisamos de aparelhos para intermediar esta conexão.

E é aqui que a Apple brilha. Ela é a empresa que tem uma obsessão pela conexão do usuário com a tecnologia. Ela passou os últimos 30 anos tornando o computador pessoal, telefone e tablet essenciais para a construção de uma vida conectada. E pelo que parece, irá gastar os próximos 30 anos unificando estes aparelhos para lhe permitir contar sua história onde quer que você esteja, não importa o que esteja usando.

Com o Continuity, a Apple está construindo uma fundação para o futuro. Um lugar onde cada um dos seus aparelhos, atuais ou hipotéticos, poderá existir em seu próprio espaço, fazendo o que faz de melhor. É um lugar onde você pode colocar todo o seu trabalho em um iPhone ou iPad, mas porque deveria, quando em vez disso você pode trabalhar em qualquer aparelho que seja o melhor para a tarefa atual?

Vimos a Apple experimentar com isso com isso ao longo dos últimos anos, em vários espaços: projetos multiplataforma no GarageBand, Messages, AirPlay, abas no iCloud. Estes eram experimentos, os primeiros passos em um mundo hipotético onde os usuários poderiam se mover de um dispositivo para o outro dependendo da tarefa à mão, em vez de colocar tudo em um espaço só.



Mas com o o iOS 8 e OS X Yosemite, o Continuity irá transformar este mundo hipotético em realidade. Envie um artigo do iPad para o Mac, responda chamadas no computador, comece e-mail em um lugar e termine no outro.

Não sabemos ainda se o Continuity irá “simplesmente funcionar”. Demonstrações em uma palestra são uma coisa, uso ativo por milhões de usuários é outra. Vimos a empresa cambalear e cair anteriormente. Mas ela está estabelecendo a fundação para esta mudança há vários anos, e mesmo que não seja perfeita, ainda há espaço para crescer e melhorar.

A Apple fez uma promessa. O futuro da computação deve ser livre das limitações de arquivos e velocidades de processadores, de tamanhos de telas e de portabilidade. Ele deve tornar o hardware invisível e colocar o foco no trabalho que você está fazendo.

E é um futuro que a empresa pode aprimorar. É um futuro onde os números de vendas do Mac ou a popularidade do “Próximo Grande Sucesso” não importam. Em vez disso é sobre o ecossistema Apple como um todo, os usuários que se conectam a ele e as histórias que querem contar.

Se o Continuity funcionar tão bem quanto a Apple promete, estas serão algumas histórias “insanamente grandes”.

(Fonte: Serenity Caldwell, Macworld EUA) - 13/07/2014
IBM repensa arquitetura dos computadores

A IBM vai investir três bilhões de dólares em pesquisa de materiais de computação e chips nos próximos cinco anos. Subjacente está um esforço para repensar a arquitetura dos computadores não envolvendo chips de silício. O desenho baseado no silício estagnou e a capacidade de reduzir o tamanho dos chips está atingindo o seu limite. A IBM olha para o grafeno, para os nanotubos de carbono e outros materiais para substituir material nos computadores.

“A arquitetura básica dos computadores mantém-se inalterada desde os anos quarenta. Dado o tipo de problemas atuais, este é o momento para começar a procurar novas formas de computação”, diz Supratik Guha, diretor de ciências físicas na IBM Research.

A iniciativa poder abrir caminho para a consolidação de computadores quânticos e cognitivos funcionais, capazes de imitar o funcionamento cérebro humano. A IBM diz já está montando computadores quânticos e de funcionamento semelhante ao cérebro humano, sobre os quais se tem teorizado há décadas, mas que têm sido difíceis de criar.

O anúncio surge um mês depois de a Hewlett-Packard divulgar que está a repensando a arquitetura básicas dos computadores.

O objetivo da IBM será fornecer os blocos básicos de montagem para sistemas capazes processarem grandes quantidades de dados de forma mais inteligente, consumindo menos energia, explica Tom Rosamilia, vice-presidente sênior do grupo de sistemas e tecnologia na IBM. Esses computadores podem beneficiar áreas como a pesquisa sobre o câncer, a modelagem meteorológica e o fornecimento de serviços mais inteligentes de cloud computing.

Elementos aceleradores de computação, como os processadores gráficos, estão melhorando o desempenho dos computadores, no curto prazo. Mas reduzir as dimensões dos processadores baseados em silício para aumentar o seu desempenho e diminuir o consumo de energia está se tornando mais complexo, disse Rosamilia.

“Em outros momentos da história tivemos de dar saltos de uma tecnologia para outra. Se não começarmos a inventar novos chips agora, acreditamos que ninguém vai lá chegar “, afirmou.

A intenção é tentar desenvolver chips capazes de atingir escalas de nível atômico.

(Fonte: Da Redação, com IDG News Service) - 13/07/2014
Por R$ 1,3 mil, LG G2 Mini tenta atrelar custo ao benefício

O LG G2 Mini é um celular para quem busca o meio termo entre os smartphones carro-chefe que custam mais de R$ 2 mil e aqueles que não têm tantas opções, de até R$ 1 mil. Com custo inicial de R$ 1,3 mil, o celular é uma versão reduzida do grande sucesso da companhia sul-coreana e uma resposta à Samsung que lança diversos aparelhos nesta mesma faixa de preço e público que compra este tipo de aparelho pela primeira vez.

Ele deixa a desejar por não ter TV digital, como outros aparelhos que a própria LG lançou. No entanto, sua configuração com 8 GB de espaço, 1 GB de RAM, tela qHD de 4.7 polegadas e 13 megapixels em sua câmera transformam G2 Mini em um celular mediano, semelhantes a outros do mercado. Tem como diferencial o processador 1.7 GHz quad-core Tegra 4i Nvidia, uma novidade que melhora a imagem para processamento de aplicativos, e o Android 4.4 atualizado.

A qualidade de vídeo não é das melhores para assistir a filmes - nem se compara ao G2 ou G Flex, que são os premiums da companhia. A câmera é funciona bem quando há boa luminosidade no ambiente. Mas faz fotos granuladas em baixa luminosidade, mesmo com o conceito do back-side illumination para melhorar a qualidade.

O design do aparelho é muito similar ao seu “irmão maior”, o G2. Ele possui o conceito do botão único, o smart button, que fica na parte de trás, e tem um formato ondulado para facilitar o uso, como o existente no G2 e G Flex. Pode fazer fotos, desligar alarme, baixar e aumentar o volume. Segundo a LG, este botão ajuda a diminuir em 30% a possibilidade de o celular cair no chão, pois toda a atenção do usuário fica mais focada à tela.

O som do G2 mini surpreende. O aparelho possui duas caixas direcionadas na parte de baixo que podem funcionar bem para os fãs de música e rádio, pois o aparelho possui conexão para Rádio FM.

A capacidade para usar apps e rodar aplicações consegue elevar um pouco a qualidade do celular. Os aplicativos e ferramentas são os principais atrativos do LG G2 Mini. Ele possui o Knock Code, ferramenta que permite criar combinação de quatro a oito toques na tela para colocá-la em funcionamento direto na home.

Também mantém em suas bases o Guest Mode, para selecionar os aplicativos que estarão disponíveis quando outras pessoas acessam o telefone. E o Quick Remote, capaz de transformar o smartphone em um controle remoto, para aparelhos com infravermelho, como TV, DVD ou BluRay.

O celular ainda possui os apps do Google (Chrome, Gmail, Google +, Drive, Maps, Play Filmes, Play Livros, Play Games, Drive YouTube, Fotos e Hangouts), além de uma seleção própria da LG de aplicativos nacionais, de notícias, jogos e serviços.

O Centro de Comando é muito mais fácil de mexer e configurar o aparelho, se comparado a outros celulares com Android.

Conclusão

Embora a companhia sul-coreana tente atrelar a ideia do G2 Mini ao seu principal celular, o G2, ele não chega a ser um celular de primeira linha. O smartphone da LG pode servir apenas como opção para quem quer comprar seu primeiro aparelho "bom", com câmera e hardware potente.

A falta de interação com aparelhos "vestíveis" (wearables), e o fato que não possui uma TV digital - afora o valor sugerido de R$ 1,3 mil - podem afastar os consumidores. Especialmente por seus concorrentes, o S4 Mini e o Moto G (agora com 4G), estarem há mais tempo no mercado e terem um preço mais próximo do bolso brasileiro, em média R$ 800.

No entanto, o G2 Mini tem velocidade 4G e um processador muito bom, que é o diferencial para o consumidor. Não possui aquecimento, a bateria dura em média um dia a mais que seus concorrentes, e carrega mais rápido também.

Em suma, se a procura é por um primeiro smartphone "forte", mas não se deseja gastar mais de R$ 2 mil, vale testá-lo, mas é importante compará-lo com a concorrência e ver qual se alia melhor às necessidades.

Foto: Henrique Medeiros / Terra

(Fonte: Terra) - 06/07/2014
Galaxy Note Pro se destaca por tela grande e ótima resolução

Uma tela gigante de 12.2 polegadas e resolução de 2560 x 1600 pixels, com belos ângulos de visão. Esta é a característica que mais chama a atenção no Samsung Galaxy Note Pro, tablet da fabricante sul-coreana lançado no Brasil em maio. O display impecável torna o produto ideal para assistir a vídeos e filmes, navegar por fotos e fazer apresentações, sem que se enxergue nenhum pixel.

As especificações do tablet também não deixam a desejar: Android KitKat 4.4, memória RAM de 3 GB, processador quad-core de 2.3 GHz e componentes octa-core (quad 1.9 GHz + Quad 1.3 GHz), que permitem um bom desempenho, com os aplicativos rodando rapidamente. Durante os testes, jogos pesados e aplicativos regulares não tiveram problemas de velocidade.

A conexão 4G além da Wi-Fi permite fazer ligações e enviar mensagens direto do tablet, o que pode não ser tão necessário ou mesmo confortável para uma pessoa em movimento. O que vale da conexão é poder usar a web de qualquer lugar.

O Note Pro tem uma bateria de 9.500 mAh, ideal para suportar principalmente a tela, que consome a maior parte da energia. Em um uso médio, com navegação na web e uso de alguns aplicativos, a bateria durou dois dias.

O gadget ainda conta com uma câmera traseira de 8 MP e frontal de 2 MP e é capaz de gravar vídeos em Full HD. A câmera tira boas fotos e não há o que reclamar dos recursos. O único empecilho é se adaptar ao formato grande do tablet para usá-lo como câmera. Com certeza, não é o aparelho ideal para fotografar na rua.

Aplicações

Das aplicações do modelo, se destacam as voltados para o uso da caneta S Pen, como o S Note. Para quem já conhece a linha Note da Samsung, não há mudanças. O app é bastante completo, com configurações de estilos de escrita e opções de inserir imagens e mapas, por exemplo, para rabiscar e fazer anotações.

A caneta fica guardada em um buraquinho no canto direito superior do tablet e, ao tirá-la de lá, o Comando Suspenso é acionado automaticamente. Esse comando gera atalhos para anotar lembretes, fazer recortes de fotos ou páginas da web para guardar no álbum e escrever comentários na tela. Apesar de ser muito gostoso escrever com a S Pen, não dá para precisar o quão importante é o recurso. Além de anotações em apresentações e documentos e a criação de lembretes, a caneta e o conjunto de apps dela podem cair no esquecimento com o tempo de uso.

Entre outros aplicativos, como os que são padrão do Google, a Samsung adicionou apps de terceiros como Evernote para lembretes, Dropbox para armazenar arquivos na nuvem, Flipboard para leitura de conteúdo, o app do jornal NY Times e aplicativos próprios de trabalho, como o E-meeting para conferências. O Note Pro também tem a interface Magazine UX, uma segunda tela inicial que traz notícias e conteúdos, similar ao Flipboard.

Um dos destaques é a multitela, que permite ao usuário usar até quatro aplicações na mesma tela. Ao deslizar o dedo de leve do lado direito, basta arrastar os aplicativos para o meio e definir o tamanho da parte do display que deseja que eles ocupem. Um recurso bastante útil e que faz falta em outros tablets disponíveis no mercado.

Vale a pena?

O Galaxy Note Pro é um tablet com recursos e especificações ótimas, com destaque para a boa resolução da tela. Pesquisando na internet, a equipe do Terra não encontrou teclados compatíveis com o modelo que poderiam ser acoplados, mas esta seria uma boa opção para transformar o gadget em uma ferramenta mais confortável para o trabalho.


O design dele é elegante e profissional, com o acabamento de couro ecológico na traseira característico dos produtos top de linha da marca. Apesar de ser considerado leve para o seu tamanho (753 g), pode parecer um pouco pesado para quem está acostumado com tablets menores, principalmente na hora de usá-lo no colo.

No Brasil, o Samsung Galaxy Note Pro é vendido por R$ 2.899, a versão 4G com 32 GB de espaço de armazenamento. Um preço bastante pesado, mas o que a fabricante visa é um público heavy user e ligado em tecnologia, que pode utilizar o aparelho até como um substituto do computador, já que une recursos de trabalho e entretenimento. Para quem não precisa de uma tela tão grande, vale recorrer ao irmão menor do Note Pro, o Galaxy Note com tela de 10.1 polegadas. Ele tem especificações muito similares e a versão 4G oferece uma economia de R$ 600 (custa R$ 2.299).

Foto: Divulgação

(Fonte: Terra - Marina Tsutsumi) - 06/07/2014
Tablet Sony Xperia Z2 tenta disputar com iPad e Galaxy Tab

A Sony Xperia Z2 Tablet da Sony se colocou como um real competidor dos produtos Samsung Galaxy Tab e Apple iPad. Com sistema Android 4.4 Kit Kat e tela de 10.1 polegadas, o gadget é leve e uma ótima alternativa para quem procura um produto para usar conteúdo multimedia.

Ele também é uma boa opção para quem gosta de jogar em tablet. O hardware com processador quad-core 2.3 gigahertz (GHz), três gigabytes (GB) de RAM e 16 GB de espaço em disco, dá ao usuário a possibilidade de rodar jogos e filmes por um longo período (reforçado com uma bateria de 6.000 mAh) e sem travamento.

O Xperia Z2 Tablet tem como ponto alto não ter aquecimento, como acontece com alguns celulares da Sony.

O design do aparelho é uma versão melhorada do smartphone Xperia Z2. Contudo, na dimensão de 10.1 polegadas, ele é elegante e lembra muito um porta-retrato digital, em especial por ser fino e mais leve.

O fato de ser mais leve e fino, ainda melhora outra funcionalidade do tablet, a TV digital. O aparelho consegue atingir alta resolução (1920 x 1200 pixels).

Ainda assim, não se compara com a alta resolução do iPad Air com tela de retina (2048 x 1536 pixels).

Assim como o smartphone de homônimo, o Xperia Z2 é à prova d’água e de poeira. A câmera traseira decepciona um pouco, com apenas 8.1 megapixels. Já a câmera frontal de 2.2 megapixels é ótima para fazer videochamadas via Skype ou Google Hangout.

A tela principal possui a funcionalidade “Whats New” que contém jogos, vídeos e músicas com relações direta com a Sony, como clipes, trailers de filmes e músicas de artistas. Ele também inclui o já conhecido "Walkman" para tocar músicas, além de aplicações para câmera e apps do Google (Gmail, Google Play, Google Chrome e Maps).

Análise Final

O tablet da Sony é uma boa opção para quem procura um aparelho com Android e TV Digital. A sensação de ter uma pequena TV nas mãos, com uma tela relativamente boa, torna este aparelho uma ótima opção para qualquer usuário.

Ainda assim, a câmera traseira tem uma resolução decepcionante e as entradas para inserir o cabo USB ou discos SD são irritantes.

Por outro lado, o desempenho do hardware ao rodar aplicações pesadas, coloca o Xperia Z2 Tablet no mesmo patamar do iPad Air e do Samsung Galaxy Pro, sendo um dos gadgets que mais aproveitam todo o potencial do Android.

Até o fim dos testes, a Sony ainda não divulgou o preço do produto.

(Fonte: Terra) - 29/06/2014
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.