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Qualcomm apresenta processador com suporte a 4K no Brasil

A Qualcomm apresentou nesta terça-feira seu mais recente processador para smartphones no Brasil, o Snapdragon 805. Lançado oficialmente durante o evento Consumer Electronics Show, nos EUA, no início do ano, o chipset é divulgado pela empresa como o primeiro do mercado a suportar a captura e visualização de vídeos em Ultra HD (4K), com quatro vezes mais pixels do que a resolução Full HD.

O processador é como o “cérebro” do smartphone, o item que o torna capaz de realizar todas as funções, desde fazer uma busca na internet até tirar fotos. Com a tendência de visualização de conteúdos de vídeo nos celulares, a Qualcomm se adiantou para permitir que fabricantes como Samsung, LG e Sony possam oferecer o 4K em seus próximos aparelhos. “Antes, formatos digital e HD, por exemplo, foram impulsionados pela indústria de cinema, que lançava filmes, DVDs para isso. No 4K, grande parte do conteúdo será gerado pelo próprio usuário”, afirmou o diretor de produtos da Qualcomm para a América Latina, Roberto Medeiros.

Foto: Reprodução



Na Coreia do Sul, dois celulares já foram apresentados com o novo processador: o LG G3 Prime e o Samsung Galaxy S5 Prime, ambos versões superiores do Galaxy S5 e G3, focados no consumidor heavy user, que quer muita velocidade e compra aparelhos de alta tecnologia por um preço alto. No Brasil, é preciso esperar a chegada desses e de próximos modelos high end, e ainda não há previsão das fabricantes.

Além do Ultra HD, as principais características do Snapdragon 805 incluem o suporte a câmera com resolução de até 42 MP, com uma captura de fotos mais rápida, uma tecnologia capaz de fazer a bateria do celular carregar mais rápido, além de permitir as conexões Bluetooth, 3G e 4G, e o padrão mais avançado de Wi-Fi.

Em termos mais técnicos, a unidade central de processamento (CPU) é quad-core de 2.7 GHz com memória de 800 GHz. Já a unidade de processamento gráfico (GPU) é da linha Adreno 420, também fabricada pela Qualcomm. Basicamente, o que esses itens fazem no smartphone é processar dados mais rápido durante qualquer função ativada no celular e permitir gráficos de jogos e imagens melhores.

(Fonte: Terra - Marina Tsutsumi) - 04/08/2014
Veja como deixar seu smartphone Android mais rápido, produtivo e seguro

Os donos de iPhone adoram se gabar dos seus aparelhos. Eles entram em filas enormes e esperam por horas sempre que um novo modelo é lançado. Mesmo assim, para muitos usuários, o Android é a melhor plataforma para smartphones. Sim, o sistema da Google possui um enorme calcanhar de Aquiles: a sua abertura e grande fatia de mercado significam que é um alvo atraente para os cibercriminosos.

No entanto, essa abertura do Android também fornece alguns sérios benefícios. Ela permite mais customização; seus apps são geralmente mais baratos e diversas fabricantes de celulares conseguem oferecer recursos significativamente diferentes, como o híbrido entre smartphone e tablet Samsung Galaxy Note.

Com alguns ajustes, você pode acelerar e otimizar seu Android de maneira que deixará os usuários de iPhone com inveja. Confira abaixo 9 dicas para deixar seu smartphone Android mais rápido, produtivo e seguro.

Deixe seu Android mais rápido

1. Arrume um navegador melhor

Uma das maiores vantagens de usar o famoso navegador Opera Mini é que sua engine na nuvem comprime os dados em até 90%. Ele traz navegação por abas, suporte para widgets e a habilidade para configurar recursos avançados de privacidade, como limpar automaticamente senhas, cookies e histórico de navegação.

A vantagem para os usuários Android: a habilidade de usar o Opera Mobile em vez do Opera Mini. A versão Mobile do browser suporta Flash e gráficos 3D, possui uma engine HTML5 e uma engine de renderização alternativa para navegação com maior fidelidade. Você pode ajustar o mecanismo de renderização para trabalhar localmente quando estiver em uma rede Wi-Fi e padrão para a engine de renderização baseada na nuvem quando usar uma rede 3G ou 4G para minimizar o alto uso de dados (se não possuir um plano de dados ilimitado). Ele também permite que você acesse sua câmera a partir do seu navegador. Espere que novos widgets legais comecem a usar esse recurso em breve.

2. Instale um otimizador

Aplicativos como o Android Booster e o Android Assistant te dão o poder para automaticamente matar aplicativos que rodam em segundo plano, devorando sua bateria e sugando a CPU. Você pode configurar um limite mensal de dados e monitorar exatamente quanto de dados você já baixou na sua rede celular, além de limpar seu histórico, cache, etc.

3. Conserve sua bateria

Nada te atrasa mais do que uma bateria morta. Uma vantagem dos aparelhos Android sobre o iPhone é que você pode trocar sua bateria. Mas o gerenciamento correto de energia pode evitar essa dor de cabeça. Aplicativos como JuiceDefender e Battery Stretch ajudam a regular seu uso de energia.

Com mais de 7 milhões de downloads, o JuiceDefender é o mais popular desses aplicativos. Ele oferece três perfis diferentes: “Equilibrado”, “Agressivo”, ou “Extremo”.

A opção “Equilibrado” é a padrão e não exige nenhuma configuração por parte do usuário. Se você mudar para “Agressivo”, o app vai automaticamente desabilitar as conexões de dados quando a bateria estiver baixa. Se você está realmente preocupado com uma bateria morta, a configuração “Extremo” desabilita as conexões de dados por padrão. Você pode acioná-las de volta manualmente, e também é possível criar uma “whitelist” com os apps que você quer que tenham conectividade.

Deixe seu Android mais produtivo

4. Descubra melhor quais apps “comem” seus dados

Se você constantemente ultrapassa seus limites de dados, um aplicativo como o Android Assistant pode não ser o bastante. Claro, você será alertado quando estiver chegando perto do seu limite, mas o que exatamente está causando o problema? É o Facebook, o software de podcast, aquele game de corrida? Quem sabe?

Bem, com o Onavo você pode descobrir. O menu principal do software exibe estatísticas sobre seu uso de dados no mês anterior, e aponta os apps que estão comendo mais largura de banda. Muitos deles são óbvios, como qualquer programa de streaming de vídeo, mas fiquei surpreso ao descobrir a quantidade de dados que o Google Calendar usava com sua sincronização constante, e após consultar o Onavo, decidi sincronizar o app de calendário com menos frequência.

Você também vai descobrir os apps que ficam online mesmo quando não estão abertos. Não fique surpreso em ver que muitos games fazem isso, por isso se não os tiver jogado por um tempo, pode querer apagá-los. De outra maneira, aqueles games gratuitos para Android podem acabar te custando dinheiro se fizerem você estourar o seu limite de dados.

Para os viajantes internacionais, o Onavo também pode ser útil para evitar (ou limitar) cobranças altas de roaming de dados.

Além disso, o app possui um recurso (só disponível para usuários do Android Ice Cream Sandwich) que realiza compressão de dados para o usuário.



5. Faça tethering com seu telefone

Isso é mais uma precaução do que qualquer outra coisa (apesar de também ser uma economia para donos de tablets, por exemplo). Sim, há Wi-Fi disponível em vários lugares, mas se você está usando seu laptop para fins profissionais, não seria mais inteligente ficar em uma rede 3G própria do que se conectar a um Wi-Fi aberto?

No iPhone, o tethering é algo muito simples. No Android, a prática pode violar sua licença de uso, mas você pode fazer, e você não precisa mais fazer root no seu telefone para isso. Aplicativos como o Tether, (US$4,99) da Clockworkmod, te permitirão fazer isso de forma rápida e prática. Mas é sempre bom verificar com a sua operadora se não há uma cobrança adicional para a realização de tethering com o seu smartphone.

6. Escolha o seu próprio teclado

O assistente controlado por voz Siri, do iPhone 4S, tem recebido muita cobertura da imprensa ultimamente, e ele realmente tem alguns recursos impressionantes, inclusive para ditar textos. Mas ao usar um plano de dados no seu smartphone, pode ser mais interessante inserir textos pela boa e velha digitação manual (ou quase isso).

Um ponto negativo do iPhone é sua hostilidade a aplicativos como o Swipe. No Android, você tem a habilidade de escolher seu próprio teclado (bem, os usuários de iPhone com jailbreak podem conseguir o Swipe, mas é uma complicação a mais fazer esse processo).

Muitos aparelhos Android já vem com o Swipe pré-carregado, sendo preciso apenas selecioná-lo como o teclado padrão no smartphone.

Para quem não conhece, o Swipe é um teclado que te permite arrastar seu dedo por uma tela de letra a letra. Sua engine “profética” descobre qual palavra você vai escrever (e ela fica melhor à medida que é mais usada).

7. Acione o bloqueio de tela, mas não use um padrão

O método mais fácil de desbloquear uma tela é traçar um padrão na sua tela. É mais fácil e mais conveniente do que digitar um código PIN ou senha. No entanto, se você perder seu smartphone ou for roubado, é melhor torcer para que sua tela já esteja limpa.

A oleosidade do seu dedo vai deixar uma padrão distinto na sua tela. A não ser que você sempre limpe o aparelho após destravá-lo, o padrão de bloqueio só irá parar os criminosos mais estúpidos.

8. Instale um antivírus

Por que você ainda não fez isso? Os criadores de malware estão indo com tudo para o Android. Estamos vendo muito do que aconteceu no mundo dos desktops se repetir com os smartphones. O sistema da Google é mais aberto, possui uma fatia maior do mercado e é um alvo mais atraente do que o iPhone, que tem um ecossistema fechado.

Mas vale lembrar que apesar de a Apple fechar mais a entrada de apps e evitar que software de terceiros explorem recursos chave do sistema, o usuário depende totalmente da empresa. Se ela cometer um erro, então todos os usuários estão em perigo. Como já aconteceu recentemente, com apps como o Path.

Apesar de o Android ser menos seguro por sua abertura maior, ele também é mais aberto para ferramentas de segurança gratuitas de terceiros. Assim, não há desculpas para deixar seu aparelho desprotegido. Uma boa opção gratuita é o programa da Lookout, mas existem muitas outras. A maioria desses apps permitem que você trave e “limpe” seu smartphone remotamente.

9. Fique longe de lojas de apps que não conheça

A Google tomou algumas medidas para “domesticar” o Velho Oeste que era o Android Market (agora chamado de Google Play). A loja agora tem um “Bouncer” (segurança) que faz verificações em busca de malwre. E, ao contrário do que os defensores da Apple podem dizer, o Android foi desenvolvido desde o início para deixar os malware menos destrutivos nos telefones do que eles são nos PCs ao realizar sandbox nos apps e força-los a pedir por permissões (sim, aquelas mesmas permissões que quase todo mundo ignora).

O problema é que os usuários de Android podem baixar aplicativos em qualquer lugar. Não seja levado a fazer isso. Se você não está usando o Google Play, certifique-se de que está em uma loja conheça e confie, como a Amazon. A maioria dos aparelhos Android vem com a configuração padrão que não permite que você baixe apps a partir de “fontes desconhecidas”. Se você já foi vítima de ataques de engenharia social antes, é melhor sempre lembrar disso e deixar essa opção marcada.

Quando você baixar um app, tente colocar em prática a verificação de permissões. Se um game quer enviar mensagens SMS, por exemplo, isso pode ser uma bandeira vermelha de alerta.




(Fonte: PC World / EUA) - 26/07/2014
Samsung lança plataforma de segurança móvel Knox

A Samsung apresentou oficialmente nessa quarta-feira (2) a sua plataforma de segurança para dispositivos móveis corporativos em um evento à imprensa, em São Paulo. Chamado de Knox, a ideia da solução é que o funcionário possa ter o seu dispositivo móvel tanto para uso pessoal, quanto para uso da empresa, sem que os dois mundos se misturem.

"É como se eu tivesse dois celulares em um único aparelho, isolando a pessoa física da pessoa jurídica", explica Roberto Soboll, diretor de produtos mobile da Samsung Brasil.

O produto é baseado em Android e consiste em dividir - literalmente - o sistema em dois ambientes distintos.

O acesso ao Knox fica localizado na área de trabalho do lado pessoal, na forma de um ícone (como qualquer aplicativo). Ao clicar em tal ícone, o usuário é convidado a digitar uma senha para acesso. Pronto, o funcionário é levado a um ambiente seguro e separado - chamado de container - e que possui seus próprios aplicativos, e-mail, pastas, calendário e qualquer outro tipo outro acesso que o administrador de TI queira liberar.

Até mesmo os contatos são separados e o mesmo ocorre com as fotos tiradas pela câmera dentro do Knox, que ficam armazenadas em uma pasta do lado corporativo e não podem ser acessadas pelo lado pessoal.

"Tudo roda em background e existe uma integração com os dois lados por meio da barra de notificações. Se o usuário está ativo no lado pessoal, mas receber um e-mail corporativo, ele receberá uma notificação de novo e-mail e vice-versa", explica Soboll. Ou seja, o funcionário não fica completamente isolado e, mesmo que esteja em apenas um ambiente, ele será informado sobre o que está acontecendo do outro lado também.

Por meio de um painel administrativo, o responsável pelo TI pode controlar remotamente toda a área corporativa do aparelho - inclusive instalar aplicativos. E, não, ele não pode acessar o conteúdo pessoal. Vale lembrar que, em caso de roubo ou perda do aparelho, por exemplo, o acesso ao container pode ser bloqueado até segunda ordem e o conteúdo corporativo também poderá ser completamente excluído do dispositivo no caso de o funcionário deixar a empresa, por exemplo.

O Knox é compatível com estruturas corporativas comuns, tais como MDM (gerenciamento de dispositivos móveis), VPN (rede privada virtual) e Active Diretory.

O sistema de segurança utilizado pelo Knox é o SE Android, que serve para impor políticas de controle de acesso obrigatório e isolar aplicativos e dados da plataforma.

A empresa utiliza o padrão de criptografia Advanced Encryption Standard (AES) e um Boot Seguro para garantir a integridade do sistema, ou seja, a solução engloba desde o hardware até a camada de aplicações para protege dados empresariais e aplicativos de vazamentos, vírus e ataques malware.

O Knox também possui a sua própria loja de aplicativos, a Apps Knox, controlada pela própria Samsung. A ideia é que apps úteis, de uso diário de empresas, possam ser reunidos em um só lugar. A loja, como a Google Play, fica localizada dentro do ambiente Knox e o funcionário pode baixar diretamente por lá qualquer app corporativo que precise, bem como o próprio administrador de TI pode "empurrar" a instalação.

De acordo com Soboll, 25 milhões dos equipamentos Samsung já suportam o Knox e a plataforma está sendo atualmente usada por cerca de 1 milhão de usuários no mundo todo.

Por enquanto, os aparelhos da Samsung que suportam o Knox são os: Galaxy S3 LTE, Galaxy S4, Galaxy S4 Active, Galaxy S4 Mini, Galaxy S5, Galaxy Mega, Galaxy Note II, Galaxy Note 3 e Galaxy Note 10.1.

De acordo com Fernando Sentomo, diretor de vendas da Samsung, a empresa pretende ainda fazer algumas alterações para que dispositivos mais antigos, como o Galaxy S3, também possam utilizar a solução, tornando o produto disponível não somente para as grandes empresas.


(Fonte: Tissiane Vicentin) - 26/07/2014
Google lucra US$ 3,42 bilhões no segundo trimestre

O Google divulgou nesta quinta-feira alta no lucro líquido do segundo trimestre, impulsionado por forte expansão na receita com publicidade em seus sites. A companhia teve lucro de US$ 3,42 bilhões, crescimento de cerca de 6% sobre o resultado positivo de US$ 3,23 bilhões obtido um ano antes.

Em termos de lucro por ação, a companhia teve ganho de US$ 4,99 por papel no período. Excluindo certos itens do balanço, o lucro foi equivalente a US$ 6,08 por ação.

A receita da companhia avançou 22%, totalizando US$ 15,96 bilhões, ante US$ 13,11 bilhões no mesmo período de 2013. Analistas consultados pela Reuters esperavam receita de US$ 15,61 bilhões.

A maior empresa de buscas da Internet, informou ainda que o número de "cliques pagos" feitos pelos consumidores em anúncios publicados nos sites da companhia subiu 25% na comparação anual. Apesar disso, o preço médio dos anúncios recuou 6%.

Foto: Chris Helgren / Reuters

(Fonte: Reuters) - 20/07/2014
Por R$ 799, Moto G com 4G vale a pequena diferença de preço

O maior sucesso da Motorola nos últimos anos, apresenta para o público brasileiro uma versão atualizada, o Moto G 4G. Com um preço de R$ 799, o aparelho traz algumas melhorias do seu antecessor, como a nova versão do sistema Android 4.4.3 e a entrada Micro SD, para expansão de armazenamento de arquivos com cartão de até 32 GB. Mas a novidade mais importante é a velocidade 4G. O teste deste celular foi feito na região metropolitana de São Paulo com chip SIM (de operadora) da Vivo - embora também aceite de outras operadoras como Claro, TIM e OI.

Foi possível ter não apenas um comportamento mais rápido, mas também uma cobertura maior da rede - uma vez que com o 3G é comum ter “pontos cegos”, com a velocidade alternando entre “alta” e “baixa”. O gadget ainda mantém as mesmas qualidades que fazem dele um sucesso de vendas, como câmera de 5 megapixels, processador quad-core de 1.2 GHz e 1 GB de memória de RAM.

No entanto, sua bateria de 2.070 mAh não possui tanta duração como outros concorrentes do mercado, LG G2 Mini, LG L90 e o Xperia C, enquanto a tela de 4.5 polegadas e resolução de 720 por 1080 pixels é parelha com os concorrentes.

Resumo
Este celular não é indicado para quem já possui um Moto G e faz o básico, chamadas, mensagens de texto e WhatsApp, etc. Para aqueles que desejam atualizar o celular para ter uma internet mais veloz e mais espaço com disco SD, ele é uma boa pedida.

Agora, se for um usuário de celular que está procurando por um novo smartphone - muitas vezes o primeiro - e que tenha um design bonito, seja e opção de internet rápida, ele é a melhor escolha do mercado no momento. É bem difícil para o brasileiro achar um aparelho que tenha as todas as opções do Moto G 4G e ainda ser barato.

Moto G x Moto G 4G
Vendo agora por outro lado, qual vale mais a pena pegar o Moto G ou Moto G 4G? Sem dúvida, o Moto G 4G. Neste caso o motivo é único, dinheiro. A diferença de preço entre os dois é extremamente baixa, o Moto G custa R$ 649, e o Moto G 4G custa R$ 799 - com um chip SIM.

Uma diferença muito pequena se levar em conta a possibilidade do 4G, Android atualizado com opção de atualização para o Android 4.4.4 e a entrada de chip Micro SD. Se o Moto G já era bom e um sucesso, o Moto G 4G é ainda melhor - quase uma pechincha.

(Fonte: Terra) - 20/07/2014
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.