Notícias na Santa Ifigênia

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Anel inteligente traz notificações como um celular

A tecnologia para vestir chegou forte no mercado tecnológico. São pulseiras que monitoram a atividade física, óculos com navegação por GPS e relógios inteligentes. Agora, a novidade veio em forma de anel, apresentado nesta semana pela empresa Mota na feira tecnológica IFA, em Berlim (Alemanha).

O dispositivo atua em interação com um smartphone. Colocado no dedo, ele mostra o nome de quem está ligando e notificações de novos e-mails, mensagens e atualizações de redes sociais. Tudo pode ser visto por um pequeno visor do anel. Além disso, ele vibra quando receber algo novo, podendo ser definidos diferentes padrões de vibração para cada tipo de alerta.

O anel inteligente é compatível com aplicativo instalado em Android e iOS.

Ainda não existe data para o lançamento do Smart Ring. Por enquanto o dispositivo está em período de pré-venda no site.

Foto: Mota / Divulgação

(Fonte: Terra) - 08/09/2014
Análise: Lumia 930 é um Windows Phone que une desempenho e elegância

Será difícil desvincular os Lumias da marca Nokia, mas aos poucos a Microsoft começa a tomar conta da linha, por mais que a traseira dos aparelhos ainda diga “Nokia”. É o caso do Lumia 930, o primeiro top de linha lançado depois da conclusão da fusão das duas gigantes e que forma um excelente Windows Phone, o melhor já lançado com uma tela em um tamanho que permita que o aparelho não seja classificado como “phablet”.

O aparelho chegou recentemente ao mercado brasileiro surpreendendo. Isso porque, como qualquer top de linha ele é caro, R$ 1,9 mil. No entanto, comparado com aparelhos como o Galaxy S5, o LG G3, Xperia Z2 e iPhone 5s, ele é o modelo mais barato da categoria, o que chama a atenção. E ele não deve em nada a outros smartphones de sua faixa de preço e até mesmo para outros mais caros.

Construção

O aparelho é sólido, melhor palavra para definir 930. A Nokia tem investido em celulares formados por um corpo único há alguns anos entre seus tops de linha, mas nenhum deles é tão elegante quando o seu novo modelo, com laterais metálicas, mas traseira em plástico (policarbonato), bastante agradável ao toque. Ele ganhou um aspecto meio “iPhone”, porém, bem retinho nos cantos, contra os tradicionais cantos arredondados da Apple.

Se você leu nosso review sobre o Xperia Z2 vai lembrar que apesar de elogiarmos o aparelho, criticamos um pouco sua ergonomia, principalmente com seus cantos retos que chegam a ser pontudos e incomodam. O Lumia 930 não tem pontas tão agudas assim, e o fato de ser um pouco mais “gordinho” também gera mais conforto na hora de segurar o celular. O material da traseira também ajuda no conforto.

Durante nossos testes, um pequeno detalhe chamou muito a atenção no aparelho. O Lumia 930 não depende da famigerada “chavinha” para abrir o espaço para o chip SIM, como já virou normal nos aparelhos de corpo único. É muito fácil abrir e fechar, e a plaquinha não fica se soltando no dia-a-dia, conforme testamos.

Infelizmente, porém, ele pode ser considerado um pouco mais pesado do que o padrão para aparelhos da sua categoria, mas não é algo que chegue a fazer diferença na experiência de uso, embora a diferença seja significativa. Outro ponto fraco é a ausência de um slot para cartão microSD, ligeiramente compensada por um armazenamento interno um pouco maior que o normal: 32 GB.

Tela

O 930, assim como seu irmão maior, o Lumia 1520, possui uma tela com resolução Full HD (1920x1080). A diferença é que a tela do 930 é muito menor, de 5 polegadas, gerando uma taxa muito superior de pixels por polegada. O resultado disso na experiência de uso é muito bom, com os blocos dinâmicos parecendo mais definidos do que nunca.

O destaque fica para o brilho, que causa uma sensação interessante ao ver todas as cores da tela inicial do Windows Phone ao mesmo tempo. O brilho é tão forte que é capaz de garantir boa visibilidade até em situações de extrema luminosidade como um dia muito ensolarado, o que é algo a se considerar.

Câmera

A Nokia/Microsoft não erra quando o assunto são câmeras, pelo menos nos seus tops de linha. Na verdade, nos últimos anos, a empresa tem especializado em lançar aparelhos que são uma câmera antes de serem um celular, como o Lumia 1020. Outros modelos, como o 1520, ainda precisavam de um pequeno volume extra traseiro para comportar a tecnologia.

Neste sentido, o 930 pegou o melhor dos dois mundos, seguindo a tradição de câmeras com a tecnologia PureView, da Nokia, mas sem o volume traseiro, indicando que a tecnologia usada pela empresa está amadurecendo. Em recursos, porém, nada que seja novo ou destacável em relação ao Lumia 1530, por exemplo. Também não há o zoom incrível existente no 1020, com seus 41 megapixels.

Desempenho

O aparelho também vem com configurações compatíveis com os principais e mais potentes concorrentes do mercado, com o Snapdragon 800 com quatro núcleos trabalhando em 2,2 GHz, 2 GB de memória RAM, mais do que suficiente para rodar com tranquilidade o Windows Phone e basicamente todos os aplicativos disponíveis na loja da Microsoft.

Vale observar que, até pouco tempo, a empresa tinha um controle muito rígido dos aparelhos que rodavam seu sistema operacional, resultando em pouca variação de hardware com no máximo 1 GB de RAM e um processador Snapdragon S4 dual-core já bastante defasado. Assim, a maioria dos apps disponíveis para WP foi otimizada para rodar em especificações muito inferiores, então você não deverá sofrer nenhum engasgo com o aparelho.

No entanto, foram observados alguns problemas incômodos neste sentido. Durante uma sessão leve de uso, basicamente usando apenas internet por Wi-Fi, o aparelho começou a esquentar inexplicavelmente, muito mais do que seria natural em uma situação do tipo. Talvez o corpo metálico tenha ajudado a propagar o calor, mas não existe realmente uma explicação plausível. Fica o aviso: o Lumia 930 esquenta.

Em relação a bateria, as notícias não são excelentes. O aparelho, infelizmente, não deu a mesma resposta positiva que outros modelos da linha Lumia, principalmente por concentrar muito poder de processamento em pouco espaço, que, como sabemos, significa também uma bateria menor. Com bastante uso, provavelmente ele deve chegar ao final do dia necessitando urgentemente de uma recarga, mas pelo menos durante o dia ele não deixar o usuário na mão, ao menos.

Conclusão

Na hora de falar sobre um smartphone da Nokia, vale sempre lembrar que ele vem com o Windows Phone que, infelizmente, ainda não é para todos os públicos. Embora o sistema em si seja estável, fácil de usar e seguro, o ecossistema ainda peca pela falta de opções, principalmente na disponibilidade de aplicativos.

É sempre necessário fazer esta ressalva. A Microsoft tem diminuído o atraso neste sentido em relação a iOS e Android, mas ainda há um caminho longo pela frente. Nem tanto pela quantidade de apps, mas pela qualidade. Um exemplo básico é o aplicativo do Facebook, que está muitíssimo atrasado em relação às plataformas rivais; há inúmeros outros exemplos, como o Instagram, ainda em beta, e o Twitter, também com inúmeros recursos a menos, para citar apenas os serviços mais populares.

Por isso, o WP não é para quem gosta de curtir todos os aplicativos da moda e os lançamentos da última semana. Quem não se importa com isso e só quer curtir um sistema operacional de qualidade, como é o produto da Microsoft, não deve se importar com a situação.

O Lumia 930 é a escolha ideal para quem quer o melhor desempenho em um Windows Phone mas não curte um aparelho muito grande. Ele conta com todas as especificações excelentes do 1520, mas em um formato bem menor, muito mais palatável pela maioria do público. No entanto, há quem não se importe ou até prefira os aparelhos grandes. Neste caso, é melhor ficar com o 1520 que, no entanto, é mais caro.

Nos nossos testes, o aparelho se saiu bem em quase todos os quesitos, com apenas alguns problemas de aquecimento e consumo de bateria acima do esperado, mas no geral, o Lumia 930 é um excelente aparelho que merece sua atenção.

(Fonte: Por Renato Santino ) - 31/08/2014
Dia do gamer: conheça 7 jogos que se destacam por histórias incríveis

Videogames são formados por um conjunto de coisas unidas pelo entretenimento interativo, incluindo design de personagens e fases, trilha sonora, programação, roteiro, entre vários outros fatores. No entanto, poucos marcam tão profundamente o jogador quanto um game que é capaz de contar uma boa história.

Neste dia internacional dos gamers, 29 de agosto, revemos aqui alguns casos de jogos que foram capazes de deixar sua marca na memória não apenas por divertir, mas por serem capazes de emocionar, chocar ou simplesmente impressionar por uma trama bem amarrada. Aproveite para citar aquele jogo que te marcou e não deu as caras na lista logo abaixo nos comentários!

The Walking Dead, temporadas 1 e 2 (2012 e 2014)

Reprodução

Lançado em capítulos pela TellTale, o game coloca o jogador no difícil papel de fazer decisões morais pesadíssimas a cada momento. É comum, ao terminar uma sessão de jogo, se sentir um ser humano horrível, por ter que escolher entre duas situações ruins. Ao mesmo tempo, o game consegue construir em pouco tempo uma relação muito boa entre personagens e fazer o jogador se esforçar para tentar poupar a todo custo os companheiros de jornada do sofrimento.

Normalmente, jogos trabalham com mecânicas para recompensar o jogador por ações corretas. Não aqui. Não há nada de correto, não há “melhor”, nem mesmo “menos pior”, apenas sobrevivência em um apocalipse zumbi e desgraça atrás de desgraça contra os protagonistas.

Alan Wake (2010)

Se estamos falando de história, como esquecer de Alan Wake, jogo de terror que leva o roteiro tão a sério que coloca o jogador na pele de um escritor de livros de terror?

O game tem uma estrutura toda diferente, que faz com que o protagonista viva uma história que está escrevendo sem saber. O jogo é inteiramente povoado com simbolismos e metáforas inteligentes, enquanto o autor Alan Wake precisa enfrentar monstros sem saber mais o que é real ou imaginação. Seria um grande livro, mas é um videogameBioshock (2007).

Bioshock (2007)

Reprodução

Uma das séries que mostrou que era possível utilizar games para um propósito maior do que meramente diversão por meio de tiros e headshots. O game conta a história da cidade submersa de Rapture e dos mistérios de sua decadência, entrando em discussões sobre livre arbítrio, em um ambiente imersivo e, por muitas vezes, assustador, mostrando como uma utopia pode se transformar em um pesadelo.

The Last of Us (2013)

Reprodução

Mais um exemplo de jogo capaz de construir uma relação incrível entre personagens e fazer o jogador se importar com seus companheiros de jornada. Como Walking Dead, são pessoas com suas próprias bagagens sofrendo para se manter em um mundo pós-apocalíptico onde não há heróis.

O game é capaz de misturar momentos de extrema humanidade com a brutalidade inerente de um planeta povoado por pessoas buscando sobreviver a todo custo e monstros decididos a matar tudo que se encontra pela frente. É possível notar a evolução dos personagens até chegar a um dos finais mais marcantes da história dos videogames.

Spec Ops: The Line (2012)

Reprodução

E se um jogo lhe informasse que a única decisão correta possível era parar de jogá-lo? Spec Ops: The Line é um dos poucos que tem esta coragem. O game se passa por um shooter em terceira pessoa bastante genérico para fazer uma crítica à glamurização da violência em guerras, ressaltando que o sofrimento e a dor física e psicológica enfrentada pelos soldados é muito mais profunda do que qualquer alegria gerada por um headshot. Fica o aviso: você provavelmente nunca mais ver Call of Duty ou Battlefield do mesmo jeito.

Red Dead Redemption (2010)

Não é só um GTA no velho oeste. Red Dead Redemption utiliza, sim, mecânicas parecidas com GTA, mas aproveita este universo para contar uma história muito mais inteligente e humana, de um homem com erros que só quer viver novamente com sua família, mas constantemente precisa enfrentar as consequências de suas ações de sua vida prévia. O final é marcante e significativo, mas não é possível entrar em detalhes para não estragar a experiência de quem ainda não jogou. Fica a dica ;)

Silent Hill 2

Reprodução

Quem disse que videogame é coisa de criança? Silent Hill 2 é um jogo dos mais aterrorizantes já feitos pelo homem, mas mesmo assim consegue abordar com sutileza e sensibilidade a natureza humana, tocando em assuntos que são tabu para a sociedade, sexualidade e morte de uma forma madura, como nenhuma criança jamais vai entender. Na verdade, muitos adolescentes e jovens adultos não possuem a bagagem cultural necessária para realmente digerir a mensagem por trás do game. Se você só conheceu o jogo quando jovem, vale a pena revisitá-lo agora. Se tiver coragem, claro.


(Fonte: Por Redação Olhar Digital ) - 31/08/2014
Software promete apagar de vez os arquivos excluídos do seu computador

A leitora Edilaine entrou em contato com o UOL Tecnologia para saber se existem programas que apagam definitivamente arquivos de um computador. Ela acredita que apenas deletar da lixeira não é o suficiente para tornar o conteúdo inacessível.

O programa Freeraser é um software que promete excluir arquivos confidenciais ou impróprios. De acordo com o desenvolvedor, nem programas especializados em recuperação de arquivos conseguem restaurá-los após o uso do Freeraser (nos testes, a reportagem não chegou a usar essas ferramentas de recuperação).

Para usar o programa, baixe-o em sua máquina. Após instalação, o ícone do Freeraser aparecerá em sua área de trabalho. Clique com o botão direito sobre o ícone do programa e em seguida em "Select file to destroy". Uma janela abrirá: selecione o arquivo que deseja excluir e clique em Abrir. O Freeraser pedirá que você confirme a ação: clique em Continue para excluir permanentemente o arquivo selecionado.



Freeraser ajuda a excluir arquivos definitivamente do computador

(Fonte: Marcella Blass Do UOL, em São Paulo) - 24/08/2014
LG G3 tenta conquistar com tela de ultradefinição e comando para selfie

Lançado no início de agosto, o smartphone G3 é a alternativa da LG para o mercado de celulares inteligentes premium. Para brigar com iPhone 5s, Galaxy S5 e Xperia Z2, a companhia sul-coreana investiu em uma tela de ultradefinição e uma nova forma de registrar selfies. Basta abrir e fechar a mão, que a câmera frontal é disparada automaticamente. O aparelho tem preço sugerido de R$ 2.299 (desbloqueado).



Tela de 5,5 polegadas do smartphone LG G3 tem qualidade ultraHD (2.560x1.440) com 538 pixels por polegada

O smartphone traz um conjunto de software e hardware de respeito e preço um pouco inferior ao de seus concorrentes – o iPhone 5s é vendido por R$ 2.799, o Galaxy S5 custa R$ 2.399 e o Xperia Z2, R$ 2.500. Em contrapartida, o G3 peca pelo baixo armazenamento (16 GB) e pelo material: o metal dá um toque de sofisticação, mas acaba se mostrando escorregadio para as mãos.

Veja a seguir os destaques do smartphone LG G3.



SmartTips exibe vídeos que demonstram funcionamento de principais recursos do smartphone

Software

Claramente, a fabricante tem trabalhado para melhorar a experiência de uso do software. A adaptação no sistema Android 4.4 (Kit Kat), além de bonita, torna uma série de tarefas mais fáceis para o usuário.

O dispositivo tem três áreas de trabalho – o que já facilita bastante a organização de ícones. Para explicar os principais recursos, a LG criou uma espécie de tutorial chamado SmartTips (dicas inteligentes, em tradução livre). Nele, o usuário aprende a usar funcionalidades como o modo convidado (espaço com aplicativos para os filhos usarem, por exemplo) e o recurso janela dupla (que permite abrir dois apps simultaneamente na mesma tela).

Outro destaque ainda no quesito experiência é o sistema de desbloqueio knock code. Como o nome em inglês sugere, o usuário consegue configurar mais de 80 mil combinações de toques para desbloquear a tela. O recurso não é necessariamente novo (está presente em toda a linha de aparelhos atuais da marca). No entanto, é uma funcionalidade divertida e segura.

Hardware
O aparelho tem um corpo metálico escorregadio e segue a linha dos dispositivos premium da LG. Todos os botões físicos são localizados na parte traseira: por lá o smartphone é ligado e são feitos os controles de volume. O ponto positivo é que a tela ocupa todo o espaço possível da parte frontal do celular. No entanto, leva um tempo para se acostumar com essa disposição de botões na traseira.

A resolução da tela de 5,5 polegadas impressiona. Segundo a LG, ele tem uma concentração de 538 pixels por polegada (quanto maior este valor, melhor a qualidade). A título de comparação, no Galaxy S5 esse recurso é de 432 pixels por polegada, no iPhone 5s é 326 pixels por polegada e no Xperia Z2 é de 424 pixels por polegada.

Durante os testes, o aparelho não apresentou engasgos na execução de aplicativos. O processador quad-core (quatro núcleos) segura o tranco, mesmo usando o recurso que permite abrir dois programas ao mesmo tempo.



Modelos do LG G3; no Brasil, ele está disponível em preto, branco, dourado e roxo

Câmera

A fabricante se preocupou no desenvolvimento de recursos para o conjunto de câmeras do smartphone. A frontal de 2,1 megapixels tem um recurso sensacional para tirar selfies. Em vez de tocar no disparador, basta abrir e fechar a mão: em três segundos, a câmera faz o clique automaticamente.

Na câmera traseira de 13 megapixels, a empresa diz ter implantado um laser para estabelecer o foco e um sistema chamado OIS+, que dá maior estabilidade ao dispositivo, evitando imagens borradas. Na prática, o smartphone tira fotos boas, e os borrões só ocorrem com movimentos bruscos.

Armazenamento
O telefone vem com 16 GB de armazenamento, o que pode ser pouco, sobretudo para os que gostam de tirar fotos. A câmera traseira gera fotos com tamanho "médio" de 3 MB (dependendo do plano, as fotos tiradas ficaram com tamanho entre 2,5 MB e 4 MB).

Após algumas fotos e vídeos feitos com o celular, o espaço vai ficando pequeno e isso é um fator que incomoda. É possível aumentar o armazenamento com memória adicional (cartão microSD de até 128 GB), mas seria um investimento extra após gastar R$ 2.299 no aparelho.

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.