O site iFixit mostrou os primeiros detalhes do iPhone 6 Plus, desta vez por dentro. A reportagem do site especializado em consertos de gadgets quebrados, adquiriu o iPhone 6 e o iPhone 6 Plus, porém resolveu desmontar primeiro o aparelho de 5.5 polegadas.
No teste, foi observado que a Apple remodelou o botão de home do iPhone. No antecessor, o botão era ligado direto a placa mãe por meio de um cabo curto e frágil. Agora, no novo aparelho ele é ligado por um cabo maior, que vai de uma ponta a outra do celular.
Entre outros pontos positivos visualizado no iPhone 6 Plus está a bateria de 43 gramas e 2.915 mAH de capacidade, um pouco maior que o Samsung Galaxy S5;o sistema de vibração fica a direita, e é mais protegido que o anterior; tecnologia pioneira no sistema de estabilização de fotos, as lentes são protegidas por uma espécie de cela; juntas de borracha nos botões de volume e liga/desliga, mostrando um caminho para a resistência à prova d’agua e poeira.
Por dentro, iPhone 6 Plus apresenta mais proteções que sua versão anterior, iPhone 5S
Foto: iFixit / Reprodução
Segundo o site, que possui uma versão comercial para vender kits de conserto, o único ponto negativo do teste é a insistência da Apple em usar parafusos com formato Pentalobe, no lugar da tradicional Phillips.
Dentro do iPhone 6 Plus, ainda foi possível visualizar 22 chips, entre processadores de CPU, vídeos, GPS, Wi-Fi, 4G, NFC, sons e outros.
A empresa americana Canon anunciou nesta semana três novos modelos de câmera fotográficas PowerShot, expandindo sua linha de digitais compactas.
A câmera PowerShot N2 tem desing compacto e conta com um visor de LCD touchscreen que gira 180 graus, facilitando os selfies. Possui conexão wi-fi para compartilhar suas fotos e vídeos nas redes sociais. O aparelho estará disponível nos Estados Unidos a partir de dezembro por U$ 299,99 (cerca de R$ 699).
Já a câmera PowerShot G7 X Digital é ideal para quem procura características de câmeras mais caras DSLR (digital single-lens reflex) mescladas às facilidades dos modelos automáticos (point-and-shoot). A PowerShot G7 X é a primeira câmera compacta da Canon com um sensor de uma polegada que, junto com o sistema DIGIC 6, cria imagens e vídeos com melhor desempenho mesmo em ambientes com pouca luz. A câmera também possui um visor que gira 180 graus e conexão wi-fi para facilitar a publicação de selfies nas redes sociais. O aparelho estará disponível nos Estados Unidos a partir de outubro por U$ 699,99 (cerca de R$ 1.630).
Por fim, a SX60 HS é uma câmera “superzoom” que pode ampliar objetos até 65 vezes. Com a tecnologia Zoom Assist, mesmo com o máximo de abertura do zoom, a câmera mantém o controle da imagem. Assim como a G7 X, a câmera possui point-and-shoot e conexão wi-fi. O aparelho estará disponível nos Estados Unidos a partir de outubro por U$ 549,99 (cerca de R$ 1.281).
Os produtos ainda não têm data prevista para serem lançados no Brasil.
A LG renovou neste semestre sua linha de tablets, com as novas versões do LG G Pad em 7 e 10 polegadas. Os novos gadgets são uma tentativa da companhia sul-coreana de alcançar seus concorrentes em um mercado bem explorado, com um tablet que é o meio termo entre os produtos de entrada (abaixo de R$ 500) e os produtos de alta qualidade (acima de R$ 1 mil).
Para se ter uma ideia, a projeção do IDC publicada em março mostra que os tablets devem ultrapassar os PCs em vendas a partir do próximo ano. Em 2015, serão 300 milhões de tablets vendidos, contra 293,5 milhões de computadores.
No entanto, a tentativa do LG G Pad esbarra na falta de experiência da empresa neste setor. O Terra testou o aparelho de 7 polegadas. O gadget possui a mesma configuração que um smartphone de meio termo: processador de 1.2 GHz 1 GB de RAM, 8 GB de espaço em disco (32 GB expansíveis com Micro SD), tela IPS de 7 polegadas (a mesma usada nas TVs da empresa), câmera de 3 megapixels traseira e frontal de 1.3 megapixels.
Se pelo lado do hardware o G Pad deixa a desejar, quando o assunto é usabilidade, ele agrada. O tablet é simples de usar, como os últimos smartphones da companhia, G2 Mini, G Flex e G3. Além de vir com o sistema Android (Kit Kat) 4.4.2 e os aplicativos do Google (Gmail, Hangout, Maps, entre outros).
O tablet possui as mesmas funcionalidade dos gadgets top de linha da LG, como o Knock Code, que possibilita colocar um código de quatro a oito dígitos no aparelho e o Qpair, para sincronizar e receber as mesmas informações do celular no tablet.
Ainda pesa em favor do LG G Pad 7.0 a bateria de 4,000 mAh, capaz de aguentar pelo menos três dias de uso direto e uma semana em “modo stand by”.
Resumo
A câmera é fraca para tirar fotos, em especial de média e longa distância. A tela não é tão boa para ver vídeos, mas é possível se divertir e ficar atualizado com vídeos do Terra. O acabamento do tablet podia ter sido mais elaborado - tem um preto básico e sem muita graça, mas, ao menos, é resistente.
Ao preço sugerido de R$ 599, o LG G Pad é uma boa opção para quem está começando a entrar no universo de tablets com acesso à internet e já tem uma certa experiência com smartphones.
Em suma, o LG G Pad 7.0 é uma possibilidade para quem não quer comprar tablets de baixa qualidade (abaixo de R$ 500). Mas também não pretende gastar mais de R$ 1 mil em um equipamento do gênero.
LG G Pad 7.0
Foto: Henrique Medeiros / Terra
Nada melhor do que usar a internet onde quiser. As redes sem fio trouxeram a facilidade da conexão sem estar preso a fios. Mas nem sempre o sinal do wi-fi chega com a mesma intensidade em todos os cômodos da casa.
Vários fatores podem causar interferências no sinal da internet, diminuindo a velocidade, ou mesmo impedindo seu funcionamento. Confira abaixo algumas dicas que vão ajudar a melhorar a rede sem fio doméstica.
Mude o roteador wi-fi de posição
“Qualquer tipo de obstáculo pode bloquear o sinal do roteador”, explica o professor de Ciência da Computação do Centro Universitário da FEI, Rodrigo Filev. Por serem constituídas por ondas de rádio, as redes sem fio têm dificuldade de ultrapassar barreiras físicas.
As estruturas de concreto, como paredes, ou com muitos metais absorvem grande parte do sinal. Em contrapartida, estruturas de madeira, vidro e materiais sintéticos, como portas, janelas de vidro e móveis de madeira, não interferem.
O ideal é posicionar o aparelho em um lugar central, de preferência alto e exposto ao ambiente, de onde o sinal será espalhado com a menor interferência possível.
Além disso, o professor Alberto Schaeffer e o mestrando Cristian Machado, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), sugerem o uso de um software para análise de intensidade e qualidade do sinal. Ele vai ajudar na escolha do posicionamento ideal do roteador. Alguns desses softwares podem ser encontrados gratuitamente para notebooks, smartphones, e tablets. Entre eles estão o WiFi Analyzer, para Android, o Speedtest.net, para o Windows Phone, e o WiFi Explorer, para iOS.
Utilize repetidores
Os repetidores são aparelhos que reenviam o sinal wi-fi do principal. Assim, eles cobrem pontos descobertos da casa e levam sinais a lugares distantes. “Por exemplo, se o roteador estiver num quarto, pode-se colocar um repetidor num corredor, de onde ele repete o sinal para a sala”, comenta Leonardo Lazarte, professor do Departamento de Matemática da Universidade de Brasília.
Atualize o aparelho
Da mesma forma que atualizamos software, aplicativos e computadores, o roteador também precisa ser atualizado. Os fabricantes realizam periodicamente atualizações dos softwares contidos em seus equipamentos, que, entre outras mudanças, podem alterar a forma de propagação do sinal. Essas atualizações normalmente são gratuitas e podem ser encontradas nos sites dos fabricantes.
Fique atento aos padrões
Os padrões para roteadores de redes sem fio são identificados pela norma internacional 802.11. Atualmente, o padrão 802.11n é um dos mais usados para roteadores domésticos. Mas o novo padrão 802.11ac tem começado a crescer no mercado por ser mais potente e com um preço acessível. “É bom pesquisar antes de decidir qual comprar”, alerta o professor Leonardo.
Deixe o aparelho longe de telefones sem fio e micro-ondas
Os telefones sem fio podem interferir diretamente as redes wi-fi por usarem a mesma frequência do roteador. Já o micro-ondas pode atrapalhar por gerar ondas em várias frequências.
“Qualquer aparelho que emite ondas de rádio podem atrapalhar o roteador, dependendo da frequência”, comenta Rodrigo.
Posicionar o roteador longe de obstáculos físicos melhora a qualidade do sinal
Foto: iStock
Utilizar senha no wi-fi não melhora o sinal
Normalmente os usuários têm a falsa impressão de que, se colocarem senha no wi-fi, a qualidade do sinal irá melhorar, pois alguém deixará de usá-lo clandestinamente. Porém, o sinal emitido será sempre o mesmo, independentemente da quantidade de dispositivos conectados à rede.
A senha no wi-fi é uma proteção para eventuais entradas de estranhos em seus equipamentos ligados na mesma rede.
Troque de antenas
Utilizar antenas quebradas pode prejudicar o sinal da rede. O ideal é usar aparelhos com mais de uma antena, com o máximo de potência e, dependendo do seu caso, optar por antenas direcionais, que otimizam o sinal para as máquinas.
Altere o canal de transmissão do equipamento
Segundo Alberto e Cristian, outra possibilidade para aumentar o sinal é alterar o canal de transmissão do equipamento. Muitos equipamentos vêm configurados de fábrica com o mesmo canal de transmissão. Dessa forma, os sinais de outros roteadores podem estar interferindo no sinal do seu equipamento.
“Gambiarras” caseiras não melhoram a qualidade do sinal
“Às vezes, você pode até atrapalhar o seu sinal utilizando papel alumínio na ponta da antena ou latinhas de alumínio, mudando a direção da onda de transmissão”, explica Rodrigo. O ideal é utilizar repetidores ou outras soluções citadas nesta reportagem.
A Amazon reduziu o preço de seu smartphone, o Fire Phone, para US$ 0,99 centavos (próximo de R$ 2,24) na modalidade pós-pago nos Estados Unidos – tanto para os modelo de 16 gigabytes quanto para o de 32 GB.
Os novos valores já aparecem nesta segunda-feira na plataforma de comércio eletrônico da companhia. Antes, o celular era vendido a uma média de US$ 200, com contrato de dois anos com a operadora AT&T.
Com o contrato, o consumidor americano deve desembolsar US$ 18,75 por mês.
Para se ter uma ideia, a capa do Fire Phone já está mais cara que o próprio smartphone, saindo ao preço de US$ 11,99.
O motivo da redução de preço ainda não está claro, mas coincide com o anúncio do próximo smartphone da Apple, o iPhone 6, que deve ocorrer na próxima terça-feira. Apresentado pelo presidente-executivo da Amazon, Jeff Bezos, em junho deste ano, as estimativas apontam que o Fire Phone vendeu apenas 35 mil unidades no 1º mês.
O Fire Phone deve chegar a Europa ainda neste mês, no dia 30, no Reino Unido (pela operadora O2) e na Alemanha (pela Deutsche Telekom).
Foto: Getty Images











