Notícias na Santa Ifigênia

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Brasil fecha janeiro com 281 milhões de linhas móveis ativas

O Brasil encerrou janeiro com 281,70 milhões de linhas móveis em operação, adição de 973,6 mil na comparação com dezembro, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) publicados nesta sexta-feira (6).

A Vivo permaneceu na liderança do mercado, com participação de 28,65% (frente a 28,47% em dezembro). A TIM ficou em segundo, com 26,90% (comparados a 26,97%).

Em terceiro ficou a Claro, do grupo América Móvil, com 25,34% (frente a 25,33%), seguida pela Oi, com 17,98% (comparados a 18,14%).

As informações da rede móvel no Brasil mostram que está em crescimento, ainda que timído, os terminais 3G e 4G.

Os dados de acesso à rede 4G passou de 2,41% em dezembro para 2,75% em janeiro. A maior rede continua sendo o 3G com 52,83% em janeiro ante 51,53% do mês anterior. O 2G aparece logo em seguida com 38,58% em janeiro ante 40,25% de janeiro.



As informações da rede móvel no Brasil mostram que está em crescimento, ainda que timído, os terminais 3G e 4G

Foto: Aaron P. Bernstein / Getty Images

(Fonte: Reuters) - 08/03/2015
Google trabalha em versão do Android para realidade virtual

A gigante americana da internet Google trabalha em uma versão de seu sistema operacional Android destinada à realidade virtual, publicou neste sábado o Wall Street Journal (WSJ).

O grupo Mountain View (Califórnia), que não quer perder o trem deste mercado promissor, formou uma equipe de engenheiros cuja função será desenvolver este sistema operacional para que ele seja integrado a futuros dispositivos e aplicativos de realidade virtual, explica o jornal, citando duas fontes.

A Google já recrutou 10 engenheiros para uma divisão específica, que será dirigida por Clay Bavor.

Esta versão do Android será compatível com os sistemas operacionais de outros terminais (smartphones, tablets, objetos conectados) e representará uma oportunidade para que os desenvolvedores ofereçam seus aplicativos, diz o WSJ, assinalando que a Google planeja disponibilizar o sistema gratuitamente.

O objetivo da Google é se antecipar ao concorrente Facebook, que desenvolve seu próprio acessório de realidade virtual, com seu próprio sistema operacional, como a Apple com o iPhone.

Como os concorrentes, a Google aposta no auge da realidade virtual, onde investe com força.

No salão de videogames de San Francisco, realizado esta semana, a realidade virtual foi o destaque. A Sony anunciou que irá comercializar seus óculos, Morpheus, a partir de 2016. Outras, como a Microsoft (HoloLens) e a fabricante de celulares taiuanesa HTC, também estão na corrida.



Projeto Morpheus, da Sony, usa tecnologia de realidade virtual para games

Foto: Reprodução/The Verge

(Fonte: AFP) - 08/03/2015
Pesquisa: 74% dos brasileiros nunca compraram pela internet

As compras pela internet estão cada vez mais populares no Brasil. Entretanto, a grande maioria das pessoas ainda prefere comprar bens e serviços pelas vias tradicionais.

Um levantamento do Ibope, encomendado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou que 74% dos brasileiros nunca compraram pela rede mundial de computadores. A pesquisa mostra ainda que, idade, renda e escolaridade influenciam no perfil do consumidor que utiliza esta opção de compra.

Mesmo entre os jovens – normalmente mais familiarizados com a tecnologia – ou brasileiros com renda e escolaridade mais altas – que têm, portanto, melhores condições de acesso à rede –, a quantidade de pessoas que nunca usaram a internet para comprar também é alta.

O estudo mostra, por exemplo, que o percentual de consumidores que jamais fizeram compras pela internet atinge 65% entre jovens de 16 a 24 anos. Na faixa etária de 25 a 34 anos, a porcentagem chega a 67%.

São proporções elevadas, mas elas ficam ainda maiores entre os mais velhos. Entre 35 e 44 anos, a parcela dos que nunca compraram pela internet alcança 74%. Para pessoas de 45 a 54 anos, o percentual é 79%. Para consumidores com 55 anos ou mais, o percentual sobe para 87%.



O percentual de consumidores que jamais fizeram compras pela internet atinge 65% entre jovens de 16 a 24 anos

Foto: Agencias

Gastos por renda familiar e grau de instrução

Quando o critério é renda familiar, há um cenário análogo. Entre as pessoas que recebem mais de cinco salários mínimos, quase metade, 49% nunca compraram pela internet. Nas pessoas com renda de dois a cinco salários, a proporção é 70%. Para os que ganham de um a dois salários, chega a 85%. Os consumidores que ganham até um salário, registram percentual de 91%.

Considerando o grau de instrução, o percentual que nunca usou a internet para compras alcança 43% entre consumidores com ensino superior e 68% com ensino médio. Para os brasileiros que cursaram até a oitava série do ensino fundamental, chega a 86% e a 92% entre os com formação até a quarta série. Sobre a localização, 69% vivem em capitais, 74% em periferias e 76% no interior.

Gerente de Pesquisa e Competitividade da CNI, o economista Renato da Fonseca avaliou que renda e escolaridade são os principais fatores de influência sobre o consumidor que opera com a internet.

“Se minha renda é muito baixa, não compro na internet nem em shopping. Outra possibilidade é fazer a compra e não ter internet em casa. Ou tenho, mas não com boa velocidade. A questão é que, quanto maior o grau de instrução, maiores a renda e o acesso”, acrescentou Fonseca.

O economista ressaltou que os consumidores ouvidos para o levantamento foram estimulados a apontar os lados negativo e positivo na compra de bens e serviços pela rede.

Abordagem ainda é problema na web

Questionados sobre as desvantagens, 15% das pessoas apontaram a falta de contato com o produto, que é escolhido a distância. Conforme os dados, 11% acreditam que é difícil trocá-lo ou devolvê-lo. Outros 11% dos consumidores alegaram que o problema é a demora na entrega.

Com relação às vantagens, 21% acham que a principal é o menor preço do produto, enquanto 19% avaliam a compra pela internet como mais prática e cômoda e 5% que a opção permite comparar preços.

Também 5% acham que o método torna mais fácil encontrar o produto desejado.

Mesmo com algumas desvantagens, as compras pela internet registraram alto grau de satisfação. De acordo com a pesquisa da CNI, 72% das pessoas estão satisfeitas e 20% muito satisfeito. Apenas 6% responderam que estão muito insatisfeitos.

Os produtos mais comprados são eletrônicos, como aparelhos de TV, DVD e celular. Eles foram citados por 51% dos consumidores. Em seguida, os eletrodomésticos, apontados por 27%. Os calçados, bolsas e acessórios foram lembrados por 17%. Na sequência, os itens de vestuário (16%), livros (13%), CDs e DVDs (12%) e perfumes e cosméticos (11%).

Além do uso da internet para compras, a pesquisa incluiu outros aspectos do comportamento do consumidor e ouviu 15.414 pessoas em 727 municípios brasileiros.


(Fonte: Agência Brasil) - 01/03/2015
Positivo lança X800, 1º smartphone brasileiro com octa-core

A Positivo lançou nesta terça-feira (24) três novos modelos de smartphones, dentre eles o Octa X800, o primeiro com processador de oito núcleos (octa-core) produzido por uma empresa brasileira.

O Octa X800 é também o aparelho mais potente já lançado pela companhia nacional, além de ser fino, ele mede 7,9 mm.

Com tela de 5 polegadas, o gadget tem processador de 1.4 GHz, bateria de 2.000 mAh, câmera traseira de 13 megapixels, câmera frontal de 5 megapixels, 1 GB de memória RAM e entrada para dois chips de operadora (Dual SIM).

O novo aparelho vem em duas opções com 8 GB de espaço em disco (R$ 899) e em 16 GB de espaço em disco (R$ 949), ambos expansíveis com cartão micro SD para até 32GB. O modelo está disponível nas cores preto, branco ou dourado.

Embora venha com Google Android 4.4 (KitKat), a empresa garante a atualização do celular para o Android 5.0 (Lollipop) ainda no 1º semestre.

Os novos celulares tem como foco clientes que buscam por celulares com preços acessíveis.



O novo aparelho vem em duas opções com 8 GB de espaço em disco (R$ 899) e em 16 GB de espaço em disco (R$ 949)

Foto: Positivo Informática / Divulgação

Segundo escalão

Sem o mesmo brilho, porém também importante para a renovação do portfólio de celulares da Positivo, o X400 vem com tela de 5 polegadas, Android 4.4 (KitKat), processador quad-core de 1.3GHz, memória RAM de 512MB, armazenamento interno de 4GB (expansível com cartão micro SD para até 32GB), câmeras traseira e frontal de 5 megapixels e Dual SIM. Ele custará R$ 529.

Na mesma faixa de preço, a Positivo apresenta o S550, primeiro aparelho da marca com tela de 5.5 polegadas, seguindo uma tendência mundial de uso de telas maiores. Com acabamento branco, ele possui Android 4.4 (Kit Kat), processador dual-core de 1.0GHz, memória RAM de 512MB, armazenamento interno de 4GB (expansível até 32GB), câmeras traseira de 5 megapixels e frontal de 2 megapixels entrada para Dual SIM. Seu preço sugerido é R$ 549.

A empresa também lançou um celular mais básico, o Positivo P30, avaliado em R$ 169. O aparelho vem com tela de 2,4 polegadas, conectividade 3G, GSM Quad Band e Bluetooth, memória RAM de 64MB, armazenamento interno de 128MB, câmera frontal VGA, Rádio FM, em MP3 e Dual SIM.

Os novos celulares começam a ser vendidos nas lojas do varejo e de operadoras telefônicas.

(Fonte: Terra) - 01/03/2015
Aplicativos de espionagem tornam-se populares entre os pais

Pais que desconfiam que seus filhos estão sofrendo bullying na escola, enviando mensagens pornográficas ou até mesmo vendendo drogas têm à disposição uma série de novos aplicativos que os ajuda a controlar o que os menores fazem online.

A variedade do mercado de "apps de pais" é tamanha que alimenta até o debate sobre a privacidade dos adolescentes.

Um deles, o TeenSafe, é como ter um espião da CIA infiltrado no celular do adolescente: o programa pode mostrar o que o usuário está postando nas mídias sociais, dar acesso a mensagens de texto deletadas e revelar mensagens enviadas em aplicativos como WhatsApp e Snapchat.

A empresa pede que os pais contem aos seus filhos que estão sendo monitorados, mas o aplicativo pode funcionar secretamente.

"É legal que os pais façam isso discretamente", diz o diretor executivo da empresa TeenSafe, Rawdon Messenger.

"A pergunta é: há justificativa? E estas são decisões morais que os pais têm que tomar. Nós acreditamos que, quando se trata de proteger seus filhos, a privacidade tem que dar lugar à proteção."

Messenger acredita que pelo menos metade dos usuários de TeenSage espiona os filhos.

A empresa opera nos Estados Unidos, no Canadá, na Austrália e na Nova Zelândia e espera chegar ao Reino Unido em breve. Desde o início de suas atividades, em 2011, cerca de 800 mil pessoas contrataram o serviço.



Se eu pudesse, colocaria chips neles como se fossem cachorros, disse uma mãe.

Foto: iStock

Alertas

A popularidade de apps do gênero surfa na onda da expansão dos smartphones. Nos Estados Unidos, quase 80% dos jovens têm telefones celulares - e cerca de metade desses aparelhos tem recursos como câmeras de foto e vídeo e acesso à internet e às mídias sociais.

Além de monitorar o uso de mídias sociais e de mensagens de texto, os aplicativos também podem mostrar a velocidade em que o adolescente está dirigindo ou a velocidade do carro onde ele viaja como passageiro.

A empresa MamaBear oferece esse serviço, e sua co-fundadora, Robyn Spoto, diz que o aplicativo é usado para conectar famílias inteiras e enviar alertas quando alguém está acima do limite de velocidade ou saiu de um determinado perímetro estabelecido como limite.

O aplicativo, no entanto, não pode ser usado secretamente. "A tecnologia é o seu braço direito para prover informações de que precisa para ter as conversas corretas", acredita Spoto.

De acordo com ela, muitas famílias se sentem mais seguras recebendo notificações sobre onde estão os filhos. A fundadora conta que usa o aplicativo para localizar seus pais e também seu filho de dez anos, que não tem telefone, mas usa um iPod Touch.

Mas seus pais não se irritam com o fato de a filha adulta receber mensagens cada vez que eles se apressam para o trabalho ou voltam mais tarde de uma festa?

Robyn Spoto ri e diz que eles estão acostumados. "Eu não os fico vigiando", diz. Afirma querer apenas estar segura de que eles chegaram em casa bem.



Os adolescentes geralmente são melhores no uso da tecnologia do que seus pais, de forma que aplicativos como esses podem criar uma espécie de jogo de gato e rato

Foto: Getty Images

Jogo de gato e rato

Porém, os adolescentes geralmente são melhores no uso da tecnologia do que seus pais, de forma que aplicativos como esses podem criar uma espécie de jogo de gato e rato em que eles tentam evitar os olhares curiosos dos mais velhos.

Os aplicativos de pais também estão preparados para essas situações. Se os filhos não ligam de volta ou desligam o telefone, é possível, à distância, desabilitar o telefone, de modo que ele só funcione para ligar para o pai ou a mãe.

Um grupo de adolescentes abordado pela BBC em um shopping de Los Angeles, nos Estados Unidos, disse achar improvável que estivessem sendo monitorados por seus pais.

Segundo eles, seus pais são muito ocupados e confiam nos filhos.

A história era diferente em uma escola primária da cidade, onde o especialista em cibersegurança Lou Rabon falava aos pais dos colegas de seu filho. Muitos dos casais pareciam favoráveis à ideia de monitorar os movimentos dos filhos.

"Se eu pudesse, colocaria chips neles como se fossem cachorros", disse uma mãe.

Muitos dos pais presentes achavam que entendiam de tecnologia, mas ficaram chocados ao ver quão fácil era para Rabon localizar todos eles pelas fotos que postavam no Facebook. Até que ele os ensinou como desligar a geolocalização nas câmeras de seus celulares.

Todos também ficaram horrorizados quando o especialista mostrou mensagens que um "predador" escreveu em uma sala de bate-papo fazendo-se passar por uma menina de 14 anos que se sentia sozinha e estava procurando novos amigos.



A popularidade de apps do gênero surfa na onda da expansão dos smartphones

Foto: Reproducción

Ingenuidade

Lou Rabon, que também está no processo de criar seu próprio aplicativo para pais, aconselha os casais a usar senhas difíceis em aparelhos compartilhados pela família.

Durante a reunião, uma mãe contou a história do filho de nove anos que aprendeu com uma criança mais velha uma maneira de escapar do controle dos pais em seu telefone usando uma senha comum na família.

"Em questão de minutos ele já tinha procurado a palavra sexo no Google e meu filho de nove anos estava em um site pornô."

"Ele viu coisas que não queríamos que visse por pelo menos mais dez anos", afirmou.

Rabon diz que é ingenuidade confiar cegamente nos filhos, mas concorda que, por muitas razões, o momento atual é ruim para ser adolescente.

Ao ser perguntado sobre se a próxima moda entre os adolescentes será desligar seus telefones, ele diz que não funcionaria – o aplicativo que ele está criando vai alertar um grupo de pais se as crianças em um círculo de amigos desligarem seus telefones. E informar suas localizações. Ou seja, acabou a festa.

"Se você quiser se desconectar completamente e criar seus filhos nesse mundo é preciso ir para a Amazônia ou algo assim. No mundo em que nós vivemos esse tipo de tecnologia difundida e onipresente só vai aumentar", afirma.

"Não quero criar meus filhos em uma bolha, mas não posso ignorar a realidade. Essa tecnologia pode salvar vidas, então acho maravilhoso podermos monitorar nossos filhos."

(Fonte: BBC BRASIL.com) - 01/03/2015
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.