O Windows 10 estará liberado para atualização a partir do segundo semestre para donos das versões 7 e 8, no entanto, não serão apenas os usuários oficiais que estarão livres para fazer o download, a Microsoft permitirá aos proprietários de versões piratas do Windows instalem o novo sistema.
“Nós estamos atualizando todos os PC qualificados, genuínos e não genuínos”, disse Terry Myerson, chefe da divisão Windows em uma entrevista à Reuters. Isto significa que milhares, ou até milhões, de máquina terão uma cópia oficial do Windows 10. “Qualquer um com um aparelho apropriado pode atualizar o Windows 10, incluindo aqueles com cópias piratas”, confirmou um porta-voz da Microsoft ao site The Verge.
A companhia americana de Bill Gates tem um longo histórico de luta contra o a pirataria. No Windows XP, a empresa lançou códigos para verificar a licença, mas acabou sendo derrotada com milhares de licenças de softwares corporativos sendo espalhadas pela internet – essas licenças permitiam instalar o Windows em mais de um PC.
O problema da pirataria sempre trouxe derrotas para a Microsoft. Para cada novidade, tecnologia que a empresa apresentava, os criminosos conseguiam quebrá-la. A Microsoft também tentou dar compensações financeiras para quem trocasse oficializasse o software, mas o problema persistia.
O ex-presidente executivo da Microsoft, Steve Balmer, revelou em 2011 que apenas um em cada dez consumidores de Windows na China tinham o software original. Além da China, a Microsoft aponta que problema da pirataria é alto no Brasil, Rússia e Índia.
Microsoft tenta acabar com a pirataria do Windows em seu próximo lançamento
Foto: Pichi Chuang / Reuters
Cerca de 40 por cento dos adultos proprietários do iPhone, da Apple, nos Estados Unidos estão interessados em comprar o novo Apple Watch, de acordo com uma nova pesquisa da Reuters/Ipsos.
O relógio inteligente, cujo preço varia de 350 a 17 mil dólares para um modelo de ouro 18 quilates, é o primeiro importante novo produto da Apple em cinco anos e a demanda do consumidor pelo dispositivo está sendo observada de perto por concorrentes e investidores.
Os donos de iPhone são um mercado particularmente importante para a Apple com o lançamento do novo relógio, que chega às lojas em 24 de abril. Isso porque o acessório precisa de um iPhone para funcionar plenamente, e analistas dizem que os prováveis compradores iniciais já devem ter um smartphone da Apple nos bolsos.
O analista do BTIG Walter Piecyk disse que com mais de 100 milhões de usuários do iPhone ativos nos EUA e perto de meio bilhão globalmente, a pesquisa foi "muito encorajadora" para um produto que não foi visto nas lojas, mesmo que não esteja claro o quanto desse interesse se traduzirá em compras.
O analista da Pacific Crest Securities Andrew Hargreaves disse que não estava claro quantas pessoas queriam ou precisavam do smartwatch. Mas ele espera que o marketing da Apple entregue fortes vendas iniciais do aparelho.
"Ganhar clientes da Apple é mais realista neste momento", disse Hargreaves.
O relógio permite aos usuários verificar emails, ouvir música e fazer chamadas telefônicas.
O Ipsos entrevistou 2.469 norte-americanos a partir de 18 anos pela Internet entre 9 e 17 de março e descobriu que 24 por cento expressaram interesse em comprar o relógio, incluindo 17 por cento que se disseram estar "muito interessados". A pesquisa tem margem de erro de quatro pontos percentuais.
A Sony lançou nesta quarta-feira (18) seu serviço de vídeo PlayStation Vue Web em três cidades, voltado a clientes que procuram alternativas mais baratas para a TV a cabo com pacotes a partir de US$ 50 (aproximadamente R$ 162).
O serviço baseado na nuvem, que permite aos usuários acessarem a TV ao vivo e vídeos sob demanda, estava em testes desde novembro. A Sony se junta a vários novos concorrentes em serviços de vídeo online com um dos maiores pacotes de canais.
O Vue estará disponível inicialmente para consoles de videogame PlayStation 4 e PlayStation 3 em Nova York, Chicago e Filadélfia, e depois se expandirá para outras cidades e, em breve, para usuários de iPad.
O serviço da Sony terá mais de 85 canais, incluindo a programação de três grandes redes, como CBS, Fox e NBCUniversal, além de empresas de mídia como Discovery Communications, Scripps Networks Interactive, Turner Broadcasting e Viacom.
O pacote inicial oferece mais de 50 canais.
Os acionistas da Apple estão com um plano para alavancar a companhia avaliada em US$ 700 bilhões.
O jornalista do Financial Times, Tim Bradshaw, revelou, em seu perfil no Twitter, que um acionista da empresa pediu para o presidente-executivo Tim Cook comprar a fabricante de carros elétricos Tesla.
“Eu gostaria de ver vocês comprando a Tesla”, relatou Bradshaw na rede social.
Em resposta, Cook afirmou que ainda não tem relacionamento com a Tesla e que gostaria de ter o Apple CarPlay, sistema operacional da Apple para carros, nos modelos da empresa de Elon Musk.
Um segundo acionista voltou ao tema e perguntou se havia algum "mal-estar” entre as duas empresas. O executivo da Apple disse: “Deixe-me pensar se tem um outro jeito de dar uma respostas negativa”.
Embora apenas dois acionistas tenham se manifestado em uma reunião, a ideia pode ser considerada interessante, uma vez que a Apple está caminhando para este setor com a contratação de profissionais da indústria automotiva.
A Apple ainda teria dinheiro de sobra para comprar a Tesla. Atualmente com US$ 180 bilhões em caixa, Tim Cook poderia comprar pelo menos sete vezes a empresa de Elon Musk, com valor de mercado de US$ 25 bilhões.
No entanto, Apple e Tesla podem ter problemas de visões de mercado. Na visão de Cook, sua companhia faz os “melhores” produtos e não os produtos que são “mais baratos”. Como o iPhone, que custa quase o dobro de um smartphone com Android nos EUA.
Já a companhia dos carros elétricos tem como intuito reduzir os valores dos carros, para deixá-los menos custosos ao bolso do consumidor.
Tim Cook, CEO da Apple, fala durante apresentação na sede da empresa, em foto de arquivo (16/10/2014)
Foto: Reuters
A Hellofood, empresa de pedidos de comida online presente em 40 países, anunciou nesta quinta-feira ter recebido aporte de 110 milhões de dólares, aproximadamente 341 milhões de reais, que serão aplicados em grande parte no mercado brasileiro.
O aporte foi feito pela investidora alemã Rocket Internet e será aplicado em tecnologia, no canal móvel, e em atendimento ao cliente. Outros países que também receberão grandes aportes são Rússia, México, Índia e Cingapura.
A empresa anunciou uma série de aquisições no mês passado, comprando sete concorrentes na Ásia e outros no Oriente Médio. Também houve aquisições em Índia, México, Rússia e Leste Europeu.
Segundo o presidente da hellofood Brasil, Marcelo Ferreira, o aporte da Rocket Internet permite que a empresa continue o processo de expansão executado desde que desembarcou no Brasil.
"Completamos dois anos de operação no Brasil no mês passado e alcançamos bons resultados por meio de uma estratégia agressiva, crescendo organicamente e também por meio de aquisições", disse.
Em 2013 e 2014, o hellofood já havia recebido 335 milhões de reais em aportes globais de fundos investidores.
De acordo com o presidente-executivo global Ralf Wenzel, a companhia investirá em melhoras para aumentar a conveniência de pedir comida por dispositivos móveis.











