A opção de privacidade pode ajudar o usuário a se proteger de contatos indesejados de estabelecimentos comerciais
Você poderá ocultar o número de telefone ao conversar com contas comerciais no WhatsApp. Uma função em desenvolvimento no app antecipou a nova opção em privacidade, que pode ajudar o usuário a se proteger de contatos indesejados com estabelecimentos no mensageiro.
Foto: Mourizal Zativa/Unsplash / Canaltech
Esse recurso foi encontrado pela primeira vez no WhatsApp para Android, mas agora foi visto na versão desktop do mensageiro. Uma opção chamada "Phone number sharing" (ou "Visibilidade do número de telefone", em tradução livre) pode ser encontrada na seção "Informações de contato", permitindo que o usuário escolha se seu número de telefone estará visÃvel para a conta comercial com quem iniciou a conversa.
O WhatsApp permitirá ocultar o próprio número em conversas com contas comerciais (Imagem: Reprodução/WABetaInfo)
Foto: Canaltech
Não se sabe ao certo como a ferramenta vai funcionar, uma vez que o número de telefone é parte fundamental do WhatsApp (diferente do que acontece no Telegram, por exemplo). É possÃvel que a sequência possa ser ocultada somente em casos especÃficos, como contatos diretos feitos por links encurtados, os "wa.me/[número]".
Mais privacidade
De toda forma, essa adição em privacidade é importante para garantir maior discrição ao usuário: esconder o próprio número de telefone pode poupar o consumidor de contatos indesejados e, em casos mais sérios, assédio.
A opção de ocultar o próprio número no WhatsApp também poderá ser utilizada para se proteger nas futuras Comunidades. Em agosto, a função de privacidade foi encontrada em desenvolvimento para os "super grupos" e igualmente não foi liberada para testadores.
Atualmente, a função se encontra em construção no app e falta aparecer no app para iOS — não deve demorar para isso, porém. Enquanto o recurso não foi liberado para testadores, seu funcionamento permanece um mistério.
Trata-se de um organismo que pode calcular e navegar em sistemas complexos com incrÃvel eficiência e objetividade. Desde 2018, eles são "professores convidados não humanos" em uma universidade em Massachusetts.
Que tal começarmos com um teste rápido.
Você está perdido em uma enorme loja que parece um labirinto e não sabe como sair dela. A quem você pede ajuda?
Pergunta 2: Você está redigindo um documento de polÃtica para assessorar o governo dos Estados Unidos sobre como governar suas fronteiras nacionais. Onde você procura conselhos?
Última pergunta: Você precisa desenhar um mapa da teia cósmica, como você faz isso?
Existem, é claro, várias respostas para essas perguntas, mas em todos os casos você poderia ser inspirado por um organismo: o bolor limoso, que também pode ser conhecido por muitos nomes diferentes.
Sendo cientificamente preciso ele não é exatamente um bolor...
"O bolor é uma divisão do mundo dos fungos, mas o bolor limoso é na verdade um protista (não é um animal, planta ou fungo) - é essencialmente uma célula gigante", diz o biólogo Merlin Sheldrake, autor do livro Entangled Life, que aborda o tema.
O bolor limoso é um plasmódio, ou seja, uma célula que contém muitos núcleos. Então, ao contrário da maioria dos organismos unicelulares, você não precisa de um microscópio para vê-lo.
E essa única célula é capaz de tecer vastas redes exploratórias feitas de tentáculos semelhantes a veias que podem se estender até um metro.
A estrela entre todos
Existem cerca de 900 espécies de bolor limoso, mas vamos nos concentrar no Physarum Polycephalum, que literalmente quer dizer "bolor de várias cabeças". Ele também é conhecido como "blob" (referindo-se ao clássico filme de 1958 The Blob).
Clássico filme The Blob serviu de inspiração para nomear popularmente o bolor limoso
Foto: Getty Images / BBC News Brasil
Por que os cientistas do mundo estão tão empolgados com essa espécie em particular?
"Ele se tornou um organismo emblemático de resolução de problemas. É fácil de cultivar e cresce rápido, o que é uma das razões pelas quais tem sido tão bem estudado", explica Sheldrake.
"Mas acima de tudo, seus comportamentos são extraordinários."
Ele pode fazer todos os tipos de coisas.
"Explorar, resolver problemas, adaptar-se a novas situações, tomar decisões entre cursos alternativos de ação - e tudo sem cérebro!"
Como ele faz isso?
"O Physarum é sensÃvel ao gradiente quÃmico, então pode crescer em direção a sinais quÃmicos ou ficar longe dos pouco atraentes".
"Primeiro, ele tende a crescer em todas as direções ao mesmo tempo. E então, quando encontra comida, ele se retrai e forma as conexões entre suas fontes de alimento."
É um pouco como se você estivesse no deserto e precisasse procurar água. Você tem que escolher apenas uma direção para caminhar.
O Physarum Polycephalum pode "andar" em todas as direções ao mesmo tempo até encontrar alimentos; depois encolhe os ramos que não encontraram nada e fortalece os que encontraram, através de uma série de contrações quÃmicas.
Em um experimento memorável, "blob" aprendeu a "ignorar" os quÃmicos colocados para bloquear seu caminho para a comida. Esse comportamento sugere uma forma primitiva de memória, e ninguém sabe como ela realiza essa façanha
Foto: Science Photo Library / BBC News Brasil
"Nunca deixa de me surpreender que eles possam usar essas contrações para fazer esse tipo de cálculo analógico, para integrar informações sem precisar de um cérebro. Que sua coordenação ocorra em todos os lugares ao mesmo tempo e em nenhum lugar em particular."
Uma rede ferroviária no Japão
Tudo isso significa que o "blob" é capaz, em termos humanos, de resolver problemas, fazer redes, navegar em sistemas e labirintos com uma eficiência incrÃvel.
Há um estudo japonês icônico de 2010, quando o Physarum traçou a rede ferroviária da Grande Tóquio, e para isso precisou somente de uma pequena placa de Petri e um punhado de aveia.
Segundo os estudos, o Physarum adora aveia, é a sua comida preferida.
"Então, eles modelaram a área da Grande Tóquio colocando copos de aveia nos centros urbanos e depois o lançaram. Ao longo de algumas horas, havia formado uma rede eficiente que conectava os copos de aveia, e essa rede parecia muito com a rede de metrô existente na área da Grande Tóquio", detalha o estudo.
O Physarum havia estabelecido, em questão de horas, uma rede eficaz que levou décadas para ser feita na vida real.
Adaptação da ilustração do estudo do professor Toshiyuki Nakagaki sobre a criação e otimização de redes por parte do P. polycephalum.
Foto: Tim Tim / Wikipedia / BBC News Brasil
O "blob" no universo
Após o estudo de Tóquio, experimentos com Physarum Polycephalum decolaram em todo o mundo, para projetar novas redes de transporte urbano ou encontrar rotas eficazes de evacuação de incêndio, até mesmo mapear a teia cósmica... o que parece estranho, mas ocorreu.
Uma equipe de cientistas fez uma simulação digital traçando as localizações das 37.000 galáxias conhecidas.
Então, um algoritmo inspirado no "blob", adaptado da placa de Petri para trabalhar em três dimensões, foi liberado em um banquete virtual onde as galáxias estavam representadas por pilhas de copos de aveia digital, por assim dizer.
A partir daÃ, o algoritmo produziu um mapa digital em 3D da teia cósmica subjacente, visualizando os fios em grande parte invisÃveis de matéria que os astrofÃsicos acreditam que unem as galáxias do universo.
Eles compararam com dados do Telescópio Espacial Hubble, que detecta traços da teia cósmica, e descobriram que tudo combinava em grande parte.
Portanto, parece haver uma estranha semelhança entre as duas redes, a rede de "blob" formada pela evolução biológica e as de estruturas no cosmos criadas pela força primordial da gravidade.
Os astronômos apelaram à criatividade ao tentar rastrear a indescrÃtivel teia cósmica, a coluna vertebral do cosmos. As imagens mostram algumas das galáxias das quais o "blob" se "alimentou" (representadas em amarelo) e os fios de conexão da rede cósmica (roxo) sobrepostos
Foto: NASA, ESA y J. Burchett y O. Elek (UC Santa Cruz) / BBC News Brasil
Os "blobs" acadêmicos
Vamos voltar para a dura realidade daquele pequeno ponto azul no espaço que é o nosso mundo.
O Physarum também pode nos ajudar com problemas que vão além do mapeamento e da criação de redes, como para coisas humanas mais complexas, como formulação de polÃticas e governança.
"De certa forma, os Physarum são economistas, em termos de alcançar um ótimo universo", diz o filósofo experimental Jonathon Keats.
Em 2018, ele foi ao Hampshire College, em Massachusetts, EUA, com uma ideia.
"Propus que os "blobs" fossem nomeados como professores visitantes, com a ideia de ter um grupo desses especialistas no campus para refletir sobre alguns dos problemas mais desafiadores do mundo."
Foi o primeiro programa acadêmico do mundo para uma espécie não humana e foi chamado de Consórcio Plasmodium.
Página de universidade americana tem área dedicada ao consórcio
Foto: BBC News Brasil
Os polycephalies de Physarum se tornaram estudiosos, com direito a escritório.
"Não tem janelas, mas os "blobs" não gostam muito de luz, então do ponto de vista deles foi bom, e logo que eles se instalaram lá, pudemos começar."
Eles modelaram os problemas humanos de maneira que os blobs pudessem "entendê-los" para obter sua perspectiva imparcial.
"Os Physarum são superorganismos: eles são um apesar de serem muitos. Portanto, eles são mais objetivos do que nós quando se trata de assuntos humanos."
Eles começaram com as questões usuais de rede e mapeamento, distribuição e transporte, antes de passar para algumas preocupações polÃticas maiores, "desde polÃticas de drogas até questões de nosso uso de recursos", observa Keats.
O muro de Trump
Talvez os experimentos mais polêmicos tenham sido aqueles que exploraram a polÃtica de fronteira internacional.
"Criamos um mundo simplificado, que é realmente o que qualquer um faz quando está criando qualquer tipo de modelo (os economistas fazem isso o tempo todo)."
"O que fizemos foi pegar uma das condições mais fundamentais: um lugar tem alguma coisa, outro lugar tem outra coisa, e cada lugar quer proteger o que tem contra o outro."
O "blob" com seu prato preferido: aveia
Foto: Science Photo Library / BBC News Brasil
Eles usaram dois recursos essenciais para os "blobs", proteÃna e açúcar, e os espalharam em uma placa de Petri, cada um em um lado oposto, e tentaram com uma parede entre eles e também sem ela, deixando Physarum descobrir o que fazer com esses recursos.
"Eles não apenas sobreviveram, mas prosperaram no caso de não haver muro e floresceram mais na área de fronteira", explica o pesquisador.
"Então escrevemos uma carta para Kirstjen Nielsen, que era a Secretária de Segurança Nacional nos EUA na época, e também enviamos para as Nações Unidas e muitos outros órgãos governamentais, dizendo a eles que as fronteiras não são uma boa ideia e que devemos superar o medo para reconhecer como ter fronteiras abertas beneficia a todos."
Absurdo?
É claro que esses problemas internacionais multifacetados não podem ser reduzidos a algumas poucas placas de Petri.
Mas o ponto é que esses experimentos são deliberadamente exagerados para nos desafiar a pensar de novas maneiras.
"O consórcio Plasmodium é, em certo sentido, absurdo. As pessoas riem quando ouvem que os "blobs" montaram um grupo de especialistas em colaboração com humanos em uma universidade nos Estados Unidos porque simplesmente não é assim que as coisas são feitas."
Mas acho que também há algo muito sério por trás disso. O Physarum têm uma inteligência excepcional, então precisamos incorporar algumas das ideias que obtemos ao observar como eles se comportam, pensando em nós mesmos de maneiras que não tÃnhamos feito antes", declara o pesquisador.
Esse é o aspecto mais atraente de tudo isso. Que um organismo sem cérebro pode nos ensinar a ser mais objetivos, a pensar mais a longo prazo, e que pode abordar um problema de uma maneira que simplesmente não pensarÃamos.
E no caso de alguns enigmas, como mapear o cosmos, pode ser mais rápido do que a gente.
Tudo isso põe em dúvida nossas definições humanas de inteligência.
Do fundo de nossas hierarquias, Physarum é considerado um desafio que tem sido cada vez mais estudado
Foto: Science Photo Library / BBC News Brasil
"Nossa visão hierárquica da inteligência com humanos no topo da Grande Pirâmide revela o narcisismo de nossa espécie", afirma Sheldrake.
"Pensar sobre o mundo sem usar a nós mesmos como o padrão pelo qual todos os outros seres vivos devem ser julgados pode ajudar a amortecer algumas das hierarquias que sustentam o pensamento moderno", completa.
Essas hierarquias significam que nós, Homo sapiens, temos uma opinião incrivelmente alta de nós mesmos, e isso tem nos ajudado a chegar longe.
Mas talvez isso já tenha cumprido o seu propósito.
"Acho que nós, humanos, temos a necessidade de acreditar em um tipo de superioridade. Essa alta autoestima tem sido o motor da dominação. Temos sido capazes de fazer mais e isso é um resultado de acreditar que podemos mais", aponta Keats. .
"Mas estamos chegando a um limite, ao ponto em que essa forma de pensar está piorando o mundo para nós e para outras espécies. Então é hora de repensar."
E um catalisador para esse repensar é o Physarum Polycephalum, um protista de uma única célula sem cérebro que fica na parte inferior dessa hierarquia, de onde pode abalar todo o sistema.
* Este artigo é baseado no episódio "Slime mould and Problem solving" da série NatureBang da BBC.
Voltado para entretenimento, a LG OLED Flex LX3 traz display 4K de 42 polegadas que pode ter curvatura de até 900 R
A LG revelou nesta quarta-feira (31) a primeira TV OLED com painel flexÃvel da marca: a LG OLED Flex LX3. Equipada com a mais recente tecnologia da empresa sul-coreana, a TV de 42 polegadas focada em entretenimento pode atuar como uma tela completamente plana ou como um display com curvatura de até 900 R.
Foto: Divulgação/LG / Canaltech
Conforme a fabricante, a LG OLED Flex LX3 visa oferecer uma verdadeira experiência completa para entretenimento. A tela curva se propõe a entregar maior imersão em jogos, enquanto o display plano possibilita assistir a filmes e séries com mais conforto visual.
O painel flexÃvel da TV tem duas predefinições de curva, mas os usuários podem escolher manualmente entre os 20 nÃveis de curvatura, dando uma maior liberdade de escolha para agradar aos mais variados perfis. Sem a necessidade de ajustes manuais, um botão dedicado no controle remoto permite alternar entre o modo plano e curvo.
Exemplo da tela flexivel da LG OLED Flex LX3 em ação (Imagem: Divulgação/LG)
Foto: Canaltech
Grande foco em jogos
A LG OLED Flex LX3 tem os gamers como público-alvo e, por esse motivo, possui vários recursos que melhoram a experiência em jogos no PC ou consoles. Com porta HDMI 2.1, a TV com resolução 4K oferece taxa de atualização variável (VRR) de até 120 Hz e modo automático de baixa latência.
Para os PC gamers, outro destaque é o suporte à s tecnologias G-Sync da Nvidia e FreeSync da AMD. Ambos os recursos sincronizam as taxas de quadros da placa de vÃdeo com a exibição da tela, evitando congelamento de frames e outras inconsistências em conteúdo mais dinâmico.
Por se tratar de um amplo painel de 42 polegadas, a LG OLED Flex LX3 tem modos especiais para jogos que "reduz" o tamanho do display para 27 ou 32 polegadas.
Ao fazer essa mudança, a pessoa pode jogar tÃtulos de Real Time Strategy (RTS) ou First-Person Shooter (FPS) sem precisar usar todo o espaço da tela.
O modelo ainda traz a função Switching Hub, que possibilita conectar periféricos, como mouse e teclado, nas portas USB da TV e usá-los em um PC conectado por cabo HDMI. Então, ao pressionar um botão na lateral da tela, o usuário consegue controlar outro computador conectado ao aparelho sem precisar mudar os acessórios de estação.
Mecanismo na parte traseira ajuda a definir a curvatura do painel da LG OLED Flex LX3 (Imagem: Divulgação/LG)
Foto: Canaltech
Alto nÃvel de qualidade de imagem e som
Apesar do formato flexÃvel, a LG OLED Flex LX3 usa a tecnologia OLED Evo. Assim, ela oferece o mesmo nÃvel de qualidade de imagem das TVs "comuns" da marca, como cores mais precisas, nÃveis mais profundos de preto e maior contraste.
Para mais, o processador Alpha 9 Gen 5 trabalha com algoritmos que geram imagens mais realistas, segundo a LG. Bem como, o televisor oferece maior conforto para os olhos durante longas sessões devido aos diversos certificados de redução de brilho e cintilação.
Garantindo maior imersão sonora em jogos e filmes, a LG OLED Flex LX3 tem dois alto-falantes frontais com potência de 40 W. Além disso, o suporte integrado ao Dolby Atmos promete "maior pureza de som, profundidade e vivacidade".
Apresentação na IFA 2022
Apesar de ter revelado vários detalhes, a marca ainda não divulgou quando a LG OLED Flex LX3 chegará ao mercado e o preço de lançamento. Contudo, a TV flexÃvel estará em exposição na IFA 2022, evento de tecnologia e bens de consumo que ocorre entre os dias 2 e 6 de setembro em Berlim, na Alemanha.
O cÃngulo posterior é afetado nos estágios iniciais da doença, segundo estudo que comparou o cérebro de pessoas com Alzheimer com o de indivÃduos saudáveis
Cientistas portugueses podem ter descoberto a primeira ou pelo menos uma das primeiras regiões do cérebro afetadas pela doença de Alzheimer. Através de exames de imagem, a equipe observou que a condição neurodegenerativa e que causa perda da memória se inicia em uma região conhecida como cÃngulo posterior.
Publicado na revista cientÃfica Communications Biology, o estudo sobre a origem do Alzheimer no cérebro foi liderado por pesquisadores da Universidade de Coimbra, em Portugal. Em fases iniciais da doença, os autores descobriram que a região apresenta algumas alterações significativas, como inflamação neuronal e acumulação de proteÃna beta-amiloide.
"A região identificada [no cérebro] é crÃtica, pois serve de pivô em processos de memória de curto e longo prazo que sabemos estarem crucialmente afetados na doença de Alzheimer", explica Miguel Castelo-Branco, um dos autores do estudo e professor da Universidade de Coimbra, em comunicado.
Como foi descoberta a primeira região afetada pela doença no cérebro?
No estudo sobre a primeira região afetada pelo Alzheimer, os pesquisadores recrutaram voluntários em fases iniciais da doença e pessoas sem qualquer diagnóstico prévio para a condição, com as mesmas caracterÃsticas sociodemográficas.
"Um total de 19 pacientes na fase leve [da doença de Alzheimer] e 19 controles, recrutados na comunidade sem evidência de comprometimento cognitivo ou outras patologias relevantes, foram incluÃdos neste estudo", detalham os pesquisadores.
Em seguida, analisaram os cérebros desses indivÃduos através de diferentes tecnologias, como ressonância magnética e outros tipos de exames de imagem. Também mediram como o cérebro se comportava ao realizar algumas tarefas de memória.
Descoberta pode ajudar no diagnóstico precoce do Alzheimer?
Apesar desta descoberta ainda ser inicial e precisar ser melhor estudada, os pesquisadores acreditam que ela pode ter implicações significativas no diagnóstico precoce da doença e também no desenvolvimento de tratamentos contra o avanço da do Alzheimer no futuro. Atualmente, a maioria das terapias disponÃveis consiste apenas em retardar o avanço da condição.
"Estudos futuros devem abordar ainda mais o papel fisiopatológico local da neuroinflamação na modificação da atividade e do comportamento cerebral", afirmam os autores sobre o papel do cÃngulo posterior na doença neurodegenerativa.
Será que vale a pena comprar o iPhone 13 agora ou é melhor esperar o lançamento do iPhone 14 para ver se o preço abaixa mais? Confira a resposta na matéria.
Com a proximidade para o lançamento do iPhone 14 e a quantidade de rumores a respeito do aparelho, muitos usuários se perguntam se esse ainda é um momento propÃcio para comprar o iPhone 13 ou se é melhor esperar o sucessor.
Não é novidade que a Apple consegue entregar no mercado topos de linha com um hardware mais avançado do que o esperado. E essa estratégia desafiadora da empresa proporciona uma experiência premium a longo prazo de maneira mais eficiente do que a maioria dos modelos com o sistema operacional Android.
Todavia, o histórico de aprimoramentos dos últimos anos, bem como as informações vazadas sobre o novo celular da gigante de Cupertino começam a pôr em dúvida se comprar o aparelho de 2021 um pouco antes do anúncio de seu sucessor ainda é um bom negócio, ou se esperar para ver se o preço cai mais é a melhor alternativa. Quer saber a resposta? Então, confira no texto!
Design de 2017 com hardware de 2021
O iPhone 13 é um smartphone que herda as poucas alterações que a Apple tem feito nos últimos anos. Em 2017, a fabricante anunciou o iPhone X com um design que ia na contramão de tudo que a marca havia lançado até então.
Isso porque o produto passava a ter a famosa "franja" denominada notch. Segundo a marca, o intuito desse novo desenho era extinguir o uso do Touch ID via botão para dar um maior aproveitamento de tela e proporcionar outro meio de segurança.
Essa biometria é o Face ID, que consiste na leitura do rosco com base em alguns músculos especÃficos para conseguir identificar que realmente é o usuário do iPhone desbloqueando o aparelho.
O tamanho desse recorte na tela era para permitir que os sensores responsáveis pelo rastreamento avançado tivessem espaço o suficiente para funcionarem sem falhas. E, desde então, esse é o modo mais seguro encontrado pela Apple para que os seus usuários pudessem se sentir mais protegidos ao inserir dados sensÃveis — conta de banco, senhas etc — nos seus celulares com o iOS.
A presença nesse recorte causou estranheza quando as primeiras unidades do aparelho foram parar nas mãos dos usuários. Entretanto, com o tempo, muitos fãs da fabricante alegavam que esse formato não causava incômodo no uso diário.
Alterações no notch para o iPhone 13
No lançamento do iPhone 13, a Apple revelou que manteria o notch em seu flagship, mas que uma pequena alteração seria feita. Com isso, o modelo de 2021 recebeu uma redução de 20% no tamanho de seu entalhe.
Apesar de a mudança não representar a "aposentadoria" desse recorte, permitiu que o dispositivo tivesse um aproveitamento frontal mais interessante. A promessa é de que haveria mais espaço para os Ãcones de notificação, mas a maioria dos usuários consideram isso quase imperceptÃvel na prática.
Outras caracterÃsticas importantes do iPhone 13
É importante destacar que a tela Super Retina XDR OLED presente no iPhone 13 é de ótima qualidade. Entretanto, não representa uma evolução atrativa quando comparada ao seu antecessor iPhone 12.
Mesmo com essa repetição de especificação no painel, a fabricante comandada por Tim Cook elevou o brilho máximo padrão presente no visor de 625 nits para 800 nits. Com isso, a visualização de conteúdos em ambientes iluminados fica mais fácil.
Manter esse display não foi um erro da marca, pois existem diversas caracterÃsticas positivas e que fazem sentido na tela desse aparelho. Por ser OLED, a junção com a tecnologia True Tone entrega como vantagem um ótimo nÃvel de contraste para as imagens.
Além disso, as cores mais naturais do que em outros visores dá uma fidelidade atrativa para a experiência de uso. E para tal, a presença do HDR10 também aprimora a exibição de conteúdos em streaming no celular.
Além disso, a câmera principal está com 47% maior entrada de luz para fotos. Essa informação volta como vantagem para o público em forma de nitidez nas imagens, pois as capturas ficam ainda mais instagramáveis.
Outro ponto positivo presente na parte de câmeras do iPhone 13 é o Modo Cinemático. Apesar de ser focado em usuários especÃficos, esse recurso permite que as filmagens tenham um formato de exibição que dê a sensação de ser um vÃdeo cinematográfico graças ao foco rápido e dinâmico.
Rumores sobre o iPhone 14
Apesar de não existirem muitas informações concretas sobre o iPhone 14, acredita-se que essa linha representará uma mudança significativa nos modelos da Maçã. Isso porque o dispositivo receberá sua primeira grande alteração visual desde 2017.
Felizmente, parece que a Apple conseguirá fazer uma redução coerente no notch para dar ainda mais espaço útil ao display para a visualização de informações. Para quem é apegado às notificações, isso dará mais espaço para elas, e os gamers terão melhorias na visibilidade dos dados dos jogos, que normalmente ficavam adaptados para mostrarem tudo em uma área anterior ao recorte.
Na parte de especificações, especula-se que o iPhone 14 terá 6 GB de memória RAM e opções de armazenamento interno que podem alcançar os 2 TB. Apesar de essas informações ainda serem muito vagas, os upgrades fazem sentido para o que o público espera da marca em 2022.
Entretanto, o preço desse novo celular em seu lançamento pode se manter ou até mesmo ser maior do que o aplicado no antecessor. Devido às mudanças nos componentes internos, faz sentido que isso seja repassado no valor do produto para o consumidor. Porém, ainda é cedo para "bater o martelo" e a verdade só será revelada no dia do anúncio dele.
Comprar o iPhone 13 ou esperar o iPhone 14 ser lançado?
Considerando todas as caracterÃsticas positivas do iPhone 13, ele ainda é uma opção que faz muito sentido no mercado mobile, principalmente com o foco de uso a longo prazo por uma série de fatores.
Entre eles está a tela de ótima qualidade, pois proporciona uma experiência visual agradável para diferentes tipos de público. Além disso, ele tem desempenho avançado que garantirá uma usabilidade fluida por mais, pelo menos, 3 anos.
Outro ponto que deve ser citado é a longevidade que a Apple dá ao celular com as atualizações constantes do sistema operacional iOS. Assim como os seus antecessores, o aparelho pode ter acesso a até 5 anos de updates.
E, complementando tudo isso, as câmeras herdadas da versão mais avançada da linha iPhone 12 permitem que o uso com o foco em fotos e vÃdeos seja muito aprimorado, principalmente com a inserção de novos recursos via software.
Por se tratar de um topo de linha, o iPhone 13 não é um celular de fácil acesso a todos, já que o seu preço oscila sempre próximo aos R$ 5 mil. Porém, com a proximidade do lançamento de seu sucessor, o preço do produto tem subido e isso pode servir de alerta para quem está querendo comprá-lo.
Entretanto, esperar pelo lançamento do iPhone 14 pode servir para que o preço dele volte a cair, já que o novo topo de linha tomará o seu lugar nas páginas principais do site da Apple. Com isso, é interessante aguardar mais algumas semanas para comprar o iPhone 13 ao invés de pagar mais caro por ele agora ou até mesmo desembolsar mais do que o necessário pelo iPhone 14.










