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Como fazer seu celular dizer em voz alta quem está te ligando

Veja como fazer seu celular dizer em voz alta quem está te ligando, perfeito para quando não está com o celular perto de você

Sabe aqueles momentos em que alguém te liga, mas não está tão perto do celular? Seria ótimo se ele "falasse" para saber quem está querendo falar com você. Mas olha só: você pode programar seu celular para que ele te diga quem está ligando!

Bem legal, né? Dá uma olhadinha abaixo que te mostro como fazer esse ajuste para celulares Android, com o aplicativo padrão, chamado "Telefone", e no iOS, usando a querida Siri.

Como fazer seu celular dizer quem está ligando
É importante dizer que: para que o celular diga exatamente quem está ligando, é importante que o número esteja em sua lista de contatos, tá? Dá uma olhadinha como fazer em seu aparelho.

Android
Abra o aplicativo "Telefone" no seu aparelho Android;
No canto superior direito, abra as opções e toque em "Configurações";
Deslize a tela até encontrar a seção "Avançadas";
Toque em "Aviso do identificador de chamadas";
Toque em "Ouvir identificador de chamadas" e escolha a opção desejada.


Foto: Unsplash/Lindsey LaMont / Canaltech

iOS
Acesse "Ajustes" e entre em "Siri e busca";
Na seção "Pedir à Siri", entre em "Anunciar Ligações";
Selecione a opção que deseja.
Incrível, né? Assim você consegue saber exatamente quem está ligando se o seu celular estiver em outo cômodo. Ah! Só não se esqueçam de manter o volume alto, viu?

Compartilha essa dica com seus amigos e nos vemos em breve!

(Fonte: Redação Canaltech) - 19/09/2022
iPhone 15 e iPhone 15 Plus devem adotar Dynamic Island, mas nada de ProMotion

Informação de analista diz que iPhone 15 e iPhone 15 Plus devem ganhar a Dynamic Island, mas o ProMotion de 120 Hz continuará exclusivo dos "iPhone Pro"

Depois da chegada da linha iPhone 14, uma das principais novidades foi a adoção da chamada Dynamic Island nos iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max. O largo notch foi embora, e agora o aparelho tem uma pílula no topo da tela. Agora, um novo rumor diz que essa novidade também chegará para os modelos mais simples no ano que vem.


Foto: Apple / Canaltech

O respeitado analista Ross Young, especializado no mercado de telas, trouxe algumas novidades sobre a futura geração de 2023 dos smartphones da Apple. Segundo ele, um dos grandes destaques dos iPhone 14 Pro e 14 Pro Max, o Dynamic Island é esperado mesmo nos modelos base da geração "15". Ou seja, podemos esperar pela remoção do notch e pela adoção de um furo de pílula na tela dos possíveis iPhone 15 e iPhone 15 Plus, finalmente dando uma repaginada real na parte frontal dos aparelhos mais baratos.

Por outro lado, ele ressalta que a tecnologia LTPO e o ProMotion, nome dado pela Apple para o suporte à taxa de atualização de 120 Hz, não devem aparecer nesses dispositivos. Isso porque a cadeia de suprimentos não deve ser capaz de produzir telas com essas características em volume suficiente para a demanda dos quatro modelos — além dos lançados em gerações anteriores que ainda continuarão sendo vendidos.

Assim, apesar de ganharem um design atualizado, com uma nova parte frontal, algumas funcionalidades devem permanecer específicas da série "Pro" de iPhone. Por fim, em outro tweet, Ross ainda diz que a BOE não deve ser capaz de suprir as necessidades da Apple em 2023, conseguindo produzir telas LTPO na demanda da Maçã apenas em 2024.

Infelizmente, o informante não trouxe nenhuma outra novidade sobre os novos aparelhos. Vale dizer que ele tem uma altíssima precisão, e foi um dos primeiros a dizer que a Gigante de Cupertino manteria o chip A15 Bionic nos iPhone 14 e iPhone 14 Plus, assim como a adoção de uma tela perfurada nos iPhone 14 Pro e iPhone 14 Pro Max. Ou seja, é bem possível que essas informações realmente se confirmem, mas só saberemos no ano que vem.

Celular ajuda a lembrar mas pode "viciar" cognição, dizem cientistas

Estudo da Universidade College London sobre efeitos do celular na memória é questionado por especialistas brasileiros ouvidos por Byte



Smartphones favorecem o “transbordamento cognitivo”: quando o conteúdo de alto valor é armazenado, a memória interna é realocada para o de baixo valor
Foto: Pexels / 9143 images / Pixabay

Um estudo britânico da Universidade College London, publicado na revista da Associação Americana de Psicologia, em agosto, concluiu que o uso de aparelhos para armazenar informações, como smartphones, aumentaria nossas habilidades de memória para lembrar de tarefas diversas. Entretanto, especialistas brasileiros ouvidos por Byte trataram a descoberta com ceticismo.

A lógica é que ao transferir o lembrete para um objeto externo, a nossa memória interna continua a ser usada, mas para outras informações. É o que os cientistas chamam de “transbordamento cognitivo”: quando o conteúdo de alto valor é armazenado, a memória interna é realocada para o de baixo valor.

O estudo contou com 158 voluntários de idades entre 18 e 71 anos, que teriam que fazer um jogo da memória em um computador de tela sensível ao toque. Os participantes viam até 12 círculos na tela e tinham de se lembrar de arrastar alguns para a esquerda e outros para a direita – um dos lados era “alto valor” e outro era “baixo valor”.

A primeira constatação foi de que as pessoas usam os smartphones para anotar informações de alto valor associado. Os lembretes ajudaram as pessoas a lembrarem das tarefas principais em 18%. Já a memória para as tarefas consideradas de baixo valor foi ainda maior: 27%.

Os estudiosos ouvidos pela reportagem acham o estudo válido, mas também veem alguma confusão entre os diferentes tipos de memória e a forma como nós as processamos. Além disso, também faltou abordar os efeitos negativos do excesso de uso dos celulares na nossa cognição, que pode ficar "mal acostumada" a depender dos aparelhos.

Ganhos de um lado, perdas em outro
De acordo com Álvaro Machado Dias, neurocientista professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), nosso cérebro possui uma capacidade limitada de armazenamento de informações. Nesse sentido, existe um efeito positivo dos celulares ou quaisquer aparelhos ao amplificarem a nossa capacidade cognitiva.

Mas ele lembra: “O paper [artigo] não menciona nada sobre demência cognitiva. A ideia é que a gente está usando cada vez mais gadgets, não importa quais sejam, e quanto mais a gente os utiliza, de fato, no momento da ação, a gente está desempenhando as nossas atividades cognitivas de maneira esquecida”.

Como exemplo, Dias fala sobre o GPS. Em vez de decorarmos as coordenadas para alcançar um caminho, temos um aparelho que nos diz, de imediato, o que devemos fazer. E isso nos exige pouco esforço cognitivo.



Smartphones, no estudo da Universidade College London, são objetos externos para lembrar de algo, como cadernos
Foto: inspirexpressmiami / 19 images / Pixabay

“A mensagem principal que fica é que, como os dados mais importantes já estão armazenados, a gente despende do nosso tempo pensando em atividades menos importantes. Vai no sentido contrário desse otimismo todo: é a de que se você anota tudo no caderninho ou no smartphone, vai lembrar das coisas secundárias, e aí a sua vida cognitiva pode ficar marcada por essas coisas”, afirma o pesquisador.

Para a psicóloga e pesquisadora de neurociência da Universidade Mackenzie Leticia Yumi Morello, o artigo aborda especificamente a memória prospectiva, que é a habilidade de lembrar das coisas que ainda vão acontecer (comprar frios, receber visitas, pagar contas); e não há indício de que ela seja melhorada com o uso de smartphones ou blocos de notas.

"O que melhora é o nosso desempenho! Pois anotando coisas mais importantes, diminuímos a chance de falhar nas coisas menos importantes em decorrência da limitação da nossa memória”, defende Morello.

Ou seja: não é que a nossa memória é melhorada com esses eletrônicos. Na verdade, eles liberam um "espaço" para lembrar de outras coisas, como se o nosso cérebro fosse uma espécie de cartão de memória ou pen drive.

A ideia da demência cognitiva ou amnésia digital não é algo que o estudo rebate, segundo Morello. “Essa teoria propõe que, justamente por anotarmos coisas em dispositivos e acreditar que eles vão nos notificar a respeito delas, não nos preocupamos em guardá-las em nossa memória e, assim, não a ‘exercitamos’”, comenta.

No próprio experimento 3 do estudo, os autores dizem que, uma vez que as pessoas perdem o acesso aos aparelhos de memória externa, elas não se lembram mais das coisas que haviam anotado, e se lembram daquelas que se esforçaram para guardar “de cabeça”.



Amnésia digital se dá porque se anotamos tudo em aparelhos, não nos preocupamos em guardar na nossa memória e, assim, não a "exercitamos"
Foto: Raman Oza / Pixabay

O que de fato, então, melhora a memória?
Segundo o neurologista Ivan Okamoto, do Hospital Israelita Albert Einstein, estudos recentes têm mostrado que os pilares para uma boa memória são atividade física, atividade intelectual, alimentação, controle de diabetes e colesterol e relacionamento social.

Dentro disso ainda há especificidades: “A melhor dieta é a do mediterrâneo, atividade física aeróbica é melhor que a anaeróbica, fatores relacionados ao nível de colesterol e diabetes também estão associados, pressão arterial, entre outros fatores”, comenta Okamoto.

Ele diz que em relação ao tipo de atividade intelectual praticada, ele diz que a melhor que você pode fazer é a que você gosta. Pode ser palavras-cruzadas, sudoku, bingo ou qualquer outra, desde que exercite as capacidades intelectuais.

(Fonte: Ivana Fontes Redação Byte) - 14/09/2022
Da meteorologia à luta contra covid: por que supercomputadores importam

O gigantesco poder de processamento desses equipamentos é usado principalmente em pesquisas científicas, mas tem reflexos no nosso cotidiano



Supercomputador Pégaso, da Petrobras
Foto: Divulgação / Petrobras

Até dezembro deste ano, deve entrar em operação o supercomputador Pégaso, da Petrobras. O equipamento deverá processar dados geofísicos e geológicos em projetos de exploração e produção de petróleo e gás natural. Para isso, conta com 678 TB de RAM e capacidade de processamento de 21 petaflops (quatrilhão de operações por segundo) — o equivalente, segundo a estatal, a 150 mil notebooks trabalhando juntos.

Assim como outros supercomputadores, esse também é enorme: as estruturas que abrigam seus componentes tomarão um espaço de 35 metros de comprimento. Também de forma similar aos demais equipamentos do gênero, o Pégaso é caro. A Petrobras pagará cerca de US$ 300 milhões para utilizá-lo por cinco anos, quando se estima que ele se tornará obsoleto.

Atualmente o recordista mundial é o Frontier, construído no Laboratório Nacional Oak Ridge (ORNL, na sigla em inglês) do Departamento de Energia dos EUA. Em junho, ele se tornou o primeiro supercomputador a demonstrar uma velocidade de processador de 1,1 exaFLOPS (1,1 quintilhões de operações de ponto flutuante por segundo).

As empresas já miram até nos supercomputadores quânticos. A IBM planeja colocar em funcionamento um sistema de computação quântica com mais de 4 mil qubits (bits quânticos) até 2025. A empresa já é dona do Eagle, processador quântico de 127 qubits revelado pela companhia em novembro de 2021.



Summit, supercomputador da IBM
Foto: Divulgação / IBM

O que é e para que serve um supercomputador?
Geralmente, um supercomputador é montado a partir de um conjunto de milhares de processadores muito potentes que trabalham em conjunto para solucionar um problema. A capacidade avançada de processamento de dados e de memória desses computadores possibilita a realização de cálculos que dispositivos mais simples não seriam capazes de fazer (ou demorariam muito para executar).

Eles costumam ser usados para pesquisas militares e científicas, especialmente nas áreas de química, física, meteorologia e medicina. Um supercomputador pode, por exemplo, realizar milhões de simulações para calcular a eficiência de um procedimento médico, de um medicamento ou de uma vacina.

A Administração Nacional Oceânica e Atmosférica, agência científica do Departamento de Comércio dos EUA, usa supercomputadores para condensar centenas de milhões de observações que tornam as previsões meteorológicas mais precisas. E o supercomputador Summit da IBM ajudou cientistas médicos a identificar 77 moléculas com potencial para tratar o vírus da covid-19 em 2020.

Outras aplicações de supercomputadores são na previsão do tempo a longo prazo, em inovações no aprendizado de máquina e na realidade virtual, em projetos de perfuração de poços de petróleo (como é o caso da Petrobras) e, no âmbito militar, em simulações de detonação de armas nucleares.

Portanto, mesmo que não possamos ter um supercomputador em casa, o uso desse tipo de equipamento pelas grandes empresas gera consequências que nos afetam direta ou indiretamente — seja na compra de um medicamento que passou por testes feitos por um supercomputador ou de um produto feito a partir do petróleo, cujo processo de extração pode ter contado com cálculos executados por um equipamento desses.

(Fonte: Amanda Andrade Redação Byte) - 14/09/2022
Leica apresenta projetor a laser premium de quase 8 mil dólares

Produto gera imagens 4K de até 100 polegadas, e conta com suporte para Dolby Atmos e Dolby Digital Plus, com porta HDMI eARC e sintonizador de TV integrado

A Leica, marca icônica conhecida pela produção de câmeras fotográficas, acaba de aumentar sua linha de produtos com o projetor Cine 1. O item foi desenvolvido em parceria com a Hisense, e promete alta qualidade de imagem em diversas dimensões.

São duas versões disponibilizadas pela marca: uma voltada para imagens de 80 polegadas, e outra de 100 polegadas. Entretanto, o tamanho pode variar de acordo com a distância do produto em relação à parede.

O projetor utiliza a tecnologia a laser, que deverá revolucionar o mercado em um futuro próximo, de acordo com a marca. O sistema é formado por raios RGB triplos em conjunto com uma solução óptica sofisticada — a Leica ainda afirmou que o produto passou por rigorosas baterias de testes antes de seu lançamento.

Com isso, os projetores alcançam uma potência máxima de 2.100 e 2.500 ANSI lumens, nos modelos de 80 e 100 polegadas respectivamente. Com isso, os ambientes mais claros também deverão ser contemplados com imagens nítidas.



No mais, as duas versões possuem resolução 4K e suporte para taxas de atualização a 60 Hz, características semelhantes a vários modelos concorrentes nos mercados de televisores e projetores. Entretanto, a Leica aponta que o consumo de energia deve ser significativamente menor em comparação com TVs LED.

Leica também oferece tela com rejeição de luz ambiente
Os produtos podem ser utilizados em paredes com telas comuns para projetores do tipo, mas a Leica oferece painéis com rejeição de luz ambiente (ALR, na sigla em inglês). A marca promete que a experiência mais agradável será alcançada somente com o combo de projetor + tela da empresa.

A durabilidade também foi um aspecto destacado pela empresa, com garantia de mais de 25 mil horas de uso em uma sessão única e contínua. Na parte interna, os alto-falantes são de 20 W, e possuem suporte para tecnologias como o Dolby Atmos e Dolby Digital Plus.

As opções de conectividade física incluem três portas HDMI, sendo que uma é HDMI 2.1 com eARC. Há também uma USB 2.0, USB 3.0, e sintonizador de TV integrado. O uso com Wi-Fi e Bluetooth também está disponível.

Preços e disponibilidade
O projetor ficará disponível para compra no mercado europeu a partir do segundo semestre de 2023, enquanto a China e Estados Unidos ganharão o produto nos meses seguintes. Os preços de cada versão podem ser conferidos abaixo:

Leica Cine 1 (80 polegadas): 6.900 dólares (cerca de R$ 35.880 em conversão direta)
Leica Cine 1 (100 polegadas): 7.900 dólares (~R$ 41.080)
Tela para projetor de 80 polegadas: 1.600 dólares (~R$ 8.320)
Tela para projetor de 100 polegadas: 1.800 dólares (~R$ 9.360)

(Fonte: Gizmochina Canaltech) - 06/09/2022
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.