Mais uma semana, mais uma lista com boas opções no Netflix. Dessa vez, resolvemos selecionar os melhores filmes de comédia disponÃveis do serviço de streaming de vÃdeos.
Para tentar não desagradar todo mundo, a lista traz de tudo um pouco, incluindo clássicos como Jovem Frankenstein e Quanto mais Quente Melhor, gênios do gênero como Monty Python, além de produções mais recentes como Borat, Dias IncrÃveis e Superbad.
Confira abaixo e boas risadas! E, claro, não deixe de falar quais outros filmes (disponÃveis no Netflix Brasil) estariam na sua lista.
Atualização:
Lista atualizada em 24/7 já que o Netflix retirou dois filmes da lista: em seus lugares foram incluÃdos as produções Desconstruindo Harry, de Woody Allen, e Quem Vai Ficar Com Mary?, com Ben Stiller.
Como Enlouquecer seu Chefe
Apertem os Cintos, O Piloto Sumiu
Desconstruindo Harry
Alta Fidelidade
Monty Python - O Sentido da Vida
Jovem Frankenstein
Borat
Quanto Mais Quente Melhor
Um PrÃncipe em NY
Superbad
Quem Vai Ficar com Mary?
Eu Te Amo, Cara
Dias IncrÃveis
Team America
Ou Tudo Ou Nada
A Apple anunciou nesta sexta-feira, 2/10, que o seu relógio inteligente Apple Watch será lançado oficialmente no Brasil em 16/10.
Como esperado, os preços serão bem salgados e variam entre 2.900 reais e 135 mil reais dependendo do modelo escolhido. Nos EUA, os valores ficam entre 350 dólares e 10 mil dólares.
O smartwatch da empresa desembarca no mercado brasileiro cerca de seis meses após seu lançamento nos EUA e outros locais.
Versão mais barata, o Apple Watch Sport está disponÃvel em um total de 12 modelos que custarão entre 2.900 reais e 3.300 reais. Em seguida, vem o Apple Watch padrão, com preços entre 4.600 reais e 9.100 reais. Por fim, temos a versão de luxo do aparelho, chamada de Watch Edition, que é feita de ouro 18K e custa até 135 mil reais (!).
Se você está sentado em frente a um computador, dirigindo um táxi ou fazendo faxina, pare por um momento e pergunte a si mesmo: um robô poderia fazer este trabalho melhor do que eu? Provavelmente, a resposta é sim.
O debate sobre se as máquinas vão dispensar a força de trabalho humana já não está mais restrito aos filmes de ficção cientÃfica. A consultoria Boston Consulting Group prevê que, em 2025, até um quarto dos empregos seja substituÃdo por softwares ou robôs, enquanto que um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, aponta que 35% dos atuais empregos no paÃs correm o risco de serem automatizados nas próximas duas décadas.
Automatização já é realidade; estudo prevê que, em 2025, até um quarto dos empregos seja substituÃdo por softwares ou robôs
Foto: (Thinkstock)
Mas há outras profissões que estão sob ameaça? A BBC enumera alguma delas.
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Motoristas de táxi
Motoristas de táxi ao redor do mundo vêm travando uma batalha com o aplicativo de carona paga Uber.
Mas tanto o Uber quanto fabricantes de veÃculos e até mesmo o Google já estão buscando criar um serviço que dispense a presença do motorista.
No final deste ano, módulos de táxi automatizados vão começar a operar nas ruas da cidade de Milton Keynes, na Inglaterra, oferecendo corridas pela cidade. O governo britânico está atualizando as placas de trânsito para viabilizar o funcionamento dos carros sem motorista.
No entanto, para Steven McNamara, presidente da Licensed Taxi Drivers Association, o principal sindicato da categoria no Reino Unido, carros sem motorista não ameaçam o emprego de taxistas.
"VeÃculos autônomos vão precisar de mudanças na legislação para poderem operar nas ruas britânicas, a tecnologia ainda engatinha e não foi completamente testada em ambientes urbanos. Na realidade, há dúvidas sobre se os carros automatizados vão compartilhar o mesmo espaço com veÃculos tradicionais".
Motoristas de táxi vêm travando batalha contra aplicativo de carona paga Uber
Foto: (AFP)
Operários de fábrica
Na China, humanos estão construindo robôs que eventualmente os substituirão. A primeira fábrica apenas operada por robôs está sendo construÃda na cidade de Dongguan, famoso polo operário da China.
A planta, controlada pela Sehnzhen Evenwin Precision Technology, busca reduzir a força de trabalho dos atuais 1,8 mil funcionários em 90%, segundo Chen Zingui, presidente do Conselho de Administração da companhia.
Mas as ambições chinesas vão além de uma simples fábrica. Desde setembro do ano passado, um total de 505 fábricas em Dongguan investiu o equivalente a R$ 2,6 bilhões na aquisição de robôs. O objetivo é substituir mais de 30 mil operários, segundo o Escritório de Tecnologia de Informação e Economia de Dongguan.
A Foxconn, por exemplo, que fabrica aparelhos eletrônicos como os iPhones da Apple, também planeja um exército de robôs, embora suas ambições sejam muito mais modestas – com a substituição de 30% da atual força de trabalho nos próximos cinco anos.
Linhas de montagem estão sendo cada vez mais automatizadas
Foto: (Reuters)
Jornalistas
Cada vez mais companhias vêm oferecendo softwares capazes de coletar dados e transformá-los em textos minimamente compreensÃveis. Isso significa que, em um futuro próximo, as reportagens não serão mais escritas por jornalistas.
Kristian Hammond, chefe-cientista da Narrative Science, uma plataforma que gera conteúdo narrativo automatizado, estima que, em 15 anos, 90% das notÃcias serão escritas por máquinas. Ele diz, contudo, que isso não significa que 90% dos jornalistas vão perder seu trabalho.
"Isso significa que os jornalistas vão poder ampliar seu campo de atuação. O mundo das notÃcias vai se expandir", assinala. "Os jornalistas não vão precisar escrever reportagens a partir de dados. Tudo será feito por máquinas", acrescenta.
Em futuro próximo, reportagens não serão mais escritas por jornalistas
Foto: (Thinkstock)
Médicos
Robôs podem não ser os melhores acompanhantes, mas certamente são capazes de analisar dados para descobrir possÃveis tratamentos para doenças.
O Watson, um supercomputador da IBM, está atuando em conjunto com dezenas de hospitais nos Estados Unidos para oferecer recomendações sobre os melhores tratamentos para diversos tipos de câncer. E a partir do software desenvolvido pela companhia, também está ajudando a detectar câncer de pele em estágio inicial.
Por anos, robôs também vêm ajudando médicos a realizarem cirurgias. A velocidade é um fator crucial no sucesso de tais operações e as máquinas são capazes, por exemplo, de costurar vasos sanguÃneos muito mais rápido do que os humanos.
A cirurgia automatizada, contudo, não é infalÃvel e um relatório de segurança recente mostrou que essas operações estavam associadas a pelo menos 144 mortes nos Estados Unidos na última década.
Atualmente, homem e robô vêm trabalhando lado a lado na medicina, mas talvez o cenário mude no futuro, acreditam especialistas. "Dificilmente os médicos vão ceder o controle do tratamento dos seus pacientes às máquinas", afirmou o cientista Jerry Kaplan, em seu livro .
"Mas futuramente, quando houver evidências de que as máquinas são a melhor opção, pacientes vão pedir para serem diagnosticados por robôs, que são definitivamente mais baratos do que seres humanos".
Alguns procedimentos médicos são feitos de forma mais rápida por robôs
Foto: (Getty)
Barman
O cruzeiro de luxo Anthem of the Seas lançou recentemente uma ideia pioneira: um bar automatizado a partir da Shakr Makr, uma máquina desenvolvida pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos) há alguns anos.
As bebidas podem ser pedidas por meio de um tablet e usuários não estão limitados ao menu que recebem à mesa – eles podem, inclusive, criar seu próprio coquetel.
O braço robótico mistura o coquetel e o coloca em um copo de plástico (para evitar acidentes) que é acoplado a uma tina (as habilidades da máquina ainda não são muito precisas). Toda a operação é feita com certo glamour, contudo - a máquina não só mistura o coquetel quando o sacode antes de terminá-lo.
A reportagem da BBC provou dois coquetéis feitos por um robô e dois outros por um barman. O resultado foi heterogêneo. Na opinião da reportagem, as bebidas preparadas pela máquina, no entanto, não eram saborosas - faltou-lhes apuro, como o toque final de limão que o barman adicionou.
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Futuro
Os exemplos ilustram ambas as possibilidades e as limitações dos robôs. Mas cada uma das profissões poderia ser, em certa medida, substituÃda pelas máquinas. Algumas delas, inclusive, já vem sendo cada vez mais automatizadas.
Mas o que os seres humanos vão fazer quando suas habilidades não tiverem mais utilidade?
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Para Martin Ford - autor do livro ("Ascensão dos Robôs", em tradução livre), o mundo enfrentará desemprego em massa e um colapso financeiro a menos que sejam implementadas mudanças radicais, como a garantia de um salário mÃnimo.
Por ora, o que os humanos vão fazer com o seu tempo livre é mais difÃcil de ser avaliado - alguns pensam em passar mais tempo na praia, outros defendem a manutenção do toque humano no local de trabalho.
"Espero que professores, médicos e juÃzes permanecerão humanos porque à s vezes você precisa de alguém para conversar", afirmou à BBC Nello Cristiani, professor de Inteligência Artificial da Universidade de Bristol.
O que os seres humanos vão fazer quando suas habilidades não tiverem mais utilidade?, questiona especialista
Foto: (Thinkstock)
Fones de ouvido são hoje em dia uma extensão do corpo humano. Mas em meio a tantas opções disponÃveis no mercado, escolher o modelo mais adequado pode ser uma tarefa árdua.
Alguns fones são melhores para escutar música em casa, enquanto outros são mais portáteis e permitem maior comodidade nas ruas ou no transporte público.
Muitos deles também dispõem de uma grande quantidade de funções, como cancelamento de ruÃdo.
A BBC Mundo, o site em espanhol da BBC, listou as principais dicas na hora de escolher o melhor fone de ouvido:
Combinação mágica
A maioria das pessoas busca fones de ouvido que combinem fidelidade de som, conforto e portalidade. E, claro, preço.
Mas há muitos mais fatores que envolvem a escolha do aparelho, já que tudo vai depender do objetivo do usuário.
Por isso, a primeira pergunta que você tem de se fazer antes de comprar um fone de ouvido é: em quais situações você pretende usá-lo?
Diferentes tipos, diferentes benefÃcios
Há quatro tipos de fones de ouvido e cada um tem uma qualidade diferente.
Aqueles que se apoiam sobre a cabeça têm uma espuma que cobre toda a orelha () e são mais cômodos se o objetivo é escutar música por longos perÃodos.
Também têm maior qualidade de som, mas são mais caros e muito menos portáteis. Por isso, o melhor é limitá-los ao uso profissional ou em casa.
Já os chamados cobrem a orelha e são menores e mais portáteis do que aqueles que vão sobre a cabeça, mas também oferecem comodidade. A única diferença é que isolam mais o ruÃdo do exterior.
Os modelos mais comuns, no entanto, são inseridos no ouvido e em geral vêm com dispositivos de música portáteis.
As vantagens são múltiplas: são mais leves e portáteis, mais baratos e a forma como são inseridos no ouvido garante maior retenção do áudio.
No entanto, a qualidade do som é menor do que a dos dois tipos anteriores, especialmente no caso de sons mais graves.
Há ainda uma subcategoria: os chamados , que são introduzidos no ouvido, mas não o cobrem completamente, isolando menos o som do exterior. São os que ofecerem a pior qualidade de som.
Além dos modelos gerais, há fones de ouvido para usos especÃficos como, por exemplo, modelos esportivos que se ajustam melhor na cabeça ou podem ser presos à roupa.
Com ou sem tecnologia sem fio?
Se o objetivo é ter maior mobilidade sem necessidade de que os fones de ouvidos estejam conectados diretamente ao dispositivo base, aqueles com tecnologia sem fio são uma boa opção.
Nesse caso, há também várias opções. Aqueles que usam tecnologia infravermelha tem um raio de sete metros e só funcionam se não houver obstáculos entre o dispotivo base e o fone de ouvido.
São mais baratos, mas não permitem que os usuários andem por todos os cantos da casa, restringindo seus movimentos.
Já os fones de ouvido com tecnologia Bluetooth têm um raio de alcance curto, mas dão maior mobilidade ao usuário.
Se a finalidade é escutar música de alta qualidade sem fio, a melhor opção são os fones de ouvidos com tecnologia de radiofrequência, que usa um sinal FM e opções de várias frequências para evitar a interferência com outros dispositivos.
Com ou sem eliminação de ruÃdo
Um dos fatores a serem levados em consideração é a proporção de ruÃdo exterior filtrado pelo fone de ouvido.
Nesse sentido, uma das opções são os fones de ouvido com cancelamento de ruÃdo, uma boa opção para voos ou transporte público, como metrô.
Tais modelos permitem usufruir melhor do áudio sem ter de aumentar o volume, evitando, assim, prejudicar os ouvidos.
Alguns também possibilitam isolar complementamente o som do exterior, e por isso mesmo não são recomendados para andar de bicicleta ou caminhar na rua, já que podem trazer riscos para a segurança do usuário.
Com ou sem microfone?
quanto a fones de ouvido para usar com o celular, especialistas recomendam comprar um com microfone.
Dessa forma, é possÃvel fazer chamadas sem ter de tirá-los.
Preço?
É possÃvel encontrar fones de ouvidos dos mais variados preços, dos mais baratos (em torno de US$ 5 ou R$ 20) aos mais caros (US$ 300 - mais de R$ 1 mil - ou mais).
A marca é importante, mas, segundo especialistas, o melhor é privilegiar as caracterÃsticas do modelo.
O usuário deve, portanto, estabelecer até quando quer gastar e dentro desse orçamento escolher um dispositivo com as caracterÃsticas mais adequadas à s suas necessidades.
A boa notÃcia, segundo os especialistas da revista britânica , é que se pode encontrar fones de ouvidos excelentes por cerca de US$ 70 (R$ 265).
Mas, obviamente, quanto maiores as exigências do usuário, maior será o preço do modelo.
Fones que são inseridos no ouvido são os mais comuns, mas oferecem menor qualidade de áudio
Foto: (BBC)
Quando o site de infidelidade Ashley Madison foi alvo de um ataque de hackers, há dois meses, mais de 11 milhões de senhas foram decodificadas. O caso ilustrou os perigos de se ter senhas pouco seguras. Nessa terça-feira, a agência de segurança e inteligência do governo britânico (Government Communications Headquarters, ou GCHQ) publicou novas diretrizes para melhorar a segurança online.
Relatório do governo britânico mostra que muito do que se pensa sobre senhas seguras está errado
Foto: Divulgação/BBC Brasil
O documento desafia o senso comum sobre senhas e seguranças – e mostra que muitas das ideias que temos sobre como ter uma senha segura podem estar erradas. Então, como escolher e gravar a senha perfeita?
Senhas complexas
Muitos sites exigem senhas complexas, com uma mistura de letras maiúsculas e minúsculas, números e sÃmbolos. O relatório do GCHQ sugere que senhas complicadas podem, na verdade, ser contraprodutivas, já que as pessoas as escrevem ou as utilizam em outros sites.
"Muito se fala sobre senhas longas e complexas serem mais seguras. Mas esse nem sempre é o caso", afirma o professor Steven Murdoch, do Departamento de Ciências da Computação da University College London.
"Sistemas seguros não deveriam apenas confiar em uma única senha, mas sim ter controles técnicos complementares para se detectar comportamentos anormais e proteger a conta do usuário."
Usar sÃmbolos e pontuação também podem ser uma chateação para quem está no celular. "É difÃcil de se digitar senhas complexas em tela der toque, já que você tem de trocar os teclados", disse a professora Angela Sasse, diretora de pesquisa sobre segurança da informação, também na University College London.
Usar a mesma senha para vários sites é um dos maiores erros
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Longa e segura?
Alguns especialistas recomendam que sejam usadas as chamadas "frases-senhas", ou senhas compostas por frases, como por exemplo Tenho50%dosdiscosdoCPM22.
Para algumas pessoas, elas são mais fáceis de se gravar, além de serem mais seguras contra os ataques chamados de "força bruta", em que um computador tenta inúmeras combinações de senha até, por tentativa e erro, encontrar a certa.
"Uma senha longa é preferÃvel, mas ela também traz outros problemas", disse Sasse. "Mais de 50% das senhas agora são digitadas em telas de toque, e frases-senhas são um problema para quem está usando esses dispositivos."
"Senhas raramente são decifradas por essas forças brutas. Na maior parte do caso, elas são capturadas por phishing e malware, e com esses ataques não importa quão longa ou complexa seja sua senha."
Muitas companhias obrigam os funcionários a trocar a senha frequentemente – a cada 30 dias, por exemplo, para que senhas roubadas sejam usadas apenas temporariamente pelos hackers.
Mas o GCHQ sugere que isso incentive as pessoas a escolherem senhas em que apenas sigam acrescentando novas letras ou números, além de fazer com que elas usem a mesma combinação em outros sites.
O relatório afirma que essa prática traz um "fardo para o usuário e não traz benefÃcio real, já que senhas roubadas normalmente são usadas por hackers imediatamente".
Senhas longas e complexas podem mais atrapalhar do que ajudar
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Gerenciadores de senhas
Algumas pessoas usam aplicativos ou sites dedicados a guardar senhas. Assim eles podem recuperá-las facilmente no caso de as esquecerem. Mas esses apps também funcionam com senha – então você precisa memorizar mais uma.
Um aplicativo está sendo desenvolvido nos Estados Unidos justamente para lidar com esse problema. Em vez de gravar seus códigos secretos, o Password Chef grava "receitas" que te ajudam a lembrar da senha.
Os criadores do app dizem que é uma maneira de as pessoas criarem senhas mais seguras que também são mais fáceis de serem lembradas. No entanto, gerenciadores de senhas também não são infalÃveis.
"Esse app pode ajudar as pessoas a se lembrarem de senhas que usam pouco, mas pesquisas mostram que mesmo se elas se recordam de algo, como o nome da escola, elas não conseguem reproduzir a maneira exata da palavra usada na senha", afirma Sasse.
Facebook e Twitter já têm dispositivos que enviam um código pelo celular, ampliando a segurança
Foto: Divulgação/BBC Brasil
Muitos sites agora oferecem uma autenticação em duas fases. Além de colocar sua senha, você também tem de usar um código, normalmente enviado ao seu celular. Facebook, Google e Twitter já oferecem esse dispositivo.
"Isso aumenta de forma significativa a segurança. Então, aconselhamos fortemente o uso desse tipo de dispositivo. Muitos bancos também usam essa medida", afirma Murdoch.
O vazamento de dados do Ashley Madison mostram que nunca é garantido que um site seja totalmente seguro – mais um fator que prova que não há sentido em usar a mesma senha em vários sites.
O relatório do GCHQ mostra que os britânicos usam, em média, a mesma senha para quatro sites diferentes.
"Nunca reuse senhas importantes (como a do seu banco online) para outros sites", afirma Sasse. "Nem todos os sites protegem as senhas de maneira eficiente ou sua senha pode ser capturada por um malware. Use senhas individuais com gerenciadores de senha para conseguir guardá-las."











