Notícias na Santa Ifigênia

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Google libera API que permite criar aplicações com análise de imagem

A partir de agora, desenvolvedores conseguirão facilmente construir aplicações que entendem o conteúdo de imagens graças a novas ferramentas de visão de máquina lançadas pelo Google.

Nesta quarta-feira (3), a companhia revelou a versão beta do seu API Cloud Vision, dando a desenvolvedores uma oportunidade de rodar serviços de processamento de imagem que permitem que seus aplicativos lidem mais facilmente com imagens.

Com isso, aplicações poderão usar tais ferramentas para fazer coisas como identificar o que é mais importante em uma imagem, determinar como alguém sente sobre ela e detectar se a imagem é inadequada.

Por exemplo, um dos recursos escolhe um assunto dominante em uma imagem e tenta identificar de uma forma que pode ser utilizado, na sequência, por uma aplicação. Uma imagem de um grupo de produtos retornaria como resultado “produtos”.

O recurso de detecção de pontos de referência permite aplicativos identificarem imagens de estruturas naturais populares assim como pessoas, e saber onde em um mapa essas estruturas se encontram.

Outra possibilidade é que companhias poderão desenvolver aplicações que incluem imagens compartilháveis. A tecnologia que alimenta a ferramenta SafeSearch do Google para bloquear conteúdo inapropriado está agora disponível para desenvolvedores através do Safe Search Detection.

No entanto, vale ressaltar que o API Cloud Vision está disponível apenas para usuários "aprovados". Desenvolvedores podem preencher uma pesquisa para solicitar acesso às ferramentas e explicar o que eles planejam fazer com elas.

A companhia está abrindo seu API a medida que seus concorrentes também tentam atrair desenvolvedores com ferramentas que fornecem fácil acesso para habilidades avançadas. A Microsoft está vendendo acesso a sua API do Projeto Oxford e continua a lançar habilidades para tais serviços, enquanto a IBM tornou as habilidades do Watson disponíveis para desenvolvedores.



(Fonte: Blair Hanley Frank, IDG News Service) - 06/12/2015
Black Friday fatura R$ 1,6 bilhão só no e-commerce, afirma e-Bit

Volume é 38% maior que o registrado em 2014. Foram 2,77 milhões de pedidos no total, com ticket médio de R$ 580

A consultoria e-Bit acaba de divulgar o balanço da Black Friday, confirmando o recorde de vendas para o e-commerce desde a chegada da data de promoções ao Brasil. O faturamento atingiu a casa de R$ 1,6 bilhão na sexta-feira, um crescimento nominal de 38% em relação à edição de 2014, quando chegou a R$ 1,16 bilhão.

Foram 2,77 milhões de pedidos no total, um volume 24% maior que o ano passado no período, com ticket médio de R$ 580, uma alta de 11%. Outro destaque da data foram as vendas realizadas por dispositivos móveis (smartphones e tablets), que representaram 9% do resultado ou R$ 140 milhões e 11% dos pedidos, 311 mil.

No total, 1,64 milhão de e-consumidores fizeram pelo menos uma compra nas 24 horas da sexta-feira e o prazo médio de entrega prometido pelas lojas foi de 13 dias corridos para as ofertas de Black Friday.



A e-Bit/Buscapé também levantou as categorias com maior volume de pedidos e faturamento no período:



E traçou o perfil perfil dos comprador:



Balanço dos organizadores

Os dados do e-Bit/Buscapé batem com os divulgados pelos organizadores da Black Friday, considerando apenas as lojas cadastradas pelo Busca Descontos, organizador do evento. De acordo com a ClearSale, a edição de 2015 movimentou R$ 1,536 bilhão

A cifra é maior que a projeção feita pelas empresas em outubro,- que foi de R$ 978 milhões - e também representa um crescimento de 76% em relação a 2014, que movimentou R$ 872 milhões. O levantamento mostra ainda que foram realizadas 3.122.843 milhões de transações durante a ação, 49% a mais que o ano passado.

“Mesmo com o cenário econômico instável, o consumidor aproveitou a data para economizar e antecipar as compras de Natal, por isso conseguimos alcançar um número tão expressivo”, comenta Juliano Motta, diretor geral da BlackFriday.com.br.

“O aumento do faturamento também pode ser explicado pelos investimentos dos varejistas na data, principalmente em tecnologia, fazendo com que os sites não ficassem fora do ar e fortalecendo a importância do relacionamento com o consumidor”, afirma Omar Jarouche, gerente de inteligência estatística da ClearSale.

Fraudes

No que diz respeito as fraudes na Black Friday, a ClearSale informa que, no total, R$ 4.998.990 foram evitados em perdas. No Sudeste, foram R$ 2.657.156 em fraudes evitadas. No segundo lugar ficou o Nordeste, com R$ R$ 1.056.251, seguido por Centro-Oeste (R$ 592.778), Sul (R$ R$ 475.285) e Norte (R$ 193.982).

De acordo com Jarouche houve um aumento de fraudes evitadas de 2014 – que foi de R$3058.936 - para 2015 apenas por conta do elevado número total de pedidos. “Os criminosos tentam fraudar todo o tempo, seja em datas especiais ou não, mas felizmente o número de bons compradores é sempre maior e não há com o que se preocupar, pois existem empresas especializadas em prevenir as fraudes na internet", complementa.

Volume de vendas por região, gênero e faixa etária

O ranking com mais vendas entre as regiões do país foi ocupado em primeiro lugar pelo Sudeste, com R$ 970 milhões, seguido Nordeste (R$ 220,2 milhões), Sul (R$ 211,5 milhões), Centro-Oeste (R$ 101,9 milhões ) e Norte (R$ 32,2 milhões).

Dentre as cidades, a primeira posição fica com São Paulo, com R$ 194,2 milhões, seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 116,6 milhões), Belo Horizonte (R$ 34,8 milhões), Brasília (R$ 32,8 milhões), e Curitiba (R$ 23,1 milhões).

Já na divisão entre gêneros, 53% das transações foram feitas por homens, enquanto as mulheres responderam por 46% da fatia. Enquanto isso, na distribuição por idade, a faixa entre 31 e 40 anos foi a que mais consumiu – ficando com 33% do bolo. As pessoas entre 41 ou mais vieram logo em seguida, com 29%.

Por fim, as categorias com mais transações registradas foram Eletrodomésticos (R$ 370,8 milhões), Celulares e Smartphones (R$ 327,8 milhões), Eletrônicos (R$ 240,1 milhões), Informática (R$ 146,9 milhões) e Móveis (R$ 74,1 milhões).

(Fonte: Da Redação) - 29/11/2015
Nova tomada inteligente poderá cortar pela metade seus custos com energia

Startup arrecada fundos no Kickstarter para produzir tomada que desliga automaticamente aparelhos baseado na rotina de seus usuários



Tomadas inteligentes podem tornar um dispositivo, digamos, "burro" em uma aplicação "inteligente" por meio de um aplicativo de celular. Com elas é possível até mesmo configurá-las para ligar e desligar seus aparelhos de acordo com a demanda necessária ou programá-las para períodos específicos, o que convenhamos já pode gerar uma economiza na conta de energia no final do mês.

Agora, uma startup com base em Washington, a Ottomate, quer melhorar um pouco esse cenário com uma nova tomada, a Ottobox.

A tomada em questão se conecta por Bluetooth e Wi-Fi e automatiza todo o processo ao desligar e ligar aparelhos e aplicações. E ela faz tudo isso, garante a startup, baseado em uma programação que tem como base os dados que você gera no dia a dia. A ideia é que sua rotina gerará um padrão de uso. Segundo a Ottomate, a tomada inteligente levaria duas semanas para "aprender" tal padrão.

Por exemplo, a Ottobox poderia ligar a cafeteira e pré-aquecer o seu ferro de passar roupa apenas minutos antes de você utilizá-la a cada dia.

A tecnologia também possui um sensor que percebe quando você está por perto e automaticamente liga e desliga aparelhos. Fora isso, duas portas USB permitem que você recarregue seus aparelhos.

Por enquanto, a companhia está tentando levantar 50 mil dólares no Kickstarter para iniciar sua produção, assim como adquirir as certificações necessárias.

E por que isso importa? Se a Ottobox funcionar bem como a startup diz que fará, será uma das tomadas mais inteligentes conectáveis até então. A expectativa é que o produto chegue ao mercado em dezembro, levando em consideração que a campanha no Kickstarter seja um sucesso.

Segundo Ameer Sami, engenheiro chefe da startup, a tecnologia poderia cortar os custos com sua conta de energia em 50%.

De acordo com sua página no Kickstarter, o Ottobox conseguiria tais ecnomias ao eliminar o que se chama de cargas fantasmas - uma vez que aparelhos como televisores e videogames ainda utilizam energia mesmo quando desligados ou em modo standby.

(Fonte: PC World / EUA) - 29/11/2015
Windows completa 30 anos: relembre a história do sistema da Microsoft

Selecionamos as principais versões do agora trintão Windows para relembrar a história do sistema mais popular do mundo.

Sai para lá, MS-DOS. Em 20 de novembro de 1985 a Microsoft lançou a versão 1.0 do sistema operacional com desktop gráfico conhecido como Windows, e mudou o mundo da computação para sempre.

Nos 30 anos seguintes, o mercado veria 19 versões significativamente nova do software, e isso sem contar as edições bizarras como o Windows RT ou o Windows 10 para aparelhos de Internet das Coisas (IoT).



Por isso, selecionamos as principais versões do agora trintão Windows para relembrar a história da plataforma de computação mais popular do mundo.

Windows 1.01 (1985)

A primeira versão do Windows era algo primitivo. Para evitar problemas na justiça com o Mac OS, da Apple, a Microsoft precisou assegurar que as janelas de aplicações não se sobreporem e não havia uma “Lixeira” para ser vista. No entanto, o primeiro Windows tinha uma barra de tarefas na parte inferior da tela.

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Windows 3.1 (1992)

O Windows 3.1 foi uma melhoria significativa ao seu antecessor (Windows 3.0, lançado em 1990) com a inclusão de fontes TrueType escaláveis, transformando o Windows em uma plataforma séria para publicação desktop. Essa versão também melhorou a funcionalidade “arrastar e soltar” e OLE (Object Linking and Embedding), e introduziu suporte multimídia pela primeira vez. E também tinha Campo Minado...

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Windows NT 3.1 (1993)

O Windows NT nasceu do trabalho no OS/2. Representou um sistema 32-bit totalmente novo (as edições anteriores eram cápsulas gráficas do MS-DOS) que tinham como alvo estações de trabalho top de linha e aplicações de servidores. A primeira versão trouxe um visual parecido com o Windows 3.1, mas as seguintes eram totalmente originais.



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Windows 95 (1995)

A Microsoft continuou o desenvolvimento da sua linha de sistemas baseada em DOS para usuários finais com o Windows 95, que não exigia uma instalação separada do DOS. O Windows 95 introduziu os agora famosos menu Iniciar e barra de tarefas, juntamente com dezenas de outros recursos que renderam vendas fortes e consolidaram o domínio da Microsoft no mercado de sistemas para desktop.

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Windows 98 (1998)

O Windows 98 tornou o navegador Internet Explorer uma parte emaranhada do sistema, permitindo que as páginas web fossem renderizadas nas janelas do Explorer ou no desktop. Também adicionou a barra de ferramentas de acesso rápido e suporte nativo para USB, entre outras coisas. Provou ser um SO popular, apesar de um pouco instável.

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Windows 2000 (2000)

Como um membro da linha NT, o Windows 2000 levou a integração web do Windows 98 para um sistema estável e relativamente seguro, feito para estações de trabalho e ambientes de servidores. Também eliminou a necessidade de muitas reinicializações quando as pessoas instalavam software ou mudavam as configurações do sistema.

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Windows XP (2001)

Finalmente o Windows XP integrou a linha madura e estável NT SO com a linha de sistemas 9x para usuários finais. O resultado foi o sistema mais popular da Microsoft, que tinha entre seus destaques uma nova interface colorida e melhorias de segurança, enquanto mantinha compatibilidade reversa com seus antecessores.

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Windows Vista (2007)

Em 2007, a Microsoft começou a sentir a concorrência do Mac OS X, que fez parecer que o Windows XP tinha saído há duas décadas. A resposta de Redmond foi o Windows Vista, que tinha novidades como uma interface bonita Aero e ícones maiores, além de um novo menu Iniciar. Foi um fiasco, com críticos e usuários nada satisfeitos.

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Windows 7 (2009)

Após receber muitas críticas na imprensa com o Vista, a Microsoft correu para lançar um sucessor. O resultado foi o Windows 7, que recebeu bons reviews e renovou a viabilidade do Windows frente a tantas ameaças, como plataformas móveis e a Apple.

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Windows 8 (2012)

E então tivemos o Windows 8, que não chegou a ser um fiasco nem nada após o sucesso retumbante do Windows 7. A Microsoft se livrou do menu Iniciar em troca de uma “Tela Iniciar” cheia de Live Tiles conectado aos Windows apps – um novo tipo de software, entregue por meio da Windows Store, que consumia toda a sua tela e não se dava muito bem com software desktop tradicional. As partes Live Tile e desktop do sistema tinham configurações totalmente separadas em áreas inteiramente separadas. Apesar de boas novidades e intenções, muita gente estranhou a mudança brusca um pouco bagunçada e diversos veículos de imprensa recomendaram que os usuários ficassem com o Windows 7.

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Windows 8.1 (2014)

Apesar de não ter sido um lançamento totalmente novo, esse update gratuito suavizou as piores coisas do Windows 8. Os usuários podiam escolher inicializar para o desktop em vez da tela Iniciar, e o botão Iniciar voltou (mas não o menu Iniciar).

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Windows 10 (2015)

Finalmente um sistema para o qual os usuários do Windows 7 podem fazer o upgrade tranquilamente. O Windows 10 conseguiu ao mesmo tempo dar as boas-vindas de volta à experiência desktop (ao colocar os Windows app no Windows desktop, trazendo o menu Iniciar de volta, e introduzindo suporte para desktop virtual) e levar o Windows para o futuro ao abraçar o conceito de “ sistema como um serviço”.

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(Fonte: PC World / EUA) - 22/11/2015
Canal de games BRKsEDU dá dicas para quem quer se dar bem no YouTube

Responsável pelo canal com mais de 3 milhões de seguidores, Eduardo Benvenuti diz que é preciso saber como fazer boa produção e conhecer plataforma.



“E aí, pessoal? Tudo bem? Aqui quem fala é o Edu”. Reconhece o bordão?

Então, você provavelmente é um dos mais de 3 milhões de seguidores do BRKsEDU, o canal especializado em games comandando pelo Eduardo Benvenuti há 5 anos.

Nas suas próprias palavras, “é o melhor trabalho do mundo!”. Concordo com ele. Depois de um começo praticamente amador, hoje Edu é um dos youtubers de games mais respeitados do país, tem um tonelada de fãs super atenciosos e consegue jogar antes de muita gente os grandes lançamentos do mercado, o que não é pouca coisa. Quer ter uma noção do tamanho do sucesso dele? Vários de seus vídeos jogando GTA 5 ultrapassam os 4 milhões de views!

Confira abaixo uma parte da entrevista com Eduardo Benvenuti. Para ler a conversa na íntegra, acesse o site da Brasileiros por esse link.

Brasileiros - Qual o seu vídeo favorito, aquele que dá orgulho? Ele bombou ou fui um fracasso?

Eduardo Benvenuti - Meu vídeo favorito é meu especial de 1 milhão de inscritos. Não só ele foi comemorativo de uma marca muito importante para o canal como também tem uma mensagem profunda e apresentação diferente do que normalmente faço.

E dá dinheiro?

Felizmente meu canal no YouTube e as redes sociais a ele associadas me geram dinheiro sim.

Você tem alguma dica para alguém que queria abrir o próprio canal no Youtube?

Minha dica aos que pretendem criar um canal no YouTube é que se informem a respeito de como fazer uma boa produção, o que vai desde o planejamento até a gravação (microfone, câmera, placa de captura, iluminação, etc), edição e renderização. É muito importante também conhecer a plataforma, o que envolve horário ideal de postagem, frequência, elaboração de metadados e identidade visual.


(Fonte: Vinícius Felix, da Brasileiros) - 22/11/2015
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.