Zenfone 3, Deluxe e Ultra foram apresentados durante a Computex. Aparelhos vêm com processadores Snapdragon, Android Marshmallow e custarão a partir de US$ 249
Nesta segunda-feira (30) durante a feira de tecnologia Computex, a Asus apresentou, entre outras novidades, sua nova família de smartphones Zenfone que vem em três versões.
O mais básico deles, o Zenfone 3 (primeira foto) conta com processador Snapdragon 625, tela LCD de 5,5 polegadas, câmera de 16 MP, podendo chegar a 4GB de RAM e 64GB para armazenamento.
A versão mais potente, o Zenfone Deluxe, vem com chip Snapdragon 820, câmera de 23MP, tela super AMOLED full HD de 5,7 polegadas, podendo chegar a 6GB de RAM e 256 GB de armazenamento.
Já o Zenfone 3 Ultra conta com construção similar ao Deluxe, mas apresenta tela distintivamente maior: são 6,8 polegadas (1080p). Dentro dele, processador Snapdragon 652, expansível para 4GB de RAM e a mesma câmera de 23 MP e bateria potente de 4,600 mAh, com suporte a QuickCharge 3.0.
Segundo a Asus, os três modelos saem de fábrica com o Android Marshmallow e com leitor de impressão digital. Já os preços saem a partir de em US$ 249 para o Zenfone 3, US$ 479 para o Ultra e US$ 499 para o Deluxe. No entanto, os valores podem variar de acordo com as configurações. Com design semelhante entre eles, os aparelhos virão em quatro cores: dourado, azul, preto e branco. Por enquanto, a Asus não divulgou detalhes sobre a data de lançamento dos novos aparelhos.
A companhia também apresentou nesta segunda-feira o seu ZenBook 3, notebook que promete ser mais leve e mais potente que MacBook Air.

Asus descreveu o robô como assistente pessoal que pode ajudar familiares idosos e assistir crianças. Zenbo ainda não possui data de lançamento oficial
A Asus revelou nesta segunda-feira (30) durante a Computex, feira de tecnologia que acontece em Taiwan, um pequeno robô doméstico com o preço inicial de US$ 599.
Batizado de Zenbo, a Asus o descreveu como um assistente pessoal que pode auxiliar familiares idosos ou ler histórias para crianças.
O robô conta com 60 cm de altura e se movimenta através de rodas, possui uma tela que revela seu rosto animado ou pode ser usada para outras coisas como fazer videoconferências e ver filmes.
Jonney Shih, presidente da Asus, demonstrou o Zenbo durante conferência para a imprensa dando a ele comandos de voz e fazendo perguntas.
“Hey Zenbo, é verdade que você consegue tirar fotos?”, perguntou o executivo.
“Sim, eu consigo tirar fotos”, replicou o robô.
Então, Shih pediu para Zenbo tirar uma foto sua com o público. Ele se posicionou no palco e rolou para tirar sua imagem. Foi uma demonstração impressionante, já que o robô aparentemente não estava sendo controlado remotamente a partir dos bastidores.
A companhia não deu informações de quando o Zenbo chegará oficialmente ao mercado e um representante informou que a Asus não conta com uma data de lançamento ainda e, primeiramente, quer que desenvolvedores se cadastrem para um kit de software que permitirá que eles desenvolvam aplicações para o robô.
No entanto, o Zenbo já parece estar pronto para fazer muitas coisas.
Grande parte da demonstração do robô o defendeu com o objetivo de cuidar de idosos, algo que pode ser especialmente popular em países próximos como o Japão, que tem tido dificuldades com uma população em envelhecimento. O Zenbo “ajuda a suprir a lacuna digital que existe entre as gerações” ao permitir que idosos façam vídeo conferências e usem redes sociais com comandos de voz simples, disse a Asus. Ele também consegue se conectar com uma pulseira inteligente e alertar familiares por meio de um aplicativo de smartphone caso o idoso sofra uma queda, por exemplo.
Não é algo que nenhum robô já não tenha feito antes, mas impressiona o fato de que a Asus ofertará o acessório com tais recursos pelo preço de um PC.
O robô ainda conseguirá reduzir a iluminação, desligar a TV e controlar outros recursos para a casa, segundo Shih, apesar de ele não ter dito quais padrões de tecnologia ele suportará ou como o robô fará isso.
Na verdade, a Asus não forneceu quase nenhum detalhe técnico do robô. Depois da demonstração, Shih recebeu um executivo da Intel, o que sugere que a Intel tenha algum envolvimento no desenvolvimento do Zenbo.
Você pode ver o Zenbo em ação no link.

Aparelho Project Ara adota frame que reúne até seis módulos e permitirá customização mais simples do dispositivo, facilitando a vida dos usuários comuns.
O smartphone modular Project Ara, do Google, chegará aos desenvolvedores em breve, mas perdeu uma parte importante da sua visão de customização neste caminho.
Os desenvolvedores poderão colocar as mãos em uma versão inicial do Ara até o final de 2016, para começarem a construir módulos de hardware customizados para o aparelho, anunciou a empresa de Mountain View durante a conferência I/O na sexta-feira, 20/05.
Esses módulos permitirão que os usuários customizem seus smartphones com hardware como câmeras, alto-falantes e até mesmo uma tela traseira.
A filosofia inicial por trás do Ara era funcionar como um smartphone totalmente modular, que permitiria aos usuários customizar todos os componentes do aparelhos, incluindo seu processador, bateria, conectividade de rede e tela. Agora muitos desses componentes serão integrados ao “frame” do Ara, que ainda terá espaço para alguma customização. Isso significa que os usuários não poderão comprar um frame que funcione apenas como um hub de conectividade entre módulos e então continuar a fazer o upgrade do aparelho com novos processadores, chips de redes, e mais.
Mas o processo de configurar e manter o Ara provavelmente será mais fácil para os usuários comuns que não terão de preocupar em deixar sua conexão de dados em casa acidentalmente ao remover um módulo de rede.
No ano passado, o Google anunciou que seu projeto piloto com o smartphone do Project Ara em Porto Rico tinha chegado ao fim enquanto avaliava o que queria fazer com a iniciativa.
Esse frame renovado parece ser o resultado disso. Ele ainda se mantém fiel à ideia do Ara como um smartphone altamente customizável - o frame possui espaço para até seis módulos - mas simplifica o produto.
Os benefícios incluem dar aos usuários uma experiência com o celular integrada e simples com espaço para que eles adicionem funcionalidades específicas que não conseguem em aparelhos padrão.
Vale lembrar que o Ara não é o único aparelho Android com foco em customização. O novo LG G5 permite aos usuários trocarem a sua parte inferior para ter funcionalidades diferentes. Mas não possui nem de perto tanto espaço para melhorias como o Ara.
Exclusivos para mobile, novos apps Allo e Duo estarão disponíveis para aparelhos iOS e Android no próximo trimestre.
O Google anunciou nesta quarta-feira, 18/05, dois novos aplicativos móveis que representam uma resposta direta da empresa contra nomes como WhatsApp e Skype. Ambos os apps estarão disponíveis para aparelhos iOS e Android no próximo trimestre.
Chamado de Allo, o primeiro app revelado pela companhia é um aplicativo de mensagens que possui como diferencial o fato de trazer o Google Assistant embutido, permitindo que você “converse” com a gigante de buscas, podendo fazer basicamente qualquer tipo de pergunta.
A lista de ferramentas inteligentes do serviço inclui pedir para o Google brincar de algum jogo com você, como “adivinhe o filme pelos emojis”, e até receber “sugestões de respostas” para mensagens que você recebe dos seus amigos - fornecidas por uma engine de aprendizado de máquina.
Além disso, chama atenção ainda o fato de que os usuários precisam se inscrever na solução com seus números telefônicos, a exemplo do WhatsApp.
A ideia é que a aplicação funcione como um “começo do zero” neste segmento para o Google e não apenas um substituto do Hangouts. “É realmente liberador começar do zero às vezes”, afirmou o diretor de engenharia de produtos do Google, Erik Kay.
Vídeo
Já o Duo é um aplicativo de videochamada também exclusivo para aparelhos mobile, assim como o Allo.
As principais vantagens do Duo, segundo a empresa, é a sua rapidez e a interface bastante simples para facilitar a vida do usuário - setor em que o Skype, um dos pioneiros do segmento, podia muito bem melhorar.
No entanto, o app não permite que você realiza videoconferências. Por enquanto, pelo menos.

O Google mudou a forma como desenvolvedores constroem aplicações que entendem a linguagem humana e, decidiu nomear o resultado em homenagem ao recente fenômeno da Internet, o Boaty McBoatface. O nome em particular remete a um concurso na Internet, onde uma das maiores agências científicas do Reino Unido, na tentativa de se aproximar do grande público, pediu sugestões para nomear um navio científico de 252 milhões de euros. Cerca de 124 mil pessoas votaram na opção Boaty McBoatface, que em português pode seria traduzido como Barquinho Cara de Barco. Algo que, convenhamos, não soa muito sério para um navio com fins científicos. Apesar do nome ter ganhado a votação online, a agência científica preferiu seguir com outro título de batismo. No caso, RRS Sir David Attenborough, em homenagem ao icônico naturalista britânico.
Voltando ao Google, a companhia anunciou um novo framework de redes neurais open source, o SyntaxNet, que desenvolvedores poderão usar para construir aplicações que entendem a linguagem humana. Como parte do lançamento, o Google também apresentou o Parsey McParseface, nova ferramenta que analisa a língua inglesa e que foi treinada usando o SyntaxNet.
O lançamento é um movimento para democratizar as ferramentas para construir aplicações alimentadas por aprendizado de máquina. O Google defende que o Parsey é o modelo mais preciso no mundo que consegue analisar o idioma inglês. Torná-lo disponível gratuitamente para desenvolvedores significa que será mais fácil fazer aplicações que entendam perguntas em linguagem natural.
O Parsey, ao lado do resto do SyntaxNet, se tornou possível por ferramentas de aprendizado de máquina poderosas. Foi construído para enfrentar o problema de entender humanos, algo que é incrivelmente difícil para computadores. Isso por que nós falamos e escrevemos de forma ambígua, e enquanto humanos são impressionantemente bons em analisar isso, computadores têm uma grande dificuldade em fazê-lo.
Ao disponibilizar tais ferramentas, o Google consegue empoderar desenvolvedores e outros pesquisadores para construir aplicações que consigam entender melhor o input humano, sem exigir de tais pessoas que digitem comandos exatos em sintaxe perfeita para leitura de máquina.
E tudo isso é parte de uma corrida de companhias de tecnologia para serem a melhor em criar novas habilidades inteligentes que desenvolvedores consigam usar para construir aplicações. A plataforma Watson IBM é uma das rivais das ferramentas do Google e a Microsoft conta também com próprias ferramentas.
Tais habilidades são usados para criar coisas como chatbots inteligentes com os quais as pessoas conseguem interagir usando texto simples. Ter o Parsey McParseface interpretando as perguntas que chegam a um bot poderia tornar mais fácil para o bot responder inteligentemente.












