Notícias na Santa Ifigênia

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Samsung pode lançar seu primeiro smartphone dobrável já em 2017

Segundo reportagem de site sul-coreana, empresa prepara dois novos produtos com telas dobráveis.

Os rumores sobre um possível smartphone dobrável da Samsung estão só aumentando. Como informado originalmente pelo site sul-coreana Electronic Times e descoberto pelo Android Headlines, a empresa está desenvolvendo um par de smartphones

dobráveis com duas telas para serem lançados no ano que vem. A companhia estaria ansiosa para seguir em frente dos designs tradicionais de smartphones – e também de produtos com baterias que explodem.

Assim como o curvado Galaxy Round e o original Note 4 Edge, a Samsung aparentemente não irá produzir esses novos aparelhos em grande escala no início. Em vez disso, a companhia sul-coreana lançaria edições limitadas para atrair interesse

antes de fazer um grande compromisso na área.

O smartphone dobrável já passou por diversos protótipos ao longo dos anos na Samsung, Lenovo e outras fabricantes. Em 2014, um vídeo conceito da Samsung demonstrava um tablet de tela OLED flexível que dobrava como um livro, com a tela

principal na parte de dentro quando fechado. De forma parecida, surgiu no mês passado uma patente da Samsung ilustrando um aparelho que dobra em si mesmo e precisa ser aberto para ser usado.

No entanto, a reportagem do Electronic Times aponta que um desses novos smartphones da Samsung vai dobrar “para fora” para permitir que o usuário possa operá-lo quando estiver dobrado. Ainda não está claro pela reportagem se esses

celulares rodariam o Android, o Tizen (da própria Samsung) ou algum outro sistema.

Por que isso importa

Rumores são sempre divertidos – especialmente nas semanas que antecedem a CES, que acontece em janeiro em Las Vegas. Mas quando eles envolvem a Samsung, são particularmente interessantes. Enquanto a empresa continua a trabalhar para sair

da confusão do Note 7, precisará reenergizar seus produtos mobile, e não há uma maneira melhor para fazer isso do que inovando agressivamente.

(Fonte: PC World / EUA) - 12/12/2016
Google Allo e Google Assistant chegam ao Brasil falando português

A partir de hoje já é possível interagir com todos os recursos do mensageiro inteligente usando o idioma corrente, graças aos avanços de machine learning

A partir desta segunda-feira, 5/12, os usuários do mensageiro inteligente Allo no Brasil já poderão interagir com todos os seus recursos, incluindo o Google Assistant, em português, nas plataformas iOS e Android.

O Brasil é o terceiro país a receber o Google Assistant em idioma local. Até então, ele estava disponível somente em inglês e alemão. Segundo o Google, foi necessário reescrever o assistente do zero e adaptá-lo à cultura local.

O mesmo aconteceu com outros recursos do Allo, como o uso de stickers, que ganharam uma coleção com 120 adesivos em português, divididos em 5 categorias: gírias, comidas, verão, geek, urbana.

E também com toda a inteligência baseada em machine learning por trás do produto, focada no mapa de conhecimento, no comando de voz, no reconhecimento de imagens, na tradução por máquina, além, é claro do entendimento da linguagem

natural que caracteriza o Google Assistant. Tudo devidamente contextualizado pelo uso.

É possível fazer perguntas sobre clima, restaurantes mais próximos, curiosidades de pontos turísticos, receitas, e muito mais. Na prática, tudo aquilo que já é acessível via o Google Now está acessível de forma mais fluida e natural

através do Google Assistant. E os usuários também podem brincar com o assistente, pedir para que ele conte piadas, mostre seus e-mails e suas agendas e até jogue.



"Procuramos excluir aquelas respostas que não fazem sentido", comenta Bruno Albuquerque, engenheiro de software do Google em Belo Horizonte, envolvido com o trabalho de localização do assistente. "Mas é claro que ele vai melhorar com o

uso", completa.

Pergunte ao assistente o tamanho do Edifício Copan, em São Paulo, por exemplo, e ele responderá 115 metros. Continue a conversa com uma questão simples, como "e o Cristo Redentor?" e ele compreenderá que você quer saber o tamanho do

monumento, respondendo diretamente, sem que você precisa (re)fazer a pergunta completa.

Durante o anúncio do Allo já com o Assistant em português, Albuquerque mencionou que o considera uma versão aprimorada do Google Now. Aos poucos, o assistente começará a ser integrado a outros produtos e serviços da companhia. O Allo é

o primeiro produto disponível no Brasil a usar o assistente. Mas hoje, ele já está presente também em dois produtos que ainda não chegaram por aqui: o smartphone Pixel e o Google Hone (concorrente do Echo, da Amazon).



O Google Allo também ajuda a responder às suas mensagens rapidamente, sem ter que digitar nada. Com as Respostas Inteligentes, você tem sugestões de resposta com base no contexto da sua conversa. Por exemplo, você pode enviar um "sim"

rápido como resposta para um amigo que perguntou "Você está chegando"? As Respostas Inteligentes também sugerem comentários para fotos. Se o seu amigo enviar uma foto do bichinho de estimação dele, você verá sugestões como "Ahhh, que

fofo!". E mais, ele aprende e se aprimora com o tempo graças à tecnologia de aprendizado de máquinas, se ajustando para sugerir respostas que são a sua cara.

O Google acredita que o Allo é um passo adiante no mercado de mensageiros e, sua utilidade, pode ser u diferencial que o credencie a roubar usuários da concorrência. "O que tem acontecido é que ele vem sendo usado por três grupos de

usuários bem definidos: os que usam somente o mensageiro, os que usam somente o assistente, e os que fazem uso dos dois combinados", comenta Albuquerque, ressaltando que não é possível dizer ainda qual deles é majoritário. "Meu chute é

que a divisão está muito igual", afirma o engenheiro.

É possível chamar o Assistant de dentro de uma conversa em grupo no Allo, através da interface texto. Basta digitar @Google. Ou interagir com ele através de comandos de voz, quando usado fora do contexto do chat. "No chat, o Allo assume

que a voz é uma mensagem sonora", explica Albuquerque.

Também é possível trocar o idioma, caso você fale inglês, alemão ou híndi, e queira interagir dando preferência a eles, para treinar conversação.

Nos próximos meses o Google pretende fazer parcerias com desenvolvedores locais para a geração de novos stickers e também integração de serviços usando o Allo e o Assistant.

(Fonte: Da Redação) - 05/12/2016
Correios anuncia o fim do e-Sedex, modalidade mais barata para sites

Em crise, empresa diz que medida tem o objetivo de sanear suas contas. Decisão foi bastante criticada pela Associação Brasileira de Franquias Postais.

Má notícia para os consumidores e lojas online: os Correios decidiram acabar com o e-Sedex, serviço exclusivo para o comércio eletrônico.

Com um preço mais baixo, próximo de uma encomenda padrão, o e-Sedex oferece os mesmos prazos de entrega do Sedex normal. A única diferença é a área de cobertura, que é menor, e o limite de peso de 15 quilos.

Em entrevista ao O Globo, o presidente dos Correios, Guilherme Campos Júnior, confirmou a notícia, que seria uma forma da

empresa, em crise, conseguir melhorar sua situação financeira. “O e-Sedex tem preço de PAC (serviço convencional) e qualidade de Sedex. Isso é ter a liberdade de ser solteiro com o conforto de casado”, afirmou o executivo ao jornal.

O e-Sedex deixará de funcionar após a virada para 2017, segundo os Correios.

Críticas

A decisão de encerrar o e-Sedex foi bastante criticada pela Associação Brasileira de Franquias Postais, que teme perder clientes para os concorrentes. Para a associação, o ideal seria reajustar o preço da modalidade e não acabar com ela.


(Fonte: Da Redação) - 05/12/2016
Black Friday cresce 17% e fatura R$1,9 bilhão em 2016 no Brasil

O número de pedidos cresceu apenas 5%, para 2,23 milhões, enquanto que o tíquete médio subiu 13%, ficando em 653 reais.

O comércio online brasileiro faturou 1,9 bilhão de reais na Black Friday 2016, que aconteceu na última sexta-feira, 25/11. Os dados são empresa de análises Ebit, que leva em conta as compras realizadas entre às 0h e 23h59 da sexta-feira.

De acordo com a Ebit, esse valor foi 17% superior ao registrado na data promocional em 2015 no país. O número de pedidos cresceu apenas 4%, para 2,92milhões, enquanto que o tíquete médio subiu 13%, ficando em 653 reais.

Caso seja somado o faturamento das quatro últimas horas de quinta-feira, 24/11, quando muitos dos principais sites de e-commerce do Brasil já tinham iniciado suas promoções, o valor sobe para 2,06 bilhões de reais.

Apesar disso, o pico das vendas continuou acontecendo na madrugada de sexta-feira. “Os varejistas se prepararam antes e anteciparam muitos descontos das categorias mais buscadas pelos consumidores e isso acelerou parte das vendas para a quinta-feira, mas os picos de consumo continuaram acontecendo na madrugada de sexta-feira, especialmente entre às 0h e 1h”, afirma o CEO da Ebit, Pedro Guasti, que destaca ainda que o número de consumidores ativos na data cresceu 17% para 1,955 milhão neste ano.

Para o executivo, uma mudança de comportamento do consumidor seria uma das explicações para o aumento do tíquete médio, mesmo em meio a crise. “A crise econômica acabou ajudando a atrair novos consumidores que antes compravam produtos de maior valor agregado somente no varejo físico”, explica.

Prova disso é que os eletrodomésticos foram os produtos mais vendidos na Black Friday, seguidos pelo setor de telefonia e celulares. Em seguida, aparecem as categorias de moda e acessórios, eletrônicos e informática.


(Fonte: Da Redação) - 29/11/2016
Bancos precisam tornar operações mais inteligentes contra fintechs

Tecnologias de analytics aliadas à computação cognitiva e reconhecimento de voz devem ganhar espaço nas instituições nos próximos anos, diz CEO da Icaro Tech.

Modernização dos processos de middle e back office, customer experience (experiência do usuário), canais digitais, meios de pagamento e computação cognitiva. Estas, em linhas gerais, são as principais tendências compiladas pela Icaro Tech, empresa de consultoria, integração de soluções de gerência e serviços gerenciados, com base em estudos feitos pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e importantes entidades do setor, que prometem impactar de forma direta e com maior intensidade o mercado financeiro até 2020.

“Há pouco tempo, era inimaginável ter acesso a certas informações em um clique ou automatizar a organização de gastos por meio de tecnologia inteligente de sistemas, quanto mais pensar em usar uma moeda digital ou um dispositivo de pagamento usável, como um relógio”, observa Kleber Stroeh, CTO e sócio fundador da Icaro Tech.

Segundo ele, um novo perfil de cliente altamente conectado, emergiu nos últimos anos e, com ele, novas necessidades e novos modelos de gestão das finanças. Ao mesmo tempo, salienta Stroeh, o surgimento das fintechs, startups que usam a tecnologia para tornar os serviços financeiros mais eficientes, trouxe novos desafios para as instituições financeiras, uma vez que seus produtos e serviços desburocratizam a relação dos usuários com o dinheiro, na forma de um cartão de crédito ou um banco “full service” digital, sem a cobrança ou com tarifas bastante reduzidas, e com todo o atendimento disponível no celular.

Em relação à modernização dos processos de middle e back office, Stroeh diz que as instituições financeiras têm feito grandes esforços para melhorar a forma como interagem com seus clientes, investindo em novas tecnologias, canais de atendimento e experiência do usuário. “No entanto, ainda há uma ‘lição de casa’ pendente, visando ganhos de eficiência operacional, custo e produtividade. A modernização dos processos de middle e back office é essencial para suportar a evolução do front office, que terá nos canais digitais seu carro chefe. Para isso, tecnologias ligadas a gestão de ativos, soluções de BPM e ABPD, EIM, dashboards e IOBVDs são essenciais”, enfatiza.

O executivo ressalta que a experiência do usuário tornou-se algo indispensável para qualquer negócio da nova economia. Customer experience, de forma resumida, consiste em entender a fundo o perfil do cliente e todo seu ciclo de interação com a marca, em uma jornada fim a fim, diz Stroeh. “Este conceito pode ser potencializado nos negócios que interagem com seus clientes por meios tecnológicos, graças à possibilidade de mensurar e analisar os passos dado pelo consumidor, seja ao acessar um site de cotação de seguros, um POS ou um aplicativo móvel.”

Tecnologias como smart devices, que inclui wearables e dispositivos conectados (IoT), data intelligence - big data e analytics - e a conectividade com mídias sociais e apps, especialmente de mensagens, estarão em pauta cada vez mais, diz ele.

“Se olharmos apenas sob a ótica dos bancos, as transações em meios digitais já superam as transações feitas em meios tradicionais [50% contra 31%, respectivamente, em 2014 segundo a Febraban]. No entanto, esses números são expansíveis a todo segmento”, ressalta Stroeh.

Ele ressalta que novas tecnologias surgiram permitindo que custos fossem reduzidos e que houvesse um avanço significativo, tanto na disponibilidade quanto na velocidade das transações. Parte disso é devido a adoção de soluções de computação em nuvem, virtualização (de servidores, por exemplo) e soluções “as a service”, que ganharam confiança e escala graças a uma internet com maior capilaridade e qualidade, além de dispositivos, sites e aplicativos cada vez melhores. “Essa rápida adoção dos meios digitais deve alavancar ainda mais os investimentos em novas interfaces e formatos de uso da tecnologia, metodologias ágeis e ferramentas que aceleram o desenvolvimento”, diz Stroeh.

A indústria de meios de pagamento, embora faça parte do escopo dos serviços financeiros, tem seus próprios atores: bandeiras, adquirentes e subadquirentes, processadores e mais recentemente, as instituições não bancárias, como empresas de telecomunicações e tecnologia da informação, e empresas de nicho. Para o CEO da Icaro, a massificação do mobile payment deverá fortalecer ainda mais esta indústria e, com isso, novas tecnologias envolvendo uma gestão eficiente de infraestrutura e redes, apoiada em dashboards e IOBVDs se torna essencial.

A computação cognitiva é outra tecnologia que tem potencial para promover uma mudança significativa ao tomar uma forma mais definida nos últimos anos - e, por que não, mais positiva do que imagens passadas por franquias de filmes, como “O Exterminador do Futuro” e sua Skynet.

“À medida que casos de uso emergem e o acesso a tecnologias de computação cognitiva se tornam cada vez mais cotidianas, graças aos assistentes pessoais inteligentes já presentes na maioria dos smartphones disponíveis no mercado, corporativamente, o IBM Watson desponta como a principal plataforma nessa área”, diz Stroeh. “Assim, tecnologias de analytics aliadas à computação cognitiva e o avanço no reconhecimento e interpretação de voz em conjunto com assistentes pessoais deverão ganhar visibilidade e espaço no roadmap evolutivo de tecnologias das instituições financeiras.”

O CEO da Icaro pontua que todas essas tendências apontam para um único caminho: operações precisam se tornar mais inteligentes para garantir sua eficiência e rentabilidade.






(Fonte: Da Redação) - 29/11/2016
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.