Notícias na Santa Ifigênia

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Qual é o plano do Facebook para dominar o mundo?

Mark Zuckerberg anuncia manifesto para construir uma comunidade global. Não é um exagero. Antes fosse

Seria de esperar, após a eleição de Donald Trump, alguma autocrítica por parte dos executivos do Facebook, mais eficiente das ferramentas para a difusão dos boatos e mensagens de ódio que contribuem para a ascensão da ultradireita no

mundo.

Foram anunciadas em janeiro ideias sobre consultar agências especializadas na veracidade de notícias e restringir anúncios pagos em publicações de produtores contumazes de falsidades, até agora com poucos resultados práticos, mas faltava

uma reflexão mais geral sobre o papel da rede.

Na quinta-feira 16, Mark Zuckerberg por fim a proporcionou – e o resultado é tão assustador quanto a própria ascensão da extrema-direita. Nesse manifesto de 6 mil palavras, “Construir a Comunidade Global”, exibe-se a pretensão não de

aperfeiçoar um produto, mas de substituir os quatro poderes, mídia incluída, e ditar o destino do mundo. Alguns excertos:

“Nosso próximo foco será desenvolver infraestrutura social para a comunidade – para nos apoiar, para nos manter seguros, para nos informar, para o engajamento cívico e para a inclusão de todos. A história é a narrativa de como aprendemos

a conviver em números cada vez maiores, de tribos a cidades e nações. Hoje estamos perto do próximo passo. O Facebook propõe-se a construir uma comunidade global. Questiona-se se podemos fazê-la funcionar para todos e se o caminho é

conectar mais ou voltar para trás. Vozes temerosas pedem a construção de muralhas.

Nosso sucesso não se baseia apenas em se podemos capturar vídeos e compartilhá-los com amigos. É sobre se estamos construindo uma comunidade que ajude a nos manter seguros, que previna danos, ajude nas crises e na posterior reconstrução.

Nenhuma nação pode resolver esses problemas sozinha.


Os atuais sistemas da humanidade são insuficientes. Esperei muito por organizações e iniciativas para construir ferramentas de saúde e segurança por meio da tecnologia e fiquei surpreso por quão pouco foi tentado. Há uma oportunidade

real de construir uma infraestrutura de segurança global e direcionei o Facebook para investir mais recursos para atender a essa necessidade”.

O Facebook, conhecido em toda parte por se esquivar de impostos e de responsabilidades legais e morais, propõe-se a exercer em escala mundial funções típicas de um governo – se não também de uma igreja – e ainda monopolizar o acesso à

informação. Se Zuckerberg tivesse anunciado abertamente a intenção de se candidatar à Presidência dos EUA, como chegou a se especular há algumas semanas, seria menos preocupante.

Ganhar bilhões com convencer as pessoas a desnudar a alma na internet e vender informações sobre elas a empresas e políticos já é ruim o suficiente. Enquanto Hillary Clinton conduziu uma campanha pela tevê difundida ao público geral,

Trump baseou-se na rede social para direcionar anúncios a segmentos específicos e testar as reações a pequenas variações.

Propaganda anti-imigração, por exemplo, foi especialmente direcionada aos fãs de The Walking Dead após se constatar uma forte correlação entre xenofobia e o gosto pelo seriado e escondida de setores (latinos, por exemplo) que a

consideravam antipática.

Com esse manifesto o Facebook propõe-se, porém, não apenas a catalogar identidades, opiniões, preferências, relações sociais e comunidades para lucro financeiro ou político de terceiros, mas a moldá-las e administrá-las conforme a visão

da equipe de Zuckerberg, que não presta contas à democracia nem a ninguém, enquanto torna cada vez mais dependente dessa “infraestrutura” a busca de relacionamentos sociais, afetivos e profissionais e até o deslocamento no mundo real:

uma viagem à Florida pode hoje depender da abertura de uma conta na rede social às autoridades dos EUA e estas ficarem satisfeitas com o que virem.

À luz dessa realidade, estes trechos soam ameaçadores: “Em campanhas recentes, dos EUA à Índia, passando pela Europa, vimos vencerem os candidatos com seguidores (no Facebook) mais numerosos e entusiasmados. Podemos estabelecer o diálogo

e a prestação de contas diretamente com os líderes eleitos”. Conforme pergunta uma jornalista do Guardian, Carole Cadwalladr, como reagiríamos se Zuckerberg se chamasse Mikhail e sua empresa fosse sediada em Moscou?

Acrescente-se que, no Brasil, 55% pensam que o Facebook é a internet, assim como 58% na Índia, 61% na Indonésia e 65% na Nigéria, diz pesquisa da revista Quartz de fevereiro de 2015. A maioria dessas pessoas jamais pagará assinaturas

físicas ou digitais de jornais e revistas e aceitará a informação como for apresentada na rede de Zuckerberg.

A possibilidade de descobrir outra coisa nem sequer existe para os mais de 40 milhões de usuários da internet.org, parceria de Zuckerberg com empresas de telecomunicações que oferece conexão grátis limitada ao Facebook e Wikipédia em

vários países da América Latina, África e Ásia.

A seleção dessa informação tem sido baseada em grande parte em usuários dispostos a prestar serviços gratuitos como cobaias, editores e curadores. Os algoritmos sabidamente selecionam o que é apresentado em função de preferências

anteriores, pois os usuários permanecem mais tempo ligados e clicam mais anúncios se não forem tirados de suas zonas de conforto.

Como também é notório, a exclusão de postagens e a suspensão ou expulsão de usuários baseiam-se em critérios ridículos, indiferentes a mentiras, mensagens de ódio e cenas de violência, impiedosos contra imagens de mamilos e nus

artísticos e submissos a qualquer grupo organizado disposto a denunciar em massa quem postar mensagens – na maioria das vezes, feministas ou antirracistas – que lhes desagradem. Como será no futuro?

Zuckerberg conta com inteligências artificiais capazes de assinalar postagens “ofensivas” e capacitar os usuários a fazer sua própria censura: “Onde está seu limite para nudez, violência, imagens chocantes e obscenidades? Você decidirá

suas preferências pessoais. Para quem não tomar uma decisão, a configuração predefinida será da maioria das pessoas de sua região, como em um referendo”.

Quem morar em uma região conservadora, verá apenas mensagens selecionadas por critérios conservadores. Em tese poderá decidir por outros filtros, mas, se acaso conseguir decifrar o funcionamento dos opacos algoritmos da rede, seu

inconformismo logo será óbvio para os demais usuários e as autoridades.

Ao menos caiu a máscara com a qual o Facebook se apresentava como uma plataforma neutra para mensagens de responsabilidade de terceiros. Admitiu uma agenda política com o objetivo de conformar o mundo ao seu gosto e a um ideal

tecnocrático que, tanto quanto o autoritarismo racista de Trump e Le Pen, fede aos anos 1930 e neles foi satirizado por Aldous Huxley em Admirável Mundo Novo. Cabe a quem acredita na democracia desafiá-la e buscar os meios de tirar do

monopólio privado os meios de ditar a opinião e o interesse público.


(Fonte: por Antonio Luiz M. C. Costa ) - 06/03/2017
Empresa russa apresenta moto-drone que consegue transportar uma pessoa

Drone elétrico da Hoversurf ainda se encontra em fase de protótipo. Companhia diz que veículo poderá ser pilotado por profissionais e amadores



A companhia russa Hoversurf, especializada na construção de drones, demonstrou na última semana uma espécie de moto-drone, que à primeira vista, pode soar perigoso demais para você pensar em usá-lo como meio de transporte no futuro.

Batizado de Scorpion-3, trata-se ainda de um protótipo de hoverbike que combina um drone quadcopter e uma motocicleta.

O drone elétrico comporta uma pessoa e será destinado tanto para pilotos profissionais e amadores, diz a Hoversurf. Uma meta da companhia que se chocaria com questões mais práticas, como obter licença para pilotar um drone desse porte.

O hoverbike ainda usa um software dedicado para limitar a sua velocidade, algo que visa a segurança de seu usuário, caso ele se sinta seguro o suficiente para colocar suas pernas próximas a quatro hélices incessantes.



Diferentes empresas de tecnologia têm trabalhado em protótipos para transportes semelhantes.

Recentemente, o Uber anunciou que está contratando o ex-engenheiro da NASA, Mark Moore, para dar início ao seu projeto de carros voadores, o Uber Elevate.

Atualmente, o plano da companhia é criar uma rede de pequenos veículos elétricos para transportar passageiros em grandes cidades de forma autônoma.

Já a chinesa Ehang apresentou na CES do ano passado seu Veículo Aéreo Autônomo Ehang 184, que consegue transportar uma pessoa de um ponto A a B e a uma altitude de 3.350 metros.

Segundo a companhia, o objetivo é fornecer uma solução de transporte para curtas distâncias e facilitá-las, tendo em vista que os percursos seriam controlados por um aplicativo.

(Fonte: Da Redação) - 22/02/2017
WhatsApp traz função de vídeos e fotos que somem em 24h

Recurso acirra ainda mais a concorrência de outras redes com o Snapchat

O WhatsApp anunciou na noite desta segunda-feira, 20, um novo recurso que permite o envio de imagens com duração de 24h. Depois do Instagram Stories , essa é mais uma funcionalidade apresentada pelo Facebook (empresa detentora do Instagram e WhatsApp) que promete acirrar ainda mais a concorrência com o Snapchat .



Novidade será liberada aos poucos a partir desta semana ;)

Foto: Shutterstock / Divulgação / Montagem / Guia da Semana

O recurso será liberada aos poucos, permitindo aos usuários o envio de vídeos, gifs, fotos e time lapses que ficarão disponíveis aos seus contatos em uma nova aba chamada status .



Foto: Guia da Semana

Os primeiros países a receber a novidade serão França e Holanda, seguidos por Reino Unido, Espanha, Itália, Arábia Saudita e Israel.



Foto: Guia da Semana

Ah! Você ainda pode escolher para quem o seu status será visível e quem o visualizou, além de fazer comentários nos status de seus contatos - basta puxar a tela para cima.

Com informações do Blog do WhatsApp, TechTudo e UOL

(Fonte: Redação Guia da Semana) - 22/02/2017
Smartphone que mais cresce na China passa a perna na Apple e Xiaomi

Segundo a empresa de pesquisas Counterpoint, a campeã chinesa do ano foi a Oppo, que dobrou o número de aparelhos vendidos

A demanda por smartphones na China está explodindo e, em consequência, o volume total de vendas de aparelhos no país está batendo recordes, segundo a empresa de pesquisas Counterpoint. No último trimestre de 2016, o mercado cresceu 12%, comparado ao ano anterior, e 9% sobre o terceiro trimestre, revelando um novo campeão de vendas, a chinesa Oppo, que passou a perna em Apple, Xiaomi, Lenovo e até na Huawei.

Altamente competitivo, o mercado chinês trouxe surpresas para as marcas em 2016. Mais da metade das vendas de 2016 (58%) ficaram nas mãos de cinco empresas - Oppo, Huawei, vivo, Meizu e Gionee - sendo que Oppo e Vivo registraram os crescimentos mais significativos: 109% e 78%, respectivamente.

No último trimestre do ano, o primeiro lugar de mercado foi da Oppo (18,3%), seguida de Huawei (17,1%), Vivo (14,5% ), Apple (12,2%), Xiaomi (9,9%) e Samsung (5,5%). No ano de 2016, a ordem muda, ficando Huawei em primeiro (16,4%), seguida de Oppo (15,5%), Vivo (13,9% ), Xiaomi (10,9%), Apple (10,4%), e Samsung (6,9%).

O diretor de pesquisas da Counterpoint, James Yan, diz que "apenas cinco marcas (Oppo, Huawei, vivo, Meizu e Gionee) registraram crescimento saudável no ano de 2016. A demanda pelo resto das marcas caiu, especialmente para as estrelas de 2015, Xiaomi e Apple, que tiveram demanda muito abaixo do esperado para seus smartphones durante o ano".

Os fabricantes que mais perderam marketshare em 2016 foram Lenovo (-79%); Coolpad (-44%); Xiaomi (-22%); Apple (-21%); ZTE (-10%) e Samsung (-5%)/

Segundo Yan, "o mercado chinês de smartphones continua a crescer em 2017, sendo que as entregas de aparelhos aos canais de venda começam a chegar para aproveitar a temporada do Ano Novo Chinês".

Em termos de recursos, indica a Counterpoint, os que mais proliferam são sensores de impressão digital, conexão 4G+/VoLTE, carregamento rápido, telas OLED, câmeras traseiras duplas e mais resolução em megapixel para selfies na câmera frontal.

Os cinco modelos best-seller do ano foram: OPPO R9; Apple iPhone 6S; Huawei HONOR Joy 5S; OPPO A33; MI Redmi Note 3. O novo iPhone 7 da Apple ficou com apenas 1% de mercado em 2016, segundo os dados da Counterpoint.


(Fonte: Da Redação) - 13/02/2017
App para Android quer evitar coleta indesejada de dados no smartphone

Criado por pesquisadores da Universidade Carnegie Mellon, nos EUA, o chamado Privacy Assistant só funciona como aparelhos Android com root.

Não tem certeza sobre quais informações pessoais seu smartphone está coletando? Um novo aplicativo gratuito para Android promete simplificar as configurações de privacidade no seu celular, e interromper qualquer coleta de dados não consentida.

Chamado de Privacy Assistant, o aplicativo (em inglês) foi desenvolvido por uma equipe da Carnegie Mellon University, que criou a solução após seis anos de pesquisas estudando privacidade digital.

“Está muito claro que uma grande porcentagem das pessoas não está disposta a fornecer seus dados para qualquer aplicativo aleatório”, explica o professor da instituição de ensino, Norman Sadeh. “Elas querem ser mais seletivas com seus dados, então esse assistente vai ajudá-las com isso.”

O Privacy Assistant é feito para modificar automaticamente as configurações de privacidade para você, com base nas suas visões determinados tipos de coleta de dados.

Por exemplo, quando o aplicativo for inicializado pela primeira vez, irá te fazer entre três e cinco perguntas para determinar suas preferências de privacidade. Como você se sente sobre o seu app de rede social acessar a sua câmera? Ou um game puxando seus dados de localização?

A partir dessas respostas, o aplicativo irá recomendar um conjunto particular de configurações de privacidade que você deveria levar em conta. Os usuários então podem aprovar as recomendações ou alterá-las.

O aplicativo pode parecer interessante, mas tem uma pegadinha. O software só funciona com aparelhos Android 5 e 6 com root - algo que a maioria dos usuários não faz.

Realizar root no seu celular significa ganhar acesso raiz ao sistema, abrindo-o para uma customização completa. Mas o ato também pode invalidar a garantia do aparelho ou “travar” o smartphone, caso seja feito de maneira errada.

Os cientistas da computação da Universidade Carnegie Mellon já tinham publicado dados de pesquisas mostrando que os usuários ficam preocupados ao descobrir que os apps do seu smartphone coletam dados privados, como suas localizações.

No entanto, os usuários podem enfrentar uma tarefa cansativa na hora de alterar as configurações de privacidade do aparelho ou as permissões para os aplicativos.

“Um usuário Android comum possui entre 50 e 100 aplicativos, e esses apps podem exigir três permissões. É só fazer as contas e ver que o número de permissões pode ser demais”, aponta Sadeh.

Segundo ele, muitos aplicativos também estão coletando dados quando, na verdade, não precisam deles. O novo Privacy Assistant é feito para revogar essas permissões, sem causar mal-funcionamento nos aplicativos em questão.

À medida que os usuários baixam mais aplicativos, o Privacy Assistant continuará trabalhando em segundo plano, recomendando quais novas permissões de apps devem ser aprovadas ou negadas.

Com acesso root, a nova solução da universidade consegue aplicar automaticamente novas configurações de permissão ao aparelho. No entanto, o pesquisador estima que apenas cerca de 25% de todos os smartphones Android do mundo tenham passado pelo processo de root e muitos deles estão na Ásia.

Sadeh não recomenda que os usuários façam root com seus aparelhos apenas para usar o Privacy Assistant, mas ele acredita que o novo aplicativo poderá atrair uma quantidade razoável de pessoas interessadas com sua privacidade on-line.


(Fonte: PC World / EUA) - 13/02/2017
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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.