Primeiro display do mercado com a tecnologia da AMD, novo monitor já está em pré-venda na Amazon por US$1.500.
A Samsung acaba de anunciar os primeiros monitores para PCs do mundo com a tecnologia AMD FreeSync 2. A lista inclui os modelos tradicionais CHG70, com telas de 27 e 32 polegadas, e o gigante CHG90, com tela ultrawide de 49 polegadas,
basicamente uma configuração com vários monitores reunidos em um só lugar.
Os novos displays da Samsung aumentam a guerra entre as tecnologias FreeSync, da AMD, e G-Sync, da Nvidia, no segmento dos monitores HDR. A Nvidia já falou sobre vários monitores gamers de fabricantes como Asus e Acer, mas nenhum deles
ainda está disponível para venda.
Assim como esses monitores HDR com a G-Sync, esses novos paineis da Samsung foram feitos para rodar games de forma suave. Eles trazem HDR, pontos quânticos, ângulos de visão de até 178 graus, e uma curvatura significativa de 1800R,
juntamente com taxas de refresh de 144Hz e tempos de resposta de 1ms.
Todas essas especificações impressionantes ganham o apoio da FreenSync 2. A nova tecnologia da AMD é construída a partir das funcionalidades base da sua versão anterior, incluindo os obrigatórios níveis baixos de latência e o uso do
recurso antes opcional de “compensação de taxa baixa de frames” que mantém a gameplay suave mesmo quando os frame rates atingem níveis baixos.
No entanto, a maioria das vantagens do FreeSync 2 giram em torno do HDR. A tecnologia assegura que o seu game tenha o visual mais glorioso possível ao mudar para um “modo FreeSync” que aumenta os níveis de brilho e reforça o espaço de
cor máxima quando você abre jogos suportados.
É preciso ter uma placa gráfica AMD Radeon para aproveitar o FreeSync 2, e qualquer GPU Radeon que suporte o FreeSync original irá funcionar com o mais recente FreeSync 2.
No entanto, vale notar que o monitor CHG90 possui uma resolução de 3840x1080, o equivalente a dois monitores padrão de 1080p lado a lado. Para levar os pixels de um monitor a esse nível é preciso de uma Radeon RX 580 ou superior.
O CHG90 já está disponível em pré-venda na Amazon por 1500 dólares, com um lançamento previsto para 30 de junho. Já os outros monitores custarão 600 dólares e 700 dólares em suas versões de 27 e 32 polegadas, respectivamente.

Apresentado durante o MWC 2017, smartphone top de linha da fabricante será lançado oficialmente em 22 de junho no mercado americano.
Desde a última vez que ficamos sabendo do Xperia XZ Premium em fevereiro, no Mobile World Congress, muitos dos seus rivais já foram lançados oficialmente, como o Samsung Galaxy S8, o LG G6 e o HTC U Ultra. Nos últimos meses, a Sony focou
seus esforços em colocar os toques finais no seu novo top de linha, assim como apresentar um projetor baseado em toque. E agora nós finalmente sabemos quando esses produtos vão chegar e quanto eles irão custar.
E eles não serão baratos.
A Sony anunciou que a versão desbloqueada do XZ Premium estará disponível em pré-venda nos EUA pela Amazon e pela Best Buy a partir de 12 junho, com um preço sugerido de 800 dólares – mais do que o Galaxy S8 e o recém-anunciado Essential
Phone, do criador do Android, no mercado americano, por exemplo.
Já o projetor Xperia Touch vai custar mais do que o dobro do Xperia XZ Premium, com preço sugerido de 1.700 dólares.
Com Snapdragon 835, da Qualcomm, o aparelho está disponível nas cores preto e prata (com acabamento bem lustroso, que inclui Gorilla Glass 5 nas partes frontal e traseira) e traz, obviamente, a linda tela de 5,5 polegadas e resolução de
2160x3840 pixels como um dos seus principais destaques.
O novo processador Snapdragon X16 LTE, também da Qualcomm, permite que o novo Xperia alcance velocidades de até 1 gigabit por segundo com conexão LTE
Com sensor Exmor de 19MP, a câmera também chama a atenção. A máquina tem capacidade para gravar vídeos em 960 frames por segundo, o que permite criar clipes em super slow motion, que é 32 vezes mais lento do que um vídeo normal.
Veja o recurso de slow motion do XZ em ação, nesse vídeo do editor da Greenbot, Jason Cross:
Diretor financeiro afirmou nesta semana que a empresa não tem nenhum plano de cobrar por acesso ao serviço.
O Twitter não tem nenhum plano de cobrar pelo acesso ao serviço dos usuários como uma forma de ganhar mais dinheiro com a plataforma, segundo afirmou o diretor financeiro da empresa, Anthony Noto, durante evento nos EUA nesta semana.
No entanto, o executivo não descartou que a empresa aplique algum tipo de cobrança ao Tweetdeck, seu serviço mais voltado ao uso profissional da plataforma.
“O Tweetdeck pode ser uma oportunidade para adicionarmos diversos serviços premium e desenvolver uma fonte de renda por meio de assinaturas. Mas estou realmente confiante de que a proposta de valor que entregamos aos anunciantes é mais
forte do que nunca atualmente”, disse Noto.
Assinatura?
A questão sobre uma possível cobrança do Twitter voltou à pauta recentemente depois que o cofundador e atual CEO do Twitter, Jack Dorsey, ter dito que a empresa já tinha considerado a ideia de adotar um modelo de assinatura com acesso a
alguns recursos ou serviços por uma determinada taxa.
No entanto, o próprio Dorsey descartou a ideia ao destacar que a companhia acredita que existe uma “importância real” no fato de o Twitter ser uma ferramenta acessível para todos no mundo, independente da classe social. “Por isso, a
decisão geral foi de manter o Twitter gratuito e aberto.”
Com isso, a gigante norte-americana do e-commerce viu seu valor de mercado alcançar US$478 bilhões.
As ações da Amazon atingiram o seu maior valor da história nesta terça-feira, 30/5, quando superaram a marca de 1 mil dólares.
Para ser mais exato, as ações da gigante do e-commerce chegaram a bater na casa de 1.001,20 dólares, alcançando uma alta de 35% apenas em 2017.
E uma outra grande empresa de tecnologia pode entrar para esse seleto clube: a Alphabet, empresa mãe do Google, cujas ações estão sendo vendidas por cerca de 997 dólares atualmente.
Com esse número histórico, a Amazon viu seu valor de mercado atingir 478 bilhões de dólares, ficando atrás apenas das rivais Apple, Alphabet e Amazon.
Além disso, vale notar que o fundador e CEO da Amazon, Jeff Bezos, possui uma fortuna estimada em 85 bilhões de dólares, de acordo com as publicações Forbes e Bloomberg.
Apresentado durante a Computex, em Taiwan, o Winbot, da In Win, é um globo futurista que é controlado roboticamente por gestos e comandos de voz.
O Winbot, case mod para PC mais recente da InWin, é um globo futurista que é controlado roboticamente pelos movimentos do usuário. A fabricante diz que o aparelho foi inspirado por uma espaçonave, mas ele se parece mais com um brinde
maior do que o normal de um fliperama com garra mecânica. E que brinde seria!
Anunciado nesta terça-feira, 30/5, durante a Computex, feira de tecnologia realizada em Taiwan, o Winbot é feito com um plástico transparente que cerca um case de PC da In Win com resfriamento líquido. Dentro, temos uma placa-mãe Asus
ROG Strix Z270E para games com uma CPU Intel Core i7 7700K, uma placa gráfica Nvidia GeForce GTX Strix 1070, 240GB de armazenamento em SSD e uma fonte de energia In Win de 1.250-watt.
Fixado na parte frontal do case do Winbot está uma câmera estéreo que escaneia a área da frente e reconhece usuários individuais. Ao se mover da esquerda para a direita, luzes azuis do case mudam para o verde uma vez que reconhece uma
pessoa.
Depois tudo se resume a gestos com as mãos. Levante a sua mão direita e o Winbot irá escanear o lado direito – o mesmo vale para o lado contrário. Segure levantado um logo da In Win, convenientemente fornecido em um cartão, e o Winbot
vai tirar uma foto sua.
Além disso, o Winbot pode ser controlado por comandos de voz, por meio do Alexa, da Amazon. Alguns exemplos incluem “Winbot right,” “Winbot left,” para mudar de lado, e “Winbot cheese” para tirar fotos.
Se tudo isso te fez pensar “Qual a razão para isso?”, então agora é uma boa hora de considerar o suposto objetivo da In Win com o case mod: uma nova maneira de tirar selfies perfeitas.
O aparelho não fará isso, especialmente pelo fato de que precisa basicamente ficar no mesmo lugar, mas conseguiu sim ser um gadget interessante. E isso aparentemente foi bom o bastante para muitos na Computex que fizeram fila para testar
a novidade.











