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Estudantes brasileiros participam da nova missão para a Lua

Passados mais de 50 anos, o homem pisará novamente na Lua

Os planos do homem voltar à Lua, desta vez, terá a participação de centenas de estudantes mundo afora, incluindo brasileiros. Por meio do projeto de astronomia cidadã GLEE (Great Lunar Expedition for Everyone), iniciativa da Nasa em parceria com a Universidade do Colorado, nos EUA, estudantes do Brasil programarão placas eletrônicas que serão enviadas pela missão Artemis para coletar dados ambientais da superfície lunar.

Passados mais de 50 anos da missão Apollo 11, que colocou os astronautas Neil Armstrong e Buzz Aldrin caminhando na superfície da Lua, o programa Artemis da Nasa intensificará a exploração espacial e levará o ser humano novamente ao satélite natural da Terra.


Foto: Arquivo pessoal / Gabriel Kozlowski Andreola

O Artemis quer aprofundar as pesquisas a respeito do satélite e do Sistema Solar. A missão pretende levar a primeira mulher à Lua, usar tecnologias inovadoras para explorar a superfície lunar e aproveitar todo o aprendizado para um outro grande salto: enviar astronautas até Marte.

De acordo com o professor José Carneiro da Cunha Oliveira Neto, da Universidade de Brasília, o Artemis tem o apelo de ser a humanidade colonizando a Lua. “Grupos de pesquisadores podem participar individualmente do projeto e isso é um dos pontos que encantam.”

Nova geração de exploradores
Para tanto, o programa liderado pelos Estados Unidos conta com a cooperação de 22 países, entre eles o Brasil. A iniciativa GLEE é um catalisador para a nova geração de exploradores e missões espaciais envolvendo estudantes de todo o mundo.

Cada equipe de alunos deve projetar uma missão científica local para o LunaSat, que é uma pequena placa eletrônica, de aproximadamente 5 gramas, com vários sensores para realizar diferentes medições e coletar dados na superfície da Lua, os quais serão transmitidos de volta para a Terra.

A empolgação com a oportunidade é grande entre os alunos do Colégio Estadual do Paraná (CEP), que fizeram a inscrição nos instantes finais e foram selecionados para participar do programa, conta Gabriel Kozlowski Andreola, graduando em Física, que atua no observatório e planetário do colégio e também como orientador do projeto.


Imagem do nariz do foguete Artemis-i SLS com a cápsula Orion no pórtico de lançamento à luz da Lua
Foto: Getty Images / BBC News Brasil

Programação mais que esperada
Sob instruções do GLEE, os participantes receberam 12 módulos para serem preparados, cada um com uma parte específica da programação, que ao final será reunida e enviada para a Nasa.

As placas foram recebidas pelos alunos do CEP no final de outubro. Andreola explica que elas não são constituídas do material que irá para o espaço. A programação desenvolvida será inserida pela Nasa na placa definitiva, capaz de resistir às intempéries da Lua.

Todos os grupos de alunos, das diferentes instituições de ensino selecionadas pelo GLEE, têm a mesma atribuição para programar os registros. O diferencial, segundo Andreola, é que cada equipe pode inserir uma programação de autoria própria, ponto que os alunos do colégio ainda trabalham para definir.

Coletando dados
O professor Amauri José da Luz Pereira, coordenador do OACEP (Observatório Astronômico e Planetário do Colégio Estadual do Paraná), explica que as placas recebidas foram usadas em nanossatélites em voos orbitais e agora serão programadas para coletar dados na superfície lunar, sendo que os alunos terão a atribuição de decidir o intervalo para a coleta.

“As placas serão distribuídas na lua, conforme caírem na sua superfície. Terão dois dias lunares, que correspondem a 56 dias terrestres, para a coleta de dados como temperatura, composição das rochas, sensores de impactos para medir pequenas vibrações na superfície da Lua e também medir o campo magnético”, detalha Pereira.

Todo o trabalho feito para a programação das placas será enviado para a Nasa, que fará rodar com os LunaSats.

Código aberto
O professor destaca que se trata de um programa inovador, na “pegada” do open source, ou seja, que usa código aberto e assim pode ser visualizado por qualquer pessoa.

“Essa possibilidade de ser um programa de código aberto faz com que se tenha um software de linguagem comum, que pode ser entendido por alunos que participam de equipes de robótica, por exemplo”, pontua Pereira.

Andreola também ressalta a importância das placas serem programadas por Arduino, que é uma plataforma didática usada no dia a dia de quem atua em projetos de eletrônica e robótica.


Placas utilizadas pelos alunos do Paraná
Foto: Gabriel Kozlowski Andreola

Motivar futuros cientistas
A equipe do CEP para essa missão é formada pelo professor e nove alunos. Pereira diz que a participação no GLEE elevou a motivação do grupo, tanto que já percebe a intenção de alguns estudantes disputarem vagas em cursos nos quais possam se especializar em astronomia espacial.

“No Brasil, onde temos carência de cientistas, um incentivo como esse é muito importante. É algo inédito na área das ciências espaciais e ver o interesse dos alunos é muito bom”, destaca.

O CEP possui um complexo astronômico com planetário e observatório. O colégio mantém quase 5 mil alunos e 30 participam de projetos na área do OACEP, que hoje tem fila de espera para acolher novos integrantes.

Esse não é o único projeto da escola com a Nasa. Os alunos estão envolvidos com outras iniciativas e foi a partir da observação de imagens de telescópios da agência norte-americana, usados em programas colaborativos, que dois alunos da instituição fizeram a descoberta de um asteroide, confirmado no ano passado.

Expectativas com os LunaSats
Com relação às placas eletrônicas, a programação é que até o final do semestre elas retornem do Brasil para a Nasa.

“Depois disso, aguardaremos as diretrizes do GLEE para saber quando serão embarcadas. Claro que gostaríamos de acompanhar in loco, mas por limitação financeira não será possível, a menos que alguma empresa queira incentivar”, admite o professor.

O lançamento dos dispositivos deve acontecer em 2024. As placas são identificáveis, o que permite conhecer a equipe que programou cada dispositivo.

Segundo Pereira, existe a possibilidade de algumas dessas placas serem coletadas por astronautas na próxima viagem à Lua e trazidas de volta para a Terra.

“Se uma das nossas voltar será o troféu mais raro que teremos. Ir para a Lua e retornar à Terra”, enfatiza.

O professor elege entre os principais dados que serão coletados a medição mais acurada do campo magnético.

“Talvez seja o maior legado científico. Ele trará [conhecimentos] para a forma de desenvolver equipamentos de orientação para navegação na Lua, que podem ser mais precisos para as próximas missões.”

A primeira ida à Lua ocorreu no auge da Guerra Fria entre russos e americanos. Os russos foram os primeiros a colocar satélite lá e os EUA fizeram com que o homem pudesse pisar na Lua.

Foi uma corrida da época, em parte para marcar poder, e do ponto de vista econômico aquela missão não teve grande significado.

Efeito hélio-3
Agora, mais recentemente, os chineses mandaram suas sondas e descobriram o elemento hélio-3 presente na Lua. Trata-se de um combustível importante para o reator de fusão nuclear, que é a famosa equação do físico Albert Einstein (E = mc2).

Segundo o professor, cada 85 gramas de hélio-3 equivale à capacidade total de toda a Usina Hidrelétrica de Itaipu, durante um dia.

Pereira explica que o hélio-3 existe na Terra, a valores elevados e parece presente em abundância na Lua.

Talvez isso possa justificar investimentos e toda a especulação sobre os aspectos econômicos dessa nova viagem do homem à Lua.

(Fonte: Andrea Campos Redação Byte) - 27/01/2023
Prefeitura de SP quer retomar reconhecimento facial da população

Videomonitoramento vai investir R$ 70 milhões por ano para integrar mais de 20 mil câmeras até 2024; iniciativa esbarra em questões racistas


Smart Sampa afirma obter mais eficácia e agilidade no atendimento de ocorrências de segurança em São Paulo
Foto: Freepik

A licitação para a contratação da nova plataforma de videomonitoramento em São Paulo será retomada, segundo anunciou o prefeito da cidade de São Paulo, Ricardo Nunes (MDB). Mas o relançamento somente será possível quando a prefeitura responder a questionamentos feitos no Tribunal de Contas do Município.

"Se o tribunal de contas liberar, eu solto amanhã", disse o prefeito em entrevista à Folha de S. Paulo publicada na última sexta-feira (13).

Smart Sampa
A iniciativa, conhecida por Smart Sampa, pretende modernizar e ampliar o monitoramento de câmeras na capital. Ele traz o conceito de cidades inteligentes e afirma obter mais eficácia e agilidade no atendimento de ocorrências da Guarda Civil Metropolitana e demais órgãos de segurança.

O pregão era previsto para 5 de dezembro passado, mas foi suspenso pela gestão do município para rever pontos criticados em função de viés racista na tecnologia e em termos utilizados na versão original do texto, como a identificação de "vadiagem" e "cor", este substituído por "estrutura corporal".

A contratação de um sistema de inteligência para reconhecimento facial e a integração de serviços públicos, o que exigiria o compartilhamento de dados de cidadãos, também foram motivos de contestação.

A Smart Sampa tem previsão de integrar mais de 20 mil câmeras até 2024 e prevê investimento de R$ 70 milhões por ano.

As vantagens
Com a tecnologia, a administração municipal espera alcançar um monitoramento mais inteligente e especializado pelo uso de analíse de dados.

Órgãos de segurança promoverão a filtragem instantânea de imagens de ocorrências. Com recursos de identificação facial e detecção de movimento, as câmeras reconhecerão atitudes suspeitas, pessoas procuradas, placas de veículos e objetos perdidos.

Os órgãos de segurança terão como monitorar escolas, UBS e demais equipamentos públicos, o que aumentaria a segurança desses locais.

Outra facilidade que a plataforma deve oferecer é a integração de serviços municipais, como CET, SAMU, Defesa Civil e GCM, com a criação de uma Central de Monitoramento Integrada.

Os entraves
Em reportagem do Estadão em dezembro, especialistas em direito digital e organizações defenderam o banimento da tecnologia, assim como ocorreu em cidades norte-americanas, e avaliam que o edital dava margem para uma judicialização.

Também há aqueles que defendem a aplicação responsável da biometria facial, chamam as críticas de "ludismo", isto é, de resistência à inovação sem justificativas. Essas pessoas acreditaam que deve haver o aprimoramento e não a suspensão do recurso em caso de eventuais problemas.

Já o TCM disse ter seis representações contra o projeto no tribunal, sob a relatoria do conselheiro Roberto Braguim. Entre elas está a anunciada pela deputada federal Erika Hilton (PSOL), então vereadora de São Paulo, sobre o risco de que a tecnologia do Smart Sampa se juntasse a outras violências praticadas contra pessoas negras.

Existe ainda a alegação de que o Smart Sampa não é um bem ou serviço comum, o que impediria a contratação por meio de pregão eletrônico.

As representações também questionam a falta de delimitação do objeto e um direcionamento para encontrar empresas que já prestem serviços baseadas na lei europeia de proteção de dados sem especificar os critérios sobre isso.

A questão da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) está entre os pontos de análise, já que os cidadãos monitorados não teriam meios de consentir a cada ação.

(Fonte: Andrea Campos Redação Byte) - 18/01/2023
De volta para o futuro

Nas indústrias culturais e da moda, a nostalgia e o retrô sempre são tendências. Por que não na tecnologia?

A mente humana possui um infinito potencial criativo. O curioso é que, ao longo dos anos, vejo as marcas cada vez mais em busca de referências clássicas e tradicionais para fazer uma mistura com o que é novo e atual. A meu ver, esse resgate do retrô é uma tendência que veio para ficar e, o mais importante, traz uma união de estilos e gêneros. Afinal, hoje, o que de fato é novo e o que é velho?



Foto: rawf8/Envato Elements / Canaltech

A moda é o principal exemplo disso entre as indústrias. Tendências vêm e vão, e o que estava fora de moda pode ser retomado como aspiracional no próximo ano. Vimos isso acontecer com clássicos dos anos 1990, como o pin-up. E, como é um assunto que me interessa bastante, selecionei alguns dos exemplos mais bacanas que me inspiram ou já me inspiraram na realização de projetos.

Lembram-se do termo bastante falado, o grunge? Pois bem, a Vogue lista o grunge como uma das principais tendências para 2023, relatando como as marcas Balenciaga vêm desgastando seus jeans para se adequar a esse estilo. Oras, o grunge não é uma invenção de agora! Trata-se de um movimento cultural dos anos 90, que agora ressurge com força.

Vemos isso também nas cores que ditam a moda. O Instituto Pantone escolheu a cor Viva Magenta como a cor do ano de 2023 — muito linda, por sinal — e destaca que a tonalidade é inspirada em uma cor natural e expressa uma nova onda de força. O próprio magenta foi bastante popular no final do século 19, apareceu em trabalhos dos pintores Paul Gauguin e Henri Matisse e ressurgiu nos anos 1960, em exibições de arte psicodélica em São Francisco, Califórnia.

O mesmo acontece com a indústria cultural. Uma das séries de maior sucesso em 2022 é Wandinha, que é baseada em uma personagem do universo da Família Addams, cujo primeiro filme estreou em 1991 e a série, em 1964. Outro exemplo é a série Cobra Kai, que é uma continuação dos filmes de Karate Kid, lançados nos anos 1980.

A tecnologia e o retrô
O próprio avanço tecnológico é produto de ciclos de reinvenção. Se olharmos, por exemplo, para o primeiro aparelho celular, não poderíamos imaginar as inúmeras transformações que aconteceriam até chegarmos no smartphone atual. Por mais que novas funções tenham sido adicionadas e o formato tenha sido otimizado, os novos modelos carregam toda a história de seus antecessores, e hoje, temos até os modelos "retrô" com design que remonta para o passado, mas com funções de última geração. Elementos que brincam com a nostalgia dos usuários, ao mesmo tempo em que atendem aos fãs de tecnologia mais exigentes.

Mas o que significa esse movimento de ressurgência? Acredito que cada vez mais a indústria se movimenta para produzir inovação com significado. A partir de elementos que marcaram época e gerações, o objetivo é entregar ao cliente um produto novo, que faça referência e reverência a sua própria história, e assim criar diálogo e identificação.

Para finalizar aqui este pensamento, o importante é entendermos que tudo é realmente cíclico, mas a inovação por meio da tecnologia é o que cria novos rumos e possibilidades, a partir da ressignificação da história.

Que 2023 seja um ano de muita renovação! E de reinvenção, claro.

(Fonte: Andrea Brandi Canaltech) - 18/01/2023
Diretor do Xbox elogia o novo controle de acessibilidade do PlayStation

Projeto Leonardo está em desenvolvimento atualmente

Josh Munsee, diretor de marketing integrado do Xbox, elogiou o recém-anunciado controle de acessibilidade do PlayStation. Durante a coletiva de imprensa da Sony CES 2023 ontem, o CEO Jim Ryan revelou o Projeto Leonardo, um novo kit de controles com destaque para acessibilidade projetado para o PlayStation 5.

Imagens oficiais do Projeto Leonardo também foram divulgadas mostrando sua base circular, botões mutáveis ​​e joysticks que podem ser personalizado de acordo com as necessidades do jogador.

A recepção foi bem positiva online por jogadores e desenvolvedores, e o diretor de marketing integrado do Xbox até compartilhou seu entusiasmo pelo novo controle. “É fantástico ver mais opções, para mais jogadores, para jogar em sua plataforma de escolha“, disse Munsee no Twitter.

A Sony não compartilhou a data oficial de lançamento do Projeto Leonardo, ou quanto custará – apenas que está atualmente em desenvolvimento. Mais detalhes sobre o controlador foram incluídos em uma postagem do PlayStation Blog, onde foi dito que vários controladores Leonardo podem ser emparelhados para serem usados ​​como um único controlador.

So Morimoto, designer da Sony, disse:
“Como os jogadores podem personalizar o Projeto Leonardo de acordo com suas necessidades, não há um fator de forma ‘certo. Estou empolgado com o fato de o design ser concluído por meio da colaboração com os jogadores, em vez de apresentá-los com um único fator de forma.”

Essa matéria é uma tradução da escrita por Demi Williams para o site GameSpot.

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(Fonte: Matheus Parente) - 09/01/2023
Realme 10 4G chega à Índia com preço competitivo

Depois de ser apresentado na Europa e China no final de 2022, Realme 10 4G chega à Índia com Helio G99 e preço competitivo

A Realme está expandindo a disponibilidade do Realme 10 4G ao redor do mundo. Agora, o celular intermediário passa a fazer parte do portfólio da empresa na Índia, com o preço sendo um dos seus destaques.

O aparelho é exatamente igual ao já apresentado em outros lugares do mundo, contando com linhas mais planas, duas câmeras posicionadas diretamente na tampa posterior, e furo no canto esquerdo da tela para a câmera frontal. Ele tem leitor de digitais integrado ao botão de energia na lateral direita, junto dos botões de volume.

Assim como visto nas versões apresentadas em outros países, o Realme 10 4G tem uma tela de 6,4 polegadas com tecnologia Super AMOLED, resolução Full HD+ e suporte para taxa de atualização de 90 Hz. Seu processador é o MediaTek Helio G99, um pouco mais simples que outras plataformas da série Dimensity, e só conta com tecnologia 4G de internet móvel.



Foto: Divulgação/Realme / Canaltech

O smartphone roda o Android 12 de fábrica sob a interface Realme UI 3.0, sendo ofertado em duas variantes: uma com 4 GB de RAM e 64 GB de armazenamento, e outra com 8 GB de RAM e 128 GB de espaço interno.

São duas as câmeras traseiras do Realme 10. O sensor principal tem 50 MP e o secundário tem 2 MP, sendo usado para gerar dados de profundidade em fotos com modo retrato ativado. Além disso, ele traz uma câmera frontal de 16 MP. Por fim, ele conta com uma bateria de 5.000 mAh com suporte a carregamento rápido de 33 W. Segundo a marca, ele pode carregar metade da bateria em 28 minutos.

Preço e disponibilidade
O Realme 10 4G estará disponível nas lojas varejistas, site oficial da Realme e a loja online Flipkart a partir do dia 15 de janeiro, nas cores preto e branco.

Os preços abaixo foram convertidos diretamente para o real e não contam com a adição dos impostos nacionais. A variante mais simples estará temporariamente com desconto de 1.000 rúpias promocionalmente.

Realme 10 4/64 GB: 13.999 rúpias (~R$ 900)
Realme 10 8/128 GB: 16.999 rúpias (~R$ 1.100)

Ainda não existem informações a respeito da apresentação no aparelho no Brasil, mas, ao considerar o histórico da marca em nosso país, é possível que ele chegue por aqui em breve.

Realme 10: ficha técnica
Tela: Super AMOLED de 6,4 polegadas, resolução Full HD+ de 2400 x 1080 pixels, taxa de atualização de 90 Hz, amostragem de toque de 360 Hz
Chipset: MediaTek Helio G99
Memória RAM: 4 GB, 6 GB ou 8 GB
Armazenamento interno: 64 GB, 128 GB ou 256 GB
Câmera traseira: 50 MP (Principal, f/1.8) + 2 MP (Monocromática, f/2.4)
Câmera frontal: 16 MP (f/2.5)
Dimensões: 159,9 x 73,3 x 8 mm
Peso: 178 g
Bateria: 5.000 mAh com carregamento rápido de 33 W
Extras: 4G, Wi-Fi 5, Bluetooth 5.3, leitor de digitais na lateral, áudio mono, expansão via cartões Micro SD
Cores: Rush Black (preto) e Clash White (branco)
Sistema operacional: Android 12, sob a Realme UI 3

Listando: 50 de 1318

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Sobre o Portal da Santa Ifigênia

O Portal da Santa Ifigênia foi lançado em 01 de janeiro de 2002, tendo como objetivo principal a divulgação de empresas e produtos comercializados na região da rua Santa Ifigênia no centro da cidade de São Paulo, focando-se principalmente em produtos voltados para a área de eletro-eletrônicos.